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59 minutos de Sigur Rós no Rio em 2001

Eu não estava pronto para o Sigur Rós em 2001. Preciso admitir. Nem eu, nem o Free Jazz Festival, que os encaixou erroneamente entre o folk eletrônico do Grandaddy e o folk fofo do Belle & Sebastian. Naquela época, o Sigur Rós fez um show no Rio (26/10) e outro em São Paulo (27/10), e escrevi sobre o show da edição paulista do Free Jazz Festival (sdds eternas): “O Sigur Rós faz sinfonias, não rocks. (…) E a música é demencialmente chata“. Ok, ok. Dai que sete anos depois esbarrei com eles “abrindo” para o Radiohead no Werchter, na Bélgica, e os islandeses deram um banho na turma de Thom Yorke com um show grandioso e espetacular. Eu não esperava isso, e sai apaixonado pela banda. Sobre esse show, escrevi: “No Werchter, ao vivo, o Sigur Rós me pareceu o meio termo, a ponte perfeita entre Arcade Fire e Mogwai. Os islandeses começam onde termina o som dos canadenses e terminam quando começa a usina de barulho dos escoceses“.

Na semana seguinte ao Werchter, já convertido, fui vê-los no Festival de Benicàssim, na Espanha, e o show foi ainda melhor (público espanhol < < < < público belga): “Na sequência, o Sigur Rós voltou a embalar sonhos roqueiros com uma apresentação tão irretocável que até a lua – absurdamente cheia – parou para assistir ao grupo“. E o meu quarto encontro com os islandeses foi em 2013 num safari de vida selvagem com mais de 1500 animais (sem cercas!) em Hilvareenbeek, na província do Brabante Norte da Holanda (quase divisa com a Bélgica), local que abriga o festival Best Kept Secret: “Para encerrar de forma inesquecível a primeira edição do Best Kept Secret 2013, uma apresentação épica do Sigur Rós, em sua melhor forma, com silêncio, melodia e barulho caminhando de mãos dadas numa noite azulada e de projeções encantadoras“. Nos dois vídeos abaixo retornamos para 2001…

O Sigur Rós toca em São Paulo no próximo dia 29/11, no Espaço das Américas (informações aqui) e tenho pra mim que este é mais um forte concorrente ao posto de show do ano. 

novembro 20, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos 31: PJ Harvey

A vinda de Polly Jean Harvey ao Brasil inspirou esse programa, que relembra quatro shows de PJ que assisti em 2011, abrindo espaço, ainda, para um Top 3 da carreira da artista. Assista!

Mais Dicas Scream & Yell

novembro 14, 2017   Encha o copo

Wander Wildner na Sensorial Discos

“Em tempos assim
Você aprende a viver de novo
Em tempos assim
Você se entrega e se entrega de novo
Em tempos assim
Você aprende a amar de novo”

Wander Wildner abriu o show na Sensorial Discos voz e guitarra cantando uma simbólica versão de “Times Like These”, do Foo Fighters. E fez um baita show. Abaixo, pouco mais de uma hora em vídeo (de celular). A foto é de Bruno Capelas. 

novembro 13, 2017   Encha o copo

Bate papo no Trocas Elétricas

O pessoal do Jardim Elétrico convocou uma turma bacana de pessoas para bater papo sobre diversos assuntos referentes a música. Tive a honra de dividir o microfone com o grande Arnaldo Afonso, que mantém a coluna Sarau, Luau e o Escambau no Estadão. Antes teve um pocket especial da Indy Naíse e depois muito mais coisas legais que você pode assistir no Facebook do Jardim Elétrico

novembro 13, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos 30: Fats Domino

Antoine Dominique Domino Jr. é uma lenda que influenciou Beatles e Elvis Presley, cravou no topo das paradas em 1959 um dos primeiros hinos do rock and roll e nos deixou algumas semanas atrás, aos 89 anos. No Scream & Yell Vídeos prestamos uma homenagem a Fats Domino falando sobre uma coletânea quadrupla que compila oito álbuns matadores de seu começo de carreira mais um tributo com gente como John Lennon, Paul McCartney, Robert Plant, Neil Young, Tom Petty, Norah Jones e muito mais. Assista abaixo.

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novembro 6, 2017   Encha o copo

A volta da Bear Republic ao Brasil

Após uma breve passagem em 2013, a cervejaria Bear Republic retorna ao Brasil agora com importação da On Trade, a mesma importadora responsável pela distribuição (desde sempre) da alemã Weihenstephaner no país. “Queríamos ter uma cervejaria norte-americana em nossa carta e acabamos escolhendo a Bear Republic pela qualidade incontestável de suas cervejas”, contou Gustavo Sanches, sócio proprietário da On Trade, em encontro com a imprensa. A importação é feita em containers refrigerados e promete muitas novidades para o mercado nacional.

Fundada em 1995 em Cloverdale, cidade californiana a menos de duas horas de São Francisco, a Bear Republic foi reconhecida pela Brewers Association como a 40ª cervejaria artesanal em produção nos Estados Unidos. O carro chefe da casa é a Racer 5, uma Old American IPA clássica em que brilham os lúpulos Chinook, Cascade, Columbus e Centennial além da maciez da textura conferida pela adição pequena de trigo. Além dela (que chegou em garrafa ao preço de R$ 25 e chope) também veio neste lote, apenas em barril, a Grand-Am, uma American Pale Ale que chegou bem fresca e aromática.

Favorita da mesa na apresentação para a imprensa, a Bear Republic Hop Shovel (R$ 32) é uma baita American IPA produzida com centeio e trigo e os lúpulos Mosaic, Denali e Meridain. Mais suave, com uma Session IPA deve ser, a Pace Car Racer (R$ 26) também surpreendeu. Bem mais encorpada, a Bear Republic Apex Special IPA é uma Imperial IPA com trigo espelta e trigo malteado mais 8.25% de álcool. Fechando o lote caprichado, uma versão especial da Hop Rod Rye, que já havia vindo ao Brasil em 2013, e retorna agora através da Legacy Series 2017, com 18% de malte de centeio na composição. Essa foi a única que veio em garrafa de 650 ml (R$ 64). As demais chegaram em garrafa de 355 ml.

novembro 4, 2017   Encha o copo

Textos mais lidos: Outubro de 2017

TOP 10
01) U2 ao vivo em São Paulo, por Marcio Guariba (aqui)
02) O mapa das letras do Rancid, por Rodrigo Alves (aqui)
03) Cinema: “mother!”, de Darren Aronofsky, por Mac (aqui)
04) Boteco: 11 cervejas de 11 estados brasileiros, por Mac (aqui)
05) Entrevista: Bernardo Vilhena,  por Bruno Capelas (aqui)
06) Cinema: “Blade Runner – 2049”, por André Forastieri (aqui)
07) Três shows: Wado, Pato Fu, Paul McCartney, por Mac (aqui)
08) Um guia punk pelas ruas da Califórnia, por Rodrigo Alves (aqui)
09) “Palavra e Som”, de Joyce Moreno, por Renan Guerra (aqui)
10) Entrevista: Marcelo Callado, por Leonardo Vinhas (aqui)

DOWNLOAD
01) Download: Um Disco Por Dia (Out) -> 12º link (aqui)
02) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 13º link (aqui)
03) Download: Um Disco Por Dia (Set) -> 27º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Três filmes: O sexo no cinema brasileiro (aqui)
02) Os filmes prediletos de Woody Allen (aqui)
03) Los Hermanos em Juiz de Fora, 2002 (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Maglore, por Bruno Lisboa (aqui)
02) Entrevista: Capicua e Rael, por Pedro Salgado (aqui)
03) Mashrou’ Leila ao vivo no SESC Pompeia, por Leo Vinhas (aqui)

novembro 3, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: Culture Club no Brasil

Responsáveis por uma enorme lista de hits que movimentaram as pistas (e os bailinhos) dos anos 80 como “Love is Love”, “Do You Really Want to Hurt Me?” e “Karma Chameleon”, o Culture Club (liderado por Boy George) aporta em São Paulo no dia 21 de novembro para um show no Citibank Hall. Os ingressos estão à venda aqui e no vídeo abaixo dou uma pincelada na carreira do quarteto, que aporta pela primeira vez no Brasil com sua formação original (e alguns covers no set list!). Confira!

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novembro 1, 2017   Encha o copo

Cinco Sons no Cultura Livre

No quesito música ao vivo e bate papo musical, o Cultura Livre é hoje o melhor programa da TV brasileira. Muita pela curadoria, esperta e atenta, que vai atrás de nomes bacanas da nova música brasileira dando um espaço legal para eles manifestarem a sua música e opiniões, outro tanto pelo conhecimento da Roberta Martinelli, que comanda o programa com inteligência e bom humor. Por tudo isso, quando a produção do Cultura Livre me procurou para participar do quadro Cinco Sons, em que um convidado elenca cinco discos seguindo um cronograma do programa, me senti super honrado. O quadro, gravado aqui em casa, foi ao ar na terça-feira (24/10) e agora está disponível no Youtube. Assista abaixo às minhas escolhas (para você que acompanha esse blog cada vez mais abandonado, as escolhas talvez não sejam nenhum surpresa) e confira o canal do Cultura Livre no Youtube. Vale muito a pena!

outubro 27, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: Nova Hollywood

Um box bacanudo com seis filmes da virada dos anos 60 para os anos 70 que simbolizam a derrocada da Era de Ouro de Hollywood, que foi atropelada por uma turma de novos cineastas dispostos a mudar os rumos do cinema norte-americano. Assista abaixo.

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outubro 26, 2017   Encha o copo