{"id":97102,"date":"2026-08-21T00:37:30","date_gmt":"2026-08-21T03:37:30","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=97102"},"modified":"2026-08-21T00:39:02","modified_gmt":"2026-08-21T03:39:02","slug":"sky-down-reencontra-a-propria-identidade-em-ep-homonimo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/08\/21\/sky-down-reencontra-a-propria-identidade-em-ep-homonimo\/","title":{"rendered":"Sky Down reencontra a pr\u00f3pria identidade em EP hom\u00f4nimo"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Lopes<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2025, a <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/_skydown\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sky Down<\/a>, banda de &#8220;alternative \/ dark \/ punk \/ noise \/ rock&#8221; do ABC Paulista, perdeu um integrante e ganhou uma pergunta: o que fazer a partir dali? Com a sa\u00edda do baixista Nova Buttler, Caio Felipe (vocais e guitarra) e Andr\u00e9 Ricardo (bateria) voltaram \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de dois integrantes que marcou o come\u00e7o do grupo, em 2012. A diferen\u00e7a \u00e9 que, desta vez, os dois chegavam a esse ponto carregando mais de uma d\u00e9cada de estrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi dessa circunst\u00e2ncia que nasceu &#8220;<a href=\"https:\/\/sky-down.bandcamp.com\/album\/sky-down-ep\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sky Down<\/a>&#8220;, EP hom\u00f4nimo lan\u00e7ado em 28 de julho. O disco olha diretamente para a pr\u00f3pria banda: quatro m\u00fasicas in\u00e9ditas e uma vers\u00e3o ac\u00fastica que revisitam diferentes elementos de sua trajet\u00f3ria sem tentar reproduzir o que j\u00e1 foi feito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mudan\u00e7a na forma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m alterou o processo de composi\u00e7\u00e3o. Durante os ensaios, Caio passou a alternar entre guitarra, vocal e um loop de baixo criado por ele mesmo. Foi assim que surgiu &#8220;Lambs &amp; Mirrors&#8221;, faixa que acabou abrindo o EP e ajudando a definir os caminhos que a banda seguiria dali em diante. &#8220;Essa m\u00fasica \u00e9 o come\u00e7o do recome\u00e7o&#8221;, resume o vocalista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A frase tamb\u00e9m ajuda a entender o momento da Sky Down. O retorno \u00e0 forma\u00e7\u00e3o original n\u00e3o significou uma tentativa de recuperar a banda de 2012, mas uma oportunidade para Caio e Andr\u00e9 descobrirem o que ainda existia naquela din\u00e2mica depois de tantos anos. O ponto de partida era conhecido, mas os m\u00fasicos que chegaram at\u00e9 ele eram outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A gente acabou reimaginando a Sky Down a partir do nosso come\u00e7o, quando \u00e9ramos eu e o Andr\u00e9. Essa foi a primeira mudan\u00e7a, e esse EP \u00e9 o resultado disso, mas sem olhar tanto pra tr\u00e1s. Esse &#8216;futuro&#8217; \u00e9 o que ele representa, literalmente&#8221;, explica Caio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gravado no 74 Club, em Santo Andr\u00e9, com produ\u00e7\u00e3o de Caio Felipe e Carlos Motta, o EP &#8220;Sky Down&#8221; re\u00fane &#8220;Lambs &amp; Mirrors&#8221;, &#8220;The Void&#8221;, &#8220;Chaostrophobic&#8221; e &#8220;Pisces Home&#8221;, al\u00e9m da vers\u00e3o ac\u00fastica da \u00faltima. A aus\u00eancia de um nome pr\u00f3prio para o EP tamb\u00e9m foi uma escolha consciente. &#8220;Todos os nossos lan\u00e7amentos t\u00eam um t\u00edtulo, mas nesse n\u00e3o demos nome nenhum, porque somos n\u00f3s e tem um pouquinho de tudo o que somos ali&#8221;, diz Caio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, chamar o disco simplesmente de &#8220;Sky Down&#8221; n\u00e3o \u00e9 exatamente uma falta de t\u00edtulo: \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o. Depois de mudan\u00e7as de forma\u00e7\u00e3o, diferentes lan\u00e7amentos e mais de uma d\u00e9cada de atividade, a banda decidiu n\u00e3o apresentar o trabalho a partir de um conceito externo; o pr\u00f3prio nome basta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora com Henrique Bitencourt assumindo o baixo nos shows, a Sky Down come\u00e7a a levar essa nova configura\u00e7\u00e3o para os palcos. O EP nasce de uma circunst\u00e2ncia que poderia ter interrompido o percurso da banda, mas acabou produzindo outra possibilidade: voltar ao come\u00e7o sem precisar ser a mesma banda de antes. Por e-mail, Caio Felipe conversou com o Scream &amp; Yell sobre a mudan\u00e7a de forma\u00e7\u00e3o, o processo de composi\u00e7\u00e3o de &#8220;Sky Down&#8221;, as influ\u00eancias da banda e a cena independente do ABC Paulista. Ou\u00e7a o EP na integra abaixo e confira o papo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Sky Down (Full EP - 2026)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/H8fqs7bGrMc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00faltimo lan\u00e7amento de in\u00e9ditas da Sky Down antes do EP havia sido o \u00e1lbum &#8220;<a href=\"https:\/\/sky-down.bandcamp.com\/album\/lethargy-album\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lethargy<\/a>&#8220;, em 2023. O que mudou na banda desde ent\u00e3o e o que voc\u00eas sentem que este EP representa na trajet\u00f3ria do grupo?<\/strong><br \/>\nA gente acabou reimaginando o Sky Down a partir do nosso come\u00e7o, quando \u00e9ramos eu e o Andr\u00e9. Essa foi a primeira mudan\u00e7a e esse EP \u00e9 o resultado disso, mas sem olhar tanto pra tr\u00e1s. Esse \u201cfuturo\u201d \u00e9 o que ele representa, literalmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O primeiro \u00e1lbum, &#8220;<a href=\"https:\/\/sky-down.bandcamp.com\/album\/nowhere-album\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8230;nowhere<\/a>&#8220;, saiu em 2014, e agora voc\u00eas lan\u00e7am um EP hom\u00f4nimo. Existe um simbolismo em batizar este trabalho simplesmente de &#8220;Sky Down&#8221;? \u00c9 uma esp\u00e9cie de recome\u00e7o?<\/strong><br \/>\nDe certa forma, sim. Todos nossos lan\u00e7amentos t\u00eam um t\u00edtulo, mas nesse n\u00e3o demos nome nenhum, porque somos n\u00f3s e tem um pouquinho de tudo o que somos ali.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco traz quatro faixas. Como voc\u00eas chegaram \u00e0 sele\u00e7\u00e3o dessas m\u00fasicas e qual foi a ideia por tr\u00e1s da sequ\u00eancia do EP? Outras faixas ficaram de fora?<\/strong><br \/>\nTem mais material que est\u00e1vamos trabalhando, mas conforme essas quatro m\u00fasicas foram criando mais forma, elas foram ficando e fui construindo algo na minha cabe\u00e7a. Quando comecei a escrever as letras fiquei imaginando uma ordem tamb\u00e9m. Gravamos apenas elas e esse b\u00f4nus track &#8211; uma vers\u00e3o ac\u00fastica de &#8220;Pisces Home&#8221;, que foi algo espont\u00e2neo que saiu quando est\u00e1vamos gravando as vozes. Mostrei para o Nen\u00ea [o produtor Carlos Motta] como a m\u00fasica soava quando era uma demo e, por sorte, o Deni tinha um viol\u00e3o no est\u00fadio, gravamos e gostamos tanto que entrou no EP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A sonoridade da banda sempre transitou entre o punk 77, o grunge e o noise rock. Voc\u00eas sentem que essas refer\u00eancias aparecem de forma diferente neste novo trabalho em compara\u00e7\u00e3o aos primeiros lan\u00e7amentos?<\/strong><br \/>\nCom certeza. Tem muito do jeito como a gente interpreta esses g\u00eaneros que citou, mas com outros temperos, ou talvez uma receita um pouco mais confiante tamb\u00e9m. Vejo o &#8220;&#8230;nowhere &#8220;como um grunge mais puxado ao punk, indo mais pro lado de bandas como Mudhoney, Melvins, L7, Germs, etc. Mas ele tamb\u00e9m j\u00e1 tinha um p\u00e9zinho no post-punk como a faixa t\u00edtulo. O \u201cLethargy\u201d j\u00e1 vai mais para um caminho do rock alternativo com um pouco de noise, melodias viajantes, talvez denso. Esse &#8220;EP&#8221; \u00e9 como um passeio por novos ares e que abre outras possibilidades.<\/p>\n<figure id=\"attachment_97103\" aria-describedby=\"caption-attachment-97103\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-97103 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/skydown.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/skydown.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/skydown-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/skydown-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-97103\" class=\"wp-caption-text\"><em>Arte da capa de &#8220;Sky Down&#8221; (EP)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Lambs &amp; Mirrors&#8221; abre o EP com uma letra bastante imag\u00e9tica, falando sobre espelhos, identidade e reconstru\u00e7\u00e3o. Como nasceu essa composi\u00e7\u00e3o e o que ela significa para voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nEla \u00e9 o ponto de partida de tudo que envolve a produ\u00e7\u00e3o desse disco. Quando voltamos a ensaiar s\u00f3 eu e o Andr\u00e9, n\u00f3s t\u00ednhamos uma &#8220;limita\u00e7\u00e3o&#8221; (estavamos sem baixista), que poderia ser explorada de forma diferente e nova por n\u00f3s. Quando fiz o riff, queria algo que soasse um riff grande de rock pesado, mas era uma \u00e9poca que estava ouvindo bastante dub tamb\u00e9m, ent\u00e3o quando fiz o baixo acabou indo pra um lado mais repetitivo, outro groove e o Andr\u00e9 captou isso num ritmo mais dan\u00e7ante. Ficamos um tempo trabalhando no est\u00fadio, comigo uma hora pegando o baixo e tocando o loop para o Andr\u00e9 come\u00e7ar e depois correndo pra guitarra. Essa m\u00fasica, dos ensaios ao take final do disco, sou eu e o Andr\u00e9 no est\u00fadio tocando ao vivo em cima do loop de baixo. A letra \u00e9 um pequeno poema de uma Alice n\u00e3o &#8220;atrav\u00e9s do espelho&#8221;, mas querendo ser o espelho. Essa m\u00fasica \u00e9 o come\u00e7o do recome\u00e7o, sabe?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulos como &#8220;The Void&#8221;, &#8220;Chaostrophobic&#8221; e &#8220;Pisces Home&#8221; sugerem um clima mais introspectivo. Existe um conceito ligando as quatro m\u00fasicas ou cada uma surgiu de forma independente?<\/strong><br \/>\nElas foram compostas de forma independente, mas liricamente foram pensadas como um ciclo at\u00e9 que espec\u00edfico. No fim, as m\u00fasicas se encaixaram perfeitamente nas cenas compostas. Diria que \u00e9 um &#8220;disco conceitual&#8221;&#8230; (risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A sa\u00edda de Nova Buttler, em 2025, mudou de que forma a din\u00e2mica da banda? Como foi atravessar essa transi\u00e7\u00e3o e seguir em frente com Henrique Bitencourt nos shows?<\/strong><br \/>\nSim, sempre muda, cada um tr\u00e1s um pouco de si e outras cores. Quando o Buttler entrou a gente vinha de certa forma se distanciando um pouco do som mais punk rock pra algo um pouco menos &#8220;quadrado&#8221;, 4&#215;4, e sim mais mel\u00f3dico, \u00e0s vezes viajante e com outras camadas. Quando ele saiu, ca\u00edmos naquilo que comentei de eu, Andr\u00e9 no come\u00e7o da banda, que \u00e9 algo que agora a gente explorou de uma outra forma e foi muito legal. N\u00e3o queria voltar para aquele caminho \u00f3bvio do som do come\u00e7o e nem tamb\u00e9m reinventar a roda. Agora com o Henrique foi natural tamb\u00e9m, n\u00f3s t\u00ednhamos convidado ele pra fazer alguns shows e depois da grava\u00e7\u00e3o desse disco fomos ver se ele tava afim de continuar o trabalho conosco. Ele \u00e9 um m\u00fasico incr\u00edvel, que capta ideias, sons e traz novas texturas pra banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas come\u00e7aram como um power trio em 2012 e acompanham h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada as mudan\u00e7as na cena independente do ABC Paulista. Como enxergam esse circuito hoje em compara\u00e7\u00e3o aos primeiros anos da banda?<\/strong><br \/>\nO ABC continua uma f\u00e1brica de bandas e uma das cenas mais legais e plurais, seja na m\u00fasica ou na arte visual em geral. Essa &#8220;f\u00e1brica&#8221; \u00e9 feita por pessoas reais, gente que tamb\u00e9m est\u00e1 h\u00e1 um bom tempo no garimpo aqui. Tem outras bandas que tamb\u00e9m v\u00eam de uma d\u00e9cada ou mais, como o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Giallos\">Giallos<\/a>, Projetonave, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/01\/13\/conde-favela-sexteto-traz-experimentacoes-jazz-e-improvisos-diretamente-do-territorio-de-fuligem\/\">Conde Favela Sexteto<\/a>, Statues On Fire, que continuam produzindo com um frescor surpreendente. E muita gente nova experimentando sem medo. Artistas e pessoas que realmente vivem o underground, n\u00e3o s\u00f3 no Instagram. Muito disso tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as a lugares como o 74club, que ajudam a fomentar essa cena, m\u00fasicos e artistas de todo tipo h\u00e1 anos. \u00c9 importante ter lugares assim. Tem v\u00e1rios lugares que tenho muito carinho, mas o ABC Paulista \u00e9 foda e fico muito feliz quando as pessoas se ligam nisso. Dificuldades sempre existiram, mas enquanto isso seguimos na luta. Valeu!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Sky Down - Lan\u00e7amento EP (Ao Vivo 74club)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7or6Xquwqhc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u00a0Alexandre Lopes (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@ociocretino<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ociocretino.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.ociocretino.blogspot.com.br<\/a>. A foto que abre o texto \u00e9 de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/fzerbini\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fabio Zerbini<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ddisco olha diretamente para a pr\u00f3pria banda: quatro m\u00fasicas in\u00e9ditas e uma vers\u00e3o ac\u00fastica que revisitam diferentes elementos de sua trajet\u00f3ria sem tentar reproduzir o que j\u00e1 foi feito.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/08\/21\/sky-down-reencontra-a-propria-identidade-em-ep-homonimo\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":101,"featured_media":97104,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,4833,3],"tags":[6,2023],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97102"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/101"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97102"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97102\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":97107,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97102\/revisions\/97107"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/97104"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97102"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97102"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97102"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}