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Category — Cinema

A brisa marinha e Manchester à Beira Mar

Escrevendo sobre “Manchester-by-the-Sea”, me lembrei de Stéphane Mallarmé… 100 anos os separam e…

“A carne é triste, sim, e eu li todos os livros.
Fugir! Fugir! Sinto que os pássaros são livres, e
bêbados de se entregar à espuma e aos céus imensos!
Nada, nem os jardins dentro do olhar suspensos,
impede o coração de submergir no mar
Ó noites! nem a luz deserta a iluminar
este papel vazio com seu branco anseio,
nem a jovem mulher que preme o filho ao seio.
Eu partirei! O barco balança seu mastro, em frente
Ergue a âncora em prol de uma natureza errante.

Um Tédio, desolado por cruéis silêncios,
Ainda crê no derradeiro adeus dos lenços, a despedida!
E é possível que os mastros, convidados por tempestades,
rompam-se ao vento sobre os pobres náufragos,
perdidos, sem mastros, sem rastros, nem ilhas, nem cidades.
Mas, ó meu coração, ouve a canção que vem do mar!”

fevereiro 20, 2017   No Comments

As referências de filmes n’Os Simpsons

fevereiro 12, 2017   No Comments

Três momentos musicais do Oscar 2017

“Greatest Love of All”, de “Toni Erdmann”

“Sweet Child O’ Mine”, de “Capitão Fantástico”

Something`s Gotten Hold Of My Heart“, de “O Lagosta

fevereiro 8, 2017   No Comments

Something’s Gotten Hold of My Heart

Single de Gene Pitney em 1967, “Something’s Gotten Hold of My Heart” foi número 1 no Reino Unido em 1989 numa versão de Marc Almond com o próprio Gene Pitney.

Porém, minha versão favorita dessa canção está num dos meus discos favoritos de Nick Cave, o brilhante “Kicking Against the Pricks”, poderoso disco de covers de 1986

Essa canção embala a cena que abre o post e integra o brilhante “O Lagosta” (2015), filme indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original na cerimônia deste ano.

Ps. O filme (um dos meus preferidos dessa temporada do Oscar) ainda traz Colin Farrel balbuciando “Where The Wild Roses Grow”…

janeiro 30, 2017   No Comments

Quando Woody Allen foi censurado no Brasil

“Bananas”, o segundo filme com Woody Allen atuando, dirigindo e assinando o roteiro, estreou nos EUA em abril de 1971, mas só foi liberado no Brasil (por militares e igreja) em agosto de 1975, com uma cena/piada cortada: a dos cigarros Novo Testamento. Assista:

janeiro 13, 2017   No Comments

O discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro

Ao receber o Globo de Ouro honorário Cecil B. de Mille, que reconhece o conjunto da obra e é entregue junto com o Globo de Ouro pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, Meryl Streep fez um discurso emocionado, politizado e importante, o discurso mais importante da noite. Leia.

“Muito obrigada, muito obrigada. Sentem-se, por favor. Obrigada. Amo vocês. Vocês vão ter que me desculpar. Perdi a voz gritando e me lamentando no fim de semana. E perdi a cabeça em algum momento neste ano. Então terei que ler.

Obrigada à Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. Para seguir linha do que disse Hugh Laurie, nós, todos os presentes, pertencemos a um segmento vilipendiado da população. Pensem nisso: Hollywood. Estrangeiros. E a imprensa. Mas quem somos nós? O que é Hollywood? É um grupo de gente que vem de todas as partes. Eu nasci, cresci e me eduquei nas escolas públicas de Nova Jersey. Viola [Davis] nasceu numa cabana da Carolina do Sul e cresceu em Central Falls, Long Island. Sarah Paulson nasceu na Flórida e foi criada por sua mãe solteira no Brooklyn. Sarah Jessica Parker era uma de sete ou oito filhos em Ohio. Amy Adams nasceu na Itália, e Natalie Portman, em Jerusalém. Onde estão suas certidões de nascimento? E a linda Ruth Negga nasceu na Etiópia, cresceu em Londres. Não, na Irlanda, me parece. Está aqui indicada por fazer o papel de uma garota de um povoado da Virgínia. Ryan Gosling, como todas as pessoas mais amáveis, é canadense. E Dev Patel nasceu no Quênia, cresceu em Londres e está aqui por fazer o papel de um indiano que vive na Tasmânia…

De modo que Hollywood está cheia de estrangeiros e forasteiros, e se querem expulsar todos nós vão ficar sem nada para ver além de futebol americano e artes marciais mistas, que NÃO são artes… Me deram três segundos para dizer isto… O único trabalho de um ator é entrar na vida de pessoas que são diferentes de nós e deixar você sentir como é isso. E houve neste ano muitas atuações poderosas que conseguiram justamente isso. Um trabalho assombroso e feito com compaixão.

Mas houve uma atuação neste ano que me impactou, que mexeu com o meu coração. Não por ter sido boa, não tinha nada de boa, mas era eficaz e funcionou. Fez a plateia a que se destinava rir e mostrar os dentes. Foi aquele momento em que a pessoa que pedia para se sentar na cadeira mais respeitável do nosso país imitou um repórter deficiente. Alguém a quem ele superava em termos de privilégio, poder e capacidade de se defender. Isso me partiu o coração. Ainda não consigo tirar aquilo da cabeça, porque não era um filme. Era a vida real.

E esse instinto de humilhar, quando modelado por alguém na plataforma pública, por alguém poderoso, se filtra na vida de todo mundo, porque de certa forma dá permissão para que outras pessoas façam o mesmo. Desrespeito atrai desrespeito. A violência incita a mais violência. Quando os poderosos usam sua posição para abusar de outros, todos perdemos…

Isto me leva à imprensa. Precisamos que a imprensa com princípios exija responsabilidade do poder, que o chame às falas por cada atrocidade que cometer. Por isso, os fundadores do nosso país protegeram a imprensa e suas liberdades na Constituição. Assim, só quero pedir à rica Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood e a todos que pertencemos a esta comunidade que se unam a mim no apoio ao comitê para a proteção dos jornalistas. Porque vamos precisar deles daqui por diante. E eles vão precisar de nos para salvaguardar a verdade.

Só mais uma coisa. Certa vez, eu estava parada num set de filmagem me queixando de alguma coisa, horas extras, algo assim. Tommy Lee Jones me disse: “Não é um privilégio, Meryl, simplesmente ser ator?”. Sim, é mesmo. E precisamos recordar uns aos outros sobre o privilégio e a responsabilidade do ato da empatia. Devemos estar orgulhosos do trabalho que Hollywood homenageia nesta noite.

Como minha querida amiga, a recém-falecida Princesa Leia, me disse certa vez: “Pegue seu coração partido e o transforme em arte”. Obrigada.”

 

janeiro 9, 2017   No Comments

No Netflix, “Pode Me Chamar de Francisco”

Lançada em dezembro de 2016 no Netflix, “Pode Me Chamar de Francisco” é uma série de apenas quatro episódios sobre a jornada do Papa Francisco. O catolicismo é lançado aqui e ali na trama, cujo foco maior se decai sobre a violentíssima ditadura argentina. No geral é uma série nota 5 que alterna bons momentos com vácuos imensos que não permitem explorar a contento o personagem e sua história, mas, nos tempos conturbados que vivemos, vale assistir para conferir alguns dos métodos cruéis da ditadura (argentina, chilena, brasileira) nos anos de chumbo. Se você encarar assistir recomendo fortemente ir atrás logo na sequencia do chileno “O Botão de Pérola” (sobre a ditadura chilena) e “Verdade 12.528” (sobre a ditadura brasileira)…

janeiro 7, 2017   No Comments

Meu Top Ten Filmes 2016 no Brasil

A pedido do grande amigo André Azenha listei meus 10 filmes favoritos que estrearam no Brasil em 2016 para a já tradicional votação do Cinezen Cultural. Confira o vencedor (entre 32 convidados votantes) aqui – abaixo aproveitei e juntei com os meus votos dos anos anteriores no que já começa a soar como um belo resumo dos anos 10.

2016
01) “A Juventude“, de Paolo Sorrentino
02) “O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson
03) “Julieta“, de Pedro Almodóvar
04) “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho
05) “Filho de Saul“, de László Nemes
06) “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino
07) “A Grande Aposta”, de Adam McKay
08) “Truman“, de Cesc Gay
09) “Trumbo”, de Jy Roach
10) “O Botão de Pérola“, de Patricio Guzmán


-E mais 10
– “Café Society“, de Woody Allen
– “Rogue One – Uma História Star Wars”, de Gareth Edwards
– “Mãe Só Há Uma“, de Anna Muylaert
– “One More Time With Feeling”, de Andrew Dominik
– “Trago Comigo“, de Tata Amaral
– “Elle”, do Paul Verhoeven
– “Elvis e Nixon“, de Liza Johnson
– “Eight Days a Week – The Touring Years”, de Ron Howard *
– “Miles Ahead”, de Don Cheadle *
– “Janis: Little Girl Blue”, de Amy Berg

Ps. * Não estrearam no Brasil

Juntei os Top 10 dos anos anteriores e já rendeu uma boa lista para os melhores filmes dos anos 10…


2015
01) “Chronic”, de Michel Franco
02) “Ida”, de Paweł Pawlikowski
03) “As Mil e Uma Noites – Volume 2, O Desolado”, de Miguel Gomes
04) “Flocken”, de Beata Gårdeler
05) “Chatô”, de Guilherme Fontes
06) “Leviathan”, de Andrey Zvyagintsev
07) “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert
08) “Birdman”, de Alejandro Iñárritu
09) “Dois Dias, Uma Noite”, de Jean-Pierre Dardenne & Luc Dardenne
10) “The Possibilities Are Endless”, de James Hall e Edward Lovelace, e “Divertida Mente”, de Pete Docter & Ronaldo Del Carmen


2014
01) “Boyhood“, de Richard Linklater
02) “O Lobo de Wall Street“, de Martin Scorsese
03) “Ela”, de Spike Jonze
04) “Nebraska”, de Alexander Payne
05) “Relatos Selvagens“, de Damián Szifron
06) “O Mercado de Notícias”, de Jorge Furtado
07) “O Grande Hotel Budapeste“, de Wes Anderson
08) “Mesmo Se Nada Der Certo“, de John Carney
09) “Garota Exemplar“, de David Fincher
10) “Homens, Mulheres e Filhos“, de Jason Reitman e “À Procura do Amor“, de Nicole Holofcener


2013
01) “Amor“, de Michael Haneke
02) “Gravidade”, de Alfonso Cuarón
03) “O Mestre“, Paul Thomas Anderson
04) “Jogos Vorazes – Em Chamas“, de Francis Lawrence
05) “Hannah Arendt“, de Margarethe von Trotta
06) “Tabu“, de Miguel Gomes
07) “Antes da Meia-Noite“, de Richard Linklater
08) “Os Suspeitos”, de Denis Villeneuve
09) “Blue Jasmine“, de Woody Allen
10) “Django Livre“, de Quentin Tarantino e “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho


2012
01) “As Vantagens de Ser Invisivel“, de Stephen Chbosky
02) “Na Estrada“, de Walter Salles e Sam Riley
03) “Aqui é o Meu Lugar“, de Paolo Sorrentino
04) “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge“, de Christopher Nolan
05) “Shame”, de Steve McQueen
06) “Um Alguém Apaixonado“, de Abbas Kiarostami
07) “A Separação”, de Asghar Farhadi
08) “Os Intocáveis“, de Eric Toledano e Olivier Nakache
09) “Elefante Branco“, de Pablo Trapero
10) “Ted”, de Seth MacFarlane e “As Aventuras de Pi“, de Ang Lee

2011
01) “Cópia Fiel“, Abbas Kiarostami
02) “A Pele Que Habito“, Pedro Almodovar
03) “Melancolia“, Lars Von Trier
04) “Trabalho Interno“, Charles Fergu son
05) “Blue Valentine“, Derek Cianfrance
06) “Meia Noite em Paris“, Woody Allen
07) “Tudo Pelo Poder“, George Clooney
08) “Um Lugar Qualquer“, Sofia Coppola
09) “Missão: Impossível 4 – Protocolo Fantasma“, Brad Bird
10) “Super 8“, JJ Abrams

Top 20 Melhores Filmes de 2001 a 2010

janeiro 1, 2017   No Comments

Carrie Fisher: 1956/2016

dezembro 27, 2016   No Comments

8 filmes do 8º In-Edit Brasil

inedit2016

Um dos festivais de cinema e música mais bacanas do país (com direito a prêmio da APCA em 2015), o In-Edit Brasil 2016 inicia hoje sua programação com  57 docs musicais até o dia 18 de setembro. Aqui estão meus filmes favoritos das edições de 2014 e de 2015. Para 2016 quero muito tentar ver alguns destes oito selecionados abaixo (ainda que a minha lista pessoal tenha mais de 30 favoritos). Vá atrás! A programação completa você confere aqui.


“Leonard Cohen: Bird On A Wire”, Tony Palmer (1974)
Entre março e abril de 1972, Leonard Cohen fez uma turnê por 20 cidades europeias que entrou para a história. Viajando com uma banda por cidades como Berlim, Viena, Copenhague e Tel Aviv, o músico gozava de uma grande popularidade naquele momento e protagonizou performances memoráveis.

13/09, TERÇA, 19H, CINESESC
17/09, SÁBADO, 16H, CINEMATECA
Sessões com a presença do diretor Tony Palmer


“The Jam: About The Young Idea”, Bob Smeaton (2015)
The Jam nasceu em meio ao movimento punk e acabou adotado como tal. Seu rock direto e poderoso atraiu a cena, e a banda ganhou seguidores. Formado por Paul Weller (guitarra e voz), Bruce Foxton (baixo e voz) e Rick Buckler (bateria), o grupo se destacava pelos inúmeros hits, a atitude energética e a maneira de vestir. Nesse filme, o diretor Bob Smeaton nos mostra como tudo começou, os caminhos escolhidos, a evolução do trio, a personalidade genial de Weller e por que o grupo não se reúne mais.

09/09, SEXTA, 20H, SPCINE LIMA BARRETO
17/09, SÁBADO, 19H30, SPCINE OLIDO


“Everybody’s Cage”, Sandra Trostel (2015)
A cineasta Sandra Trostel convidou o pianista luxemburguês Francesco Tristano para um jogo: decifrar a obra Chances, de John Cage, e realizar um filme a partir disso. Servindo-se de todos os conceitos que o autor utiliza em sua obra, o protagonista nos faz mergulhar nesse universo aleatório, casual e extremamente musical. Rua a rua, nota a nota, diretor e protagonista se entregam ao acaso para dar vida à obra do mestre que dizia “quando nos convertemos em composição, os lugares se transformam em música e a coincidência, em uma virtude”.

09/09, SEXTA, 15H, CINESESC
17/09, SÁBADO, 20H30, CINE MATILHA


“Mavis”, Jessica Edwards (2015)
Mavis Staples é uma das vozes mais poderosas e emblemáticas da música negra norte-americana. Como cantora principal do Staple Singers, grupo liderado por seu pai e formado por ela e seus irmãos, Mavis começou no circuito gospel, passou ao soul e ao blues e fez história com suas gravações para o selo Stax, sempre rodeada por sua família. Aos 75 anos, ela não cogita descer do palco e coloca o público de pé por onde passa. Para contar sua carreira, Mavis lembra de momentos históricos e de uma vida muito diferente de outras grandes estrelas da música pop.

09/09, SEXTA, 23H, CINESESC
18/09, DOMINGO, 14H, SPCINE OLIDO


“Theory of Obscurity: a film about The Residents”, Don Hardy Jr. (2015)
The Residents é o anti-grupo por excelência. Formado em 1966 em São Francisco, Califórnia, seus integrantes nunca foram visto com os rostos descobertos, nunca deram entrevistas e nunca se soube quem está por trás de tudo isso. Afirmam através de seu porta-voz que sua filosofia de vida e artística derivam dos estudos do N. Senada, filósofo e compositor bávaro, de quem nunca se teve notícia. Em todo este contexto, o filme mergulha no universo da banda para expor todo esta força criativa e seus dilemas

09/09, SEXTA, 16H, SPCINE LIMA BARRETO
14/09, QUARTA, 17H, CINESESC


“Eat that Question – Frank Zappa in His Own Words”, Thorsten Schütte (2016)
Frank Zappa por ele mesmo. O músico, o artista, o cidadão, o pai de família, o personagem. Estão todos aqui. A partir de uma cuidadosa coleção de entrevistas e participações televisivas, o diretor Thorsten Schütte retrata Zappa utilizando suas próprias palavras. De sua famosa aparição tocando uma bicicleta até suas últimas aparições, acompanhamos a evolução de uma figura genial.

09/09, SEXTA, 19H30, SPCINE OLIDO
17/09, 14h, SÁBADO, CINEMATECA


“Danado de Bom”, de Deby Brennand (2016)
João Silva nasceu em Arcoverde, no sertão pernambucano. Criado somente pelo pai depois que a mãe o abandonou, logo descobriu a paixão pelos ritmos nordestinos. Muito cedo decidiu ir ao Rio de Janeiro para conhecer Luiz Gonzaga. Mesmo se estranhando no início com o ídolo, os dois acabaram tornando-se grandes parceiros e amigos. Dessa união nasceram muitos sucessos como Doutor do Baião, Nem se Despediu de Mim, Pagode Russo, entre tantos outros. Hoje ele relembra suas andanças, os momentos doces e amargos e nos apresenta um personagem fundamental da música brasileira.

10/09, SÁBADO, 17H, CINESESC
13/09, TERÇA, 16H, SPCINE LIMA BARRETO
16/09, SEXTA, 15H, SPCINE OLIDO


“Time Will Burn”, de Marko Panayotis e Otávio Sousa (2016)
Se teve alguém que revolucionou definitivamente o underground brasileiro essa foi, sem dúvida, a geração dos anos 1990. Com o País livre da ditadura militar, a chegada da MTV, a multiplicação dos fanzines e o crescente interesse do público por novas sonoridades, bandas como Pin-Ups, Killing Chainsaw, Second Come, entre tantas outras, tomam a cena de assalto e convertem o rock nacional em uma encruzilhada indie com infinitas direções. Time Will Burn reúne praticamente toda uma geração para contar essa história, relembrar momentos importantes e fazer as contas do legado que foi deixado.

11/09, DOMINGO, 18H, SPCINE OLIDO
18/09, DOMINGO, 18H, CINEMATECA
21/09, QUARTA, 19H30, SPCINE OLIDO (SESSÃO EXTRA)
As sessões terão as presenças dos diretores.

setembro 8, 2016   No Comments