Entrevista: O slowcore blues do Cowboy Junkies

 entrevista por Adriane Perin

Em 1987, três irmãos e um amigo procuravam um lugar em Toronto para gravar o segundo disco de sua banda. Eles queriam captar o som como ele acontecia no palco. Não queriam efeitos, nem “arruinar” o som em um estúdio. Foi quando o produtor do trabalho de estreia, que já os registrara em uma performance ao vivo, sugeriu tentar uma igreja. A sugestão trouxe ao mundo o clássico balzaquiano “The Trinity Session”, lançamento independente de 1988, pela Latent Recordings, gravado na Igreja da Santíssima Trindade. A banda é a canadense Cowboy Junkies, que ao longo dos últimos 30 anos e 27 títulos lançados (o mais recente, “Ghosts“, saiu em abril) se tornou cultuada por suas canções hipnotizantes e cinematográficas, que podem levar mentes e corações da melancolia à sublimação em segundos, atravessados por uma sonoridade sussurrante que transcende e transporta para um outro lugar, como um abraço reconfortante.

E o melhor de tudo é que mais de três décadas depois, aqueles irmãos e o amigo de infância seguem brindando este mundo cada vez mais caótico com belas canções, muitas vezes doloridas, que encontram inspiração naqueles sentimentos e sensações mais fortes que compõem a vida: alegrias, tristezas, frustrações, medos, falta. “Perda e amor estão se unindo/ Em torno das memórias que compartilhamos/ Fantasmas que estamos criando/ Dançando no ar”, dizem Michael Timmins e Alan Anton, os amigos de infância, em “Breathing”, música cantada por Margo Timmins, sob o manto de proteção sonoro dos “Cowboy Junkies”, que se completam com Peter Timmins na bateria.

É natural, portanto, que o mais recente trabalho da banda fale sobre perda, afinal “Ghosts” (2020) é dedicado à memória da mãe de Margo, Michael e Peter Timmins, que faleceu em 2018. Na página da banda, Michael explica que as canções do álbum falam sobre tristeza, dor, medo, ansiedade, beleza em um “conjunto de músicas que examinam a complexidade das emoções que nos absorvem após a perda dos pais”. Dois meses depois do lançamento de “All That Reckoning” (2018), os irmãos Timmins perderam a mãe e perceberam que ainda havia acertos de contas pendentes. As composições de “Ghosts” começaram a nascer ainda durante a turnê de “All That Reckoning”, enquanto a banda ia se dando conta de que as novas canções faziam parte do mesmo ciclo de sentimentos envolvidos no disco anterior. “Ficou claro para nós que pertenciam, como parte ou pelo menos como um adendo, às músicas que compõem o ‘All That Reckoning’. Os dois discos lidam com o acerto de contas final, o acerto de contas que vem com a morte de um ente querido e a reavaliação pela qual se passa quando se tenta processar tal perda”, diz ele.

“All That Reckoning” (2018) e “Ghosts” (2020), os dois discos mais recentes do Cowboy Junkies

“Breathing”, que parece provocar uma sensação de falta de ar, é uma das três, entre as oito canções do álbum, feita em parceria com o amigo, com quem Michael viveu também as aventuras e desventuras das primeiras bandas e com quem fincou as bases para o Cowboy Junkies – ele na guitarra e Alan, no baixo. Michael assina a produção, gravação e a mixagem do álbum, masterizado por Peter Moore, o produtor dos primeiros discos, aquele que sugeriu que experimentassem gravar em um igreja para ver como o ambiente afetaria o desempenho e a gravação. “Foi um grande dia. Capturamos exatamente o que esperávamos capturar”.

Foi ao lado do amigo de infância, nascido Alan Alizojvodic, que o jovem Michael fez, no final dos anos 70, uma romaria em busca de seu lugar no palco, partindo de Toronto para Nova York, onde fez todo tipo de bicos para sobreviver, e para Londres, onde estavam as bandas com as quais mais se identificavam na época. Suas primeiras bandas faziam um som mais pesado e cru, como o The Hurger Project, embebido de lembranças evidentes de Joy Divison e mergulhado no pós-punk. No mais genuíno “faça você mesmo”, eles foram percebendo que o tédio pode habitar até a mais incrível das cenas, quando você não faz parte dela. Assim, depois de passagens por NY e Londres, e já com algumas bandas na bagagem, Michael retornou à Toronto onde reencontrou o velho amigo. Logo decidiram alugar uma casa e transformar a garagem em estúdio de ensaio. Os irmãos Peter e John já estavam tocando juntos e ainda não sabiam quem faria o vocal. Até se darem conta que Margo, a irmã Timmins mais nova, já tinha cantado na escola. O fascínio despertado em Michael pelo blues quando ele trabalhava em uma loja de discos em Londres foi um elemento revelador para o som que eles fariam a partir dali, mas foi quando Margo encontrou seu registro que a mágica se deu e nasceu o estilo único, que o guitarrista define como “Slowcore Blues”. A crítica os considera precursores do que depois ficou conhecido como alt-country, música que conversa com o country, com o rock, com o blues e alternativo, mas a verdade é que eles foram além e transformaram tudo em um som inconfundível: o som do Cowboy Junkies.

Neste período de caminhada, o grupo passou por duas gravadoras majors antes de retornar ao selo independente da banda, o Latent: a RCA relançou “The Trinity Session”, tornando-o conhecido no mundo (o álbum foi revisitado em 2009 com diversos convidados); e com “Lay it Down” (1996) pela Geffen, gravadora que lançou “Nevermind” (1991), do Nirvana. Ou seja, entre idas e vindas, sem perder seu jeito próprio de fazer canções, Cowboy Junkies sempre esteve ali no limiar do underground e do mainstream musical – e assim tornou-se uma banda cultuada em diferentes partes do mundo.

Michael foi quem respondeu às perguntas da reportagem por e-mail. Simpático desde o primeiro contato, ele conta que a música “geralmente é uma desculpa para eu examinar minha vida e meu relacionamento com ela de uma maneira mais profunda e significativa. Uma maneira de tentar entender as coisas”. Fala também da trajetória da banda, sobre o mais emblemático disco da carreira, sobre gravadoras e selos independentes. E, ainda, sobre o que vem por aí, como a biografia da banda e a possibilidade de shows no Brasil, abrindo todas as portas para a realização do ‘nosso sonho’ de vê-los tocar aqui e de ler em português a história da banda.

Margo Timmins, a musa de voz maliciosamente sussurrante, considerada pelo irmão “o elemento mais importante no som da banda”, também respondeu algumas perguntas. Diz que no começo, não sabia se conseguiria cantar e fala sobre a possibilidade de outro disco solo (ela lançou um álbum de covers em 2009, “Margo’s Corner: Ty Tyrfu Sessions, Volume 1”, cantando canções de Bob Dylan, Leonard Cohen, Bruce Springsteen, Lucinda Williams, Cat Stevens e Beatles, entre outros) e sobre como a música torna sua vida especial. Entrevista na integra abaixo!

Como os três irmãos se envolveram com música e quando decidiram torná-la uma profissão? Existiu um plano ou foi meio sem querer?
Michael – Nós todos éramos fãs de música antes de sermos músicos. Alan e eu começamos nossa primeira banda quando tínhamos 19 anos de idade e, de repente, tudo ficou sério. Cinco anos depois, Margo e Peter se envolveram e nunca mais paramos. Nada é realmente “planejado” quando você é jovem, especialmente carreiras musicais.

Para você, um dos fundadores da banda, qual foi o papel de Margo na criação da sonoridade do Cowboy Junkies?
Michael – Ela é o elemento mais importante do nosso som. Sua voz é o que a maioria das pessoas identifica imediatamente ao ouvir a banda.

Quantos anos você e os seus irmãos tinham quando entrou para a banda, Margo? Como você recebeu o convite e como foi este início, afinal eles já tinham experiência musical.
Margo – Eu tinha vinte e poucos anos e não sabia muito bem se conseguiria.

Você tinha alguma experiência musical antes disso?
Margo – Nenhuma.

E agora, passado tanto tempo, como é fazer música com os irmãos? De que forma a música e essa convivência constante entre vocês se reflete na vida – e o contrário também: como a vida de vocês se reflete na música que fazem?
Margo – Eu realmente não conheço outra maneira de fazer música. Dá à minha vida um significado especial. É difícil colocar em palavras.

Você também lançou um trabalho solo. Como foi a experiência? Tem vontade de repetir?
Margo – Foi divertido. Fazer isso com Jeff (Bird, produtor do disco de covers e membro honorário dos Junkies, acompanhando a banda em gravações e turnês desde “The Trinity Session”) me deu algum conforto. Posso fazê-lo novamente, mas não tenho certeza, no momento.

A banda nasceu em 1985 e em 1988, com “The Trinity Session”, ganhou a atenção da mídia e de um público mais amplo. Como era a cena musical em Toronto para novas bandas? Havia lugares para tocar, gravar, público?
Michael – Era uma cena musical muito boa. Muitos clubes e, mais importante, um público disposto a ouvir músicas novas e bandas jovens. E as pessoas não estavam procurando apenas um tipo de música. Eles queriam ouvir algo original e único. Não havia muitos estúdios de gravação e a maioria deles era muito caro para bandas independentes e jovens. Então todo mundo estava focado em se apresentar ao vivo.

E a decisão de gravar em uma Igreja, logo no início da carreira? No disco está um dos maiores sucessos de vocês até hoje, a versão de “Sweet Jane”, elogiada pelo Lou Reed. O que mais os marcou dessa experiência e qual a importância deste álbum pra vocês?
Michael – Queríamos capturar o som da banda como o ouvimos no palco, em apresentações ao vivo. Não estávamos interessados em gerar efeitos ou arruinar o som em um estúdio. Nós tínhamos trabalhado com Peter Moore em nosso primeiro álbum e adotamos a mesma abordagem para a gravação. Ele sugeriu que experimentássemos a igreja para ver como o ambiente afetaria nosso desempenho e a gravação. Foi um grande dia. Capturamos exatamente o que esperávamos capturar. O álbum é vital para nossas carreiras. É o que nos colocou no caminho.

“The Trinity Session” abriu os caminhos e vocês foram tocar pelos EUA, onde existia um mercado, passaram para uma major. Conte como foi esse segundo momento da banda, já com plateias maiores e viajando para tocar com mais estrutura.
Michael – Foi um avanço para nós quase imediatamente após o lançamento. Nós o lançamos em nosso próprio selo e recebemos muita atenção da imprensa. Logo as grandes gravadoras começaram a nos ligar. A RCA / BMG o relançou e nosso público continuou a crescer. Isso não afetou o nosso enfoque. Continuamos em turnê, mas em locais maiores e com mais demanda em todo o mundo… foi quando nos tornamos músicos “profissionais”. Em outras palavras, paramos de fazer outros trabalhos e começamos a tocar música para viver.

São mais de 30 anos de estrada e 27 álbuns. Neste período, o amadurecimento pessoal encontrou seu equivalente no amadurecimento de uma sonoridade que se tornou característica de vocês, definida por alguns como ‘alt country’ ou indie rock. Para mim, é rock. Com boas letras, belas melodias, inspirado no folk, no blues e no soul. Como vocês definem o som que fazem?
Michael – Slowcore Blues.

O Hurger Project, que você e Alan tiveram antes do Cowboy Junkies, é algo mais pós punk com guitarras gritando, mais cru. Diferente da sonoridade mais cool, serena e até cinematográfica dos Junkies. Como são as referências e influências dos músicos da banda, com mais afinidades ou mais diversidade entre si?
Michael – Existem muitas semelhanças entre o Hunger Project e o Cowboy Junkies, dependendo da época/estilo do Cowboy Junkies em que você se concentra. Sempre que você toca com outro músico, ele traz suas influências e estilo pessoal para a música, provocando mudanças em maior ou menor escala. Esta é uma das principais razões para tocar com outros músicos.

Cada disco tem sua história. Vocês chegaram a ser um septeto e reuniram até 25 músicos em sessões experimentais de gravações. Depois de “Trinity” veio “The Caution Horses” (1990), gravado em duas etapas e definido por você como a produção mais complexa; “200 More Miles” (1995) marca a saída da RCA e com “Lay it Down” foram para a Geffen. Depois voltaram a ser independentes e gerenciar a própria carreira, a esta altura, já consolidada. Como é a relação com cada álbum e fase dessa história musical?
Michael – Essa é uma pergunta difícil de responder em um e-mail. Exigiria algumas páginas. Mas, em termos simples, qualquer que seja a gravadora, estar ou não em uma gravadora, é apenas uma parte do negócio da música e não tem nada a ver com a arte de fazer música. Sempre tentamos manter essas duas coisas separadas. Mas, é claro, que a empresa tem algum efeito sobre a forma como abordamos um álbum, porque o orçamento disponível tem efeito sobre como e onde gravamos, quantos músicos externos podemos nos dar ao luxo de usar, se usamos um produtor externo, para citar algumas questões logísticas e financeiras. Essa é a resposta simples, mas é uma pergunta complicada.

Os três primeiros álbuns foram gravados com todos juntos, ao vivo, quando o mais comum eram as gravações separadamente em estúdio. É uma preferência da banda gravar desta forma? De que forma isso interfere na sonoridade do grupo?
Michael – Sempre tentamos, na maioria das vezes, ter um elemento de performance ao vivo quando gravamos. Nós sentimos que tocar ao vivo é a melhor maneira de nos comunicarmos e é isso que estamos tentando fazer quando gravamos um álbum.

Ter uma banda por tanto tempo já é complicado. E ter uma banda com irmãos por tanto tempo como é para vocês? Afinal, não faltam na música pop histórias de relações complicadas entre irmãos…
Michael – Bem, ainda estamos juntos, em turnê e fazendo novas músicas, então é um relacionamento que funcionou. É impossível dizer se isso tornou mais difícil ou mais fácil.

E depois de tanto tempo existe uma rotina musical? Compõem juntos? Existem tarefas definidas para cada um? Você, além de compositor, produtor é quem cuida das questões ‘não artísticas’, digamos assim – tipo falar com jornalistas?
Michael – As composições caíram sobre meus ombros durante a maior parte da história da banda. Para ““All That Reckoning”, Alan e eu nos reunimos muito e ele me deu muitas ideias musicais centradas em algumas partes de baixo e teclado que ele havia desenvolvido. Eu realmente não tenho uma rotina para escrever músicas. Basicamente, preciso reservar um tempo e encontrar um pouco de isolamento e foco apenas nas composições. Também faço muito do lado comercial, mas os outros também se dedicam a muitas das tarefas necessárias para administrar uma banda.

Estamos vivendo momento complicado no mundo e vocês costumam tratar em suas músicas de temáticas e sentimentos despertados pela realidade. No disco anterior vocês refletiram diretamente sobre a realidade política do mundo. O que move os Junkies a seguirem fazendo música?
Michael – A inspiração geralmente vem dos relacionamentos interpessoais que compõem uma vida. Esses relacionamentos são afetados por tudo o que os rodeia.

“Ghosts” é um disco que fala sobre perda. E seu envolvimento parece ter sido ainda maior. Você assina as composições e toda a produção. Como foi a criação deste álbum?
Michael – Eu acho que geralmente é uma desculpa para eu examinar minha vida e meu relacionamento com ela de uma maneira mais profunda e significativa. Uma maneira de tentar entender as coisas. Não necessariamente para me desapegar das coisas, mas colocá-las em contexto.

Vocês curtem fazer versões e também inspiram versões e tributos como um que aconteceu em 2013, aqui em Curitiba. Vocês viram e até comentaram um vídeo. Como é a relação de vocês com os fãs espalhados pelo mundo? Onde está o maior fã clube da banda no mundo?
Michael – Nosso maior público está nos EUA. É sempre um grande elogio quando alguém tira um tempo para fazer uma versão da alguma música. Sei por experiência que leva muito tempo e pensamento, fico muito honrado quando ouço alguém que faz uma versão de uma de nossas músicas.

O responsável pelos shows tributo ao Cowboy Junkies em Curitiba, o baterista José Carlos Branco, enviou uma pergunta: “Open” (2001) representou um grande salto para a banda, produzido pelo selo independente Latent Recordings, e é um dos meus discos favoritos. O excelente “All That Reckoning” (2018), inicialmente, era pra ser um disco duplo. “Ghosts” (2020) acabou sendo lançado digitalmente nas plataformas de streaming, mas vocês adiantaram que o projeto de um disco duplo de vinil acontecerá depois que as coisas voltarem ao “normal”, pós-covid19. Ano que vem “Open” (2001) completará 20 anos! Existe alguma intenção de vocês o relançarem em vinil, assim como a excelente trilha sonora de “Maudie – Original Motion Picture Soundtrack” (2017), feita por você, Michael?
Michael – Vamos lançar o “Open” em vinil este ano. Ainda não tenho uma data. Também sinto que é um álbum muito importante para a banda e do qual tenho muito orgulho. O álbum duplo do “All That Reckoning / Ghosts” será lançado este ano, mas também não tenho uma data ainda. É difícil fazer planos definitivos agora. “Maudie”, por sua vez, permanecerá apenas um lançamento digital.

Existe a previsão de lançamento para setembro do livro “Music is the Drug: The Authorised Biography of The Cowboy Junkies” (2020), do Dave Bowler. O que pode nos contar? Alguma chance de lermos em português?
Michael – O livro já foi produzido (eu tenho uma cópia!) e ainda deve ser lançado em setembro, mas isso está nas mãos da editora (nota do editor: na Amazon, a data de lançamento é 10 de fevereiro de 2021). Se alguém der um passo à frente e quiser traduzir o livro, tenho certeza de que todos estariam abertos a essa ideia.

Por mais irônico que seja, os músicos canadenses (Neil Young, The Band) têm sido fundamentais para desenvolver e popularizar o estilo de música norte-americana. Vocês se veem como parte dessa linhagem?
Michael – Acho que sim. Embora muitas vezes pareça estarmos fora da conversa.

E, claro, a pergunta inevitável: quando virão tocar no Brasil?
Michael – Nunca tocamos na América do Sul e nunca visitei. Nós adoraríamos. Mas o que é fundamental nas turnês é que primeiro é preciso haver um promotor que esteja disposto a nos convidar e montar uma turnê. Se alguém fizesse isso, provavelmente diríamos que sim, se isso fizesse sentido financeiro e logístico. Adoramos tocar ao vivo e em novos lugares.

Adriane Perin é jornalista e sócia da De Inverno Comunicação. Ela contou com o apoio dos músicos José Carlos Branco e Rafael Moro Martins na revisão das perguntas em inglês – e cada um enviou sua pergunta também. E com a revisão de Paulo Gomes na tradução das respostas recebidas. A foto que abre o texto é de Heather Pollock (divulgação).

3 thoughts on “Entrevista: O slowcore blues do Cowboy Junkies

  1. Parabéns a Adri Perin e ao José Carlos Branco pela excelente entrevista! Parabéns ao scream yell por publicar uma entrevista com uma das bandas mais legais de todos os tempos.

  2. poucas coisas me emocionam tanto quanto essa banda. a imagem de margo de cabelos brancos por si só já me levou às lágrimas de emoção, apenas por pensar em coisas como trajetórias de vida, pois a banda acompanha minha fase de vida adulta até chegar a essa atual de maturidade cinquentona.

  3. Excelente entrevista. Como fã da banda há 25 anos, fiquei impressionado com o nível de detalhes da entrevista, bem como da qualidade das perguntas. Altíssimo nível a conversa. Rezar para assistir a um show deles no Brasil! Não custa nada sonhar, ainda mais nestes dias tão estranhos e tristes!

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