Boteco: 10 cervejas pale lager para o verão

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por Marcelo Costa

“Pilsen, o estilo de cerveja mais popular do mundo, foi inventado na Boêmia tcheca e aperfeiçoado na Alemanha. E, nos países americanos, fossem do norte ou do sul, transformado numa efervescência massificada. Para muita gente, é o único estilo de cerveja que conhecem, ou do qual já ouviram falar, seja qual for a versão. Muitos dos recém-aficionados por cerveja de qualidade torcem o nariz só de ouvir falar em Pilsen. Tão familiar, tão amarela. O que teria para oferecer? Na verdade, muito, contando que seja o produto autêntico. A genuína cerveja Pilsen é uma bela criação – delicada, pronunciada, saborosa, aromática e apetitosa. Os esnobes que desprezam seus sabores puros, simples e lineares não sabem o que estão perdendo. Infelizmente, estamos inundados de imitações massificadas”.

Garrett Oliver, da Brooklyn Brewery, no livro “A Mesa do Mestre Cervejeiro”.

Escrever sobre pilsens é quase como cutucar um vespeiro: aqueles que “entendem” um pouquinho que seja de cerveja dizem que as pale lagers mainstream, comumente chamadas de Standart American Lagers, são praticamente água gaseificada (e eles não estão errados). Do outro lado, os fãs da loura estupidamente gelada (se esquentar no copo, fica impossível bebe-la) acusam os fãs de outras cervejas de elitismo, e baixam o calão quando o bicho pega. A questão, na verdade, é que as Pale Lagers tem uma função importante de introduzir o bebedor no território das cervejas, e são ótimas companheiras para refrescar em dias de calor tanto quanto parceiras eternas de longas botecagens, churrasco e encontros entre amigos – o que no meio cervejeiro é conhecido como cervejas de sessão, para beber por um longo tempo sem, no entanto, ficar completamente bêbado (afinal 10 Heineken litrão não fazem tanto “estrago” quanto 10 Duvel de 330 ml).

O fato inconteste é que a cerveja nossa tradicional de cada dia poderia ser muito melhor, e para isso basta comparar qualquer uma das 10 cervejas abaixo com uma Bohemian Pilsener tradicional – como as tchecas Pilsner Urquell, 1795 e Czechvar – e perceber a diferença: o modo de preparo é o mesmo, a proporção de álcool é semelhante, mas a diferença no sabor é gritante. O que mudou? Bem, a equação histórica é simples: os grandes produtores de cerveja diminuíram a quantidade de insumos (malte e lúpulo) em suas receitas (e aumentaram a de cereais não maltados como arroz e milho) para baratear o produto e torna-lo acessível para mais pessoas (e, claro, aumentar o lucro). O resultado é uma cerveja praticamente sem características sensoriais, com apenas um traço de malte e lúpulo para criar uma fina camada de sabor, e exercitar a sua função mais celebrada: refrescar. E ainda assim, mesmo no território das Standart American Lagers, existem diferenças. Vamos conferir 10 marcas importadas encontradas no Brasil:

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A Dos Equis Lager Especial, produzida pela primeira vez em 1897 para celebrar a chegada do século XX, é um dos sucessos de venda do cardápio da Cervecería Cuauhtémoc-Moctezuma, fundada em 1890 em Monterey, no México, e que, após algumas fusões e incorporações, passou para o comando da Heineken International em 2010. Ainda produzida em Monterey, a Dos Equis Lager Especial chega ao Brasil importada pela Cervejaria Kaiser Brasil S/A. De coloração tradicional dourada e espuma branca de média formação e pouca permanência, a Dos Equis Lager Especial traz no aroma, em destaque, leve percepção de malte e presença de oxidação (off-flavour que remete a papel molhado). No paladar, extremamente leve, um toque de adocicado com leve percepção de milho, e um amargor suave, que toca o céu da boca e desaparece, deixando para o final, milho e dulçor suave. No retrogosto, refrescancia. E só.

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Também da Cervecería Cuauhtémoc-Moctezuma, a Sol Premium Beer, diferente da Dos Equis Lager Especial, é produzida no Brasil desde 2006 – a garrafa informa que ela é fabricada pela CKBR, em Araraquara. Sua história, porém, remonta a 1890, e no México ela é apresentada nas versões escura, com limão e sal, com clamato e sem álcool. A Sol Premium brasileira exibe uma coloração dourada (um pouco mais escura que a Dos Equis) e espuma branca de média formação e permanência. No aroma, nada a se destacar (nem qualidades, nem off-flavour), mas, com insistência, é possível sentir o pálido aroma do malte e dos cereais não maltados. Já o paladar, ainda que leve, é mais encorpado que sua prima Dos Equis, com o amargor um tiquinho mais presente, o que já faz uma grande diferença, valorizando inclusive o dulçor do malte. O final é levemente amargo e adocicado. No retrogosto, um pouquinho de malte.

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Do México para os Estados Unidos, a Budweiser norte-americana (há duas cervejas com o mesmo nome na República Tcheca) é responsabilidade da Anheuser-Busch, cervejaria fundada em 1876 por imigrantes alemães em St. Louis. Hoje é apontada como a cerveja mais vendida do mundo (a segunda é a Bud Light, versão com 4,2% de álcool). A versão brasileira da Budweiser é produzida em Jacareí, estado de São Paulo, e traz – como informa o rótulo – água, malte, lúpulo, levedura e arroz. De coloração amarelo palha e creme branco de média formação e baixa permanência, a Budweiser se diferencia de outras Standard American Lager pela percepção de malte e lúpulo no aroma, ainda que de maneira discreta. No paladar, o amargor é suave, mas também mais destacado que nas concorrentes, chegando a marcar a garganta. O final é discreto e levemente amargo enquanto o retrogosto consegue trazer um pouco do dulçor do malte. Uma surpresa.

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De La Coruña, na Espanha, surge a Cerveceria Hijos de Rivera, fundada em 1980 e responsável pela Estrella Galicia, uma Premium American Lager que já era produzida desde 1906 pela cervejaria de mesmo nome (e da mesma família), e que vem tendo uma receptividade tão boa no Brasil a ponto dos espanhóis planejarem abrir uma fábrica por aqui até a Copa. De coloração dourada e espuma branca de média formação e permanência, a Estrella Galicia destaca um aroma que exibe um equilíbrio interessante entre malte e lúpulo, perceptíveis com facilidade, além de um leve toque metálico, que não atrapalha o conjunto. No paladar, o amargor do lúpulo dá o primeiro bote, e logo é encoberto pelo dulçor do malte, mostrando que os espanhóis aprenderam direitinho o modelo tcheco. O final é levemente amargo e desaparece rapidamente, mas o leve amargor retorna com malte no retrogosto em uma cerveja refrescante e bastante correta – principalmente para um título mainstream.

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A quinta cerveja da lista é a Bitburger, produzida desde 1817 na cidade alemã de mesmo nome, e presente no Brasil desde 2007. Segundo Roberto Fonseca, do blog B.O.B., em texto de 2009, apesar das informações de rótulo e garrafa indicarem que ela é importada da Alemanha, a Bitburger vem sendo produzida no Brasil, mais propriamente em Caieiras, na Grande São Paulo. Apesar da fonte bastante confiável, paira a dúvida no ar, porque o conjunto surpreende muito para uma cerveja feita no Brasil e com rotulagem e garrafa informando ser de importação alemã. De coloração dourada e creme branco de boa formação e média permanência, a Bitburger é uma autêntica German Pilsener que fornece as melhores notas de aroma de todas as cervejas provadas neste post, com o malte se dispersando em notas que remetem a pão, trigo, cereais e biscoito. Há sensação de fermento também. No paladar, o malte dá o primeiro toque, mas o lúpulo surge alguns segundos depois e vai amargando a experiência levemente até o final, refrescante e maltado. O retrogosto reforça a percepção de malte e cereais. Muito boa.

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Da Alemanha para a Jamaica, a Desnoes & Geddes Limited (D&G) é uma empresa fundada em 1918 em Kingston que produz cervejas e refrigerantes. O carro chefe da casa é esta Red Stripe, uma pale lager que patrocina a equipe de bobsleigh da Jamaica (algo como uma corrida de trenó!) e que faz um sucesso danado no Inglaterra, mas ainda patina nos Estados Unidos. Seu maior charme é a garrafinha incomum – e se o maior destaque é a garrafa, você já sabe o que esperar. De coloração amarelo palha e creme branco de boa formação e baixa permanência, a Red Stripe se aproxima das mexicanas no quesito aroma, que não se desprende com facilidade, dificultando a percepção olfativa. É possível perceber um pouco de fermento e uma sugestão de malte, tudo bem diluído. O paladar também carece de qualidades, com malte e lúpulo cumprindo funções de dulçor e amargor sem muito brilho. O final é levemente amargo e o retrogosto, inexistente, decepciona em uma cerveja muito cara (R$ 9) para o que oferece.

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A sétima pale lager da lista vem da Bauchrieh, cidade na região metropolitana de Beirute. Isso mesmo, a Almaza Pilsner Beer é uma cerveja libanesa produzida pela Brasserie Almaza, cervejaria fundada em 1933, e que hoje integra o grupo Heineken Internacional, o que facilita encontra-la em nossas prateleiras. A receita, avisa o rótulo, traz água, cevada maltada, lúpulo e milho no conjunto que traz menos álcool das 12 pale lagers listadas aqui (4,2%). De coloração dourada e creme branco, de média formação e baixa permanência, a Almaza Pilsner Beer exibe um aroma em que é possível perceber lúpulo e malte (remetendo suavemente a cereais e biscoito), o que já é um destaque, ainda que a percepção seja quase inexpressiva. Já o paladar valoriza um pouco mais os ingredientes, tornando o conjunto mais agradável. O final é levemente amargo e maltado, e desaparece rapidamente, enquanto o retrogosto traz refrescancia – mais uma do capítulo muito frescor, pouco sabor.

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Do Líbano para a Itália, com a Birra Moretti, cervejaria criada em 1859 por Luigi Moretti, na cidade de Udine, quando este trabalhava em uma fábrica de gelo e cerveja, e sua invenção começou a fazer sucesso entre os frequentadores. Logo a Birra Moretti virou mania nacional até ser incorporada pela Heineken, em 1996, que manteve a receita original, e o sucesso da marca. De coloração dourada e espuma branca de boa formação e média permanência, a Birra Moretti Premium Lager traz uma leve percepção de malte e lúpulo, com delicada valorização do primeiro. No paladar, simplíssimo, a regra tcheca é aplicada com menos intensidade: uma pancadinha de amargor de lúpulo com um toque suave do dulçor do malte equilibrando o conjunto delicado, executado para não incomodar paladares despreparados. O final é inicialmente maltado e, rapidamente, desaparece deixando frescor e trazendo, na sequencia, o retrogosto quase imperceptível com malte, amargor e um pouco de milho. Interessante.

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A penúltima do conjunto é um ícone: a holandesa Heineken, natural de Amsterdã, nasceu em 1873, e hoje é uma das cervejas mais consumidas do mundo. A versão brasileira é produzida pela CKBR em Jacareí, interior de São Paulo, seguindo as regras de qualidade da matriz. De coloração dourada e espuma branca de média formação e baixa permanência, a Heineken Pale Lager destaca um aroma personal, que em muitas cervejas seria um defeito, mas que no caso da Heineken é vendido como qualidade: o off-flavour de “Light struck”, ou exposição do líquido da garrafa verde à luz. O resultado é um leve cheiro entre gambá e chulé derivado da oxidação do lúpulo, que diferencia a Heineken das concorrentes (e hoje, com a produção nacional, parece bem menos intenso do que quando as garrafas eram importadas e sofriam as intempéries da viagem e depósito). Claro, não só isso: a percepção de malte e lúpulo no aroma é muito mais elevada que nas concorrentes, com sugestão de cereais, biscoito e notas herbais. No paladar, a diferença se acentua, com amargor mais evidente (ainda que encaixado no estilo, ou seja, não tão potente) e dulçor mais presente, características presentes até o final da taça, mais amargo e herbal (e levemente oxidado), que desaparecem rapidamente, abrindo a oportunidade para que o bebedor pedir outra.

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Fechando o passeio pela Bélgica, mais propriamente em Leuven, cidade ao lado de Bruxelas que abriga o festival Rock Werchter, onde em 1366 uma cervejaria chamada Den Hoorn começou a produzir uma cerveja que fez na fama na região (mas que não era a Stella de hoje, já que as primeiras bohemian pilseners claras datam de 1800). Em 1717, o mestre cervejeiro Sebastian Artois comprou a Den Hoorn e mudou seu nome para Cervejaria Artois, e a Stella Artois, como conhecemos, nasceu no natal de 1926. Hoje é uma das cervejas mais vendidas do mundo (e a cerveja clara mais vendida no Reino Unido – a escura é a Guiness), e a versão brasileira é produzida pela Ambev em Jaguariúna com produtos importados da matriz belga, e que incluem lúpulo Saaz, malte e cereais não maltados (milho e arroz). De coloração dourada e creme branco de média formação e permanência, com direito ao tradicional “perlage” belga, a Stella Artois destaca um aroma maltado com notas que remetem a trigo, biscoito e cereais. Há também percepção de notas herbais. O lúpulo, que pouco aparece no aroma, é mais assertivo no paladar, com um traço de amargor se destacando em um conjunto mais adocicado que a concorrente holandesa. O amargor segue até o final, mais prolongado que as anteriores. No retrogosto, dulçor de malte. Muito boa no que se propõe.

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Balanço
Como ponto de partida, a mexicana Dos Equis Lager Especial é uma representante tradicional do estilo Pale Lager, com pouco desafio para o paladar: a história aqui (e em boa parte das Standard American Lager) é refrescar o bebedor no calor ou acompanha-lo numa boa sessão (sentar e beber, beber e beber) sem oferecer riscos a tira-lo a atenção do que está fazendo. Ou seja, é uma cerveja com características próximas as de água. No comparativo com outras do estilo, ela se destaca pelo leve dulçor que se sobressai ao lado da percepção de milho. Quanto a Sol Premium Beer, é preciso esquecer o título “Premium”, porque de Premium ela não tem nada. Ainda assim, se destaca perante a Dos Equis Lager Especial por ter um bocadinho a mais de lúpulo, o que, inclusive, melhora até a paladar do malte, que é imperceptível no aroma. Melhora em relação a concorrente local, mas ainda é uma cerveja de sessão para beber sem prestar atenção ao conjunto. Já a Budweiser brasileira, feita em Jacareí, foi uma boa surpresa, a primeira a parecer uma cópia, ainda que extremamente pálida, das cervejas tchecas, enquanto as outras são mais parecidas com… água. Ok, não se anime: é uma cerveja em que é possível perceber malte e lúpulo, mas de forma bastante tímida. Bate as duas mexicanas com facilidade, mas perde para a Estrella Galicia, ótima surpresa vinda de La Coruña, na Espanha: conjunto equilibrado com suave percepção de malte e lúpulo tanto no aroma quanto no paladar, que termina levemente amargo, com toda representante do estilo deveria ser. Uma das quatro melhores das 10 provadas.

A quinta cerveja do pacote, Bitburger, foi outra boa surpresa, tão boa que faz o bebedor ficar na dúvida: é uma autentica cerveja alemã ou uma cerveja de matriz alemã produzida no Brasil? Se for uma cerveja alemã, segue o padrão do país; se for uma cerveja brasileira, faz bonito perante a concorrência. Muito malte e um leve amargor que descem bonito em dias de verão. Da Jamaica, surge a Red Stripe, uma Pale Lager bastante discreta com a única função de refrescar, apesar de sua garrafa peculiar e interessante. A libanesa Almaza pula a frente das mexicanas e da jamaicana, e enfrenta a Budweiser de igual, mas é mais uma cerveja mediana cuja função maior é refrescar sem chamar a atenção. Já a Birra Moretti eleva um tiquinho esse padrão com malte e lúpulo mais perceptíveis, a ponto de até aparecerem suavemente no retrogosto, grande mérito para o conjunto, que, infelizmente, não consegue competir de igual para igual com a Heineken, quase uma carta de intenções do estilo Standart American Lager, que só não deve ser seguida cegamente por seu característico cheirinho de chulé derivado da oxidação do lúpulo com a entrada de luz pelo vasilhame verde (das anteriores, as mexicanas e a libanesa optam também por garrafas transparentes enquanto as demais seguem o padrão de garrafas escuras), mas é uma boa cerveja, um dos principais rótulos do estilo, e que consegue brilhar valorizando malte e lúpulo. Fechando o passeio, a Stella Artois acabou soando mais adocicada do que Heineken, o que não atrapalha o drinkability, mas faz uma pequena diferença que conta a favor da holandesa (no meu ponto de vista). No geral, a Stella é uma bela representante do estilo, com aromas e sabores mais intensos que a grande maioria presente no mercado, oferecendo refrescancia e sabor.

Qual a melhor?, pergunta o leitor. Se for para destacar apenas uma, a Bitburger, como uma boa German Pilsner, é mais caprichada, mas seu preço um pouco mais elevado a coloca em outro grupo. Desta forma, Heineken e Stella Artois acabam se destacando na questão custo / beneficio. Estrella Galicia vem logo na sequencia e, daí em diante, a qualidade decai: a Budweiser, por exemplo, tem um bom preço, mas perde bastante em conjunto para Heineken e Stella enquanto a jamaicana Red Stripe, que integra o pelotão final junto com as mexicanas, custa o preço de quatro Heinekens e não oferece a qualidade de uma. Birra Moretti e Almaza perdem na questão preço, mas estão ali, marcando presença. O que importa, na verdade, não é qual cerveja das 10 é a melhor, mas descobrir qual mais lhe agrada, e entender o que nesta cerveja conquista seu perfil sensorial. Em um momento de boom cervejeiro, com cada vez mais cervejas superlotando as gôndolas dos supermercados, a opção por escolher uma cerveja mainstream passa não só pelo bolso, mas também pelo que a cerveja lhe entrega. Faça o teste: compre algumas destas cervejas e tente perceber a diferença entre cada uma delas, e o que mais lhe agrada em cada uma. Talvez seja o primeiro passo de uma longa caminhada numa estrada repleta de cervejas diferentes, saborosas e provocantes, em que você pode encontrar cervejas como a sensacional curitibana Dum Jan Kubis, talvez a melhor Premium American Lager brasileira. Vale a pena.

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Dos Equis Lager Especial
– Produto: Standard American Lager
– Nacionalidade: México
– Graduação alcoólica: 4,5%
– Nota: 1,91/5

Sol Premium Beer
– Produto: Standard American Lager
– Nacionalidade: México
– Graduação alcoólica: 4,3%
– Nota: 1,99/5

Budweiser
– Produto: Standard American Lager
– Nacionalidade: Estados Unidos
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 2,03/5

Estrella Galicia
– Produto: Premium American Lager
– Nacionalidade: Espanha
– Graduação alcoólica: 4,7%
– Nota: 2,48/5

Bitburger Premium Beer
– Produto: German Pilsner
– Nacionalidade: Alemanha
– Graduação alcoólica: 4,8%
– Nota: 2,82/5

Red Stripe
– Produto: Standard American Lager
– Nacionalidade: Jamaica
– Graduação alcoólica: 4,7%
– Nota: 1,98/5

Almaza Pilsner Beer
– Produto: Standard American Lager
– Nacionalidade: Libano
– Graduação alcoólica: 4,2%
– Nota: 2,00/5

Birra Moretti
– Produto: Premium American Lager
– Nacionalidade: Itália
– Graduação alcoólica: 4,6%
– Nota: 2,16/5

Heineken
– Produto: Premium American Lager
– Nacionalidade: Holanda
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 2,66/5

Stella Artois
– Produto: Premium American Lager
– Nacionalidade: Bélgica
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 2,61/5

Preço mais baixos de cada rótulo encontrados no Buscapé:
Dos Equis: R$ 3,99 (355 ml)
Sol: R$ 3,20 (355 ml)
Budweiser: R$ 2,49 (343 ml)
Estrella Galicia: R$ 3,19 (330 ml)
Bitburger: R$ 7,00 (330 ml)
Almaza Pilsner: R$ 7,00 (330 ml)
Red Stripe: R$ 9,50 (330 ml)
Birra Moretti: R$ 5,39 (330 ml)
Heineken: R$ 2,43 (355 ml)
Stella Artois: R$ 2,09 (275 ml)

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Leia também
– Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
– Leia sobre outras cervejas (aqui)

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