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Category — Música

Scream & Yell Festivais: Coala Festival

Neste sábado em São Paulo acontece mais uma edição do excelente Coala Festival, um festival focado na nova música brasileira que vem crescendo ano a ano, e que em 2017 junta Aíla, Liniker, Emicida, Tulipa, Rincon Sapiencia e Caetano num dia inteiro de shows no Memorial da América Latina! Mais infos aqui.

agosto 11, 2017   No Comments

Dicas Scream & Yell: The Commitments

Para quem acompanha o Scream & Yell, essa é uma dica óbvia, pois já escrevi sobre esse filme de Alan Parker diversas vezes (inclusive aqui), mas nunca vou me cansar de indica-la porque, para mim, ele é o filme número 1 para quem quer “entender / saber / descobrir / ter ideia” do que é ter uma banda. Simples assim. Estão ali o vocalista que se acha o cara mais fodão do mundo por estar à frente do grupo, o músico problema que quer seguir seus instintos, as vocalistas sedutoras, o empresário marqueteiro e muito mais. Diversão garantida. E que trilha sonora espetacular!

Mais Dicas Scream & Yell

agosto 8, 2017   No Comments

Scream & Yell Discos: Jorge Mautner

O tema de nosso programa número 22 é Jorge Mautner, que teve sua carreira nos anos 80 reunida em um box imperdível do selo Discobertas!

agosto 7, 2017   No Comments

Scream & Yell Discos: Sete vinis

Para o Scream & Yell Discos 21 optei por selecionar sete vinis (na verdade, oito) que eu queria falar há muito tempo, e não conseguia encaixar uma pauta, material de gente bacana que acredita na cena independente, no vinil e, sobretudo, no poder da música. Assista acima!

agosto 5, 2017   No Comments

Dicas Scream & Yell: Beautiful Girls

O Afghan Whigs é uma das bandas prediletas aqui em casa. Essa trilha sonora, produzida em conjunto por Greg Dulli (vocalista do Afghan Whigs) com o diretor Ted Demme, é uma pérola, tal qual o filme, que acompanha um grupo de losers perdidos numa cidadezinha canadense. Belo filme, bela trilha.

agosto 1, 2017   No Comments

A programação do Jazz na Fábrica 2017

Agosto é o mês do já tradicional festival Jazz na Fábrica, que acontece no Sesc Pompeia. Neste ano, a sétima edição do festival reúne 17 atrações nacionais e internacionais de oito países: África do Sul, Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Gana, Israel e Moçambique. Confira abaixo a programação completa e fique atento a abertura das vendas de ingressos:

  • Venda online a partir de 03/08, quinta-feira, às 15h. Aqui!
  • Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 04/08, sexta-feira, às 17h.

Eddie Allen (Estados Unidos)
21h30 dos dias 10, 11 e 12/08 (quinta, sexta e sábado)
O trompetista de Milwaukee, Winsconsin, foi influenciado fortemente pelo estilo da conhecida Associação para o Avanço de Músicos Criativos de Chicago (AACM), que se destaca por seu comprometimento a formar novos músicos para a cena moderna. Em 1981, Allen se mudou para Nova York e, nesse período, buscou aprimorar suas habilidades de improvisação. Foi também na década de oitenta que começou sua produção ao lado de nomes já consagrados da cena jazzística, como Art Blakey, Dizzy Gillespie, Randy Weston e Max Roach. Além das improvisações do free jazz, o trompetista traz em suas composições segmentos do blues, também trabalhando com o R&B e o rock. Para o Jazz na Fábrica, Allen traz um repertório baseado em seu álbum “Push” (2014) e é acompanhado de um septeto.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00
Capacidade: 500 pessoas

Nenê Trio (Brasil) + Itamar Borochov (Israel)
21h do dia 11 de agosto (sexta)
Realcino Lima Filho, o Nenê, nasceu em Porto Alegre, mas viveu na França por 12 anos. Em sua estadia na Europa, apresentou seu projeto Ritmos do Brasil em quatro países: França, Dinamarca, Alemanha e Suíça. Tocou ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Pau Brasil, Paulo Moura, Egberto Gismonti e Stan Getz; além de ter acompanhado artistas como Milton Nascimento, Elis, Gal, Caetano, Bethânia, Gil e Ângela Maria. Nenê lança, no Jazz na Fábrica, seu álbum “Verão”.

Itamar Borochov mescla em suas composições elementos rítmicos de diversos locais, porém mantém suas raízes pessoais iraquianas, resultando em afinidade pela sensibilidade musical árabe e pan-africana. Depois de trabalhar ao lado de artistas como Curtis Fuller e Candido Camero, lançou dois discos, “Outset” (2014) e “Boomerang” (2016), que terão seus repertórios apresentados no Jazz na Fábrica.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 356 pessoas

Hermeto Pascoal e Grupo (Brasil)
12/08, 21h (sábado)
13/08, 18h (domingo)
O show no Jazz na Fábrica marca o lançamento do álbum “No Mundo dos Sons”, pelo Selo Sesc. O multi-instrumentista conta com mais de 20 CDs lançados e é um dos maiores nomes da música instrumental do Brasil, sendo reconhecido por sua musicalidade tanto nacional como internacionalmente.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 700 pessoas

Jazzmin’s (Brasil)
Às 16h do dia 13/08 (domingo)
A big band é formada por Paula Valente (sax e flauta), Lis de Carvalho (piano), Lilian Carmona (bateria), Gê Cortes (baixo), Marta Ozzetti (flauta), Renata Montanari (guitarra), Laís Marina Francischinelli e Fabrícia Medeiros (clarinete), Beatriz Pacheco, Taís Cavalcanti e Mayara Almeida (saxofone), Estefane Santos e Grazi Pizani (trompete), Kelly Vasconcelos (trompa), Joyce Peixoto Pasti e Sheila Batista (trombone), Glaucia Vidal (vibrafone). Elas apresentam um repertório totalmente dedicado à música popular, porém com arranjos de jazz.

Local: Deck. Livre.
Gratuito!

Globe Unity Orchestra (Alemanha)
Às 21h dos dias 17 e 18/08 (quinta e sexta)
O conjunto de free jazz fez sua estreia no Festival de Jazz de Berlim, em 1966. A apresentação combinou o quarteto do multi-instrumentista Gunter Hampel com o quinteto do trompetista Manfred Schoof e o trio do clarinetista e saxofonista Peter Brötzmann.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00. Capacidade: 700 pessoas

Thundercat (Estados Unidos)
Às 21h30 dos dias 17 e 18/08 (quinta e sexta)
Stephen “Thundercat” Bruner exibe a fusão do jazz, soul, funk e hip-hop, aspectos que se destacaram e formaram uma identidade própria na cena musical contemporânea jazzística. De 2002 a 2011, foi baixista da banda Suicidal Tendencies. Trabalhou com a cantora texana Erykah Badu nos álbuns “New Amerykah Part One (4th World War)”, de 2008, e “New Amerykah Part Two (Return of the Ankh)”, de 2010. Está em carreira solo desde 2015 e lançou em fevereiro deste ano seu terceiro álbum, “Drunk”, com 23 faixas autorais.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00.
Capacidade: 800 pessoas

Abdullah Ibrahim (África do Sul)
19/08, às 21h (sábado)
20/08, às 18h (domingo)
Nascido em 1934 como Adolphus Brand, o pioneiro da cena jazzística sul-africana se converteu ao islamismo em 1968, mudando seu nome para o qual é conhecido hoje, Abdullah Ibrahim. O compositor, pianista e saxofonista mudou-se para a Suíça nos anos 1960 para fugir do apartheid. Lá, conheceu o pianista e compositor americano Duke Ellington, que tornou-se uma das grandes influência do sul-africano e foi o responsável por leva-lo aos Estados Unidos. Em 1965, participaram juntos do famoso Newport Jazz Festival. Foi em 1976 que lançou seu primeiro álbum, “Banyana”, e de lá para cá se consagrou como um dos grandes nomes do jazz contemporâneo.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00.
Capacidade: 700 pessoas

Jimmy Dludlu (Moçambique)
Às 21h30 do dia 19 de agosto (sábado)
Nascido na cidade de Maputo, em Moçambique, Jimmy Dludlu começou a tocar guitarra aos 13 anos, sendo influenciado pelo jazz e pela música africana. Nos anos 1980, começou sua carreira profissional tocando com músicos de países como Suazilândia, Gana e Bostwana. Foi na década de 1990 que se tornou um músico de estúdio e se tornou líder da banda Loading Zone, que realizou turnês com ícones da música sul-africana, como Miriam Makeba e Papa Wemba. Dludlu traz nove álbuns em sua discografia, incluindo seu mais recente trabalho, “In The Groove” (2016), que terá seu repertório apresentado no Jazz na Fábrica.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 800 pessoas

Emiliano Sampaio e Soundscape Big Band (Brasil)
Às 16h do dia 20/08
Emiliano e Junior Galante, líder da Soundscape Big Band, são colegas de longa data, já tocaram juntos em outros projetos e têm uma relação próxima com a Europa. Sampaio se mudou para a Áustria em 2012 e, neste período, lançou quatro discos dedicados à música instrumental.
A Soundscape Big Band une a linguagem da música contemporânea ao jazz, à música brasileira e à música clássica. É reverenciada como uma das mais relevantes bandas brasileiras do gênero. Para o Jazz na Fábrica, Emiliano rege, pela primeira vez, a Soundscape Big Band.

Local: Deck. Livre.
Gratuito!

Amaro Freitas (Brasil) + Hadar Noiberg (Israel)
Às 21h do dia 24 de agosto (quinta)
O pianista e compositor Amaro Freitas apresenta, acompanhado de seu trio, o concerto “Sangue Negro” – título de seu álbum de estreia, lançado em 2016, que conta com músicas de sua autoria e obras de compositores já consagrados da MPB, como Dominguinhos, Tom Jobim e Pixinguinha.

Hadar Noiberg, neste show, é acompanhada por Tal Mashiach no baixo e Daniel Dor na bateria. Seu repertório conta com canções de seu álbum “From the Ground Up” (2015), seu segundo álbum. O disco marca a carreira de Noiberg como líder de banda e apresenta suas composições para seu trio.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 700 pessoas

Roy Hargrove (Estados Unidos)
Às 21h30 dos dias 24 e 25 de agosto (Quinta e Sexta)
Além de seu projeto solo, o trompetista texano lidera três grupos: RH Factor, Roy Hargrove Quintet e Roy Hargrove Big Band. Além do protagonista, a sonoridade da banda é formada por piano, baixo, bateria e sax. No Jazz na Fábrica, Roy recebe a participação especial da cantora italiana Roberta Gambarini, com quem mantém parceria há uma década.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00.
Capacidade: 500 pessoas

Chicuelo-Mezquida (Espanha)
Às 21h do dia 25 de agosto (Sexta-feira)
Juan “Chicuelo” Gómez é ganhador de um prêmio Goya e, além de sua carreira como solista, faz parcerias em trio com os cantores flamencos Miguel Poveda e Duquende. É considerado como um dos poucos guitarristas a conseguir ampliar o flamenco de forma influente. Marco Mezquida traz um pianismo que se enriquece com a diversidade musical. Sua sonoridade é marcada pela autenticidade e sua dedicação à música.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00.
Capacidade: 700 pessoas

Annette Peacock (Estados Unidos)
26/08, 21h, sábado
27/08, 18h, domingo
Além de uma das cantoras americanas de jazz de maior destaque, a nova-iorquina é compositora, arranjadora, musicista e escritora. Nascida em 1941 no Brooklyn, Peacock já lançou 12 álbuns e apresenta-se no formato piano e voz, focando seu repertório em seus principais discos, como “I’m The One” (1972), “X Dreams” (1978) e “The Perfect Release” (1979).

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00.
Capacidade: 700 pessoas

Debo Band (Estados Unidos)
26/08, às 21h30 (sábado)
27/08, às 19h30 (domingo)
O grupo está na ativa desde 2006 e traz uma mistura de ritmos tradicionais, jazz e soul com uma pegada mais funky. A big band concebida em Boston (EUA) é liderada pelo saxofonista e etnomusicólogo Danny Mekonnen, artista de origem etíope nascido no Sudão e criado nos Estados Unidos, e pelo franco-etíope Bruck Tesfaye, cujo vocal em amharic (uma das línguas faladas na Etiópia) faz um contraponto psicodélico hipnótico com os metais estridentes da seção de sopros e a guitarra, numa sonoridade que atualiza as influências de seus conterrâneos.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00. C
Capacidade: 800 pessoas

Pat Thomas (Gana)
Às 17h do dia 27/08
Pat Thomas nasceu em 1951 em uma família de músicos, o que o fez ter um contato com a música desde sempre. Ao longo de sua carreira, fez parte de diversas bandas de funk, afrobeat e afropop, como a Satellites, em 1973, e Sweet Beans, em 1974. Ganhou o prêmio Voz de Ouro da África oito anos depois da formação da segunda banda, tornando-se um grande percursor do estilo highlife. Em 2015, lançou o álbum “Pat Thomas & Kwashibu Area Band” junto de um sexteto liderado pelo multi-instrumentista Kwame Yeboah. O trabalho ganhou atenção mundial em sua apresentação na conferência Womex, em Budapeste, no ano passado.

Local: Deck. Livre.
Gratuito!

Serviço: Jazz na Fábrica
De 10 a 27 de agosto de 2017, quinta a domingo
Locais: Comedoria, Teatro e Deck

Venda online a partir de 3 de agosto, quinta-feira, às 15h (aqui)
Venda presencial nas unidades a partir de 4, sexta-feira, às 17h.

 

julho 31, 2017   No Comments

Respeitem (e celebrem) Ringo Starr

julho 31, 2017   No Comments

Scream & Yell Discos: Manics

O programa número 20 da série Scream & Yell Discos lança luz sobre uma das bandas do coração aqui em casa, a galesa Manic Street Preachers. Assista acima!

julho 30, 2017   No Comments

Scream & Yell Festivais: Øya Festival

Inaugurando mais uma seção dos Scream & Yell Vídeos, esta agora focada em festivais! Para abrir, um festival enorme que acontece em Oslo, na Noruega, e que é excelente. Øya Festival!

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Dicas Scream & Yell: Colin Meloy

Colin Meloy, líder dos Decemberists, costuma lançar EPs especiais em sua carreira solo homenageando outros artistas. Já é clássico o primeiro disco ele que ele revista canções de Morrissey e, neste último lançamento, o foco foi The Kinks!

julho 26, 2017   No Comments