Category — Música
Los Hermanos ao vivo no cinema

O terceiro show do Los Hermanos em São Paulo em 2012, dia 31 de maio (os dois primeiros, esgotados, foram dia 10 e 11 de maio) terá um ingrediente especial: será transmitido ao vivo para 34 salas de cinema em 21 cidades do País.
Tanto os shows de São Paulo (quatro) quanto os de Belo Horizonte (três) e os do Rio de Janeiro (seis) estão esgotados, e a iniciativa permitirá que algumas pessoas que não conseguiram ingressos confiram a banda em tela grande, in loco.
Os ingressos para a exibição do show começam a ser vendidos ao preço de R$ 60 a inteira, R$ 30 a meia entrada na próxima quarta-feira, 23/05. O show será transmitido ao vivo a partir das 21h45 de 31/05. Confira as cidades:
- Belo Horizonte: Cinearte do Minas Shopping + Cinemark Savassi
- Brasília: Kinoplex Park Shop + Cinemark Pier 21
- Campinas: Cineflix Galeria Shopping
- Caruaru: Center Plex Caruaru
- Curitiba: UCI Palladium
- Florianópolis: Cinespaço Beira Mar Florianópolis
- Fortaleza: UCI do Shopping Iguatemi + Shopping Via Sul
- João Pessoa: Cinespaço MAG Shopping
- Juiz de Fora: UCI Independência
- Maceió: Centerplex do Patio Maceió
- Maringá: Cineflix Maringá Park
- Niterói: Cinemark Niterói
- Porto Alegre: Cineflix do Shopping Total
- Recife: UCI do Shopping Center Recife
- Ribeirão Preto: UCI Ribeirão Shopping
- Rio de Janeiro: Espaço Itaú Praia Botafogo + Kinoplex Tijuca + UCI New York City Center + Fashion Mall + Cinemark Botafogo + Cinemark Downtown
- Salvador: Cinemark Salvador Shopping
- Santos: Roxy Santos
- São José dos Campos: Cineflix Shopping Vale Sul
- São Paulo: Shopping Vila Olímpia + UCI Shopping Jardim Sul + Espaço Itaú Frei Caneca + Cinermark Santa Cruz + Cinemark Eldorado + Cinemark Market Place
- Sorocaba: Cinespaço Villagio Sorocaba
Informações -> http://www.cinelive.com.br/
Maio 19, 2012 No Comments
Seis shows na Virada Cultural 2012

Com quase duas centenas de atrações musicais, mais uma seleção de filmes em quatro cinemas (com películas sobre western spaguetti, pancadaria, Boca do Lixo e uma sessão de Gene Kelly), um palco cabaré (com poledance e a presença das “rainhas” Gretchen e Rita Cadillac), outro de stand-up, um de luta livre e uma virada gastronômica com alguns chefs badalados na rua vendendo pratos de até R$ 15, a oitava edição da Virada Cultural de São Paulo movimentou o centro da cidade por mais de 24 horas.

O tamanho do evento obriga o público a uma tarefa árdua: escolher o que fazer e, principalmente, o que deixar de fazer. Desta forma, como nos anos anteriores, listei alguns shows como meta pessoal, risquei minha agenda própria e… fui atropelado pela ansiedade. O plano inicial era ignorar as primeiras horas da festa, dormir cedo e acordar no meio da madruga, por volta das 3 da manhã, para começar a festa com Members of Morphine & Jeremy Lyons e seguir com White Denim, Pin Ups e outros. Era uma vez…

Para a edição 2012, a produção da Virada Cultural apostou em nomes não tão populares entre o público, mas de qualidade inegável, gente como McCoy Tyner Quartet, Roy Ayers, Tony Allen, Charles Bradley e Seun Kuti (filho de Fela) & Egypt 80 além de grupos com Man Or Astro Man?, White Denim e Friends of Morphine, mas ainda havia campeões de audiência como Suicidal Tendencies, Titãs (tocando o álbum “Cabeça Dinossauro” na integra), Gilberto Gil, Guilherme Arantes, Mutantes e Maria Rita (homenageando a mãe).

20h e eu já estava camelando pelas ruas do centro modificando meu roteiro. Segui o instinto e me deixei levar. O palco (brega) do Largo do Arouche, que já havia rendido em anos anteriores grandes shows de Odair José, Reginaldo Rossi e Wando, recebia Dalto, um cantor que no começo dos anos 80 cravou um punhado de hits em novelas da Globo e rádios do país. Com uma banda inspirada de moleques, “Espelhos d’agua”, “Leão Ferido” e, principalmente, “Muito Estranho”, vieram em versões encorpadas para embalar os casais na praça. Bonito.

No palco da Avenida São João, o chicano Tito Larriva, acompanhado de sua potente banda Tarantula, encharcado de tequila, mostrou paixão pelo blues rock sujão com suas canções que já foram temas de filmes de Robert Rodriguez – como “A Balada do Pistoleiro” (1995) e “Um Drink no Inferno”, de 1996 (o álbum de estreia da banda, de 1997, se chama “Tarantism”, o que já dá o tom da coisa toda), e que ao vivo merecem o acompanhamento de uísque, cachaça ou mesmo o vinho barato de R$ 8 vendido pelos ambulantes.

Um caminhada pelo centro do Arouche até o Theatro Municipal (que recebia Cauby e Angela Maria) e, após passar por meia dúzia de grupos peruanos de flautinhas, o encontro com o Man or Astro Man?. O quarteto mantém a fama de ensandecido no palco acelerando sua surf music espacial até os planetas mais distantes da galáxia. Um dos guitarristas pogou com a galera enquanto o baixista Coco the Electronic Monkey Wizard fez um stage diving atrás de… água de coco. Grifo para a guitarrista (alguém sabe o nome dela?), que deixou muito marmanjo desenhando corações roqueiros.

Para a meia noite estava marcado o começo da distribuição dos 500 pratos preparados pelo eleito quarto melhor chef do mundo, Alex Atala, no Minhocão. Assim que entramos no Elevado Costa e Silva, Atala saia de carro deixando para trás centenas de hipsters e uma grande confusão, fruto da desinformação geral (senhas foram distribuidas antes, mas ninguém sabia), da péssima ideia da produção (distribuir comida de um chefe premiado num evento com milhões de pessoas? WTF) e o apreço do paulistano por filas e #mimimi (se são só 500 pratos, por que encarar uma fila de quase três quilômetros se a comida não atenderia a todos?). A Galinhada de Atala foi o Mico da Virada Cultural 2012.

Já que a galinhada foi para poucos, uma pausa para jantar no ótimo restaurante O Gato Que Ri, no Arouche, seguida de oito horas de sono, que vitimou na minha lista pessoal as apresentações de Members of Morphine & Jeremy Lyons (que, segundo amigos, foi excelente) e White Denim. Acordei em tempo de rever o Defalla tocar alguns clássicos de seus primeiros discos (“It’s Fucking Boring To Death”, “Sodomia”, “Não me Mande Flores”, “Repelente”) e versões hip hop chapadas de “ (I Can’t Get No) Satisfaction”, “Help”, “Whole Lotta Love” (mixada com “Como Vovó Já Dizia”, de Raul Seixas) e “Sossego”. Baita show.

Novamente na Avenida São João, só que agora ao meio-dia de domingo, o que restou dos Titãs (Branco Mello, Paulo Miklos, Tony Belloto e Sérgio Brito) assassinou boa parte do repertório clássico da banda em um show cantado a plenos pulmões por uma multidão. “Nós somos de São Paulo. Nós saímos desses esgotos”, foi a deixa para que Paulo Miklos entoasse “Bichos Escrotos”, um dos hinos do mítico “Cabeça Dinossauro” (1985), tocado na integra. Ainda houve espaço, no bis, para “A Verdadeira Mary Poppins”, “O Pulso”, “Televisão”, “Aluga-se”, “Lugar Nenhum”, “Flores”, “Será Que é Isso Que Eu Necessito? e uma canção nova, “Fala Renata”, em um show que reproduz um décimo do poder da banda ao vivo, mas a nostalgia agradece (e só ela).

Enquanto isso, na Virada Gastronômica do Minhocão, desde às 8 da manhã, 20 chefs ofereciam pratos até R$ 15. O grande sucesso foi o Hamburguer de Pato com Molho Trufado: “Achei que não fosse conseguir vender tudo até às 8 da noite, mas acabou! Foram dois mil hambúrgueres”, disse o chefe Renato Carioni, que esgotou sua cota às 13h. Lanche aprovadíssimo. De sobremesa, brownie, arroz doce com doce de leite e mini quindim, de Carol Brandão, e a certeza de que esse Chefs na Rua deveria ser um evento semanal ou mensal no Minhocão. Uma ideia bem bacana.

Para fechar a programação pessoal, carimbó. O mestre Pinduca desceu de Belém do Pará com sua orquestra para fazer o público (e músicos como Nevilton, Karina Buhr e DJ Gorky, do Bonde do Rolê) chacoalhar no Largo do Arouche ao som de “Sinha Pureza”, “Garota do Tacacá”, “O Caçador” e “Carimbo do Macaco”, entre outros sucessos, distribuindo cheiro e sorte. Ainda tinha Gilberto Gil na Praça Júlio Prestes e Jair Rodrigues relembrando clássicos do “Dois na Bossa” no Boulevard São João, mas faltavam pernas.

Com um público estimado de 4 milhões de pessoas, a Virada Cultural de São Paulo firma-se cada vez mais como o maior, melhor e mais variado evento de entretenimento e diversão do calendário da megalópole. Tem seus problemas (pequenos arrastões em alguns palcos, desinformação de funcionários e policiais e som deficiente em alguns palcos são alguns), mas a balança pesa com facilidade do lado positivo: por mais de 24 horas, São Paulo respirou boa música, dança e entretenimento. Que continue crescendo e melhorando nos próximos anos.

Todas as fotos por Marcelo Costa
Leia mais:
- Destaques da Virada Cultural 2009, por Marcelo Costa (aqui)
- Destaques da Virada Cultural 2008, por Marcelo Costa (aqui)
- Destaques da Virada Cultural 2007, por Marcelo Costa (aqui)
Maio 6, 2012 4 Comments
Isle of Wight tem um convite pra você

Chegou por e-mail… vai que te interessa:
“Com o mundialmente famoso Festival da Ilha de Wight se aproximando rapidamente, estamos oferecendo aos nossos frequentadores mais leais a chance de ganhar um bilhete grátis para a edição deste ano. Estamos à procura de embaixadores para espalhar a palavra e ajudar a moldar o nosso futuro e pensamos quem melhor do que as pessoas que nos conhecem melhor. É o seguinte:
Se você vender 8 bilhetes, ganha 1 bilhete para o Isle 2012
Se você vender 16 bilhetes, ganha 2 bilhetes para o Isle 2012
Se você vender 24 bilhetes, ganha 3 bilhetes para o Isle 2012 + 2 upgrades VIP
Se você vender 36 bilhetes, ganha 4 bilhetes para o Isle 2012 + 4 upgrades VIP
Para participar envie um email para letsgo@isleofwightfestival.com com o seu:
1. Nome
2. Universidade / local de trabalho
3. Data de nascimento
4. Número de telefone
5. Por que você precisa se tornar um embaixador
Estamos ansiosos para ouvir de você!
A Isle of Wight Festival”
Leia também:
- Paul McCartney, Strokes e Vampire Weekend na Ilha de Wight (aqui)
Maio 5, 2012 No Comments
Bob Dylan em noite inspirada em SP
Texto e fotos: Marcelo Costa
Setenta anos de idade. Cinquenta anos desde o lançamento de seu primeiro álbum, em 1962. Bob Dylan já ganhou Grammy, Oscar, Globo de Ouro e um bom dinheiro com seus discos, e poderia passar o resto de seus dias enfurnado em uma fazenda, mas escolheu dedicar sua vida à estrada. Após quatro anos de sua última passagem pelo Brasil (tempo em que lançou dois discos - Together Through Life e Christmas in the Heart), a “Turnê Que Nunca Termina” voltou para São Paulo, no último sábado, 21, desta vez ocupando um local maior do que em 2008, o Credicard Hall, e com um repertório muito mais trabalhado, resultando em uma noite inspirada.
Ok, a voz de Dylan, ainda que muito melhor do que na última passagem, continua trovejando, falhando e dificultando o reconhecimento de algumas canções (seria interessante fazer um quiz com os espectadores para saber quais canções eles – acham que – reconheceram), e sua insistência em mudar o arranjo das músicas também não ajuda ao fã de última hora (aquele que aguarda a canção tocada igual ao CD), mas ainda assim assistir a Bob Dylan ao vivo é uma tarefa bastante agradável – principalmente para quem gosta de blues, r&b e rock clássico.
O primeiro ponto a favor desta noite surge da formação com acentuação mais roqueira do quinteto que acompanha o cantor. São dois guitarristas (Stuart Kimball, que também assume o violão, e Charlie Sexton, quase um devoto de Dylan no palco), um terceiro músico, Don Herron, que se alterna entre a steel guitar (que toca com eficiência, engradecendo números como “Make You Feel My Love”, do álbum Time Out Of Mind, de 1997), o teclado e a guitarra, mais o baterista George Receli e o parceiro Tony Garnier, baixista que acompanha Dylan desde 1989. É uma formação bluezy, que parece sentir prazer na improvisação e em escudar o músico.
Algo que chama a atenção: a banda não toca para o público, mas sim para Bob Dylan. Os cinco integrantes não se exibem para a audiência, mas sim para o cantor. Todos eles tocam levemente virados para a esquerda do palco e não tiram o olho do compositor, que fica na lateral e marca as passagens com os dedos apontando quem deve conduzir o próximo trecho. Ou seja; das quase 7 mil pessoas presentes (os ingressos mais baratos esgotaram, mas ainda haviam lugares vazios nas filas de R$ 700 e R$ 900), apenas alguns seguranças não olhavam para Bob. De resto, todo o público e a própria banda admirava a lenda desfilando clássicos de várias épocas.
Como de praxe, o show começou com duas canções antigas, dos anos 60, desta vez “Leopard-Skin Pill-Box Hat” (que também abriu a primeira noite em São Paulo, em 2008) seguida de “Don’t Think Twice, It’s All Right” (com Dylan na guitarra arriscando alguns solos ásperos). Corte para 1999 e “Things Have Changed” (a canção tema do filme Garotos Incríveis, que lhe valeu um Oscar e um Globo de Ouro,) mostra um cantor de postura totalmente diferente da passagem anterior: bancando o crooner, com a gaita microfonada em uma mão, e deitando o pedestal do outro microfone (num estilo semelhante ao de Roberto Carlos) para terminar os versos com um sorriso no rosto, Dylan parece estar se divertindo, e o público segue com ele.
“Tangled Up In Blue”, uma das canções brilhantes de um de seus melhores álbuns (Blood on the Tracks, de 1975), surge densa, forte, abrindo caminho para “Beyond Here Lies Nothin’”, single de 2009 que nesta noite conta com quatro guitarras (Dylan numa delas) encorpando a canção. O público aplaude, entusiasmado, e o miolo do show é um teste para aqueles que levaram a sério a brincadeira do quiz (“Every Grain Of Sand”, do álbum Shot of Love, de 1981, por exemplo, não era tocada desde junho do ano passado), com “The Levee’s Gonna Break” impressionando numa versão blues, quebrada e cheia de improvisos.
Outro salto na máquina do tempo e “A Hard Rain’s A-Gonna Fall” (1963) e “Highway 61 Revisited” (1965) sorriem para a plateia, que as reconhece logo nos primeiros segundos, e bate palmas. No teclado (ele diminuiu as canções que passa em frente ao instrumento desta vez: são 10 nas teclas, cinco no microfone e na gaita, e duas na guitarra), Dylan alterna-se entre mesclar as teclas brancas e pretas, conduzir a banda e se apoiar em uma das caixas de som para “ouvir” o som do quinteto – e sorrir, várias vezes.
O trecho final do show tem sido praticamente igual em todas as apresentações dos últimos dois anos: “Thunder On The Mountain”, um dos cavalos de batalha do ótimo Modern Times, de 2006, abre caminho com riffs de guitarra para uma tríade de hinos: “Ballad Of A Thin Man”, “Like A Rolling Stone” e “All Along The Watchtower”, em arranjos fiéis e perfeitamente reconhecíveis (embora difíceis de acompanhar na voz), fazem valer o ingresso, mas ainda falta o bis, e Dylan não economiza: “Blowin’ In The Wind“, em versão banda, com Bob partindo os versos no meio, e ainda assim arrancando gritos da plateia, fecha uma noite especial.
Quem esperava um repeteco dos shows de 2008 saiu ganhando com uma apresentação muito melhor. Os desconfiados, que seguiram o conselho de Beck, que certa vez escreveu que “todo mundo devia pagar ingresso só para ver o cara que escreve aquelas canções maravilhosas”, devem ter se surpreendido com a quantidade significativa de clássicos (foram oito canções dos anos 60 contra uma dos 70, uma dos 80, três dos anos 90 e quatro do novo século). Até aqueles que apenas conhecem “Blowin’ In The Wind“ e “Like A Rolling Stone” puderam se dar por satisfeitos. Se a voz do cantor incomodou em alguns momentos, a banda compensou com um dos melhores sons de um show de Dylan no Brasil.
Na portaria do Credicard Hall, alguns fãs arriscavam que esta passagem de Bob Dylan pelo Brasil seja a última turnê do cantor em solo pátrio, mas a animação do compositor e o repertório de hits faz suspeitar que Dylan está em paz com o palco, e que precisa dele porque, talvez, seja o único lugar em que se sinta realmente bem. Talvez ele esteja se escondendo do mundo enquanto peregrina por hotéis (após São Paulo, ele passa por Porto Alegre, Buenos Aires, Santiago, Monterrey, Guadalajara, Cidade do México, Berlim, Dresden… por enquanto a turnê está fechada até o final de julho com mais 23 shows!). Ou, ainda, talvez seja a única coisa que ele realmente saiba fazer (ou goste): cantar e dançar. O mito Dylan renasce todas as noites em algum palco do mundo. Enquanto puder ter isso, ele estará a salvo. E seu público também.
Set List
“Leopard-Skin Pill-Box Hat” (Blonde On Blonde, 1966)
“Don’t Think Twice, It’s All Right” (The Freewheelin’ Bob Dylan, 1963)
“Things Have Changed” (The Essential Bob Dylan, 1999)
“Tangled Up In Blue” (Blood On The Tracks, 1974)
“Beyond Here Lies Nothin’” (Together Through Life, 2009)
“Make You Feel My Love” (Time Out Of Mind, 1997)
“Honest With Me” (Love And Theft, 2001)
“Every Grain Of Sand” (Shot Of Love, 1981)
“The Levee’s Gonna Break” (Modern Times, 2006)
“A Hard Rain’s A-Gonna Fall” (The Freewheelin’ Bob Dylan, 1963)
“Highway 61 Revisited” (Highway 61 Revisited, 1965)
“Love Sick” (Time Out Of Mind, 1997)
“Thunder On The Mountain” (Modern Times, 2006)
“Ballad Of A Thin Man” (Highway 61 Revisitet, 1965)
“Like A Rolling Stone” (Highway 61 Revisitet, 1965)
“All Along The Watchtower” (John Wesley Harding, 1967)
Bis
“Blowin’ In The Wind” (The Freewheelin’ Bob Dylan, 1963)
Leia também:
- Discografia Comentada: todos os discos de Bob Dylan (aqui)
- Bob Dylan, um retrato borrado da era de ouro do rock ‘n roll (aqui)
Abril 22, 2012 6 Comments
Qual música define você?
Abril 6, 2012 3 Comments
Bob Dylan é headliner do Benicàssim

Festival de Benicàssim 2012, Espanha
De 12 a 15 de julho
- Saiba como foi o FIB 2008 (aqui) e o FIB 2011 (aqui)

The Hop Farm Festival 2012, Reino Unido
Dias 29 e 30/05 e 01/06
Conheça o line-up de outros festivais europeus de 2012 (aqui)
Março 27, 2012 2 Comments
Graveola ao vivo em São Paulo
Em janeiro fui a Belo Horizonte conferir o show de lançamento do novo álbum do Graveola, “Eu Preciso de um Liquidificador”, no pomposo (e grande) Palácio das Artes. O público lotou o maior teatro da cidade (o mesmo em que Chico Buarque lançou seu último CD) e deu um show particular numa bela apresentação que marcava o lançamento do clipe de “Farewell Love Song” e a gravação do primeiro DVD ao vivo da banda.
Fiquei felizmente impressionado tanto com a receptividade do público, que cantou, sambou e pulou em canções como “Insensatez: a Mulher Que se Fez”, do primeiro álbum, “Graveola e o Lixo Polifonico”, tanto quanto recebeu bem as boas faixas de “Eu Preciso de Um Liquificador”, um dos grandes nacionais álbuns de 2011 (a deliciosa “Desdenha” rolou por vários dias aqui em casa).
A ideia era ter escrito um textão para o site na volta da viagem, mas o tempo atropelou o desejo, e cá está a banda se apresentando nesta terça-feira, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, um bom motivo para sair de casa e encontrar uma grande banda ao vivo. Os dois discos (mais a coletânea bootleg “Um e Meio”) estão liberados para download no site oficial dos mineiros. Baixe, ouça e tente ir ao show. Vale a pena.
Ps. O grupo volta a se apresentar em São Paulo no dia 12 de abril, às 21h, no Teatro do Sesc Ipiringa.

Março 25, 2012 No Comments
Cinco shows que valem a pena em SP

Na quinta-feira, 15/03, Felipe Cordeiro lança seu elogiado “Kitsch Pop Cult” com show no Sesc Vila Mariana, a partir das 21h. Sobre o disco, Elvis Rocha escreveu aqui. Infos do show aqui
Na sexta-feira, 16/03, o Lestics mostra algumas das músicas que irão compor “História Universal do Esquecimento”, quinto álbum, no Estúdio Nimbus, a partir das 21h30. Endereço e infos aqui.
No sábad0, 17/03, é a vez da Banda Gentileza, ao lado d’A Banda Mais Bonita da Cidade, se apresentar de graça no Sesc Pinheiros a partir das 16h. Endereço e mais infos aqui.
Ainda no sábado, mas às 21h, no Auditório Ibirapuera (boa dica do amigo @jnflesch), tem show da dupla sborniana Tangos e Tragédias. Impagável e imperdível. Infos aqui.
No domingo, 18/03, é a vez do grande Pélico mostrar as canções de seus dois ótimos álbuns em show com violões, bandolim e metalofone na Casa do Mancha, a partir das 20h (infos aqui)
Vou me esforçar para tentar ir aos quatro…

Ps. Baixe o disco do Pélico aqui, o da Banda Gentileza aqui, da Banda Mais Bonita aqui, do Felipe Cordeiro aqui e os quatro álbuns do Lestics aqui
Março 15, 2012 No Comments
Noel Gallagher confirma shows no Brasil
O site oficial de Noel Gallagher confirmou dois shows no Brasil e ele se apresenta dia 02 de maio em São Paulo (Espaço das Américas) e no dia seguinte, 03/05, no Rio de Janeiro (Vivo Rio). Ainda devem ser acrescentados ao roteiro shows no Chile, na Argentina e no Paraguai
A apresentação de Noel Gallagher em São Paulo integra o projeto Live Rocks, da produtora XYZ (responsável também pela vinda de Morrissey), que prevê transmissão ao vivo do show pelo Portal Terra.
Noel Gallagher se apresenta em São Paulo no mesmo dia em que Tune-Yards e Duran Duran, que começará sua turnê brasileira se apresentando em Brasília no dia 28/04; depois no Rio de Janeiro 30/04, no Citibank Hall; e então em São Paulo no dia 02/05, no Credicard Hall.
No Rio, a data de Noel Gallagher também bate com a do Tune-Yards, que agendou o dia 03/05 para se apresentar no Teatro Odisséia.
Serviço: Noel Gallagher no Brasil
São Paulo
Data: 02 de maio de 2012
Local: Espaço das Américas
Preços:
• Pista Premium: R$ 340 (meia R$ 170)
• Pista: R$ 180 (meia R$ 90)
Vendas a partir de 02 de março: www.livepass.com.br
Rio de Janeiro
Data: 03 de maio de 2012
Local: VIVO RIO
Preços:
• Pista Premium : R$ 300 (meia R$ 150)
• Pista comum: R$ 200 (meia R$ 100)
• Camarote A: R$ 300 (meia R$ 150)
• Camarote B: R$ 280 (meia R$ 140)
• Frisa: R$ 140 (meia R$ 70)
Vendas a partir de 05 de março: www.ingressorapido.com.br
“If I Had A Gun”, “The Death Of You And Me” e”AKA… What A Life!”
Março 1, 2012 5 Comments
Cinco blogs especializados em bootlegs

Viva Les Bootlegs
http://vivalesbootlegs.blogspot.com/

Quality Bootz
http://qualitybootz.blogspot.com/

Tunz Master’s
http://bootlegtunzworld.org/archivearea/

Guitars 101
http://www.guitars101.com

Concert and Live
http://liveandconcert.blogspot.com/
Fevereiro 24, 2012 No Comments
Shows: Mission, Duran Duran e James
Bob Dylan
15/04 no Rio de Janeiro
17/04 em Brasília
19/04 em Belo Horizonte
21 e 22/04 em São Paulo
James
28/04 em Santiago
30/04 em São Paulo
02/05 em Buenos Aires
Duran Duran
28/04 em Brasília
30/04 no Rio de Janeiro
02/05 em São Paulo
The Mission
27/05 em São Paulo (Cine Jóia - Ingressos à venda aqui)
31/05 no Rio de Janeiro
Fevereiro 14, 2012 4 Comments
Morrissey na América do Sul: os preços

Foto: Marcelo Costa
Em entrevista ao jornal chileno La Tercera, publicada no domingo (12/02), Morrissey tentou se desgarrar da fama que o precede (”De verdade: eu não quero ser uma celebridade e não me interesso pela publicidade falsa em torno da minha figura”) e adiantou como pretende que seja seu show no Festival Vina del Mar (e, por conseguinte, em toda a turnê sul-americana):
“Vou cantar 22 de minhas melhores canções o mais forte que eu puder, com todo meu ânimo e com minhas capacidades em seu nível mais alto. E isto não tem nenhuma relação com luzes intergalácticas, efeitos especiais, um grupo de 100 bailarinos atrás de mim ou um palco que termina explodindo. Nada disso. Para mim basta que a força do show se baseie nas canções, sem distrações de nenhum tipo”
Leia a integra da entrevista aqui e confira abaixo um comparativo de preços de todos os shows do cantor na América do Sul (excetuando o de Lima, no Peru, que ainda não teve seus preços divulgados). E dois detalhes: 1) a área vip do show em São Paulo já está esgotada. 2) a meia entrada no Brasil é mais que a entrada mais barata em todos os outros países (com exceção de Belo Horizonte)…
Ou seja, fica nítido que a meia entrada, um benefício para estudantes e terceira idade, acabou elevando os preços de ingressos nos shows em solo brasileiro. Será que já não está na hora de rever a funcionalidade desse “benefício”? Pois se as produtoras repassam para o ingresso aquilo que deveria estar descontado, no fim estudantes, terceira idade e público comum pagam ainda mais caro pelos shows.
24/02 - Viña del Mar Festival (Chile)
Ingresso mais barato: R$ 60
Ingresso médio: R$ 200
Ingresso mais caro: R$ 612
Onde comprar: Punto Ticket (aqui)
26/02 - Movistar Arena, Santiago (Chile)
Ingresso mais barato: R$ 75
Ingresso médio: R$ 140
Ingresso mais caro (área vip): R$ 240
Onde comprar: Punto Ticket (aqui)
28/02 – Arena Maipú, Mendoza (Argentina)
Ingresso mais barato: R$ 70
Ingresso médio: R$ 90
Ingresso mais caro (área vip): R$ 170
Onde comprar: Arena Maipú (aqui)
01/03 – Orfeu Superdommo, Córdoba (Argentina)
Ingresso mais barato: R$ 100
Ingresso médio: R$ 140
Ingresso mais caro (área vip): R$ 200
Onde comprar: Orfeu (aqui)
03/03 – Metropolitan, Rosário (Argentina)
Ingresso mais barato: R$ 100
Ingresso mais caro (área vip): R$ 170
Onde comprar: Via Ticket (aqui)
04/03 – Geba, Buenos Aires (Argentina)
Ingresso mais barato: R$ 80
Ingresso médio: R$ 100
Ingresso mais caro (área vip): R$ 170
Onde comprar: Top Show (aqui)
07/03 – Chevrolet Hall, Belo Horizonte (Brasil)
Ingresso mais barato: R$ 120 (R$ 60 meia) – 1º Lote
Ingresso mais barato: R$ 180 (R$ 90 meia) – 4º e último lote
Ingresso mais caro (área premium): R$ 280
Onde comprar: T4F (aqui)
09/03 - Fundição Progresso, Rio de Janeiro (Brasil)
Ingresso mais barato: R$ 200 (R$ 100 meia) – 2º Lote (1º esgotado)
Ingresso mais caro (área premium): R$ 520 (R$ 260 meia) – 2º Lote (1º esgotado)
Onde comprar: Livepass (aqui)
11/03 – Espaço das Américas, São Paulo (Brasil)
Ingresso mais barato: R$ 200 (R$ 100 meia)
Ingresso mais caro (área premium): R$ 340 (R$ 170 meia) Esgotado
Onde comprar: Livepass (aqui)

Primeiras entradas vendidas para o show em Mendoza
Fevereiro 13, 2012 2 Comments
Cinco perguntas para Marcelo Jeneci

Fotos por Liliane Callegari
“Feito Pra Acabar”, o disco de estreia de Marcelo Jeneci, teve um lançamento em duas etapas: a primeira, via Natura Musica, em dezembro de 2010, o que permitiu que aqueles que ouvissem o álbum o recomendasse aos amigos, e o colocasse no topo do Melhores do Ano do Scream & Yell 2010: “Feito Pra Acabar” ficou a frente de “Efêmera”, de Tulipa Ruiz, por dois votos (40 a 38).
O pessoal do selo Som Livre Apresenta comprou a ideia e “relançou” o álbum em janeiro, o que fez com que Marcelo Jeneci aparecesse novamente em diversas listas de melhores do ano, e fosse elevado ao posto de Homem do Ano na categoria Música da eleição da revista GQ (leia aqui). No Scream & Yell, Marcelo Jeneci foi novamente campeão, mas desta vez no posto de Melhor Show Nacional de 2011 - que ele venceu novamente por dois votos, e desta vez, Criolo (veja aqui).
No papo rápido abaixo ele desmitifica o sucesso (“Eu gosto de ser popular”, conta), confessa que imaginava a boa repercussão do álbum e já começa a desenhar o sucessor. “Já estou trabalhando nele, compondo músicas”, adianta. Com vocês, Marcelo Jeneci.
Como foi 2011 para você?
Foi um ano de muito trabalho. Nos últimos quatro anos eu passei elaborando todos os detalhes da construção deste primeiro disco; as músicas, as construções melódicas, as letras. Eu fiquei três anos trabalhando nisso, gravei no começo do ano passado e lancei no começo deste ano. Então foi o primeiro ano em que experimentei os resultados do trabalho, espalhando e chegando para muita gente como eu queria que chegasse. Foi um ano de realização e de projetar o próximo passo. Passei um bom tempo fazendo shows em vários Estados do Brasil e, ao mesmo tempo, ficando feliz com as situações de destaque que acabam aparecendo. Foi um trabalho bastante sincero e verdadeiro para mim.
Você tinha expectativa desta recepção?
Expectativa a gente sempre tem. Confesso que, em vários momentos, eu ficava imaginando: “Seria legal ouvir essa música tocando na rádio, as pessoas cantando aquela outra…”. Eu ficava imaginando e me emocionava. Só não sabia de fato que as coisas iriam acontecer como estão acontecendo. Na maioria das vezes o mundo é injusto, mas nesse caso não tenho do que reclamar.
Como você se encaixa nesse momento da música brasileira?
Eu sou mais um em um momento muito fértil, muito bacana para quem está produzindo agora. A vida vai mostrando pra gente que ela segue um movimento espiral, cíclico, e algumas coisas vão se repetindo. Acho que a gente vive um período muito rico culturalmente, e não só na música, mas em várias áreas. O mundo começou a borbulhar e a arremessar coisas novas. Eu sinto que de uma hora para outra apareceram vários lugares para serem ocupados, e muitos artistas bons estão ocupando estes lugares.
E o próximo disco?
Eu tive 28 anos para fazer o primeiro disco, e o tempo será, com certeza, menor para o segundo disco. Eu já estou trabalhando nele, compondo músicas. Acho que começo a gravar no final do ano que vem.
E sobre a música na novela? Como você vê isso?
Para mim é natural. Cresci assistindo TV aberta. Sempre fui muito ligado a cultura popular e é dai que venho, (daí que) absorvi tudo isso. Quando comecei a fazer músicas, elas acabaram sendo encaminhadas para este tipo de lugar. Música na novela na voz da Vanessa da Mata, do Leonardo… Aos poucos fui percebendo uma triangulação, como se eu saísse de um lugar, fosse para outro, e tentasse devolver… tudo que eu faço sai com essa vontade de grande exposição, grandes massas, porque é dai que eu venho, é esse universo que absorvi muito. É a base do que faço. Eu gosto de ser popular. A maior vontade do compositor é de que a música dele seja escolhida pelas outras pessoas, que ela não seja só dele, mas dos outros também. Que as pessoas escolham aquilo pra si e cantem, se identifiquem. Acho que esse é o maior desejo do compositor. Não compartilho dessa visão negativa da exposição. Acho legal que você tenha um trabalho sincero, original. Prefiro as coisas que acontecem depois de existir do que as que existem antes de acontecer. Isso soa meio falso, meio mentiroso, e parece um planejamento comercial. Prefiro quando acontece naturalmente. Quando é assim, não tem quem não goste.
É algo natural…
Isso. Eu não penso nela. Acaba saindo nesse formato.

- Ao vivo em SP : Letuce e Marcelo Jeneci, por Mac (aqui)
- Jeneci e a não descartabilidade da música, por Ismael (aqui)
Fevereiro 6, 2012 3 Comments
Três shows: Apanhador, Wander e Karina

Foto: Liliane Callegari (veja outras fotos do show aqui)
Na quinta-feira, Baile de Verão da Agência Alavanca, e os gaúchos do Apanhador Só subiam ao palco do Studio SP para mostrar um impressionante amadurecimento. Abriram o show com duas canções novas (as ótimas “Torcicolo” e “Na Ponta dos Pés”) e um cuidado raro com os arranjos dos “velhos hits”. Uma bateria galopante introduziu “Um Rei e o Zé” enquanto “Jesus, O Padeiro e O Coveiro” teve ecos de rock de arena, dois grandes números da noite ao lado de “Prédio”, “Pouco Importa”, “Peixeiro”, “Nescafé” e “Maria Augusta”, pedida com ênfase pelo público no bis. Um grande show.
Na sexta foi a vez de Wander Wildner se apresentar no Inferno, exatamente um ano após o último show que havia visto dele, excelente, no Sesc Consolação. Desta vez, porém, o show musicalmente deficiente, desentrosado e desestrado, mas punk rock (e bêbado) em essência. Os hits se atropelaram – “Lonely Boy”, “Maverikão”, “Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te Amo”, “Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro”, “Um Bom Motivo”, “Adeus às Ilusões”, “Lugar do Caralho”, “Amigo Punk” e “Bebendo Vinho” (além de uma versão de “Passenger’, de Iggy Pop, que coloca a versão do Capital Inicial no chinelo) – e deixaram o público rouco, mas Wander pode mais.
No sábado, lançando seu ótimo segundo álbum, Karina Buhr fez e aconteceu em um show absurdo de sensacional no Auditório Ibirapuera. A sensação era de estar diante de Gal Costa circa 71, mas com dois Lanny Gordin no palco (os geniais Fernando Catatau e Edgard Scandurra) e uma banda coesa e entregue (com as belas intervenções de Guizado tocando a alma). Karina duelou com o microfone, rolou as escadas do palco, dançou no meio da galera que tomou as laterais do Auditório e cantou – de forma densa e tensa – canções de seus dois álbuns com destaque para “Guitarristas de Copacabana”, o chamego “Não Me Ame Tanto”, “Copo de Veneno” e os hits “Vira Pó”, “Eu Não Menti Pra Você”, “Ciranda do Incentivo” e “Plástico Bolha”. Um show raro e incandescente.
Fevereiro 6, 2012 No Comments
Ouça: É Para Meninos, B Fachada

Saiba mais sobre B Fachada aqui
Fevereiro 2, 2012 No Comments
Ouça Silver Box Song EP, do Blemish

Janeiro 16, 2012 No Comments
Morrissey no Chile e no Peru

Agora é oficial: o cantor Morrissey baixa na América do Sul para um show no festival chileno de Vinã del Mar completando o line-up do dia 24/02 (que já confirmou Daniel Munoz e Salvatore Adamo). Os ingressos já estão à venda e os preços vão de R$ 60 (16.800 pesos chilenos) a R$ 600 (169.800 pesos chilenos).
Morrissey ainda se apresenta no dia 26/02 na Arena Movistar de Santiago e 29/02 no Jockey Club de Lima, no Peru. Uma vinda ao Brasil já estava nos planos da XYZ desde novembro de 2011, quando a empresa anunciou o “cardápio” de artistas que pretendia trazer em 2012, porém a previsão era que essa vinda seria mais para o meio do ano.
Assim como os brasileiros, os argentinos aguardam a confirmação de uma data em Buenos Aires. É esperar e aguardar.
Ingressos à venda para o Festival Vina del Mar no site abaixo. Só clicar na imagem…
Leia também:
- Morrissey ao vivo no Benicàssim, 2008, por Marcelo Costa (aqui)
- Morrissey ao vivo em Buenos Aires, 2004, por Marcelo Costa (aqui)
- Morrissey ao vivo no Rio de Janeiro, 2000, por Gisele Fleury (aqui)
Janeiro 14, 2012 1 Comment
Line-up do Coachella 2012
Line-up nota 6,5… (se fosse só o segundo dia, nota 8,5). Concorda?
Saiba tudo sobre a edição 2011 do festival, por Marcelo Costa (aqui)
Janeiro 9, 2012 8 Comments
Os Pontos Negros em Abbey Road

por Pedro Salgado, de Lisboa
O terceiro disco de Os Pontos Negros tem edição marcada para Abril e será gravado entre 25 e 30 de Janeiro, nos estúdios Abbey Road, em Londres. A banda lisboeta está na fase final de composição, ensaiando regularmente e preparando a viagem a Inglaterra com base na velha química existente entre os seus integrantes. O álbum, ainda sem título, não terá mais de oito ou nove músicas e afasta-se da fórmula pop do trabalho anterior, enveredando por uma sonoridade e um conceito mais pesados. “Estamos fazendo um disco para portugueses e pensamos também um pouco no contexto daquilo que estamos vivendo hoje no país”, diz Jónatas Pires. Os fãs do grupo poderão acompanhar a viagem dos músicos a Londres e as gravações nos estúdios Abbey Road, através das actualizações e vídeos que o conjunto partilhará no Facebook e na sua página oficial (http://www.ospontosnegros.pt/). A banda ainda pretende disponibilizar no site oficial, para download gratuito, um EP com gravações ao vivo e remixagens, como forma de encerrar o ciclo de “Pequeno-Almoço Continental”.
Leia também: Entrevista com Os Pontos Negros, Outubro 2010 (aqui)
Janeiro 8, 2012 No Comments
Melhores de 2011 da SuperInteressante
Assim como em 2010, o pessoal do site da revista Superinteressante caprichou demais em seu especial do ano, imperdível, que desta vez reúne Lúcio Ribeiro (Popload), Renato Silveira (Cinema em Cena), Marcel Nadale (Mundo Estranho), Renan Frade (Judão) e Marcelo Hessel (Omelete), entre outros, além de todo o pessoal da Super e de mim: assino o texto “Música em 2012”. Leia aqui.
Ps. eu também participo da votação da Trama Virtual: aqui
Dezembro 22, 2011 No Comments









