DJ Set na Festa Play em Brasília
Janeiro 27, 2012 Encha o copo
Um blind date com… oito cervejas
Dia desses cheguei em casa e dei de cara com uma enorme caixa na portaria. Ao abrir, no apartamento, qual não foi a surpresa ao me deparar com sete garrafas e uma lata cuidadosamente ajeitadas, com muito carinho, como deve ser, com as cervejas de verdade. Nenhuma carta, só o aviso do “blind date” proposto pela Heineken: que tal um encontro às escuras… mas com cervejas.
O projeto United Beers of The World trata do que está sendo chamado de “confraria do prazer”. São oito cervejas de vários cantos do mundo, ganhadoras de prêmios, que formam um time exclusivo (e que estão rendendo uma promoção incrível no site do projeto, sorteando frigobares retro personalizados – veja aqui), variado, mas de bastante personalidade. Algumas das United Beers of The World já são velhas conhecidas deste espaço.
Do fim (da foto) para o começo, a Edelweiss Weissbier é a cerveja de trigo número 1 da Áustria. Seu nome foi inspirado na flor Edelweiss, que cresce no alto dos Alpes, cuja coleta é proibida por lei. Assim, dizem os austríacos, ao invés de dar uma flor, você pode presentear sua amada com uma taça de Edelweiss (boa, vai). Já tinha escrito sobre ela aqui, e, na compania da Lili, bebido uma em Budapeste. Foi a primeira que abri.
Na seqüência, a irlandesa Murphy, em duas versões: a Murphy’s Irish Red e a Murphy’s Irish Stout. A fábrica delas fica em Cork, na Irlanda, uma cidade apaixonante (falo sobre ela aqui). A Irish Red representa o time das Red Ale, cervejas de cor avermelhada, devido ao malte tostado, que marca não só a cor como o aroma e também o paladar. Já a Irish Stout é, como os próprios irlandeses dizem, uma cerveja tão escura quanto um capuccino forte. Extremamente saborosa.
Saindo do território das encorpadas e partindo para as suaves: a holandesa Amstel, que leva o nome do rio que corta Amsterdã (cuja água era usada na refrigeração das caves para o armazenamento da cerveja), surge com esta versão Pulse, indicada para o público das baladas (a versão tradicional é mais saborosa; essa é mais leve, e refrescante); já a Itália é representada pela Birra Moretti, que bebi em Roma (caiu bem debaixo de um calor imenso), o México pelas conhecidas Sol e Dos Equis (que estão ganhando terreno no Brasil.
A ex-Ilha de Vera Cruz está representada no United Beers of The World pela Xingu, uma das cervejas nacionais que mais aprecio. E ela até está no cardápio do Pub Delirium Tremens, de Bruxelas, o local que tem mais cervejas do mundo todo pronta para ser colocada no copo. Ela fecha o time caprichado do United Beers of The World, as oito agora encontradas com muito mais facilidade no Brasil. Agora é só preparar o “blind date” pessoal de cervejas. Aqui só sobrou a caixa…
Leia também:
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
- Conheça algumas cervejas belgas, alemãs, brasileiras, argentinas (aqui)
Janeiro 25, 2012 Encha o copo
Três vídeos: Wilco, Popeye e Mallu Magalhães
Janeiro 25, 2012 Encha o copo
Cinco fotos: São Paulo (edição dupla)
Aniversário da cidade…
Clique na imagem se quiser vê-la maior
Leia também:
- A solidão do centro de São Paulo no domingo (aqui)
- A história do Edifício Martinelli (aqui)
- Uma tarde no bairro da Liberdade (aqui)
- Meus cinco botecos preferidos em São Paulo (aqui)
- Sessões no heliporto da Folha de S. Paulo (aqui)
- Histórias: cenas da vida em São Paulo, por Marcelo Costa (aqui)
Cinco fotos: Bruxelas, Atenas, Parati, Florença, Dublin, Bruges, Santorini, Chicago, Paris, Londres, Berlim, Atacama, Budapeste, Leuven, Madri, Praga, Nova York, Bratislava, Barcelona, Veneza, Tiradentes, Istambul, Málaga e Viena (aqui)
Janeiro 25, 2012 2 Brindes
Download: Nacional, Transmissor

“Nacional”, Transmissor (baixe aqui)
“Nacional”, novo disco do Transmissor, encabeça a lista de 11 grandes discos mineiros de 2011 compilada pelo Lafaiete Júnior, responsável pelo blog Veia Urbana e colaborador do Alto Falante. A lista ainda traz discos do Graveola, Constantina, Câmera e Rubinho Troll, entre outros. Vale ler (e ouvir) aqui
Janeiro 24, 2012 2 Brindes
Promoção: Pélico no SESC Vila Mariana

No dia 27 de janeiro (sexta-feira), às 21 horas, o cantor e compositor Pélico sobe ao palco do teatro do SESC Vila Mariana para apresentar as canções de seu segundo disco “Que Isso Fique Entre Nós”, um dos grandes álbuns de 2011. A apresentação faz parte do projeto São Paulistas do SESC Vila Mariana, que propõe uma série de encontros que traz o criativo panorama da cena musical da cidade. Além de Pélico, participam do projeto Passo Torto, Criolo, Emicida e Bixiga 70.
“Que Isso Fique Entre Nós” foi lançado no segundo semestre do ano passado e foi eleito o 11º melhor disco do ano entre 25 selecionados pela revista Rolling Stone. Do segundo disco, entram no repertório “Sem Medida”, “Não Vou te Deixar, por Enquanto”, “Tenha Fé, Meu Bem”, “Não Éramos tão Assim”, “À Beira do Ridículo”, “Levarei” e “Vamos Tentá”. Ele divide os vocais com Leo Cavalcanti em “Se Você me Perguntar”, “Ouvidos ao Mistério” e “Recado” e com Luísa Maita em “Que Isso Fique Entre Nós”, “Alento” e “O Menino”.
O Scream & Yell irá sortear um par de ingressos para a apresentação. Para participar basta dizer “Eu quero” nos comentários e tuitar a frase: “Baixe “Que Isso Fique Entre Nós, de Pélico (@PelicoMusica) aqui: http://pelico.com.br/ #screamyell”
O sorteio será feito na quinta-feira, 26/01
serviço:
Pélico no São Paulistas
Participações especiais de Luísa Maita e Leo Cavalcanti
27 de janeiro – sexta-feira – às 21 horas
Não recomendado para menores de 12 anos
de R$ 6 a R$ 24
Capacidade do teatro – 608 lugares
SESC Vila Mariana – R. Pelotas, 141 – 5080-3000
Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC
Janeiro 20, 2012 5 Brindes
Três Filmes: Darin, Damon e Clooney

“Um Conto Chines” (“Un Cuento Chino”, 2011)
A comédia de costume é um gênero que nunca sai de moda. Talvez por lidar com pessoas comuns que, colocadas em um ambiente diferente, causam uma série de desencontros hilários. Desta forma, “Um Conto Chines” não traz nenhuma novidade. Assim que o espectador senta na cadeira no cinema, já sabe tudo que irá acontecer: Roberto (Ricardo Darín novamente excelente) é um cara de meia idade que toca a loja de ferragens do falecido pai (a mãe morreu no parto). Ele é o mal-humorado típico, sem paciência para pessoas em geral (e babacas em particular), fechado no mundinho metódico que criou para si mesmo. Surge em cena Jun (Ignacio Huang), um chinês que tomou um cano de um taxista argentino e está perdido em Buenos Aires sem falar uma palavra em espanhol. Ele tem no braço o endereço de um tio, e só. O encontro destes dois personagens tão reais quanto particulares permite ao diretor e roteirista Sebastián Borensztein olhar com delicadeza a relação humana, e se segue a risca o manual do estilo (Roberto irá amolecer durante a trama como margarina no sol) incomodando em certas passagens por soar extremamente óbvio, tem a seu favor o esperto manuseio da narrativa: não há legendas para os trechos falados em chinês, o que faz de boa parte público cúmplice de Roberto. Nada de novo, mas ainda assim interessante.

“Compramos um Zoológico” (“We Bought a Zoo”, 2011)
Seis anos atrás, “Tudo Acontece em Elizabetown” parecia enterrar a carreira cinematográfica de Cameron Crowe. Não que o filme fosse ruim (pelo contrário, há várias belas passagens), mas peca por ser exagerado, como se o diretor quisesse expurgar vários demônios pessoais em um único filme. “Pearl Jam – Twenty”, seu retorno, serviu para mostrar que documentário não é sua praia, mas eis que “Compramos um Zoológico”, baseado em uma história real, recoloca a carreira do diretor nos eixos. Não bate “Jerry Maguire” nem “Quase Famosos”, mas mostra que Crowe não perdeu seus tiques sonhadores, e consegue fazer bom cinema partindo do foco dos derrotados. Em “Compramos um Zoológico”, o derrotado nem é tão derrotado assim: Benjamin Mee (Matt Damon, apenas correto) é um repórter de aventuras que coleciona grandes reportagens, mas está no limbo após a morte da mulher, tendo que dar conta dos dois filhos, a fofíssima Rosie (Maggie Elizabeth Jones) e o desajustado Dylan (Colin Ford). Para afastar as lembranças da esposa (e mãe), a família decide se mudar e acaba comprando um… zoológico. Meio irreal, mas aconteceu (embora seja impossível que a tratadora de animais fosse alguém como Scarlett Johansson) e gerou uma bonita história de redenção, típica de Cameron Crowe. Para ir ao cinema, sonhar, e, depois, visitar o zoológico.

“Tudo Pelo Poder” (“The Ides of March”, 2011)
Mais alguns anos e George Clooney irá mandar em Hollywood. Grande ator, boa praça e diretor eficiente, Clooney conquista cada vez mais espaço na indústria, seja atuando (como em “Os Descendentes”, que lhe rendeu o Globo de Ouro e pode cavar uma indicação ao Oscar – o qual ele venceu com o ótimo “Syriana”, em 2006) ou dirigindo. Poucos diretores podem se orgulhar de ter no currículo três grandes filmes como Clooney: “Confissões de Uma Mente Perigosa” (2002), “Boa Noite, Boa Sorte” (2005) e, agora, “Tudo Pelo Poder” (há ainda “Jogo Sujo”, de 2008, que saiu direto em DVD no Brasil), filme que investiga os bastidores de uma eleição norte-americana com tanta destreza que é impossível não deixar a sala de cinema revoltado. Os closes em excesso (que chegam a incomodar em alguns momentos) não conseguem atrapalhar um roteiro eficaz que consegue distrair o espectador diante das reviravoltas da trama, e muito menos a boa atuação de um elenco estelar: Ryan Gosling, Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti, Evan Rachel Wood e Marisa Tomei brilham, cada um a seu modo, em um filme que parece validar aquela velha máxima de que todo mundo é corruptível: se não por dinheiro, então por poder (e até por utopia). Os fins justificam os meios? Ás vezes sim, como mostra Clooney neste filmaço.
Leia também:
- “O Segredo dos Seus Olhos” dirá muito sobre você, por Mac (aqui)
- “Elizabethtown”, um recorte de várias idéias, por Mac (aqui)
- “Boa Noite & Boa Sorte” merece ser visto com atenção (aqui)
Janeiro 20, 2012 2 Brindes
Ouça Silver Box Song EP, do Blemish

Janeiro 16, 2012 Encha o copo
Dez links e dois vídeos
- Os 10 Discos da Minha Vida, por Marcelo Costa (aqui)
- Os melhores filmes de 2011, por Quentin Tarantino (aqui)
- Cracolândia, por João Wainer (texto de 01/2010 aqui)
- Rolling Stone Argentina: Dez vídeos estranhos (aqui)
- NYT: A importância da solidão no trabalho (aqui)
- O Globo: Os 30 verões do Circo Voador (aqui)
- O novo site de Nara Leão (com infos e músicas aqui)
- Fotografias panorâmicas da cidade de Veneza (aqui)
- O mercado independente em discussão (aqui)
- Spin fará resenhas de 140 caracteres, LAT sarreia (aqui)
Janeiro 16, 2012 Encha o copo
Morrissey no Chile e no Peru

Agora é oficial: o cantor Morrissey baixa na América do Sul para um show no festival chileno de Vinã del Mar completando o line-up do dia 24/02 (que já confirmou Daniel Munoz e Salvatore Adamo). Os ingressos já estão à venda e os preços vão de R$ 60 (16.800 pesos chilenos) a R$ 600 (169.800 pesos chilenos).
Morrissey ainda se apresenta no dia 26/02 na Arena Movistar de Santiago e 29/02 no Jockey Club de Lima, no Peru. Uma vinda ao Brasil já estava nos planos da XYZ desde novembro de 2011, quando a empresa anunciou o “cardápio” de artistas que pretendia trazer em 2012, porém a previsão era que essa vinda seria mais para o meio do ano.
Assim como os brasileiros, os argentinos aguardam a confirmação de uma data em Buenos Aires. É esperar e aguardar.
Ingressos à venda para o Festival Vina del Mar no site abaixo. Só clicar na imagem…
Leia também:
- Morrissey ao vivo no Benicàssim, 2008, por Marcelo Costa (aqui)
- Morrissey ao vivo em Buenos Aires, 2004, por Marcelo Costa (aqui)
- Morrissey ao vivo no Rio de Janeiro, 2000, por Gisele Fleury (aqui)
Janeiro 14, 2012 1 Brinde
Cinema: A Música Segundo Tom Jobim
“A música segundo Tom Jobim”, dirigido por Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, é Uma sucessão de imagens de grandes intérpretes brasileiros e internacionais em performances inesquecíveis, além do próprio Tom Jobim, em diferentes momentos, que referendam o valor inestimável do trabalho deste maestro, considerado, ao lado de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores expoentes de todos os tempos da música brasileira.
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim fez tanto sucesso no mundo todo, especialmente nos Estados Unidos, que certa vez brincou: só os Beatles tem mais músicas do que eu nas paradas, mas eles são quatro e eu sou apenas um.
Nelson e Dora tomaram por base a frase mítica de Tom – “A linguagem musical basta” – e o que se vê na tela do cinema é um show em que as estrelas são nomes do quilate de Dizzy Gilespie, Gal Costa, Gerry Mulligan, Judy Garland, Sammy Davis Jr., Ella Fitzgerald, Elis Regina, Sarah Vaughan, Diana Krall, Fernanda Takai, Birgit Bruel, Maysa, Nara Leão e, entre muitos outros, claro, o parceiro Frank Sinatra.
No mítico ano de 1967, só um álbum ficou a frente do disco “Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim” nas paradas de sucesso: “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles. A parceria de Tom e Sinatra é relembrada neste filme junto a muitas outras apresentações históricas que transformam “A música segundo Tom Jobim” não é um documentário, mas em um show cujo espectador vê passar na tela do cinema alguns dos maiores momentos da música brasileira e mundial.

Janeiro 13, 2012 Encha o copo
Três Filmes: um pastelão, um garoto e uma ema

“Faça-me Feliz” (”Fais-moi Plaisir”, 2009)
Jean-Jacques (Emmanuel Mouret) quer passar um sábado romântico com a namorada Ariane (Frédérique Bel), e precisa enfrentar uma série de contratempos até conseguir colocá-la na cama para consumar o ato. Quando consegue, o telefone toca. É a… outra. Ou quase isso. Jean-Jacques decide contar a história para Ariane: um amigo descobriu uma maneira de conquistar as mulheres com um bilhete infalível, que Jean-Jacques acaba usando (“de modo cientifico”), e o resultado se mostra eficiente. Ariane, após muita discussão (é um filme francês), opta pela saída inesperada: “Você precisa dormir com ela para que possamos seguir a vida e você não fique fantasiando o resto da vida”. Ela, no entanto, é a filha do presidente da França. Segue-se uma trama rocambolesca que em muitas passagens lembra o pastelão “Quem Vai Ficar Com Mary?”, mas não desista do ator/diretor Emmanuel Mouret: “Faça-me Feliz” é uma deliciosamente tola comédia de erros com momentos dispensáveis, mas um charme francês, uma leveza e um clone adolescente de Carla Bruni (a atriz belga Déborah François, no filme com outras cinco irmãs de suspirar) que fazem valer a sessão.

“O Garoto da Bicicleta” (“Le Gamin au velo”, 2011)
A história é simples: o garoto Cyril (“Thomas Doret”) vive em um orfanato, e passa boa parte da primeira metade da trama tentando encontrar o pai, que ele não acredita que o abandonou. Em uma das fugas, Cyril volta ao apartamento em que morava, agora vazio, e para não ser levado de volta ao orfanato agarra-se às pernas de uma mulher, a cabeleireira Samantha (de “Além da Vida”, de Clint Eastwood), dando início a um laço de amizade que começa de forma caótica, mas vai se ajeitando na vida dos dois personagens de forma natural. Os irmãos diretores (roteiristas e produtores) Jean-Pierre e Luc Dardenne conseguiram o Grand Prinx em Cannes com “O Garoto da Bicicleta” (e duas Palmas de Ouro, uma para “Rosetta”, de 1999, e outra para “A Criança”, de 2005, que também conta com a belga Déborah François, de “Faça-me Feliz”). O roteiro é depurado até o limite deixando para o espectador apenas o essencial. O foco econômico permite aos irmãos desenharem um painel comovente, que apenas narra a história sem julgar e/ou condenar os personagens, sufocando o espectador até seu desfecho (aparentemente) simplista… e lírico.

“Adeus, Primeiro Amor” (“Un Amour de Jeunesse”, 2011)
A francesa Camile (Lola Créton) tem 15 anos e namora Sullivan (Sebastian Urzendowsky), de 19. As cartas do jogo romântico são arremessadas na mesa logo no início da trama: Camile é apaixonada e dependente de Sullivan enquanto o garoto faz pouco caso da garota, aparece quando lhe convém e está prestes a fazer uma viagem que irá separar o casal por 10 meses. Ele insiste para que ela tenha experiências, descubra a vida, e para que eles se reencontrem após o período de afastamento, mas Camile transforma os últimos encontros do casal em um drama romântico de garotas de 15 anos, repleto de choros, caras emburradas e fatalismo. A diretora francesa Mia Hansen-Love não desperdiça os clichês (de tentativa de suicídio a cortes de cabelo), e desenha um retrato coeso da geração emo, uma geração focada demais no (que eles acham ser) romance, sem profundidade e amor próprio. É um retrato coeso, mas absurdamente chato, de roteiro óbvio e arrastado e péssima caracterização de personagens (Camile e Sullivan não mudam nada fisicamente em sete anos). Ainda com todos esses defeitos, ganhou o prêmio do júri do Festival de Locarno. É o emo invadindo o cinema independente. Já fomos melhores.
Janeiro 13, 2012 2 Brindes
Download: Avante, Siba

“Avante”, Siba
http://www.mundosiba.com.br/musicas
Janeiro 10, 2012 2 Brindes
Promoção: Is This Indie e Cícero no Beco

No dia 14 de janeiro, o Beco recebe a festa “Is This Indie”, do @Rocknbeats, com a banda Strokes cover tocando o álbum “Is This It” na íntegra mais o show de Cícero, uma das revelações de 2011.
As pick-ups vão ficar na responsa de @rocknbeats, @movethatjukebox, @screamyell, @indiedadepre @gabrielmachuca e @reverbcity.
O Scream & Yell, em parceria com o Rock’n Beats, irá sortear um par de vips para noitada especial. Para participar da promoção basta ir aos comentários e dizer qual sua música preferida do grupo de Julian Casablancas (de qualquer um dos álbuns).
SORTEADOS: 12, Lais e 14, Mariana
Só vale um comentário, e não esqueça de colocar seu e-mail corretamente no cadastro, pois é através dele que vamos contatá-lo (la) na sexta-feira. Boa sorte.
O projeto “Is This Indie”, lançado durante o Planeta Terra Festival, é uma homenagem à vinda do The Strokes ao Brasil, e teve mais de 60 mil audições. Confira o tracking list do disco:
“Is This It” – Volver (Pernambuco)
“The Modern Age” – Vivendo do Ócio (Bahia)
“Soma” – João e Os Poetas de Cabelo Solto (São Paulo)
“Barely Legal” – Cícero (Rio de Janeiro)
“Someday” – Sabonetes (Paraná)
“Alone, Together” – Pública (Rio Grande do Sul)
“Last Nite” – Vespas Mandarinas (São Paulo)
“Hard to Explain” – Volantes (Rio Grande do Sul)
“New York City Cops” – R Sigma (Rio de Janeiro)
“Trying Your Luck” – Suéteres (São Paulo)
“Take It or Leave It” – Charme Chulo (Paraná)
“When It Started” – Jennifer Lo-Fi (São Paulo)
Bonus Tracks:
Rosa (Last Nite) – Banda Uó (Goiás)
Sagganuts – Visitantes (São Paulo)
Você pode ouvir e baixar o álbum neste link aqui. E você também pode baixar o álbum “Canções de Apartamento”, de Cícero, no site oficial do compositor (aqui).
:: Serviço ::
Is This Indie: Strokes Cover e Cícero
14/01, Sábado, 23h30
R$30 na hora
R$20 na lista (aqui)
Beco 203 SP
Janeiro 10, 2012 56 Brindes
Line-up do Coachella 2012
Line-up nota 6,5… (se fosse só o segundo dia, nota 8,5). Concorda?
Saiba tudo sobre a edição 2011 do festival, por Marcelo Costa (aqui)
Janeiro 9, 2012 8 Brindes
Três vídeos: David Bowie no Storytellers
Janeiro 8, 2012 Encha o copo
Download: Blemish e Quarto Negro

“Desconocidos”, Quarto Negro (pague com um Tweet aqui)
A banda explica o disco faixa a faixa no Rock’n Beat (aqui)

“Silver Box Song EP”, Blemish (baixe o disco aqui)
O Floga-se reuniu as infos de shows e mais algumas coisas aqui
Janeiro 8, 2012 Encha o copo
Os Pontos Negros em Abbey Road

por Pedro Salgado, de Lisboa
O terceiro disco de Os Pontos Negros tem edição marcada para Abril e será gravado entre 25 e 30 de Janeiro, nos estúdios Abbey Road, em Londres. A banda lisboeta está na fase final de composição, ensaiando regularmente e preparando a viagem a Inglaterra com base na velha química existente entre os seus integrantes. O álbum, ainda sem título, não terá mais de oito ou nove músicas e afasta-se da fórmula pop do trabalho anterior, enveredando por uma sonoridade e um conceito mais pesados. “Estamos fazendo um disco para portugueses e pensamos também um pouco no contexto daquilo que estamos vivendo hoje no país”, diz Jónatas Pires. Os fãs do grupo poderão acompanhar a viagem dos músicos a Londres e as gravações nos estúdios Abbey Road, através das actualizações e vídeos que o conjunto partilhará no Facebook e na sua página oficial (http://www.ospontosnegros.pt/). A banda ainda pretende disponibilizar no site oficial, para download gratuito, um EP com gravações ao vivo e remixagens, como forma de encerrar o ciclo de “Pequeno-Almoço Continental”.
Leia também: Entrevista com Os Pontos Negros, Outubro 2010 (aqui)
Janeiro 8, 2012 Encha o copo
Três vídeos: The Weight
O ensaio: Wilco, Mavis Staples e Nick Lowe
O show: Wilco, Mavis Staples e Nick Lowe
A história: The Band com as Staples Singers (incluindo Mavis)
Janeiro 6, 2012 1 Brinde








































