Random header image... Refresh for more!

Category — Cinema

Top 100 Momentos Icônicos da Cultura Pop

Em 2005, a bacanuda revista inglesa Uncut saiu perguntando prum time invejável de “colaboradores” quais foram os momentos mais marcantes da cultura pop, aquele fragmento de segundo em que um objeto de cultura (um livro, um disco, um filme, um single, um programa de TV, etc…) mudou a sua vida, em particular, e revolucionou a cultura pop em geral. No “júri” seletíssimo da revista estão nomes como Patti Smith, Paul McCartney, Keith Richards, Ozzy Osbourne, Lemmy, Stephen Malkmus, Björk, Michael Stipe, Noel Gallagher e muitos, muitos outros. Abaixo você confere a lista Top 100 que foi publicada em um especial de 50 páginas na revista em setembro de 2005, e quem escreveu sobre aquela obra.

1. “Like a Rolling Stone” (1965), de Bob Dylan, por Patti Smith
2. “Heartbreak Hotel” (1956), de Elvis Presley, por Paul McCartney
3. “She Loves You” (1963), dos Beatles, por Ozzy Osbourne
4. “(I Can’t Get No) Satisfaction” (1965), dos Rolling Stones, por Roger Daltrey
5. “Laranja Mecânica” (1971), de Stanley Kubrick, por Malcolm McLaren
6. “O Poderoso Chefão I e II” (1972/1974), de Francis Coppola, por Steve Van Zandt
7. “Rise & Fall of Ziggy Stardust & the Spiders from Mars” (1972), de David Bowie, por Robert Smith
8. “Taxi Driver” (1976), de Martin Scorsese, por Edwart Norton
9. “Never Mind the Bollocks, Here’s the…” (1977), dos Sex Pistols, pelos Buzzcooks
10. “Prisoner” [TV serie] (1967/1968), por Donovan
11. “Meu Ódio Será Tua Herança” (1969), de Sam Peckinpah, por Michael Madsen
12. “Velvet Underground and Nico” (1967), por Michael Stipe
13. “Purple Haze” (1967”, de Jimi Hendrix, por Lemmy
14. “Simpsons [TV series]”, por Matt Stone
15. “After the Gold Rush” (1970), de Neil Young, por Jim Jarmusch

16. “Ramones” (1976), dos Ramones, pelo Sonic Youth
17. “Pet Sounds” (1966), dos Beach Boys, por Jimmy Webb
18. “My Generation” (1965), do The Who, por Bob Mould
19. “On the Road” (1957), de Jack Kerouac, por Roddy Frame
20. “Unknown Pleasures” (1979), do Joy Division, por Paul Morley
21. “Waterloo Sunset” (1967), do Kinks, por Peter Buck
22. “Raw Power” (1973), de Iggy & the Stooges, por Josh Homme
23. “Trans Europe Express” (1977), do Kraftwerk, por Richard Kirk
24. “Clash” (1977), do Clash, por Bo Diddley
25. “This Charming Man” (1983), dos Smiths, por Noel Gallagher

26. “Easy Rider” (1969), de Dennis Hopper, pelo New Order
27. “Johnny B Goode” (1957), de Chuck Berry, por Keith Richards
28. “Almoço Nu” (1959), de William Burroughs, por Lou Reed
29. “Spiral Scratch” (1977), dos Buzzcocks, por Alex Kapranos
30. “Music from Big Pink” (1968), da The Band, por Richard Thompson
31. “Eight Miles High” (1966), do The Byrds, por Johnny Marr
32. “Tutti Frutti” (1955), de Little Richard, por Al Green
33. “Blue Monday” (1983), do New Order, por Bernard Butler
34. “Um Estranho no Ninho” (1976), de Miles Forman, por Jesse Malin
35. “Grievous Angel” (1974), de Gram Parsons, por Bobby Gillespie

36. “Born to Run” (1975), de Bruce Springsteen, por Badly Draw Boy
37. “Scarface” (1983), de Brian de Palma, por Don Letts
38. “Five Leaves Left” (1969), de Nick Drake, por John Martyn
39. “Medo e Delírio em Las Vegas” (1971), de Hunter S. Thompson, por Ralph Steadman
40. “Monty Python’s Flying Circus [TV serie]” (1969/1974), por Lee Hazlewood
41. “Roxy Music” (1972), do Roxy Music, por Marc Almond
42. “New York Dolls” (1973), do New York Dolls, por Billy Idol
43. “Brass Eye” [TV series] (1997/2001), por Brian Eno
44. “Astral Weeks” (1968), de Van Morrison, por Kevin Rwoland
45. “Forever Changes” (1967), do Love, por Robert Plant
46. “Manhattan” (1979), de Woody Allen, por Gene Wilder
47. “Horses” (1975), de Patti Smith, por John Cale
48. “What’s Going On” (1971), de Marvin Gaye, por Paul Weller
49. “Ghost Town” (1981), dos Specials, por Damon Albarn
50. “#1 Record” (1972), do Big Star, por Mike Mills

51. “Marquee Moon” (1977), do Television, por Paul Haig
52. “Blue” (1971), de Joni Mitchell, por Crosby & Nash
53. “Curb Your Enthusiasm [TV series]”, por Doves
54. “Surfer Rosa” (1988), do Pixies, por J. Mascis
55. “Takes a Nation of Millions to Hold Us Back” (1988), do Public Enemy, por Beck
56. “Innervisions” (1973), de Stevie Wonder, por Josh Rouse
57. “Trout Mask Replica” (1969), do Captain Beefheart & His Magic Band, por Davey Henderson
58. “Physical Graffiti” (1975), do Led Zeppelin, por Dave Grohl
59. “Juventude Transviada” (1955), de Nicolas Ray, por Andrew Loog Oldham
60. “Bo Diddley” (1955), de Bo Diddley, por Mark E. Smith

61. “I Say a Little Prayer” (1968), de Aretha Franklin, por Rufus Wainwright
62. “Be My Baby” (1963), das Ronnetes, por Brian Wilson
63. “Catch a Fire” (1973), de Bob Marley the Wailers, por Suggs
64. “Rastros de Ódio” (1956), de John Ford, por Chris Hillman
65. “Electric Warrior” (1971), do T.Rex, por Luke Haines
66. “Nevermind” (1991), do Nirvana, por Gus Van Sant
67. “Shot by Both Sides” (1978), do Magazine, por Jarvis Cocker
68. “I Feel Love” (1977), de Donna Summer, por Sparks
69. “Piper at the Gates of Dawn” (1967), do Pink Floyd, por Carl Barat
70. “Tracks of My Tears”(1969), de Smokey Robinson & the Miracles, por Colin Blundstone
71. “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On” (1971) de Jerry Lee Lewis, por Moby
72. “Doors” (1967), do Doors, por Grace Slick
73. “Live at the Apollo” (1963), de James Brown, por Hall & Oates
74. “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock, por Alice Cooper
75. “Reach Out (I’ll Be There)” (1966), dos Four Tops, por Wayne Kramer

76. “Metal Box” (1979), do Public Image Ltd, por Wayne Coyne
77. “Daydream Nation”, do Sonic Youth, por Stephen Malkmus
78. “A Change is Gonna Come” (1964), de Sam Cooke, por Kurt Wagner
79. “Relax” (1983), do Frankie Goes to Hollywood”, por Kevin Godley
80. “Midnight Cowboy” (1969), de John Schlesinger, por Norman Blake
81. “Off the Wall” (1979), de Michael Jackson, por Adam Ant
82. “Falling & Laughing” (1980), do Orange Juice, por Stuart Murdoch
83. “Good, the Bad & the Ugly” (1966), de Sergio Leone, por Robert Rodriguez
84. “Kick Out the Jams” (1969), do MC5, por Juliette Lewis
85. “Hurt” (2003), de Johnny Cash, por Trent Reznor
86. “Clube da Luta” (1999), de David Fincher, por Frank Black

87. “Murmur” (1983), do R.E.M., por Guy Garvey
88. “Sopranos” [TV series], por Ian McCulloch
89. “Catch 22” (1961), de Joseph Heller, por Noddy Holder
90. “Bullitt” (1968), de Peter Yates, por Todd Rundgren
91. “Stone Roses” (1989), dos Stone Roses, por Saint Etienne
92. “Fear of Music” (1979), dos Talking Heads, por Steve Harley
93. “There’s a Riot Goin’ On”, de Sly & the Family Stone, por Tim Burgess
94. “Good Times” (1979), do Chic, por Martin Fry
95. “Rumours” (1977), do Fleetwood Mac, por Magic Numbers
96. “Imperial Bedroom” (1982), de Elvis Costello & the Attractions, por Robert Downey Jr.
97. “Screamadelica” (1991), do Primal Scream, por Serge Pizzorno
98. “Sulk” (1982), do Associates, por Bjork
99. “Operação Dragão” (1973), de Robert Chouse, por Jean Jacques Burnel
100. “Soft Bulletin” (1999), dos Flaming Lips, por Chirs Martin

Abril 20, 2018   No Comments

Balanço: Oscar 2018

Ainda que tenha sido uma das cerimonias do Oscar mais sem surpresas dos últimos anos, a 90ª entrega de prêmios da Academia honrou um ano muito bom de obras nota 8. Não, isso não é ruim. É lógico que é muito interessante você ter um filme clássico que vá entrar para a história do cinema em meio a produção anual, e se 2018 não viu nenhum concorrente no nível de um “Manchester By The Sea“, um “O Lagosta“, um “Ida“, um “Birdman“, um “Divertida Mente’ ou um “Amour“, é bom lembrar que anos em “Sangue Negro” perde a estatueta para “Onde os Fracos Não Tem Vez” são raros – e devem ser cada vez mais raros ainda.

O Oscar 90’ consagrou “A Forma da Água” em meio a uma distribuição de renda: outras 15 produções levaram a estatueta dourada! A obra de Guillermo Del Toro levou quatro Oscars, incluindo a dobradinha Melhor Diretor / Melhor Filme, e tem mérito de ser um filme Oscar: uma fábula romântica que faz sonhar. Meu preferido, “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson, é quase que um filme anti-Oscar. Ao lidar com a psicose de um relacionamento, PTA fez um filme belíssimo, meticuloso e delicado, mas também difícil e que, difícil para um grande público acostumado com roteiros manjados, se resolve claramente nos três minutos finais.

Se premiação não trouxe nenhuma novidade, Frances McDormand levou por “Três Anúncios Para um Crime” e ainda saiu do evento com o mais contundente discurso da noite. Eu torcia para Margot Robbie por “I, Tonya” como Melhor Atriz e ainda tentava engolir a não indicação de Brooklynn Prince, a garotinha surpresa de “Projeto Flórida”, um dos belos filmes esquecidos do Oscar 2018, que deveria ter ocupado o lugar de Meryl Streep, no piloto automático de Spilberg, “The Post”. Mas Frances deu um show. De arrepiar e derrubar lágrimas. Aplaudido de pé, o favoritismo de Gary Oldman (por “O Destino de Uma Nação“) não dá ideia do quão equilibrada foi a categoria de Melhor Ator em 2018. Vá atrás do que você não viu! Sam Rockwell e Allison Janney também era barbada.

Em Melhor Roteiro, uma das categorias mais bacanas de toda a premiação, “Me Chame Pelo Seu Nome” levou o de adaptado (vejam “Mudbound”, vejam!) e o discutidíssimo “Corra!” saiu merecidamente com o de original. O verniz de cinema B e terror que Jordan Peele tascou em “Corra!” para falar de racismo merece aplausos de pé. Entre as surpresas, o triste “A Mulher Fantástica”, do Chile, foi uma das agradáveis derrotando tanto o meu favorito, “O Insulto”, do Líbano, quanto o favorito das bolsas de aposta, “The Square”, da Suécia. Os prêmios para “Blade Runner 2049” também entram no quesito surpresa agradável e foram merecidos.

Surpresa negativa é o fator político de “Icarus” ter possivelmente pesado em sua vitória, já que ele é um dos mais fracos documentários de uma seleção que traz poesia (“Visages, Villages”), denúncia (“Strong Island”) e guerra (“Os Últimos Homens de Aleppo”). A Pixar levou mais dois Oscars pra estante, merecidamente, com “Coco” (no Brasil, “Viva – A Vida é Uma Festa”) arrebatando duas estatuetas (Melhor Animação e Melhor Canção). Meu favorito, “Trama Fantasma”, perdeu trilha sonora (Jonny Greenwold, tem outros prêmios por ai) para “A Forma da Água” e “Dunkirk” acabou sendo a co-estrela nos quesitos técnicos arrebatando três Oscars.

Por fim, a cantora St. Vincent por muito pouco não faturou o “Oscar Björk” de vestido mais inusitado da premiação. Ela era favorita, mas foi desbancada pela atriz Haley Bennett, que surgiu num vestido com grama sintética, que combina perfeitamente com o vestido ganso da Björk. Esse Oscar é dela. A lista completa com todos os vencedores (e resenhas para todos os filmes) você vê no Scream & Yell. Abaixo segue a lista final de mais premiados e o meu Top 10 pessoal de todos os longas do Oscar 2018. Ano que vem tem mais Oscar!

TOP TEN OSCARS 2018 MARCELO COSTA

1) Trama Fantasma
2) Projeto Flórida
3) Visages, Vilages
4) O Insulto
5) Eu, Tonya
6) De Corpo e Alma
7) Roman J. Israel, Esq
8 ) Strong Island
9) Coco
10) Blade Runner 2049

Março 5, 2018   No Comments

Documentário: “Eu, Oxum”

A cantora Héloa assina direção e roteiro do documentário “Eu, Oxum”, ao lado de sua mãe, Martha Sales. Produzido de maneira independente, “Eu, Oxum” conta a história de cinco mulheres que são filhas de Oxum, orixá que representa a força das águas doces, e suas conexões com a fé. A direção de arte e fotografia ficaram por conta de Gabriel Barreto e Marcolino Joe. Ao todo, são 22 minutos de imagens e memórias do processo individual – e diferenciado – de cada uma dessas mulheres em idade, tempo de inserção na religião e na casa, relações de parentesco e as funções que ocupam dentro desse espaço sagrado, onde Héloa imergiu e se encontrou em sua busca de espiritualidade, força ancestral e reafirmação da mulher negra e sergipana que é. A trilha sonora, assinada por Vinícius Bigjohn e Klaus Sena, é totalmente dedicada à Oxum e apresenta o retrato do sagrado feminino, da natureza dos rios e mares. Entre as participações de destaque, o Yalorixá Maria José de Santana, responsável pelo “Ilê Axé Omin Mafé”. Conhecida como “Mãe Bequinha”, ela também conta sua história, como a mais antiga “filha de Oxum” do município de Riachuelo, localizado na região do Vale do Cotinguiba, interior do Sergipe.

Leia também:
– Héloa: “Sergipe é um celeiro de grandes artistas

Fevereiro 27, 2018   No Comments

Download: 125 catálogos do CCBB

Responsável por diversas mostras bacanas, o Centro Cultural Banco do Brasil também produz excelentes catálogos para essas mostras, que muitas vezes vão além do material apresentado na instituição, e servem como guia para a obra do artista em questão, mesmo que você não tenha acompanhado a mostra. 125 destes catálogos estão disponíveis para download gratuito e trazem um vasto material imperdível de artes, cinema, arquitetura e muito mais.

Entre os volumes disponibilizados pelo CCBB estão catálogos sobre a mostra Alfred Hitchcock, um calhamaço de 416 páginas que pode funcionar como um excelente guia para neófitos na obra do mestre do suspense. O mesmo pode ser dito dos volumes sobre Quentin Tarantino (com textos e análises de cada filme do diretor), Escher, Kandinski, Jean Luc Godard, Ingmar Bergman, Jean Renoir, Ennio Morricone, Impressionismo, Iberê Camargo, Castelo Ra-Tim-Bum, Mondrian, Francis Ford Coppola, o movimento Dogama 95 e mais.

Divirta-se:

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/categoria/catalogos

Fevereiro 16, 2018   No Comments

Nick Cave no cinema… novamente

Após as experiências com “Nick Cave: 20 Mil Dias na Terra” (leia resenha), de Iain Forsyth e Jane Pollard em 2014, e “One More Time With Feeling” (leia resenha), de Andrew Dominik em 2016, Nick Cave & The Bad Seeds retornam às telas de cinema, desta vez por uma noite (e antes dos shows no Brasil), compartilhando uma apresentação da sua celebrada turnê mundial de 2017.

Filmado na Royal Arena de Copenhagen em outubro de 2017, “Distant Sky” captura Nick Cave & The Bad Seeds tocando novas composições do álbum “Skeleton Tree” (2016) ao lado de hits da carreira da banda. Os primeiros shows do grupo em três anos provocaram uma resposta ensandecida de fãs, críticos e amigos, renovando um relacionamento profundo e íntimo onde quer que o grupo tocasse.

Dirigido pelo premiado cineasta David Barnard, “Distant Sky” será exibido em 500 salas de cinemas ao redor do mundo no dia 12 de abril. No mapa oficial já constam locais de exibição em São Paulo, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto. Assista ao trailer abaixo e confira o set list completo do show em Copenhagen.

Anthrocene
Jesus Alone
Magneto
Higgs Boson Blues
From Her to Eternity
Tupelo
Jubilee Street
The Ship Song
Into My Arms
Girl in Amber
I Need You
Red Right Hand
The Mercy Seat
Distant Sky (feat. Else Torp nos vocals)
Skeleton Tree

Bis:
The Weeping Song
Stagger Lee
Push the Sky Away

Fevereiro 15, 2018   No Comments

Um livretinho de Nelson Rodrigues

Eu comecei a ler bem cedo e logo moleque já era rato de biblioteca. Curiosamente, porém, só fui ‘encontrar” Nelson Rodrigues aos 24 anos, quando um representante da Folha deixou de presente na biblioteca em que eu trabalhava este volumezinho viciante. São apenas 11 histórias, entre elas “A Dama da Lotação”, “A Realeza de Pelé” e, uou, “Coroa de Orquídeas”, que, viciado (também) adaptei para um trabalho de teatro na faculdade. São “só” palavras num papel tosco, mas bastou para ser convertido… Em 2015, um filme que adaptava algumas histórias de Nelson, “Ninguém Ama Ninguém… Por Mais de Dois Anos“, passou batido, mas merece ser assistido. Está disponível no acervo do Canal Brasil (pra quem tem NET, Vivo, Sky, Claro HDTV e Oi). Vale a pena.

Janeiro 31, 2018   No Comments

Dicas Scream & Yell: Nova Hollywood

Um box bacanudo com seis filmes da virada dos anos 60 para os anos 70 que simbolizam a derrocada da Era de Ouro de Hollywood, que foi atropelada por uma turma de novos cineastas dispostos a mudar os rumos do cinema norte-americano. Assista abaixo.

Mais Dicas Scream & Yell

outubro 26, 2017   No Comments

Sobre “Black Mirror”…

Como nunca escrevi nada sobre “Black Mirror” no site, e só fiz esse pequeno comentário no Facebook ano passado, decidi repostar ele aqui pra achar mais fácil quando precisar… hehe

Não sou muito de hypes (aliás, adoro ignora-los), mas terminamos “Narcos” no fim de semana (S02 <<<< S01) e a Liliane sugeriu vermos “Black Mirror”, que eu estava ignorando solenemente desde 2011 e não sabia patavina do que se tratava. Fui lá, baixei as duas primeiras temporadas, e planejei: 13 episódios? A gente mata fácil em cinco dias. Dai começamos no domingo e vimos os dois primeiros (numa votação ae, o primeiro é o quinto melhor entre os 13), duas baitas porradas. E então decidimos passar a ver um por dia, afinal, já que vamos ser esmurrados (com socos beeem inteligentes no cérebro), melhor aproveitar e curtir a surra. Hoje vimos o primeiro da segunda temporada (o quarto na contagem geral). Tá sendo delicioso apanhar…

outubro 24, 2017   No Comments

Dicas Scream & Yell: Woody Allen

Depois de rememorar as filmografias de Federico Fellini, Billy Wilder e François Truffaut (além dos 10 primeiros filmes de Jean-Luc Godard), achei que já estava na hora de me debruçar sobre a extensa obra de Woody Allen. Bem, não é algo tão fácil: eu achava que iria terminar pra estreia de “Café Society“, em 2016, e cá estou sem saber se finalizo tudo até a estreia de “Wonder Wheel” (2017). Um dos auxiliares nessa maratona de filmes sobre Woody é esse belíssimo catálogo da mostra que trouxe toda sua obra para o Brasil em 2009. Extenso, repleto de informações, ensaios, críticas e curiosidades, “A Elegância de Woody Allen” é um item bacana para fãs do cineasta, e toda vez que posto uma foto de algum filme que assisti (para a vindoura filmografia comentada) junto ao catálogo, alguém me pergunta: “Que livro é esse?”. Bem, eu falo um pouco mais sobre ele no vídeo abaixo (e você pode encontra-lo facilmente para comprar no site da Estante Virtual. Vale a pena).

Mais Dicas Scream & Yell

outubro 11, 2017   No Comments

Um filme sobre Jaco Pastorius

Exibido no Festival In-Edit Brasil 2015, “Jaco” (2014), documentário de Paul Marchand e Stephen Kijak produzido por Robert Trujillo (Metallica), conta a história de Jaco Pastorius, um dos maiores baixistas de todos os tempos. “Jaco” relembra sua forte personalidade e repassa sua obra com comentários de Flea, Sting, Bootsy Collins, Geddy Lee, Carlos Santana e seus parceiros de Weather Report, entre outros, que falam com admiração e espanto sobre esse furacão das quatro cordas. Indicado por André Travassos (Moons) após eu recomendar a leitura da coluna genial de Arthur Dapieve lembrando os 30 anos de morte de Jaco Pastorius. Assista ao filme abaixo e leia a coluna de Dapieve aqui.

setembro 2, 2017   No Comments