O amor entra em cena, a loucura também. E a realidade. Ou, para ser mais direto, como os Estados Unidos de George W. Bush. É o medo sendo utilizado como manipulação de mentes.
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“A morte em Veneza” é uma visão do Kabuki ajustado a sinfonia de Mahler. Cento e vinte oito minutos do problema e do desejo, do amor platônico entre um homem mais velho e um belo adolescente; tratada em profunda análise psicológica e em extremo requinte de estilo…
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Muito da virtude cinematográfica da obra vem do fato da escritora Patrícia Melo ter se aprofundado nos personagens a ponto de entrevistar assassinos e traficantes antes de escrever o livro. A verossimilhança é inatacável.
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Se o leitor não tiver esbarrado em nenhuma resenha que tenha entregado o sublime e metafórico final, a sensação de se estar prostrado frente a este filme será de divagações acerca dos pensamentos próprios de cada ser…
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“O Homem Que Copiava” traz Lázaro Ramos – uma das melhores coisas do cinema nacional dos últimos tempos – como André, um garoto de 20 anos que trabalha em uma papelaria. Sua rotina é como seu trabalho: um tédio.
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