“Minha coisa favorita é monstro” é um épico em quadrinhos. Este trabalho incansável e virtuoso celebra a arte e o seu poder de enfrentamento ao ódio e ao medo causados por certos monstros…
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“Faca: Reflexões sobre um atentado” é um olhar para o medo, o trauma, a violência e o ódio: marcas tão indeléveis do nosso tempo. Mas não só. É um olhar para a literatura, para a liberdade, para o amor
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“Neca” é puro movimento – é dança, é som, é música; “Pequenas coisas como estas” se interessa por aquilo que parece menor; “Morte em pleno verão” beira a excelência.
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Construído por meio de inúmeras vozes, “Pagar a terra” é um olhar contundente sobre a colonização, a resistência de povos originários e a relação entre o homem e a terra.
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“Quarto Aberto” é um interessante retrato dos relacionamentos nesse momento em que vivemos conectados a apps, em que o sexo se encontra a um toque e que as relações ganharam novas camadas
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“A invasão do povo do espírito” é povoado por personagens em crise e lida com temas graves e urgentes numa linguagem quase musical, melodiosa mesmo de tão fluida
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Micheliny Verunschk mergulha numa comunidade no interior profundo do Brasil, lugar onde a violência e a religiosidade parecem parte da paisagem. A religião como instrumento de domínio através da força em um projeto colonial.
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De construção brilhante e essencialmente onírica, essa engenhosa narrativa, apesar dos inúmeros elementos e signos que a compõem, nos convida a um mergulho em queda livre.
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