Entrevista: Tad Doyle (TAD, Hog Molly, Brothers of Sonic Cloth)

entrevista por Luiz Mazetto

Formada no final dos anos 1980 por Thomas Andrew Doyle, aka Tad Doyle, o TAD foi provavelmente a banda mais pesada e barulhenta de toda a chamada “cena grunge” de Seattle. Apesar de uma carreira relativamente curta, encerrada oficialmente em 1999, os discos do grupo continuam influentes e impactantes até hoje, mais de 30 anos após o lançamento do álbum de estreia (pela Sub Pop), poeticamente intitulado “God’s Balls” (1988).

Depois disso, Doyle formou outras bandas igualmente pesadas, com destaque para o Hog Molly, que praticava um som mais na linha do próprio TAD e lançou um único disco, e o Brothers of Sonic Cloth, responsável por um dos melhores álbuns de metal da última década, o seu debut autointitulado lançado em 2015 pela Neurot Recordings, gravadora dos caras do Neurosis.

Recentemente, o músico passou a se dedicar mais ao seu trabalho como engenheiro de som e produtor musical, a partir do seu estúdio Witch Ape, em Seattle, além de ter lançado um interessante disco solo, sob o nome Thomas Andrew Doyle, que traz um som mais sinfônico e experimental, bem distante do rock e do metal.

Na entrevista abaixo, feita por telefone em junho, Tad fala sobre o seu trabalho como produtor, como foi trabalhar com nomes como Steve Albini e J. Mascis, sua amizade com Mike Scheidt, do YOB, relembra o legado do TAD, revela qual o primeiro instrumento que tocou e aponta quais os discos que mudaram a sua vida.

Para começar, gostaria de falar um pouco sobre seu trabalho como produtor. Como você entrou nessa área? Quero dizer, você trabalhou com nomes importantes dos anos 1980 e 1990, como Steve Albini, Jack Endino, Butch Vig e J. Mascis. Você talvez foi influenciado por ter trabalhado com eles? E já pensava em trabalhar como produtor naquela época?
Não. (Mas) Sempre fui interessado no assunto, sempre gravei coisas. Como muitas pessoas, eu tinha um (aparelho de som) Ghetto Blaster, que tinha dois decks de fita cassete. E foi assim que comecei, “pulando” faixas entre as fitas cassete. Então eventualmente fiquei realmente animado em pegar um gravador cassete de quatro pistas. Isso provavelmente foi no início dos anos 1980. Estava curtindo isso, e peguei uma pequena mesa de mixagem e tudo mais. E em 2006, quando me mudei de volta para Seattle com a minha esposa, foi quando realmente entrei de cabeça. Por conta dos avanços de poder trabalhar com um aplicativo em seu computador e gravar coisas. É foi aí que realmente as coisas decolaram para mim e em que eu realmente me aprofundei no assunto. Certamente, prestei muita atenção nesses caras, como Butch Vig, Endino e Albini. Acho que não chamaria o J. Mascis de um produtor. Ele não teve realmente muito a ver com o disco (“Inhaler”, de 1993). Quero dizer, ele recebeu um crédito, mas provavelmente a maior coisa que ele fez foi sugerir que a gente fosse para um estúdio mais bem-equipado e mantivesse os equipamentos. Mas tirando isso, ele ficou basicamente sentado no sofá com óculos escuros. E juro por Deus que ele estava cochilando o tempo todo – a não ser quando era a hora de comer alguma coisa (risos). Então ele realmente não teve muitas contribuições. O John Agnello foi o cara que realmente finalizou o “Inhaler”.

Há cerca de dois anos, você lançou seu primeiro disco solo (“Incineration Ceremony”), em que usa o seu nome completo, Thomas Andrew Doyle. O álbum tem uma pegada mais experimental, meio que uma trilha sonora. Quando escutei o disco, lembrei de Phillip Glass, Ennio Morricone, Bernard Herrmann e outras coisas. Por isso, queria saber como surgiu a ideia de fazer um álbum assim. Você estava talvez um pouco cansado da abordagem mais tradicional do rock e metal?
É, todas essas coisas. Certamente, tenho um histórico com música sinfônica, estudei isso. Eu fazia parte da banda do colegial, então fui para a faculdade estudar música e teoria musical. Sempre tive esse interesse, e penso que algumas das maiores músicas que existem são sinfônicas, apenas soa tão imenso. Eu e meu amigo Mike Scheidt, do YOB, compartilhamos essa filosofia e essa foi umas das coisas que me atraíram para o YOB. É que as músicas deles possuem aquelas mudanças grandes e produções grandes e épicas, na falta de uma palavra melhor, que são basicamente as partes mais importantes de muitos trabalhos sinfônicos. Tenho um amigo da região leste dos EUA, chamado Peter Scardebello, que é um compositor. Eu o conheço desde a época do MySpace e sempre mantive contato com ele durante todo esse tempo – na verdade, nos falamos ontem. E estamos juntos por esse caminho, ele tem muito mais experiência do que eu, mas é bom ter amigos assim. Esse é meio que o lugar para onde quero ir a partir de agora. É algo bem aberto para mim.

E você já pensou em fazer um show com uma orquestra ou algo assim?
Com certeza. Eu teria de escrever a partitura de tudo. E acho que isso seria algo que eu teria de fazer e que exigiria bastante tempo. Porque faço as coisas de maneira muito orgânica por aqui, muitos instrumentos MIDI. Mas adoraria poder… Meu objetivo antes de morrer é ter a Orquestra de Seattle – ou outra orquestra sinfônica – tocando um dos meus discos ou trabalhos. Então poderia morrer feliz (risos).

Você falou sobre o Mike, do YOB. Pelo que li, o YOB tem sido uma banda importante na sua vida e você até produziu o disco solo dele, que é um álbum muito bonito. Quando você escutou o YOB pela primeira vez, houve algo que te inspirou de alguma maneira a buscar ou criar novas formas de músicas, como o Brothers of Sonic Cloth?
Absolutamente. Na verdade, fui apresentado ao YOB pela minha esposa, Peggy, que era amiga de umas melhores amigas deles, Jen. Elas foram ver o YOB em Seattle e quando ela voltou para casa, estava muito animada, do tipo: “Você precisa ver essa banda. Eles são incríveis, diferente de tudo que já vi e ouvi”. E isso me deixou animado, então nós sentávamos e escutávamos. Para ser honesto, foi a primeira banda em um bom tempo que realmente me animou. Sou um cara velho, então já tenho muita história musical e já ouvi muita coisa. Mas eles realmente me tocaram, me levaram às lágrimas com as suas músicas. Era apenas tão perfeito e bonito e incrível.

Brothers of Sonic Cloth

Legal. E como foi produzir o disco solo do Mike, “Stay Awake” (2012)? É um disco realmente bonito, que possui mais melodias, meio que uma pegada meio anos 1960/70.
Foi uma honra, e certamente um prazer. Mais do que qualquer coisa, foi muito divertido passar um tempo com ele e fazer parte dessa jornada musical com um cara que eu realmente respeito musicalmente. Ele é muito, muito talentoso, e possui muito coração, além de habilidade técnica. Mas ele realmente se baseia em seu coração para sua música. E é nessa parte que me identifico com ele. Esse disco é todo ele, eu apenas pude estar lá, posicionei os microfones e ajudei a traduzir o que ele estava fazendo com a música – e para que fosse gravado daquela maneira.

Aliás, você já pensou em fazer um disco, mais com uma pegada acústica/folk, como o próprio Mike e os caras do Neurosis tem feito nos últimos anos?
Já pensei sobre isso. É algo que tem estado no fundo da minha cabeça. E, no fim do dia, há muitas coisas que quero fazer, apenas preciso escolher qual. E atualmente o meu coração realmente está na gravação, mixagem, engenharia de som e produção. E escrever as minhas músicas paralelamente – é onde estou. Mas adoraria fazer algo solo, eventualmente. É como o Mike diz: “É algo diferente, você fica muito exposto e todos estão olhando para você”. E isso foi o que me fez sempre gostar de estar em uma banda, tipo, “Não sou o único aqui”. Então definitivamente é um animal diferente.

Como estamos falando sobre essa cena mais voltada ao sludge/doom, queria saber como foi gravar e lançar o disco do Brothers of Sonic Cloth e depois sair em turnê com o Neurosis e tocar no Roadburn, que é um festival muito importante?
Foi muito divertido. Me sinto abençoado e honrado de poder fazer essas coisas com a minha banda e as pessoas ao meu redor. Foi incrível a musicalidade de poder tocar com a minha esposa, Peggy, e Dave French, o baterista – e nós também tínhamos uma segunda guitarrista que levamos para a turnê, Pam Sternim. Fui abençoado de poder trabalhar com muitas pessoas incríveis, e isso vale para toda a minha carreira. Tocar no Roadburn foi incrível, pude conhecer muitos dos meus contemporâneos e pessoas que eu realmente admiro, de verdade. Foi incrível, apenas poder sair em turnê e tocar. É algo maravilhoso.

Aliás, você já conhecia os caras do Neurosis? Pergunto porque você lançou o disco do Brothers pela gravadora deles, a Neurot, e depois tocaram juntos. Vocês por acaso já eram próximos nos anos 1990?
O TAD tocou com o Neurosis naquela época, em algum lugar em San Francisco – não me lembro. Foi ótimo conhecer esses caras. E nós compartilhamos algumas das mesmas coisas, sabe? Acho que eles foram gravar com o Steve Albini porque escutaram o que fizemos com o Albini no “Salt Lick” (1990). O Steve (Von Till) disse que eles gostaram do feedback e da maneira como as coisas foram capturadas. Então isso pode ter sido um fator para eles trabalharem com o Albini. Apenas mantive contato com eles. Respeito o Neurosis e a Neurot. Eles são o lance real, eles cuidam um dos outros. Enviei a demo do nosso disco para eles e eles curtiram. Então sou grato, sabe?

E foi muito diferente para você escrever esse disco mais metal – não que o TAD não fosse metal, vocês obviamente tinham muitas influências – que é realmente pesado, mas também tem algumas partes mais melódicas e bonitas?
É, certamente muitas das bandas que cresci escutando e depois até o ponto em que realmente criamos isso. O disco de estreia do Brothers of Sonic Cloth estava sendo feito provavelmente desde 2006 – e não foi lançado até 2015, eu acho. Então não foi algo da noite para o dia. Parte disso teve a ver com uma dificuldade em encontrar um baterista que estivesse comprometido e pudesse realmente compartilhar a visão que eu tinha para a banda. E finalmente encontramos o Dave French para fazer isso. A Peggy foi sólida com o baixo dela desde o início. É um pouco diferente, definitivamente… Preciso dizer que admiro muitas das coisas que muitas bandas estavam fazendo. E ainda escuto música nova o tempo todo. E isso tem ajudado, nos alimentamos uns dos outros. É isso o que é inspiração para mim, é como reconhecer coisas que ressoam com você em outros artistas e músicas. É onde o meu coração está, e posso fazer isso com muitas pessoas e muitas bandas.

Pelo que já li, o seu primeiro instrumento foi a bateria. Por isso, queria saber quantos anos tinha quando começou a tocar e quem eram seus heróis na época.
Quando comecei a tocar bateria, na verdade já tocava tuba antes disso, por dois anos. Os meus pais disseram: “Se você quer tocar bateria, antes terá de tocar o instrumento que temos em casa” – que era a tuba do meu avô. E foi muito embaraçoso para mim ser o garoto gordo indo para a escola com uma tuba – não tinha nem um case. Então esses foram os meus anos de formação. Então no sexto ano comecei a tocar bateria. Queria tanto isso que continuei indo atrás e praticando muito. E segui fazendo isso quando me mudei para Seattle, em 1986. Estava tocando em uma banda chamada H-Hour na época.

E você sente que o fato de ter começado como baterista antes de virar guitarrista e vocalista, a exemplo de outras pessoas da cena, como Chris Cornell e Dave Grohl, te deu uma visão mais ampla sobre composição e em termos de abordagem na hora de criar uma música nova?
Ah, com certeza. Quero dizer, me ajuda a entender tempo e timing. E ter esse background de conseguir estruturar as coisas, diferentes tempos e o que não fazer. Isso definitivamente me ajuda em meu trabalho atual, mais do que qualquer coisa. Porque eu realmente posso me comunicar com um baterista, do tipo “Isso foi bom” ou “Precisamos trabalhar nisso” – esse tipo de coisa. Mas sim, definitivamente ajuda no conhecimento e no sentimento de criar música, poder entender essas coisas e realmente ter uma experiência com isso, certamente.

Voltando ao TAD por um momento. Você pensa que a banda não recebeu o reconhecimento que merecia? Quero dizer, com todos os diferentes problemas que vocês tiveram com gravadoras e tudo mais.
Não, penso que a banda recebeu tudo que merecia. E isso inclui as coisas boas e ruins, como qualquer banda. Sinto que sempre fomos diferentes na maneira em que… um pouco mais bombásticos, e provavelmente um pouco avançados para a época. Penso que como uma banda, o TAD realmente ultrapassou os limites e levou as coisas o mais longe possível, especialmente o que estávamos fazendo. Infelizmente, há muitas coisas que entram em jogo para as bandas e uma delas é que muitas pessoas te julgam pelo seu visual. E isso é verdadeiro, tenho certeza, certamente com as mulheres. Elas sabem disso melhor do que qualquer um. Que se um homem olha para elas e diz que elas não são tão bonitas quanto uma outra mulher, isso é difícil. Não estou dizendo que isso foi difícil para nós. Nós curtíamos isso, gostávamos de ser chamados de uma “banda feia”, porque sentíamos que isso incorporava a música até certo ponto. Mas quanto a sucesso, sentimos que a banda foi muito bem-sucedida. E ainda não acabou. A música que nós fizemos continua aí, ela ainda é atemporal. E as pessoas a descobrem todos os dias. Recebo mensagens todos os dias, de pessoas dizendo “Não conhecia vocês”. É inspirador poder afetar outras pessoas desta forma. Então, quero dizer, é bom (risos).

E vocês já pensaram em fazer uma reunião, como outras bandas da mesma cena e época fizeram?
Já nos pediram isso, várias vezes. E o que penso sobre isso é: na época, a banda era uma máquina, estávamos no topo do nosso jogo, mas meu coração não está mais naquela música, eu segui em frente. E tenho tentado estar presente no que estou fazendo. Então isso é passado para mim. Acho que quase prestaríamos um desserviço para a música se fizéssemos um show de reunião. E penso assim sobre outras bandas que fazem esses shows de reunião. É algo como: “Por que você está fazendo isso? É pelo dinheiro? Ou é um lance de ego?”. Sinto que às vezes isso deprecia o que a banda criou inicialmente. É diferente se você está em uma banda e continuou junto por todos esses anos, como AC/DC e Neurosis. Eles estão juntos há muito tempo, isso é diferente de fazer um show de reunião. (No caso do TAD) Meu coração não está mais no mesmo lugar de antes. Penso de forma diferente agora, e me sinto de forma diferente. Sou totalmente a favor de fazer as coisas acontecerem agora, no presente. Ter de retomar e tentar lembrar aquelas músicas, não seria muito divertido para mim, para ser honesto.

Krist Novoselic, Kurt Danielson, Kurt-Cobain e Tad Doyle (1990)

Quais as suas melhores lembranças da época do TAD? Vocês fizeram algumas turnês lendárias, como aquela com o Nirvana pela Europa, e também outras com o Soundgarden e o Alice In Chains durante a época do “Inhaler”. Além disso, vocês lançaram discos incríveis, como o “8 Way Santa”, que continuam sendo álbuns muito bons até hoje.
Para mim são todos aqueles momentos em que estávamos em turnê ao longo dos anos – e as coisas que ninguém mais presenciou, além da banda. Quando estávamos juntos na van, rindo, e a camaradagem que tínhamos. E estar juntos como uma tribo era apenas algo incrível, o sentimento de ser invencível porque éramos quatro caras indo na mesma direção – musicalmente e em outros sentidos. Para mim, são esses momentos – e há tantos deles. É muito legal gravar e fazer shows, mas as interações pessoais que tínhamos, que ninguém mais poderá ver, isso não tem preço para mim.

E vocês ainda falam uns com os outros frequentemente?
Sim, com certeza. O Kurt (Danielson, baixista) está ocupado escrevendo um livro no momento. E ele também está fazendo outros projetos musicais. E acabei de falar com o Gary (Thorstensen, guitarrista), nos mantemos em contato. O Steve, baterista original da banda, vive na região ao norte de Seattle e de vez em quando recebo uma ligação dele. Nos vemos no Facebook, que é algo que não gosto muito, não sou muito fã. Mas sim, e então tem todas as pessoas com quem já toquei, nos mantemos em contato, certamente.

Por favor me diga três discos que mudaram a sua vida e por que eles fizeram isso?
Ah, cara, só três? Putz. Bom, o “Black Sabbath” (1970), do Black Sabbath. Meu irmão mais velho me deu esse disco de Natal quando eu era criança. Isso foi algo que mudou as coisas para mim. E meus pais não ficaram muito felizes com esse disco. Outro seria o “Let There Be Rock” (1977), do AC/DC. E também o “One Size Fits All” (1975), do Frank Zappa and The Mothers of Invention, o “2112” (1976), do Rush, e o “All the World´s a Stage” (1976), do Rush. Qualquer disco do Neurosis, qualquer disco do YOB. Todos os discos do Pink Floyd. Eu poderia continuar falando (por horas), cara (risos).

Mark Arm (Mudhoney), Kim Thayil (Soundgarden), Jack Endino e Tad Doyle (2013)

Essas são as últimas perguntas. Do que você tem mais orgulho na sua carreira?
Hmm, essa é boa. Do que tenho mais orgulho na minha carreira? Ah, Ok. De persistir e continuar fazendo as coisas independentemente do que outras pessoas pensavam. E continuar seguindo em frente. Sabe, vão existir pessoas por aí que são negativas e falam coisas ruins. E é disso que tenho mais orgulho, de perseverar e continuar seguindo em frente. Resumindo: você não pode agradar a todos. E por que você iria querer fazer isso também (risos)?

E como você quer ser lembrado?
Ah, não me importo. Não ligo se ninguém lembrar de mim. Penso que meu trabalho está feito. Quando eu morrer, meu trabalho estará feito – ele ainda não está feito. Mas penso que apenas como alguém que se importa e liga para as coisas. E que continuou seguindo em frente. É por isso que quero ser conhecido.

Luiz Mazetto é autor dos livros “Nós Somos a Tempestade – Conversas Sobre o Metal Alternativo dos EUA” e “Nós Somos a Tempestade, Vol 2 – Conversas Sobre o Metal Alternativo pelo Mundo”, ambos pela Edições Ideal. Também colabora coma a Vice Brasil, o CVLT Nation e a Loud!

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