{"id":97241,"date":"2026-08-29T00:01:30","date_gmt":"2026-08-29T03:01:30","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=97241"},"modified":"2026-08-29T00:03:02","modified_gmt":"2026-08-29T03:03:02","slug":"critica-this-mirror-weighs-a-ton-do-interpol-e-um-disco-que-nao-veio-para-corresponder-a-expectativas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/08\/29\/critica-this-mirror-weighs-a-ton-do-interpol-e-um-disco-que-nao-veio-para-corresponder-a-expectativas\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica: \u201cThis Mirror Weighs a Ton\u201d, do Interpol, \u00e9 um disco que n\u00e3o veio para corresponder a expectativas"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lage.guilherme66\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Guilherme Lage<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Surgido na efervesc\u00eancia indie da Nova York dos anos 2000, o Interpol \u00e9, talvez, a banda mais constante no que diz respeito \u00e0 identidade na m\u00fasica surgida naquela d\u00e9cada na Cidade Que Nunca Dorme. Ao decorrer de sete discos, a banda manteve um reconhecimento musical instant\u00e2neo a quem ouvia suas m\u00fasicas desde o primeiro acorde.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-97242 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"553\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_1-300x221.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Passados quase 25 anos de \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/04\/05\/entrevista-daniel-kessler-interpol-scream20anos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Turn On The Bright Lights<\/a>\u201d, o Interpol dos anos 2020 \u00e9 bem diferente daquele do in\u00edcio do s\u00e9culo e essa familiaridade \u00e9 desafiada, mesmo que de forma sutil, em \u201cThis Mirror Weighs a Ton\u201d (2026), oitavo \u00e1lbum da banda. O disco nasce em um momento de cis\u00e3o, seja na forma de elaborar as can\u00e7\u00f5es, quanto \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o com um novo selo, a Partisan, o primeiro da banda fora da Matador Records desde \u201cOur Love To Admire\u201d (2007).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A melancolia e o existencialismo caracter\u00edsticos da banda permanecem ali, mas de forma diferente. Desta vez os amores acabados causam menos frio na barriga e noites insones. Afinal de contas, uma das pedras fundamentais da maturidade \u00e9 enxergar o mundo e se ver parte dele, n\u00e3o h\u00e1 blindagem ou distanciamento emocional que nos privem da senten\u00e7a de existir. Em \u201cThis Mirror Weighs a Ton\u201d o Interpol segura um espelho pr\u00f3ximo ao rosto e mira o reflexo que aparece no vidro, abrindo espa\u00e7o para contempla\u00e7\u00e3o e \u00e9 desta vulnerabilidade que pode nascer tamb\u00e9m uma leve esperan\u00e7a, se permitir ser parte de algo, contentamento.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"This Mirror Weighs a Ton\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_lE08o4Ei97syBxvZoxCanL20QPn5S9KpQ\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A faixa t\u00edtulo, que abre o disco, mant\u00e9m o ouvinte um pouco distante, em uma espessa fuma\u00e7a de Camel Light ou uma densa neblina pr\u00e9-chuva. As guitarras seguram o ritmo da bateria de Sam Fogarino e o piano de forma quase sensual e misteriosa, s\u00e3o presentes, mas funcionam mais como ambienta\u00e7\u00e3o do que como protagonistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 \u201cSee Out Loud\u201d, primeiro single do \u00e1lbum e tocada pela primeira vez no Brasil, em mar\u00e7o de 2026, \u00e9 uma m\u00fasica que se aproxima do Interpol tradicional, com um ritmo que faria qualquer defunto se levantar para dan\u00e7ar em uma festa indie dos anos 2010. A faixa traz o guitarrista Daniel Kessler dividindo os vocais com Paul Banks pela primeira vez desde \u201cPDA\u201d, em \u201cTurn On The Bright Lights\u201d, com um ritmo que n\u00e3o se chega a ser nost\u00e1lgico, mas resgata com gosto a identidade da banda, e que caberia facilmente em \u201cMarauder\u201d (2018).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - See Out Loud (Official Lyric Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GoQ5f1lYmLM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em \u201cIron City\u201d, Paul Banks canta sobre estar sozinho no Central Park. O guitarrista e vocalista da banda mora em Berlim, mas o disco, gravado em Nova York, traz \u00e0 tona novamente sua indissoci\u00e1vel conex\u00e3o com a cidade. Talvez a produ\u00e7\u00e3o de Andrew Wyatt, um nova-iorquino convicto, tenha ajudado a reacender este amor. O refr\u00e3o conta com piano suave, junto a camadas de acordes de Kessler e a bateria caracter\u00edstica de Fogarino, que mostram que o Interpol pode at\u00e9 experimentar, mas continua uma banda inconfund\u00edvel. Sobra at\u00e9 um pouquinho para comparar com o trabalho solo de Paul Banks, talvez uma pontinha de \u201cYoung Again\u201d?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cWounded Soldier\u201d \u00e9 uma m\u00fasica que traz as guitarras de volta aos holofotes. Com um riff simples, que parece surgir do puro ar, caracter\u00edstica de Kessler, Paul Banks confessa \u201cI dream violence\u201d e \u201cwounded soul, wounded soldier\u201d, talvez sobre uma necessidade de continuar seguindo em frente. A percep\u00e7\u00e3o n\u00e3o passa de um chute, uma vez que \u00e9 quase imposs\u00edvel decifrar o que o cara quer dizer em suas letras. A guitarra continua a dar o tom da faixa, entre dedilhados e power chords suaves, que levam a m\u00fasica a um crescendo antes do fim.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - Wings on Fire (Official Lyric Video)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pxHQASNmJZs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cWings On Fire\u201d, come\u00e7a com a inconfund\u00edvel pegada de Sam Fogarino. A faixa \u00e9 preenchida pelos riffs intercalados de Banks e Kessler, pra matar bastante a saudade da dupla tocando junta. Al\u00e9m de poderosa e indiscutivelmente Interpol, a m\u00fasica traz ainda as muito bem-vindas linhas do rec\u00e9m-contratado baixista Brad Traux, que tira as quatro cordas das m\u00e3os de Banks desde \u201cEl Pintor\u201d (2014), quando assumiu o instrumento p\u00f3s-sa\u00edda de Carlos Dengler em 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEver The Actor\u201d come\u00e7a com um riff minimalista acompanhado da bateria de Fogarino, dando o tom perfeito de uma m\u00fasica para se ouvir num dia chuvoso. Na letra, o estado do mundo \u00e9 confrontado em frases que contemplam quebras de expectativa e desilus\u00f5es. Mas como o pr\u00f3prio t\u00edtulo sugere, sempre um ator, h\u00e1 frases que quebram o cinismo, como \u201cI Feel Fine\u201d e \u201cI\u2019ll be there for you\u201d, despejando um pouco de luz. Esse jogo do contente \u00e9 encerrado com um trecho final feito inteiramente por violinos, in\u00e9dito na discografia da banda. Bonito e extremamente eficiente.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - So Rides the Reindeer (Official Audio)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pIBBu0CZfWQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro arranjo in\u00e9dito acontece em \u201cSo Rides The Reindeer\u201d. Apesar do uso eterno de uma Epiphone semi-ac\u00fastica em suas faixas, essa \u00e9 a primeira vez que o Interpol utiliza um viol\u00e3o em uma m\u00fasica. As cordas de nylon aparecem logo depois de uma introdu\u00e7\u00e3o com elementos eletr\u00f4nicos. Na faixa, a banda abra\u00e7a o post-rock em uma m\u00fasica em que as guitarras funcionam com camadas vezes g\u00e9lidas, vezes reconfortantes, que fazem pensar se a banda j\u00e1 ouviu falar em grupo sueco chamado Magna Carta Cartel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDarling Thoughts\u201d come\u00e7a com um riff bar\u00edtono de Kessler acompanhado da voz de Banks antes de ser engolida pela bateria inconfund\u00edvel de Fogarino. A bateria, inclusive, que utiliza um simples, mas matador jogo de caixa,faz lembrar os tempos \u00e1ureos do movimento Madchester, que tomou a Inglaterra no fim dos anos 80 e algo que te faz pensar nos Stone Roses s\u00f3 pode ser muito bem-vindo. J\u00e1 o refr\u00e3o traz um Paul Banks cantando r\u00e1pido, com versos que se atropelam, que mostram seu j\u00e1 conhecido gosto por Americana (o g\u00eanero musical, n\u00e3o a nacionalidade), forte em storytelling.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - Wake Up (Official Audio)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MHTi6c2Q9cI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em \u201cWake Up\u201d Kessler aparece novamente, abrindo a faixa com um riff que, apesar de ser indiscutivelmente a sua cara, pode criar um paralelo r\u00e1pido com os Smiths. Esse tipo de riff que sempre levanta a impress\u00e3o: \u00e9 interessante como esses caras conseguem compor em torno de um riff assim, algo presente em m\u00fasicas como \u201cSame Town, New Story\u201d e \u201cMy Desire\u201d, ambas de \u201cEl Pintor\u201d. A parte percussiva tamb\u00e9m chama bastante a aten\u00e7\u00e3o, com Fogarino dando uma interpreta\u00e7\u00e3o quase jazz\u00edstica \u00e0 faixa, fora o uso de outro instrumento in\u00e9dito: o bong\u00f4, trazendo algo levemente festiva \u00e0 faixa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A d\u00e9cima m\u00fasica \u201cEnemy\u201d, traz uma melodia melanc\u00f3lica ao piano aliada \u00e0s linhas vocais de Banks. Aqui temos uma das faixas mais corajosas do disco, sen\u00e3o da carreira da banda. Paul tem sua voz adornada por vocais femininos, o dueto traz uma clara influ\u00eancia de R&amp;B e tem nos arranjos de guitarra e piano um trunfo bel\u00edssimo, permeado pela bateria que, ao fundo, serve para cadenciar as vozes. Imperd\u00edvel!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-97243 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_2-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/interpol2026_2-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cBird and The Serpent\u201d come\u00e7a com um riff que pode levar o ouvinte, no in\u00edcio, aos tempos do \u00e1lbum \u201cInterpol\u201d (2010). A parte referencial, no entanto, termina r\u00e1pido, bastante r\u00e1pido. Com os vocais arrastados e a bateria sutil, a m\u00fasica tem em seu refr\u00e3o um dos pontos altos do disco. Aqui, Paul Banks canta alto e com intensidade, tendo a guitarra com efeito de Kessler como base para entregar uma de suas melhores performances vocais a frente do Interpol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O encerramento \u201cSudden\u201d \u00e9 uma faixa que faz pensar que em tempos idos, o Interpol a utilizaria como abertura. A m\u00fasica, tratada por piano e um clima melanc\u00f3lico caracter\u00edstico das introdu\u00e7\u00f5es da banda no in\u00edcio da carreira. Isso n\u00e3o tira, de forma alguma, o brilho da m\u00fasica. Nesse disco \u00e9 realmente um momento de tentar e mudar, fazer diferente do que se espera. A voz quase m\u00e2ntrica de Banks enquanto repete \u201cThis is not sudden to me\u201d \u00e9 o fechamento ideal para um disco que n\u00e3o veio para corresponder a expectativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A palavra experimental \u00e9, muitas vezes, jogada por a\u00ed, portanto, n\u00e3o vamos desperdi\u00e7\u00e1-la por aqui. H\u00e1 sim tentativas, experimenta\u00e7\u00e3o, uso de novos instrumentos, mas continua sendo m\u00fasica pop pensada, arranjada e feita com cuidado e isso faz com que o resultado seja muito bom, mostrando que ousar tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de inconformismo. Vindo de uma banda que sabe quem \u00e9 e o que se espera dela, com \u201cThis Mirror Weighs a Ton\u201d, o Interpol mostra que em um mundo inescap\u00e1vel, a vida \u00e9 muito mais do que caminhar olhando pra tr\u00e1s.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - See Out Loud (Live at Les Vieilles Charrues 2026)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1m6XUeFIVTQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - Wings On Fire (Live at Les Vieilles Charrues 2026)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VEW6Q7pWghQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Interpol - This Mirror Weighs A Ton - Village Underground, London, 23\/8\/26\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OJf-IE5UuKg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Interpol\"><em>Leia mais sobre o Interpol no Scream &amp; Yell<\/em><\/a><\/p>\n<p><em>\u2013 Guilherme Lage (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lage.guilherme66\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fb.com\/lage.guilherme66<\/a>) \u00e9 jornalista e mora em Vila Velha, ES.\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/author\/guilherme-lage\/\">Leia outras entrevistas dele<\/a>!<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A melancolia e o existencialismo permanecem ali, mas de forma diferente. Desta vez os amores acabados causam menos frio na barriga e noites insones.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/08\/29\/critica-this-mirror-weighs-a-ton-do-interpol-e-um-disco-que-nao-veio-para-corresponder-a-expectativas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":58,"featured_media":97244,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,3],"tags":[3226],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97241"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/58"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97241"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97241\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":97246,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97241\/revisions\/97246"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/97244"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97241"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97241"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97241"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}