Blog do Editor do Scream & Yell
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Posts from — Junho 2011

Trailer do documentário Cerveja Falada

“Diga lá Marcelo, estava conferindo no teu blog os posts sobre cerveja – quem escreve é o Demétrio da banda Repolho. Fizemos um doc recentemente, ‘Cerveja Falada’, sobre um cervejeiro de SC, Canoinhas, em que a vida foi toda ela voltada para a produção artesanal de cerveja. Segue o trailer:”

Junho 30, 2011   No Comments

Três Filmes: Cry Baby, Empire Records e 1972

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“Cry Baby”, John Waters (1990)
Em 1988, após sete anos sem filmar, o mestre de filmes trash John Waters havia parido um pequeno sucesso, “Hairspray”, e ganho carta branca para seu novo filme, mas não facilitou: bolou um musical adolescente de trilha sonora impecável para sacanear “Grease”, estrelado por John Travolta em 1977. A história se passa na Baltimore (como todas as histórias do cineasta) dos anos 50 e mostra uma gangue arruaceira liderada por Cry Baby (Johnny Depp), um órfão que foi criado pelos tios – Susan Tyrrell e Iggy Pop (ins)piradissimos – e que traz nas veias o sangue do rock and roll (dos anos 50), babe. Ele se apaixona por uma das meninas certinhas, vai parar na cadeia após levá-la para um show de rock (em que, claro, ele era a estrela) que acaba em confusão, mas não desiste do amor da garota. John Waters obviamente exagera na caricatura (não à toa, o filme fracassou nos cinemas), mas cria um contraponto impagável para o viés romantizado com que o cinema sempre olhou os fifties. O romance em “Cry Baby” é docemente trash (até a deusa pornô Traci Lords marca presença).

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“Empire Records”, Allan Moyle (1995)
O ponto de partida desta comédia adolescente (que no Brasil recebeu o péssimo nome de “Sexo, Rock e Confusão”) é bastante interessante: uma loja de discos independente está prestes a ser comprada por uma grande rede que a transformará em uma megastore asséptica. Para tentar evitar que isso ocorra (e salvar o emprego dos amigos), um dos subgerentes da loja, o jovem Lucas (Rory Cochrane), arrisca toda a economia do chefão apostando a grana (9 mil dólares) em um cassino e… perde tudo. Muita gente faria um filme legal a partir disso, mas o diretor canadense Allan Moyle e a roteirista Carol Heikkinen não só desperdiçam uma boa premissa como também um elenco adolescente promissor (liderado por uma Renée Zellweger gatissima fase “Um Amor e Uma 45” e uma Liv Tyler encantadora pré “Beleza Roubada”) filmando um amontoado de clichês adolescentes que honram o lema: ser jovem é ser idiota. Evite o filme, mas ouça a trilha com Gin Blossoms (a linda “Til I Hear It from You”), Edwyn Collins (”A Girl Like You”) e Evan Dando (a cover do Big Star “The Ballad of El Goodo”).

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“1972”, José Emilio Rondeau (2006)
Editor da revista Bizz quando ela nasceu em 1985, produtor de discos (Legião Urbana, Camisa de Vênus, Picassos Falsos) e diretor de diversos clipes, a estreia de José Emilio Rondeau no cinema (com sua mulher, Ana Maria Bahiana, de sombra) é um exemplo de ideia bacana que tropeça na execução. A história (com pinceladas autobiográficas) foca um romance adolescente que nasce no meio do embate entre a PM e os fãs de rock que foram assistir ao filme “Gimme Shelter” no cinema Ópera, no Rio, em meio à ditadura. Ela é jornalista (Júlia, interpretada por Dandara Guerra, vai trabalhar como secretária na revista de música A Pedra do Mal – o primeiro emprego de Ana Maria Bahiana na encarnação “pirata” da revista Rolling Stone em 1972, leia aqui). Ele tem uma banda (Snoopy, papel de Rafael Rocha, que parece ler os diálogos). O casal de protagonistas não consegue causar empatia e tampouco soa natural em cena fragilizando ainda mais a fórmula tradicional de comédia romântica seguida pelo roteiro. As referências até tornam a história simpática, mas “1972” sofre de falta de ritmo, tensão e empolgação. Um acerto: a bela trilha sonora com A Bolha, Os Brazões, Novos Baianos e outros.

Junho 30, 2011   3 Comments

Opinião do Consumidor: Bock Damm

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A cervejaria catalã DAMM é uma das três maiores fabricantes de cerveja espanholas (as outras duas, a saber, são a Heineken e a San Miguel/Mahou) e desde 1876 distribui para os botecos espanhóis nomes como a famosa Estrella Damm (naquela época, Estrella de Ouro), a Xibeca, a poderosa Voll-Damm Doble Malta e esta boa Bock Damm, cujo rótulo atual homenageia o rótulo de sua primeira versão – datada de 1888.

Apesar do nome, a Bock Damm está muito mais para uma Dunkel de Munique (seu sobrenome, inclusive) do que para uma Bock tradicional. A diferença começa pela cor negra (contra o avermelhado da bock). No aroma, presença suave de malte tostado, café e caramelo, que se replicam no paladar, que começa amargo no primeiro toque na língua (café é a primeira lembrança) até tornar-se adocicado e finalizar levemente amargo.

Bem gostosa e leve, a Bock Damm não prima pela complexidade, mas se porta muito bem no copo. É o tipo de cerveja que, caso fosse brasileira, teria um bom mercado a se explorar. Porém, sendo espanhola e chegando ao Brasil entre R$ 8 e R$ 12 a garrafinha (bonita) de 250 ml fica difícil. Mesmo assim, apesar da falta de personalidade, eis uma boa pedida para se procurar em terras catalãs.

Teste de Qualidade: Bock Damm
- Produto: Dunkel Munick
- Nacionalidade: Espanha
- Graduação alcoólica: 5,4%
- Nota: 2,98/5

Veja também:
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
- Top 10 Cervejas Européias, Viagem 2008, por Marcelo Costa (aqui)
- Voll-Damm, Reina Sofia e Thyssen-Bornemisza em Madri (aqui)

Junho 28, 2011   No Comments

Download: a estreia do Humanish

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Baixe gratuitamente o álbum de estreia do Humanish, banda que conta com 3/4 do Terminal Guadalupe (o guitarrista Allan Yokohama, o baterista Fabiano Ferronato e o baixista Marano - aqui também na voz) mais Igor Ribeiro (sintetizadores e sax).”Humanish” foi produzido por Carlos Trilha e o download pode ser feito direto no site da banda. :P

http://www.humanish.com.br/

Junho 27, 2011   1 Comment

Três Filmes: Hiroshima, Nova York, Los Angeles

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“Hiroshima, Meu Amor”, Alain Resnais (1959)
O diretor francês Alain Resnais já tinha mais de 20 documentários no currículo quando foi escalado para fazer um curta sobre a bomba atômica. O holocausto já havia sido tema de um curta seu (“Nouit et Brouillard”, de 1955), e Resnais não queria repetir a temática. Auxiliado pela escritora Marguerite Duras, que assinou o roteiro, Resnais decidiu filmar seu primeiro longa-metragem, uma obra prima estilística que se tornou o precursor da Nouvelle Vague, foi indicado ao Oscar na categoria Roteiro e saiu com o prêmio da crítica em Cannes. Tendo uma Hiroshima devastada como pano de fundo (14 anos depois da bomba atômica), Resnais conta a saga de um casal que acabou de se conhecer, se apaixonou, e tem que se separar. Ela (a estreante no cinema Emmanuelle Riva) é uma atriz francesa. Ele (Eiji Okada) é um arquiteto japonês. O romance é impossível (ambos são casados e ela precisa voltar para Paris), e o amor… esquecível. Será? Resnais debate tempo, memória e esquecimento de forma absolutamente esplendorosa auxiliado pela fotografia sublime de Sacha Vierny. “Reparou como notamos as coisas que desejamos notar?”, diz um personagem em certo momento da trama. Pense nisso.

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“Um Dia de Cão”, Sidney Lumet (1975)
Na época, começo dos anos 70, Al Pacino estava em alta após atuações consagradoras que lhe renderam indicações ao Oscar – “O Poderoso Chefão: I e II” (1972 e 1974) e “Serpico” (1974) – e poucos atores no mundo colocariam a carreira a prova vivendo um personagem gay em uma grande produção, mas não estamos falando de um ator qualquer. Al Pacino deu alma à Sonny, um homem que entra com dois amigos em um banco no Brooklyn, Nova York, para fazer um assalto motivado pelo desejo de arranjar grana para que o namorado fizesse uma operação de mudança de sexo e passa as próximas 12 horas negociando com a polícia uma maneira de deixar o banco sem matar nenhum dos oito reféns que estão com ele. “Dog Day Afternoon” é um drama policial que em vários momentos resvala na comédia (impossível descrever algumas cenas desconcertantes e sensacionais do filme) e deu a Al Pacino sua quarta indicação ao Oscar seguida (entre as seis indicações que o filme arrebatou, tendo levado apenas Melhor Roteiro num ano que “Um Estranho no Ninho”, com Jack Nicholson, ganhou quase tudo na premiação). Ainda assim, absolutamente clássico.

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“13º Andar”, Josef Rusnak (1999)
Dois meses após o primeiro “Matrix” estrear ganhando milhões de dólares chegava aos cinemas outro interessante filme de ficção cientifica que jogava poeira no ventilador da realidade. Josef Rusnak não teve a mesma sorte nas bilheterias que os irmãos Wachowski, mas merecia. Inspirado no livro “Simulacron-3” (1964), de Daniel F. Galouye, e na segunda parte do filme televisivo “Welt am Draht” (1973), de Rainer Fassbinder, “The Thirteenth Floor” é focado em Douglas Hall (Craig Bierko), um jovem talento de informática que trabalha com Hannon Fuller (Armin Mueller-Stahl) em um projeto que recria realidades simuladas. O ponto de partida é simples: uma cidade é recriada em um computador (no caso, a Los Angeles de 1937 – a história se passa em 1990) nos mínimos detalhes. As pessoas da realidade simulada são abastecidas com informações e sentimentos e, como num jogo, Hannon e Douglas transportam-se para a realidade virtual interagindo (até sexualmente) com os personagens como se tudo fosse real. A grande questão: será que tudo é realidade simulada? Não? Quem garante? Um belo filme para ver e pensar.

Junho 26, 2011   5 Comments

Trilhas Sonoras de Amor Perdidas

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Separando DVDs para um feriado desconectado: “Cinema Paradiso”, “Cry Baby”, “Um Dia de Cão”, “A Família Savage”, “Hiroshima Mon Amour”, “1972″ e “Abril Despedaçado”. Se eu conseguir assistir a três destes sete filmes já me dou por satisfeito.

Também já garanti a nova peça da Sutil Cia de Teatro, “Trilhas Sonoras de Amor Perdidas”. Como eles não conseguiram renovar os direitos autorais de “A Vida é Cheia de Som e Fúria” (inspirada em “Alta Fidelidade”, de Nick Hornby), decidiram montar uma peça nova. O Marco Tomazzoni entrevistou o Felipe Hirsh. Leia aqui.

A exibição de “Trilhas Sonoras de Amor Perdidas” integra uma mini-mostra da Sutil no Sesc Belenzinho, em São Paulo, que inclui ainda “Thom Pain / Lady Gray” (que eu ainda não assisti) e “Não Sobre Amor”, que vi duas vezes e veria a terceira se as novas apresentações agendadas não tivessem esgotadas (ao menos as sessões de sábado e domingo). Fico feliz demais com o sucesso da peça. A Sutil merece.

“Trilhas Sonoras de Amor Perdidas” fica em cartaz até 31 de julho. O esquema lembra muito o de “Alta Fidelidade”: três horas de peça com um intervalo de quinze minutos e muita música. Na foto que abre o post, Guilherme Weber segura o icônico “Horses”, de Patti Smith. Em termos de cultura pop a Sutil é imbatível no teatro. Tente ver.

“Trilhas Sonoras de Amor Perdidas”
De 18/06 a 31/07
Sábados, às 20h; domingos, às 18h
Duração: 3h, com intervalo de 15 minutos

“Thom Pain / Lady Gray”
De 23/06 a 07/07
Quintas, às 21h (no feriado do dia 23, a sessão será às 18h)
Duração: 2h com intervalo de 15 minutos

“Não Sobre o Amor”
De 15/07 a 31/07
Sextas e sábados, às 21h30; domingos, às 18h30

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Leia também:
- “Não Sobre Amor”, uma peça cruel e lírica (aqui)
- Guilherme Weber fala sobre “Avenida Dropsie” (aqui)
- Guilherme Weber fala sobre A Vida é Cheia de Som e Fúria (aqui)
- “Nostalgia”, uma encantadora peça de teatro pop (aqui)

Junho 22, 2011   No Comments

Download: Cicero e Driving Music

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O Driving Music, que já liberado alguns EPs bacanas no ano passado, agora lança seu primeiro disco. Baixe “Comic Sans” gratuitamente no site oficial da banda: http://driving-music.net/home/

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Um dos nomes bastante comentados da cena carioca atual, o compositor Cícerlo Lins liberou seu álbum “Canções de Apartamento” para download gratuito no Facebook. Baixeo disco: http://www.cicero.net.br/

Junho 22, 2011   3 Comments

O primeiro clipe da Top Surprise

Junho 21, 2011   1 Comment

Cinco fotos: Nova York

Clique na imagem se quiser vê-la maior

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The empty bank

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Solomon

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Os carros

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The yellow bank

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Noite

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

Junho 21, 2011   No Comments

Um bate papo com o fotógrafo Rankin

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O britânico Rankin não só é um dos maiores fotógrafos de moda do mundo. Ao abandonar o curso de contabilidade, aos 21 anos (em 1987), para dedicar-se a fotografia, Rankin começava a trilhar um caminho que o levaria a fotografar não só grandes estrelas de Hollywood como também criar, junto ao amigo Jefferson Hack, a revista Dazed & Confused.

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O fotógrafo Rankin foi convidado pelo projeto Swatch MTV Playground (#MTVPlayground) para falar de Moda, Tecnologia e Fotografia. No site do projeto você pode conferir o britânico dizendo que “a fotografia digital é o futuro” (aqui), conta que nunca ficou à vontade com o assunto “moda” (aqui) e diz que, se você se preocupar demais com o trabalho dos outros, acabará se tornando uma pessoa chata (aqui).

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Neste vídeo liberado pela Swatch MTV Playground com exclusividade para o Scream & Yell, Rankin defende um caminho básico, mas que por comodismo, medo ou obrigação muitos acabam não conseguindo trilhar: “O principal para alguém que trabalhe de forma criativa é gostar plenamente do que se faz diariamente”. Assista.

Leia também:
-Alex Noble e suas criações para Lady Gaga (aqui)
-Tendências da moda segundo Fred Butler (aqui)

Na segunda foto, Pete Doherty. Na terceira, Eva Green

Junho 20, 2011   No Comments

Três filmes: Maridos, Esposas e Marijuana

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“Maridos e Esposas”, Woody Allen (1992)
“’Maridos e Esposas’ foi um filme que eu queria que fosse feio. Não queria que nada combinasse, ou fosse refinado, ou bem montado. Queria um filme desagradável de assistir”, diz o cineasta em um dos trechos de “Conversas com Woody Allen”, livro essencial de Eric Lax. Porém, ao mesmo tempo em que diz isso, Woody inclui “Maridos e Esposas” em um Top 5 pessoal (ao lado de “A Rosa Púrpura do Cairo”, “Match Point”, “Tiros na Broadway” e “Zelig”) demonstrando seu apreço pela obra e renegando “Annie Hall” e “Manhattan” (que marcaram sua persona para 90% do público – algo que ele parece odiar). Em uma coisa ele está certo: “Maridos e Esposas” é desagradável. A câmera em constante movimento tentando flagrar conversas que se sobrepõe incomoda e atrapalha a leitura de um filme em que a forma está à frente do conteúdo (assim como seu filme imediatamente anterior, o bonito e vazio “Neblina e Sombras”). Um bom exercício para a paciência e também um filme excelente para quem acredita que uma das funções do cinema é provocar o espectador.

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“Uma Aventura em Martinica”, Howard Wawks (1944)
Em 1944, o terceiro casamento de Humphrey Bogart não ia lá bem das pernas e bastou encontrar a jovem Lauren Bacall (25 anos mais nova) no set de “Uma Aventura em Martinica” para que uma nova paixão florescesse. Bogart e Bacall casaram-se em 1945 e tiveram um casamento feliz, e “Uma Aventura em Martinica” tem seu lugar na história muito mais pelo encontro dos dois do que pelas qualidades do filme, que reuniu um timaço nos créditos (Hemingway, autor do livro “To Have and Have Not”, base para o roteiro assinado por Jules Furthman e William Faulkner, mais Wawks e Bogart), mas não conseguiu deixar de ser um “Casablanca 2”. O Rick de “Casablanca” aqui se chama Harry. Ele não tem um bar, mas um barco, no entanto mora em um hotel e passa quase todo o tempo no bar comandando a ação que, por fim, concentra-se em ajudar um casal francês a escapar da perseguição nazista. Bacall se mostrou um furacão em cena, ganhou mais espaço na trama e atropelou Dolores Moran, que deveria ser a Ingrid Bergman da vez, mas teve seu papel reduzido. Para assistir e comparar.

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“Quebrando o Tabu“, de Fernando Grostein Andrade (2011)
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é o personagem ancora de “Quebrando o Tabu“, documentário em que Fernando Grostein Andrade (irmão de Luciano Huck) lança luz sobre a política de combate às drogas no Brasil através de exemplos ao redor do mundo. Ok, Fernando Henrique Cardoso poderia ter lutado para mudar a legislação quando era presidente? Podia, mas não o fez. Ele mesmo assume a culpa em uma das cenas do documentário, que peca pelo tratamento publicitário de imagem, som e roteiro (trilhas descoladas e pretensas frases de efeito que funcionam com margarina ou carro, mas não com cinema) assim como avança demais em vários pontos da discussão sem conseguir amarrar tudo no final, mas ainda assim é um grande passo para se discutir o tema espinhoso da descriminalização das drogas. Legalização, no mundo imperfeito que vivemos, talvez fosse uma utopia, embora os passos dados por Portugal, Espanha, Suíça e Holanda precisem ser estudados e, verificados sua eficácia, colocados em prática. FHC talvez não fosse a pessoa indicada para divulgar e ampliar essa discussão, mas está de parabéns pela iniciativa. Antes ele do que ninguém.

Leia também:
- “Neblinas e Sombras” (”Shadows and Fog”), Woody Allen (aqui)

Junho 20, 2011   No Comments

Bowie & Friends - 50th Birthday Concert

Junho 19, 2011   No Comments

O drink preferido de Toulouse-Lautrec

 

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Henri Toulouse-Lautrec foi um sensacional pintor pós-impressionista conhecido por pintar (e curtir) a vida boêmia de Paris do final do século XIX (não devia sair do Moulin Rouge).

Toulouse-Lautrec “faz” uma ponta no novo filme de Woody Allen, “Meia Noite em Paris”, e é responsável pela criação de um coquetel explosivo chamado carinhosamente de… Terremoto (“Tremblement de Terre” em francês, “Earthquake” se você quiser bebe-lo nos Estados Unidos).

O Tremblement de Terre é bem simples de fazer: ao contrário da foto, pegue uma taça de vinho (mas se não tiver, ok) e junte três doses de Absinto com três doses de conhaque. Acrescente gelo a gosto (ou então bata a mistura mais o gelo em uma coqueteleira). E prepare-se: o mundo vai tremer.

Leia também:
- O dry martini, por Luis Bunuel (aqui)
- “O bar é um exercício de solidão”, por Luis Buñuel (aqui)
- “Meia Noite em Paris”, de Woody Allen, por Mac (aqui)

Junho 18, 2011   1 Comment

Do You Love Me Like I Love You

Junho 18, 2011   No Comments

Opinião do Consumidor: Göttlich Divina!

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Elaborada pelo mestre cervejeiro Leonardo Botto (associado fundador e atual Presidente da ACervA Carioca - Associação de Cervejeiros Artesanais Cariocas), as Göttlich Divina! Pilsen e Weiss nasceram após uma visita ao Monastério de Weihenstephan, em 2007 (casa de uma das melhores Weiss do mundo, a Weihenstephaner). A visita rendeu a exportação dos lúpulos e leveduras Weihenstephan e Hallertäu, da Alemanha e Saaz, da República Tcheca, que aqui encontram o Tropical Guaraná da Amazônia em uma receita bastante particular.

Na versão pilsen da Göttlich Divina!, o aroma é marcado pela presença de lúpulo floral e malte encobrindo o tão esperado guaraná, que fica na retaguarda meio que causando um charme. Na boca, no entanto, o guaraná se faz muito mais presente (ainda que discreto – a intenção pelo jeito não era fazer uma cerveja doce, mas sim uma pilsen aromática e um tiquinho adocicada), principalmente no primeiro toque na língua, adocicado (com lembrança de mel). O amargor aparece no final marcando o céu da boca e a garganta. Muito boa.

Já na versão Weiss, o aroma é totalmente ocupado pelo tom de banana (escondendo o guaraná), característica básica de uma boa Weiss (aqui reforçada pela valorização do fermento Weihenstephan). No paladar, altamente refrescante, a banana se acentua ainda mais e o conjunto se torna mais adocicado do que o de uma Weiss comum. O guaraná desaparece no conjunto e surge discretamente no final – mas é o responsável pelo delicioso dulçor da cerveja e também por deixa-la bem mais encorpada que uma Weiss tradicional.

As duas Göttlich Divina! estão sendo fabricadas pelo Opa Bier e distribuídas pela On Trade. Os preços variam entre R$ 13 e R$ 15 (a garrafa de 600 ml) e ambas são ótimas cervejas que podem surpreender na mesa. A presença do guaraná é delicada e acentua qualidades nas duas versões. Vale muito experimentar.

Teste de Qualidade: Göttlich Divina! Pilsen
- Produto: Pilsen
- Nacionalidade: Brasil
- Graduação alcoólica: 5,5%
- Nota: 3,19/5

Teste de Qualidade: Göttlich Divina! Weiss
- Produto: Weiss
- Nacionalidade: Brasil
- Graduação alcoólica: 5,8%
- Nota: 3,20/5

Veja também:
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
- Weihenstephan, a cervejaria mais antiga do mundo (aqui)

Junho 17, 2011   No Comments

Três Filmes: Travestis, Sereias e Raparigas

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“Se Beber Não Case 2”, Todd Phillips (2011)
“The Hangover” (na Espanha, “Ressacon”, no Brasil, “Se Beber Não Case”) passou como um furacão pelos cinemas no final de 2009 engordando a conta corrente da Warner Bros. Custou 35 milhões de doletas e faturou quase 500 milhões no mundo todo. Bola cantada para uma sequencia. Porém, nem o mais desligado fã de comédia hollywoodiana iria esperar que Todd Phillips e companhia copiassem a fórmula do primeiro filme tintin por tintin. E quer saber: ainda assim “The Hangover 2” funciona. Muda-se o cenário (sai Las Vegas entra Bangkok), mas as piadas masculinas continuam exageradamente cômicas. A química do trio Bradley Cooper (Phil), Zach Galifianakis (Alan) e Ed Helms (Stu) rende outro grande filme, que perde em impacto pelo fator novidade, mas ainda faz rir – e muito. Agora é esperar o terceiro…

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“Piratas do Caribe 4”, Rob Marshall (2011)
A máquina de fazer dinheiro não tem folga. Quatro anos após o bom “Piratas do Caribe - No Fim do Mundo” surge este “Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas”, talvez o mais fraco filme da saga de Jack Sparrow. Desta vez, Johnny Depp se vê às voltas com sereias belíssimas, um antigo romance (Penélope Cruz subaproveitada) e os mesmos desafios de sempre, desta vez com foco na busca por uma fonte da juventude. Johnny Depp mais uma vez brilha como um dos piratas mais sacanas dos mares (deve surgir em breve alguma história em quadrinhos pornô nos moldes da que surgiu no embalo do primeiro filme), mas o filme não emociona, não impressiona, não conquista. É só um passatempo ok para assistir debaixo do edredom num dia frio de domingo. E olhe lá. E, importante: a versão 3D é dispensável.

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“Singularidades de Uma Rapariga Loura”, Manoel de Oliveira (2009)
Aos 100 anos, o cineasta português (agora com 102) decidiu homenagear Eça de Queiroz com um filme inspirado em um conto (homônimo) de 1902 do escritor. Porém, “Singularidades de Uma Rapariga Loura” perde foco por exatamente querer transformar um conto em um longa-metragem. Não só isso. Algumas atuações deixam bastante a desejar (Leonor Silveira, uma das musas do cineasta, parece perdida na conversa no trem, em que fala uma frase ohando sempre para o aposto, e não para o rapaz com quem conversa) e a inserção de um trecho que se passa na Casa Eça de Queiroz, em Lisboa, soa forçada e desnecessária (até porque o ator que apresenta o local nem ator deve ser tamanha sua insegurança no papel). Se fosse um curta, quem sabe, mas muita coisa precisaria ser limada (ou refilmada) dos 63 minutos da película para que “Singularidades de Uma Rapariga Loura” funcionasse.

Junho 16, 2011   1 Comment

Download: Podcast Scream & Yell #27 e 28

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Todos os 36 podcasts Scream & Yell estão liberados para download gratuito no site da Rádio Levis (www.radiolevis.com.br). O programa #27 foi gravado em 21 de março com previsão de exibição para 25 de março, mas acabou se perdendo, não foi ao ar na época e só ganhou exibição no dia 10 de junho.

E é este exatamente o programa em que eu (@screamyell), Tiago Agostini (@tiagoagostini), Marco Tomazzoni (@marcot_) e Tiago Trigo (@ttrigo) discutimos a verba de capitalização liberada pelo Minc para Maria Bethânia. Ainda assinamos embaixo daquelas opiniões. Baixe aqui

BG01 - “Je T’aime… Moi Non Plus” (version Jane Birkin)
BG02 - “Je T’aime… Moi Non Plus” (version Brigitte Bardot)

01) Serge Gainsbourg - Je Suis Venu Te Dire Que Je M’En Vais (1972)
02) Serge Gainsbourg - J’Entends des Voix Off (1975)
03) Serge Gainsbourg - La Nostalgie Camarade (1981)

BG03 - Serge Gainbourg - Comic Strip (1968)
BG04 - Serge Gainbourg - Un Violon un Jambon (1961)
BG05 - Serge Gainbourg - L’ Hôtel Particulier (1971)

04) The Kills - DNA
05) TV On The Radio - Caffeinated Consciousness
06) Buffalo Tom - She’s Not Your Thing

BG06 - Buffalo Tom - Lost Weekend
BG07 - Buffalo Tom - Guilty Girls
BG08 - Buffalo Tom - Here I Come

07) Gustavo Telles & Os Escolhidos - Faltou Luz
08) A Banda de Joseph Tourton - Aquaplanagem
09) Maglore - Todos os Amores São Iguais

BG09 - A Banda de Joseph Tourton - 16 Minutos
BG10 - A Banda de Joseph Tourton - O Triunfo de Salomão

Raridades - Morning Ecletic KCRW
10) Nick Cave - Into My Arms (Live 2001)
11) Mercury Rev - Opus 40 (Live 1999)
12) Flaming Lips - Yoshimi Battles The Pink Robbots Pt 1 (Live 2002)]

BG11 - Chris Martin - Yellow (Live 2001)
BG12 - Brad Mehldau - Exit Music (For a Film) (Live 1998)
BG13 - PJ Harvey - Is This Desire

13) Sly & The Family Stone - Everyday People
14) Sly & The Family Stone - I want to take you higher

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O programa #28 foi ao ar no dia 01/04 contando com a equipe completa do podcast: Marcelo Costa (@screamyell), Tiago Agostini (@tiagoagostini), Marco Tomazzoni (@marcot_) e Tiago Trigo (@ttrigo). A edição é de Edu Parez (@eduparez). Baixe o programa aqui.

BG1 - Walverdes - Refrões ao Lado / Classe Média Baixa Records

01) Walverdes - Novos Adultos (ao vivo)
02) The Strokes - Gratisfaction
03) The Vaccines - Blow it Up

BG02 - Green Day - Burnout (Irvine, California)
BG03 - Green Day - When I Come Around (Berlin, Germany)
BG04 - Green Day - She (Brisbane, Australia)
BG05 - Green Day - American Idiot (Montreal, QC)

04) Loomer - All Gone
05) Herod Layne - Drug-Induced Inertia

BG06 - Black Sea - 300 ml
BG07 - Black Sea - Waiting for disarm

06) Letuce - Poderosa
07) Lulina - Bichinho do Sono

BG08 - Eskobar - Devil Keeps Me Moving
BG09 - Eskobar - Persona Gone Missing
BG10 - Eskobar - The Art of Letting Go

Raridades - Programa Rare on Air, KCRW
08) Leonard Cohen - Poem
09) Lloyd Cole - Famous Blues Raincoat
10) Radiohead - Subterranean Homesick Alien
11) Nick Cave - God’s Hotel

BG11 - Patti Smith - Dancing Barefoot
BG12 - Jeff Buckley - So Real
BG13 - Mazzy Star - Flowers in December
BG14 - Black Sabbath - The Wizard

DB escolhida pelo Tiago Trigo
12) - Black Sabbath - Black Sabbath
13) - Black Sabbath - N.I.B.

#01 http://www.mediafire.com/?lb3wfloom45l416
#02 http://www.mediafire.com/?1mrv4zqg3zc13ll
#03 http://www.mediafire.com/?35r69f0p8texy3o
#04 http://www.mediafire.com/?c866k74g86l753u
#05 http://www.mediafire.com/?nyci4hdtkoou3ol
#06 http://www.mediafire.com/?qlguqy1f8p3jsq0
#07 http://www.mediafire.com/?t4td1d512bs63dt
#08 http://www.mediafire.com/?2qwyzum52hcr435
#09 http://www.mediafire.com/?eo1s5b7etauq17z
#10 http://www.mediafire.com/?2l69n6bk04h3rbw
#11 http://www.mediafire.com/?eicfio43xmxh4bn
#12 http://www.mediafire.com/?2fey7rztshadeg7
#13 http://www.mediafire.com/?p69k1qimr2oidra
#14 http://www.mediafire.com/?6z44xdrkn95uudp
#15 http://www.mediafire.com/?ht2795zpzh5e7t7
#16 http://www.mediafire.com/?aj67ehck8j1a12r
#17 http://www.mediafire.com/?r3aeoa68gnb84l9
#18 http://www.mediafire.com/?z35g3m4jvjk4d82
#19 http://www.mediafire.com/?8nzwu70p67kumay
#20 http://www.mediafire.com/?0gcl832ak8y3ghw
#21 http://www.mediafire.com/?dck8o6d23rk8kh3
#22 http://www.mediafire.com/?7n3gkf113tas5y2
#23 http://www.mediafire.com/?48rzwp8e08bb15a
#24 http://www.mediafire.com/?6vk975z5zp84dgt
#25 http://www.mediafire.com/?h91j4ubwqk57by8
#26 http://www.mediafire.com/?az8zqdxta6w4t6e
#27 http://www.mediafire.com/?di0lc61c6rxve1l
#28 http://www.mediafire.com/?x2t4e8ddp0wfo2t
#29 http://www.mediafire.com/?3fuhfo4bio29w8l
#30 http://www.mediafire.com/?xbnx1m4g0c4em7y
#31 http://www.mediafire.com/?uzb4zp62n0o47ms
#32 http://www.mediafire.com/?6cucwjbto9qnl3u
#33 http://www.mediafire.com/?nhbyuyu444ngctp
#34 http://www.mediafire.com/?hsfi11qcyna46t1
#35 http://www.mediafire.com/?17owvmr23vxg7y6
#36 http://www.mediafire.com/?4drmvnxw7si1ve4

Junho 16, 2011   1 Comment

Download: Josh Rouse e Bonifrate

josh_rouse.jpg

O grande Josh Rouse libera via selo Noise Trade uma coletânea de verão (europeu) com 25 canções de seu repertório em versões ao vivo em rádios, programas de TV e quartos de hotéis. Tem até um registro no Brasil (”It Looks Like Love” em Sâo Paulo, 2008) e uma música novíssima, “Diggin in the Sand”, primeira amostra do álbum que Josh irá lançar em setembro ao lado do  grupo The Long Vacations. Para baixar é só clicar no link aqui, preencher o campo com seu e-mail que o programa lhe envia um link gratuito para a sua caixa. Vá e seja feliz.

Download: Summertime - http://noisetrade.com/joshrouse

bonifrate.jpg

Enquanto a novela Supercordas não se resolve (cinco anos se passaram desde o brilhante “Seres ao Redor” e nada do sucessor), o vocalista da banda, Pedro Bonifrate, lança “Um Futuro Inteiro”, mais um álbum solo que pode ser baixado de forma gratuita no blog do músico. Além do disco novo você pode baixar os álbuns anteriores de Bonifrate, “Os Anões Da Villa Do Magma” (2005) e “Sapos Alquímicos Na Era Espacial” (2002). Se por acaso você está chegando agora e não sabe do que se trata o grande “Seres Verdes ao Redor”, vale baixar AGORA aqui.

Download: Um Futuro Inteiro- http://bonifratemusic.wordpress.com/

Junho 16, 2011   No Comments

Top 15 Museus

Inspirado por “Meia Noite em Paris“, de Woody Allen, fiz uma listinha dos meus museus favoritos. Ainda faltam alguns importantes para conhecer, mas dos que eu já conheço, esses são os meus 15 preferidos…

01- MoMA, Nova York (texto aqui)

01- Museu Guggenheim, Nova York (texto aqui)
02- L’Orangerie, Paris (texto aqui)
03- Museu do Prado, Madri (texto aqui e aqui)
04- Museu D’Orsay, Paris
05- Galleria Borghese, Roma (texto aqui)

 06- Museu Reina Sofia, Madri (texto aqui)
07- Museu do Louvre, Paris (texto aqui)
08- Galleria Academia, Firenze (texto aqui)
09- Museu Peggy Guggenheim, Veneza (texto aqui)
10- National Gallery, Londres (texto aqui)

11- Museu Van Gogh, Amsterdã (texto aqui)
12- Belvedere, Viena (texto aqui)
13- Tate Modern, Londres (texto aqui)
14- Centre Pompidou, Paris (texto aqui)
15- Museu Thyssen-Bornemisza, Madri (texto aqui)


Todas as fotos por Marcelo Costa

Junho 15, 2011   No Comments

Promoção: Bruno Morais no Studio SP

Promo de última hora: o grande Bruno Morais faz nesta quarta uma das últimas apresentações de seu disco “A Vontade Superstar” no Studio SP, na Rua Augusta. O Scream & Yell, em parceria com o Studio SP, oferece três pares de convites para o show - que começa às 23h30. Basta ir aos comentários e dizer que quer ir colocando um e-mail válido. A promo se encerra às 15h desta quarta. Corações partidos, sigam-me.

Você pode baixar “A Vontade Superstar” aqui e a dobradinha “Cidade Vazia” (Nuno Ramos e Romulo Fróes) e “Bichinho do Sono” (Lulina) aqui

Junho 14, 2011   3 Comments