“Fico feliz que o filme incomode Bolsonaro. Acho bom, mesmo. Mas fico impressionado e chocado quando penso como é que pode um governo declarar guerra a um produto cultural. E mais do que isso. Ele declarou guerra ao Brasil, à Cultura de uma forma geral”, diz Wagner Moura
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Da influência de um cinema que historicamente surgiu da luta contra o fascismo, “Marighella” e seu diretor se estabelecem como símbolos dessa mesma luta. Nesta entrevista, Wagner aprofunda mais essa experiência na direção, bem como seu olhar sobre esse estranho Brasil de 2020.
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