Infográfico: Os números da Live Lenda de Caetano Veloso

por Decode Buzz

Ainda que as pessoas venham demonstrando sinais de cansaço com relação às lives, na última sexta-feira (07/08), a internet brasileira em peso parecia só falar de Caetano Veloso. Completando 78 anos na data, o cantor celebrou com uma apresentação em casa, acompanhado pelos filhos, em uma live que era desejada pelos fãs desde o começo do isolamento social. E na segunda tela, qual foi o comportamento do público? O time da Decode Pulse destrincha os dados caetaneados do digital.

O anúncio da live fez aumentar as buscas e downloads da Globoplay, plataforma de streaming que transmitiu a apresentação, enquanto a repercussão nos veículos digitais alcançou mais de 30 milhões de internautas. As pessoas também procuraram saber mais sobre os filhos de Caetano, que o acompanharam na live e no disco Ofertório, que também disparou na curiosidade da audiência. No Twitter, as músicas mais mencionadas foram justamente aquelas que ficaram de fora do repertório da live.

Dados como esses revelam como é possível mensurar e analisar o impacto da “resenha” pós-evento com mais rapidez e assertividade. Isso pode ser bastante útil para a indústria do entretenimento buscar caminhos para se restabelecer do ponto de vista de negócios. “No contexto do isolamento social, as lives de grandes nomes da música, somadas às redes socais criaram uma outra experiência de shows. Ainda que não possa substituir o presencial, elas geram uma grande mobilização de audiência e dominam as conversas, o que pode se reverter em oportunidades de geração de receita”, sugere Lucas Fontelles, Head de Consumer Insights da Decode.

Destacamos aqui os principais achados da Decode Pulse sobre a live histórica.

Leia também:
– “Ofertório” vai de momentos de calorosa beleza a outros completamente banais  (aqui)
– “Abraçaço”: Caetano cria um personagem e faz um monte de bobagens (aqui)
– “A Foreign Sound”: Caetano trafega entre paixão e poder em show (aqui)
– Frágil, o show “Zii e Zie” é um retrato nublado do momento atual de Caetano (aqui)
– Em “Cê”, Caetano exercita um placebo de rock, um rock a lá Caetanoc (aqui)
– “Recanto”, de Gal Costa, flagra o desmascaramento do wannabe (aqui)
– Ao Vivo com Maria Gadú: Não é a primeira vez que Caetano flerta com o mau gosto (aqui)
– Caetano Veloso não acredita em lágrimas (aqui)
– Melhores do Ano Scream & Yell 2006: “Cê”, de Caetano, Melhor Disco (aqui)
– “Eu Não Peço Desculpa” é um delicioso registro de música descompromissada (aqui)

 

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