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Top 10 Agosto de 2026 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – AGOSTO DE 2026
01) Balanço: Festival C6 no Rock, por Bruno Capelas (aqui)
02) APCA: Os 25 melhores discos do primeiro semestre (aqui)
03) Download: “Ensaio Sobre a Urgência”, Terminal Guadalupe (aqui)
04) Três filmes: “Devoradores de Estrelas”, “Dia D”, “O Convite”, por Mac (aqui)
05) Faixa a faixa: “Fluxo Natural”, Maglore (aqui)
06) Entrevista: Buzz Osbourne (Melvins), por Luiz Mazetto (aqui)
07) Especial: 21 Artistas da Espanha, por Bruno Montalvão (aqui)
08) Crítica: “Homem-Aranha – Um Novo Dia”, por Davi Caro (aqui)
09) Três filmes: “As Cores do Tempo”, “French Lover”, “Nouvelle Vague”, por Mac (aqui)
10) Entrevista: Trash No Star, por Alexandre Lopes (aqui)

VIA GOOGLE:
01) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui)
02) Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)
03) Selo Scream & Yell – Acervo (aqui)

MAIS LIDAS POR TEMPO MÉDIO
01) ‘Lifes Rich Pageant’, do R.E.M., 40 anos, por Luciano Ferreira (aqui)
02) Smashing Pumpkins e a volta do rock burro, por Mac (aqui)
03) Cinema: “No”, de Pablo Larraín, por Marcelo Costa (aqui)

O EDITOR RECOMENDA: AGOSTO
01) Entrevista: Debora Butruce, por Francisco Carbone e Leandro Luz (aqui)
02) “Lost Weekend”, de Phoebe Bridgers, por Samuele Conficoni (aqui)
03) Entrevista: Debora Butruce, por Francisco Carbone e Leandro Luz (aqui)

TOP 10: Apenas textos de 2026 (oito meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2025 (aqui)
02) Andar Na Pedra: A História dos Raimundos”, por Davi Caro (aqui)
03) Série: “Anos Novos”, por Manoel Magalhães (aqui)
04) Cinema: “Pânico 7”, por Leandro Luz (aqui)
05) APCA lista os 100 melhores discos de 2025 (aqui)
06) Cinema: “A Única Saída”, por Heloisa Lisboa (aqui)
07) APCA: Os 25 melhores discos do primeiro semestre (aqui)
08) Balanço: Festival C6 no Rock, por Bruno Capelas (aqui)
09) 10 canções de Alvin L, por Marcelo Costa (aqui)
10) Make-up Is a Lie”, de Morrissey, por Marco Barbosa (aqui)

TOP 10 – Sem textos publicados em 2026
01) O sexo no cinema brasileiro, por Renan Guerra (aqui) 2016
02) Top 100 cenas de nudez no cinema (aqui) 2009
03) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui) (2020)
04) Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)  2022
05) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui) 2019
06) Cinema: “Amores à Parte”, por Leandro Luz (aqui) 2025
07) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui) 2020
08) Três filmes: “Sem Pressão”, “Agência do Amor”, “Todos Menos Você”, por Marcelo Costa (aqui) 2024
09) Meus 50 discos de todos os tempos, por Mac (aqui) 2022
10) Cinema: 40 anos sem Glauber Rocha, por João Paulo Barreto (aqui) 2021

TOP 10 GERAL 2026
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2025 (aqui)
02) Andar Na Pedra: A História dos Raimundos”, por Davi Caro (aqui)
03) O sexo no cinema brasileiro, por Renan Guerra (aqui)
04) Top 100 cenas de nudez no cinema (aqui)
05) Série: “Anos Novos”, por Manoel Magalhães (aqui)
06) Cinema: “Pânico 7”, por Leandro Luz (aqui)
07) APCA lista os 100 melhores discos de 2025 (aqui)
08) Cinema: “A Única Saída”, por Heloisa Lisboa (aqui)
09) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui)
10) Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

setembro 4, 2026   Encha o copo

Sobre “Cem Anos de Solidão”, a série

Estou aqui chapado com o caos em que está se transformando Macondo (na série) com a chegada dos gringos e falo pra Lili: “A estrutura dessa história está muito parecida com a de ‘O Tempo e o Vento’, do Érico”.

Bato um Google e bingo!

Não li “Cem Anos de Solidão” (ainda, há mais de 30 anos de vida pela frente, espero), mas que série porreta, pqp.

Das melhores da vida! Tem tanta coisa acontecendo nos dois primeiros episódios da segunda temporada que Hollywood poderia enrolar umas cinco temporadas só com esses dois capítulos. Que foda.

Li duas vezes a saga “O Tempo e o Vento” e estou pronto para uma terceira <4

setembro 4, 2026   Encha o copo

André Midani e New order

Na edição revista e atualizada do livro “André Midani – Do Vinil ao Download”, há um capítulo extra sobre… New Order!

A história, resumida (vale ir atrás do livro), é que ele ouve “Blue Monday” e decide licenciar a banda para o Brasil. Quincy Jones faz a ponte com o pessoal da Factory, que dá um endereço pra ele no meio da roça em Manchester. Ele vai até lá, dá com a cara no meio do nada, espera e percebe que armaram uma pegadinha. Mas não desiste: começa a perguntar na cidade onde é o escritório da Factory.

Chega lá e rola isso ae (clique na imagem para ler em alta) 😀

Ps. Se você tem a coletânea “Substance” do New Order, agradeça ao André Midani! Se você viu os shows do New Order no Brasil em 1988, também.

Ps3 O New Order faz dois shows no Brasil em novembro

agosto 31, 2026   Encha o copo

Um clássico dos sebos de São Paulo

Um clássico dos sebos de São Paulo (é a terceira vez que a vejo em três sebos diferentes em uma semana) que nunca foi lançado no Brasil, mas chegou aqui (de balde) via importação, “Eponymous” foi a primeira coletânea do R.E.M., lançada em 1988. Foi o último lançamento autorizado pela gravadora I.R.S. Records — com a qual a banda mantinha contrato desde 1982 —, ocorrendo logo após terem assinado com a Warner Bros. Records.

“Eponymous” inclui algumas versões alternativas de músicas, incluindo a faixa “Romance”, um outtake das sessões de “Murmur” que foi parar na trilha sonora do filme “Made in Heaven” (o Brasil chamado de “Paixão Eterna”, de 1987), e que não havia aparecido anteriormente em nenhum disco do R.E.M.

O álbum traz o título alternativo “File Under Grain”, uma referência à fotografia da capa. “Document” (1987), trazia a inscrição “File Under Fire”, e “Reckoning” apresentava as palavras “File Under Water”.

No verso da capa do LP há uma fotografia de Michael Stipe com a frase “They Airbrushed My Face” acima de sua cabeça. A imagem é o retrato de formatura de Stipe, tirado quando ele estudava na Collinsville High School, em Collinsville, Illinois. A foto aparece no anuário da turma de 1978 da escola. Os desenhos feitos à mão na capa frontal são de autoria de Stipe. Ele pediu a Tom Laune, engenheiro de som do Ardent Studios em Memphis (local em que o Big Star, banda amada pelos integrantes do R.E.M., também gravou), que os fotocopiasse e ampliasse.

1) “Radio Free Europe” (original Hib-Tone single) (1981)
2) “Gardening at Night” (different vocal mix)
3) “Talk About the Passion” (from Murmur, 1983)
4) “So. Central Rain” (from Reckoning, 1984)
5) “(Don’t Go Back To) Rockville” (from Reckoning, 1984)
6) “Cant Get There from Here” (from Fables of the Reconstruction, 1985
7) “Driver 8” (from Fables of the Reconstruction, 1985)
8) “Romance” (from soundtrack album to the 1987 film Made in Heaven)
9) “Fall on Me” (from Lifes Rich Pageant, 1986)
10) “The One I Love” (from Document, 1987)
11) “Finest Worksong” (mutual drum horn mix) (from “Finest Worksong” single) – 3:50
12) “It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine)” (from Document, 1987)

agosto 27, 2026   Encha o copo

Uma história que une WEA, MTV, Atari e Pelé

Trecho editado do livro “Do Vinil ao Download”, de André Midani

“Steve Ross casou com a filha do dono de uma funerária no Brooklyn que tinha dez limusines para levar os defuntos para o cemitério. Como essas limusines ficavam a maior parte do tempo na garagem, Steve teve a idéia de usá-las à noite para levar os vivos para passear em Manhattan. Os carros passaram a ficar ocupados praticamente dias e noites. A frota aumentou e se tornou imperativo encontrar um estacionamento próprio em Manhattan.

Steve foi conversar com a Kinney, empresa cujo sócio mais conhecido era Lucky Luciano, importante chefão da máfia do Bronx. A famiglia estava ligada ao recolhimento do lixo em Downtown e também era dona de estacionamentos em Manhattan. Steve lhes ofereceu uma participação na funerária, incluindo as limusines, em troca do acesso grátis a seus estacionamentos.

Um ano depois, Steve ampliou os negócios com eles, montando uma companhia de aluguel de carros para atender exclusivamente à clientela chique de Nova York.

Nessa altura, Steve convenceu os parceiros a preparar a empresa para entrar na Bolsa de Wall Street com os estacionamentos, o lixo e a locadora — coisas que não inspiravam muita confiança à entidade. (…) A entrada em Wall Street foi um sucesso. E Steve decidiu se aventurar na indústria do entretenimento. Comprou a editora que publicava a revista Mad, a Ashley Famous e decidiu que queria a Warner Seven Arts, do lendário Jack Warner.

Jack Warner, quase falido, tinha vendido a maioria das ações para gente envolvida em corridas de cavalos e para o Frank Sinatra, que ao sair da Capitol Records, fundou a Reprise com Sammy Davis Jr. e Dean Martin, com aparente financiamento da máfia. Steve comprou as ações da máfia e de Jack Warner, e depois de Sinatra.

Agora, tinha a Reprise e a Warner. Comprou, em seguida, a Atlantic, a Elektra, e finalmente a Asylum Records, de David Geffen, para completar o grupo fonográfico conhecido por WEA Records.

Depois o convenceram a lançar o futebol profissional nos Estados Unidos e, assim, nasceu o Cosmos, com Pelé e Beckenbauer.

Em seguida, ele lançou a MTV. E, finalmente, comprou a Atari…”

agosto 25, 2026   Encha o copo

Do capítulo… “Bobagens”

Hoje cometi um erro imperdoável para alguém que passou os últimos 40 anos fuçando lojas de discos e sebos em vários cantos do mundo: comprei um CD num sebo sem conferir seu estado. Ele não estava apenas todo riscado, mas também quebrado. E eu não vi…

Passei por alguns sebos no centro de SP atrás de um CD da Gal, e esse sebo na av. São João foi o último que entrei. Reparei logo o aviso de possibilidade de preços extorsivos ao me deparar com a etiqueta de R$ 100 no álbum “Eponymous”, do R.E.M. (uma coletânea de 1987 do grupo de Michael Stipe, ainda quando eles estavam na IRS – só para comparar, “Music, Fashion, Film”, de Charlie xcx, acabou de ganhar uma rara edição em CD no Brasil e está custando cerca de R$ 70 na Galeria do Rock), mas continuei fuçando.

Lá pelas tantas, separei dois CDs e os mostrei ao vendedor:

– R$ 20. É R$ 10 cada um – comentou.

Animado, mirei um “Eagles Live” (do qual saiu a versão ao vivo de “Hotel California” que deve ter tocado todos os dias da década de 1980 nas rádios brasileiras) na clássica edição dupla, caixa gorda:

– Esse é especial… duplo, R$ 40.

Porém, ao abrir a caixinha, vimos que só havia o CD 2 (o CD 1, que tem “Hotel California’, havia desaparecido). Nem esse alerta me fez abrir as caixinhas dos dois CDs que eu havia separado para conferir se estava tudo certo.

Chegando em casa, separei o primeiro para tocar e percebi o estado dele. Na hora olhei o outro, perfeito, parecendo novo, o que me fez pensar: Quantas vezes é possível ouvir “Segue em Frente Toda Vida… Mas Pare em Birigui”, clássica estreia (de 1997) do Tubaina (do Demônio)? – “Bauru x Big Mac” merecia ganhar uma “Donald Trump Version”…

Com sentimento de derrota, coloquei o CD “quebrado” para tocar e… tocou inteiro perfeitamente.

Trata-se do “Ná”, segundo disco de Ná Ozzetti, de 1994, álbum que traz “Tempo Escondido”, canção que me apaixonei num show dela e que, sorrindo, coloquei no repeat algumas vezes nesta tarde.

Ainda vou trocar esse CD pela reedição de 2005 (que traz como bônus uma parceria inédita de Ná com Itamar), mas o fim de semana está salvo.

Mas numa próxima vez será de bom tom verificar o CD na loja…

agosto 23, 2026   Encha o copo

A trilha sonora de “Mais Estranho que a Ficção”

“Music, Fashion, Film”, o discaço (do Hole) que a Charlie xcx lançou na última semana de julho, enfim perdeu o posto de álbum mais ouvido aqui em casa nos últimos tempos da última semana. E perdeu para a trilha sonora de um filme de 20 anos atrás que eu achei por R$ 5 num sebo aqui perto de casa 🙂

A trilha do ótimo “Stranger than Fiction” (“Mais Estranho que a Ficção“) é produzida por Brian Reitzell, que segurou as baquetas do Redd Kross nos anos 80 e 90 (e também assina as trilhas dos filmes de Sofia Coppola, entre eles “Maria Antoniette”, “As Virgens Suicidas” e… “Lost in Translation” – pensou em Jesus and Mary Chain, né), ao lado de Britt Daniel, do Spoon.

O Spoon foi uma banda que descobri tardiamente, mais ou menos na época do filme (sem conectar com ele), com “Gimme Fiction”, que tinha saído pela Merge, o selo dos Superchunk. Esses disco me fez ir atrás dos quatro anteriores e celebrar tanto “Ga Ga Ga Ga Ga” (2007) quanto o show matador que eles fizeram na Vila dos Galpões, dentro do festival Planeta Terra 2008.

A banda estava subindo de patamar no cenário pop, e a experiência não foi muito boa. Nos discos seguintes, cada vez mais desinspirados, eles foram abandonando o indie rock arisco em busca de um som mais funkeado, e a guitarra nervosa de Britt perdeu toda sua força. Os vi ao vivo mais cinco vezes depois disso… mas a banda ficou chata. Triste.

Mas aqui, nessa trilha sonora, Britt reuniu o melhor do Spoon: o CD abre com uma inédita matadora, “The Book I Write” (que não está em streaming), e tem mais três da banda no set (no filme, elas aparecem em versões instrumentais): “The Way We Get By” e “Vittorio E.”, do álbum “Kill the Moonlight” (2002), além de “My Mathematical Mind”, do “Gimme Fiction” (2005).

A trilha ainda traz delicinhas como “Going Missing”, do Maximo Park (que, sozinha, vale mais que o disco novo do Strokes inteiro) e “Whole Wide World”, de Wreckless Eric, e resgata as irresistíveis “Mind Your Own Business” das pós-punk feministas inglesas do Delta 5, e, também, uma demo de “That’s Entertainment”, do The Jam. E tem Vangelis e M83. Uma trilha maluca… como o filme. Vale ver… e ouvir.

Ps. Charlie, eu logo volto pra você.

agosto 13, 2026   Encha o copo

Entrevista: Pitadas do Sal

agosto 11, 2026   Encha o copo

Bebendo uma cerveja na Ponta da Agulha

agosto 11, 2026   Encha o copo

Top 10 Julho de 2026 no Scream & Yell

TOP 10 TEXTOS MAIS LIDOS – JULHO DE 2026
01) APCA: Os 25 melhores discos do primeiro semestre (aqui)
02) Crítica: “Obsessão”, por Davi Caro (aqui)
03) 30 anos: “9 Luas”, dos Paralamas”, por Heberton B. (aqui)
04) Top 50 Streaming Brasil – primeiro semestre (aqui)
05) Entrevista: Lucio Maia, por Alexandre Lopes (aqui)
06) Entrevista: Reel Big Fish, por Heberton Barreira (aqui)
07) Entrevista: Vera Fischer Era Clubber, por Alexandre Lopes (aqui)
08) Três filmes: “Por Inteiro”, “O Drama”, “Mensagens para Isabelle”, pçor Mac (aqui)
09) Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)
10) Entrevista: Marcelo Domingues (Festival Demo Sul), por Leo Vinhas (aqui)

VIA GOOGLE:
01) Top 100 cenas de nudez no cinema (aqui)
02) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui)
03) Selo Scream & Yell – Acervo (aqui)

MAIS LIDAS POR TEMPO MÉDIO
01) Crítica: “A Substância”, por Leandro Luz (aqui)
02) Entrevista: Steve Turner (Mudhoney), por Leonardo Tissot (aqui)
03) Entrevista: Sidney Gusman, por Leonardo Vinhas (aqui)

O EDITOR RECOMENDA: JULHO
01) Entrevista: Daniel Melingo, por Diego Queijo (aqui)
02) Entrevista: BankAtelier do Jamelo, por Elsa Villon (aqui)
03) Entrevista: Eduardo Nunes, por Francisco Carbone e Leandro Luz (aqui)

TOP 10: Apenas textos de 2026 (sete meses)
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2025 (aqui)
02) Andar Na Pedra: A História dos Raimundos”, por Davi Caro (aqui)
03) Série: “Anos Novos”, por Manoel Magalhães (aqui)
04) Cinema: “Pânico 7”, por Leandro Luz (aqui)
05) APCA lista os 100 melhores discos de 2025 (aqui)
06) Cinema: “A Única Saída”, por Heloisa Lisboa (aqui)
07) 10 canções de Alvin L, por Marcelo Costa (aqui)
08) APCA: Os 25 melhores discos do primeiro semestre (aqui)
09) Make-up Is a Lie”, de Morrissey, por Marco Barbosa (aqui)
10) Faixa a faixa: “Interdimensional”, por Guilherme Arantes (aqui)

TOP 10 – Sem textos publicados em 2026
01) O sexo no cinema brasileiro, por Renan Guerra (aqui) 2016
02) Top 100 cenas de nudez no cinema (aqui) 2009
03) As 30 músicas mais tocadas de Aldir Blanc (aqui) (2020)
04) Os 10 filmes de Wong Kar-Wai, por Marcelo Costa (aqui)  2022
05) Cinema: “Amores à Parte”, por Leandro Luz (aqui) 2025
06) Matérias Antológicas: The Clash por Lester Bangs (aqui) 2019
07) Discografia comentada: Gal Costa, por Renan Guerra (aqui) 2020
08) Três filmes: “Sem Pressão”, “Agência do Amor”, “Todos Menos Você”, por Marcelo Costa (aqui) 2024
09) Meus 50 discos de todos os tempos, por Mac (aqui) 2022
10) Cinema: “O Agente Secreto”, por João Paulo Barreto (aqui) 2025

TOP 10 GERAL 2026
01) Melhores do Ano Scream & Yell 2025 (aqui)
02) Andar Na Pedra: A História dos Raimundos”, por Davi Caro (aqui)
03) O sexo no cinema brasileiro, por Renan Guerra (aqui)
04) Top 100 cenas de nudez no cinema (aqui)
05) Série: “Anos Novos”, por Manoel Magalhães (aqui)
06) Cinema: “Pânico 7”, por Leandro Luz (aqui)
07) APCA lista os 100 melhores discos de 2025 (aqui)
08) Cinema: “A Única Saída”, por Heloisa Lisboa (aqui)
09) Cinema: “Amores à Parte”, por Leandro Luz (aqui)
10) 10 canções de Alvin L, por Marcelo Costa (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

agosto 5, 2026   Encha o copo