{"id":96606,"date":"2026-07-08T01:32:12","date_gmt":"2026-07-08T04:32:12","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=96606"},"modified":"2026-07-08T01:33:33","modified_gmt":"2026-07-08T04:33:33","slug":"relancado-em-edicao-expandida-the-rhythmatist-de-stewart-copeland-e-um-mapa-das-raizes-ritmicas-do-pop","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/07\/08\/relancado-em-edicao-expandida-the-rhythmatist-de-stewart-copeland-e-um-mapa-das-raizes-ritmicas-do-pop\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica: Relan\u00e7ado em edi\u00e7\u00e3o expandida, \u201cThe Rhythmatist\u201d, de Stewart Copeland, \u00e9 um mapa das ra\u00edzes r\u00edtmicas do pop"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/caro.davii\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Davi Caro<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1984, em uma \u00e9poca na qual o idealismo punk come\u00e7ava a se afastar no retrovisor e onde os ditames que futuramente definiriam a d\u00e9cada ainda n\u00e3o haviam se consolidado por completo, o Police era a maior banda do mundo. O sucesso do trio, no entanto, n\u00e3o havia se materializado sem uma boa dose de desgaste: durante a turn\u00ea do multiplatinado \u201cSynchronicity\u201d (1983), as tens\u00f5es em meio aos membros \u2013 e, sobretudo, entre Sting e Stewart Copeland \u2013 chegaram a um ponto insustent\u00e1vel. Ap\u00f3s o \u00faltimo show da turn\u00ea, na Austr\u00e1lia, em mar\u00e7o de 1984, o futuro do Police era obscuro. N\u00e3o havia an\u00fancio, e nem mesmo a real inten\u00e7\u00e3o, de acabar com a banda. Mas tanto o baixista e vocalista quanto o baterista (sem contar o guitarrista Andy Summers) sabiam que, daquele jeito, n\u00e3o daria para continuar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Summers aproveitou o hiato para gravar, junto do parceiro de longa data Robert Fripp (do King Crimson), \u201cBewitched\u201d (1984). Sting, por sua vez, arregimentou um time matador de m\u00fasicos \u2013 que inclu\u00edam o saxofonista Branford Marsalis, o pianista Kenny Kirkland, e o baixista Daryl Jones (hoje com os Rolling Stones) \u2013 para fazer um polido, radiof\u00f4nico e bonito \u00e1lbum cheio de inspira\u00e7\u00f5es (ou seriam aspira\u00e7\u00f5es?) jazz\u00edsticas. Lan\u00e7ado em 1985, \u201cThe Dream Of The Blue Turtles\u201d era repleto de can\u00e7\u00f5es pop que poderiam (em sua maioria) ter aparecido em \u201cZenyatta Mondatta\u201d (1980). Em suma, o mesmo tipo de som que poderia fazer com sua ex-banda e que, claramente, n\u00e3o queria.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mr Rhythmatist\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TRb0obukaxY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mesmo caminho n\u00e3o foi seguido por Stewart Copeland. Enquanto seu colega e n\u00eamesis se reunia com seus m\u00fasicos em uma mans\u00e3o na Fran\u00e7a para estrear sua turn\u00ea solo (um processo registrado no bom document\u00e1rio \u201c<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=aqwhGoEGy6E\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bring on the Night<\/a>\u201d, bem como no disco ao vivo hom\u00f4nimo), o baterista resolveu embarcar em uma viagem ao continente africano para um projeto ambicioso, e que, quase sem querer, daria o tom para muito do que seus contempor\u00e2neos fariam: em uma busca pelas \u201cverdadeiras ra\u00edzes\u201d dos sons que se escutavam nas r\u00e1dios dos EUA e do Reino Unido havia d\u00e9cadas, Copeland captaria sons de comunidades origin\u00e1rias, testemunharia e interagiria com tradi\u00e7\u00f5es musicais da cultura local, apenas para, depois, adicionar suas pr\u00f3prias composi\u00e7\u00f5es e talentos instrumentais aos sons gravados in loco. A tentativa de Copeland era a de reaproximar as tradi\u00e7\u00f5es mais ancestrais com o d\u00e9bito que a modernidade de ent\u00e3o evidentemente tinha com seus antepassados. Chegando \u00e0s lojas pela primeira vez em 1985 acompanhado de um filme de mesmo nome, \u201cThe Rhythmatist\u201d \u00e9 o registro de uma multitude de ritmos e costumes intricados e fascinantes, elaborado por um m\u00fasico que se especializou em criar m\u00fasica, justamente, t\u00e3o intricada quanto fascinante \u2013 \u201cThe Rhythmatist\u201d est\u00e1 sendo relan\u00e7ado em edi\u00e7\u00e3o remasterizada e expandida, e dispon\u00edvel pela primeira vez em streaming.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cThe Rhythmatist\u201d n\u00e3o era a primeira aventura solo do m\u00fasico: antes mesmo que o Police estreasse nas paradas com \u201cRoxanne\u201d, em 1977, Copeland j\u00e1 havia registrado suas composi\u00e7\u00f5es, gravando todos os instrumentos e se lan\u00e7ando, com \u00eaxito, sob o pseud\u00f4nimo Klark Kent. A estreia sob seu pr\u00f3prio nome, por\u00e9m, foi com a trilha sonora de \u201cO Selvagem da Motocicleta\u201d, de Francis Ford Coppola, em 1983. Entretanto, embora tivesse um hit radiof\u00f4nico (\u201cDon\u2019t Box Me In\u201d, com Stan Ridgeway, do Wall of Voodoo), o grupo de can\u00e7\u00f5es que Stewart procurava encontrar em sua expedi\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00c1frica era muito diferente. Embarcando em uma jornada por regi\u00f5es da Tanz\u00e2nia, Qu\u00eania, Burundi, Congo e Zaire (a atual Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo) com um time de tr\u00eas pessoas, seu instrumento e equipamentos compactos de grava\u00e7\u00e3o de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, Stewart esteve em contato com mais de cinco tribos, e l\u00e1 tamb\u00e9m estabeleceu uma parceria com o cantor Ray Lema, do Burundi. Ap\u00f3s coletar as grava\u00e7\u00f5es, Copeland passou a identificar os padr\u00f5es r\u00edtmicos que conectavam aquela cultura com a m\u00fasica contempor\u00e2nea. O baterista n\u00e3o era estranho a incorporar influ\u00eancias externas em sua pr\u00f3pria, inimit\u00e1vel, musicalidade: \u201cDriven to Tears\u201d e \u201cWrapped Around Your Finger\u201d, por exemplo, s\u00e3o fortemente influenciadas pelos r\u00edtmos aos quais Stewart, quando crian\u00e7a, foi exposto no L\u00edbano, onde seu pai (um dos fundadores da CIA) trabalhava em nome dos EUA.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Stewart Copeland | The Rhythmatist Koteja (Oh Bolilla) music video reaction\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rAcO9CIHLSo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio do \u00e1lbum, com \u201cKoteja (Oh Bolilla)\u201d, Copeland j\u00e1 mostra ter conseguido acessar um n\u00edvel de conex\u00e3o muito al\u00e9m das experimenta\u00e7\u00f5es pelas quais era conhecido junto a seu grupo. \u00danica faixa de \u201cThe Rhythmatist\u201d a n\u00e3o creditar o m\u00fasico na composi\u00e7\u00e3o (atribu\u00edda integralmente \u00e0 Ray Lema), a can\u00e7\u00e3o j\u00e1 demonstra o racioc\u00ednio que Stewart utilizou ao trabalhar em cima de ritmos t\u00e3o distintos. Incorporando bateria, guitarras, baixo, e teclados sobre as bases que havia registrado, \u00e9 surpreendente como o arranjo acaba reconfigurando elementos t\u00e3o tradicionais e \u201cinsulares\u201d em algo totalmente pop \u2013 caso tamb\u00e9m de \u201cLibert\u00e9\u201d e \u201cKemba\u201d (na qual Copeland divide os cr\u00e9ditos tamb\u00e9m com Ray Lema), no lado A, e \u201cSamburu Sunset\u201d e \u201cAfrican Dream\u201d, no lado B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outros casos, no entanto, o que marca a audi\u00e7\u00e3o do disco est\u00e1 no potencial das melodias nativas em criar ambientes prop\u00edcios a jam sessions nervosas. \u201cCoco\u201d e \u201cGong Rock\u201d s\u00e3o as mais intensas de todo o trabalho, ao mesmo tempo em que \u201cBrazzaville\u201d acaba preferindo um clima mais esparso, e \u201cSerengeti Long Walk\u201d \u00e9 o mais pr\u00f3ximo do psicod\u00e9lico que \u201cThe Rhythmatist\u201d chega. E tamb\u00e9m \u00e9 importante mencionar \u201cFranco\u201d, talvez o mais perfeito exemplo do que o pr\u00f3prio Stewart chama, no encarte do \u00e1lbum, de \u201critmatismo\u201d (ou \u201crhythmatism\u201d, no original:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201c\u2019Ritmatismo\u2019 \u00e9 o estudo dos padr\u00f5es que definem o tecido da vida. Com esta especula\u00e7\u00e3o em mente, uma figura vestida de preto segue seu caminho cruzando o popularmente chamado \u2018continente escuro\u2019. Ele encontra-se com le\u00f5es, guerreiros, pigmeus e selvas antes de trope\u00e7ar diante d\u2019A Rocha.\u201d<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_96610\" aria-describedby=\"caption-attachment-96610\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-96610 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland4-300x150.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-96610\" class=\"wp-caption-text\"><em>A capa original do disco nas Am\u00e9ricas e a capa original europeia<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Desta maneira, fica mais do que evidente o real intento do artista ao conceitualizar uma obra como \u201cThe Rhythmatist\u201d: a percep\u00e7\u00e3o da m\u00fasica africana como uma esp\u00e9cie de pedra angular, embora pudesse ser lido como um claro sinal de pensamento imperialista (o forasteiro que chega para se apropriar da cultura origin\u00e1ria apenas para reempacot\u00e1-la) aqui se mostra diferente. Longe do interesse cultural predat\u00f3rio, o que transparece no repert\u00f3rio do disco \u00e9 sincero fasc\u00ednio e profundo respeito pelas culturas que acabaram possibilitando que, apesar de tamanha ambi\u00e7\u00e3o, a conclus\u00e3o do projeto como acabou ocorrendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nova reedi\u00e7\u00e3o de \u201cThe Rhythmatist\u201d, lan\u00e7ada com nova arte em vinil, CD e streaming (nos dois \u00faltimos formatos acrescida das vers\u00f5es single de \u201cKoteja\u201d e \u201cGong Rock\u201d &#8211; mais cinco vers\u00f5es para a \u00faltima), curiosamente, n\u00e3o inclui um relan\u00e7amento do filme, dirigido por Jean-Pierre Dutilleux, que re\u00fane as can\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum. N\u00e3o \u00e9 preciso pensar muito para imaginar o porqu\u00ea: embora conte com algumas passagens memor\u00e1veis \u2013 tal como a cena que tem o baterista solando em seu instrumento, no meio de uma savana, dentro de uma jaula cercada por le\u00f5es em polvorosa \u2013 e siga a mesma trilha ambiciosa do disco (com uma narrativa pseudo-ficcional que serve como pano de fundo para as experimenta\u00e7\u00f5es de campo de Copeland), \u201cThe Rhythmatist\u201d, o filme, \u00e9, hoje em dia, uma produ\u00e7\u00e3o facilmente \u201cproblematiz\u00e1vel\u201d. Isso devido ao mesmo subtexto imperialista referido antes. N\u00e3o espanta que seu principal realizador prefira, atualmente, se focar na m\u00fasica que construiu (no entanto, o filme est\u00e1 dispon\u00edvel, em quatro v\u00eddeos, no final do texto).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96608 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland1-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/copeland1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s o fim decretado do Police, em 1986, Stewart Copeland se dedicaria, em grande parte, \u00e0 composi\u00e7\u00e3o de trilhas sonoras para produ\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas que variavam do not\u00e1vel (\u201cWall Street\u201d, de 1987) ao esquec\u00edvel (\u201cHighlander II\u201d, 1991) \u2013 uma exce\u00e7\u00e3o, no caso, seria a \u00f3tima trilha sonora que realizou para o videogame \u201cSpyro\u201d (1996). Como colaborador musical, entretanto, sua folha corrida s\u00f3 fez aumentar: fosse com o Animal Logic, com o Oysterhead, com o Gizmodrome, ou mesmo com o pr\u00f3prio Police, reunido em 2007, o fato \u00e9 que Stewart Copeland tem se mantido t\u00e3o ocupado quanto sempre esteve. Seja realizando Q&amp;As <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCebbDUUNZ4HH5hEhQ4s_mvQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em seu canal do YouTube<\/a>, ou desconstruindo seus pr\u00f3prios hits com o projeto \u201cPolice Deranged\u201d (no qual toca acompanhado de uma orquestra), o m\u00fasico nunca escondeu sua inquietude em tudo o que faz \u2013 e tampouco o esp\u00edrito explorador que demonstrou em uma de suas obras mais relevantes e importantes. Uma obra que, agora, tem de novo o potencial de iluminar qualquer ouvinte que se disponha a ouvir as ra\u00edzes e os pilares de muito do que se tem como conhecido hoje em dia &#8211; e que Jo\u00e3o Barone, baterista d&#8217;Os Paralamas, definiu como &#8220;masterpiece&#8221; <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DU6VLWzDcg_\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em coment\u00e1rio no Instagram de Copeland<\/a>. \u201cRitmatismo\u201d pode ser um conceito complexo demais para se explicar, ent\u00e3o, melhor focar no ouvir \u2013 e no sentir.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"STEWART COPELAND - THE RHYTHMATIST (THE MOVIE) PART 1 - EXC RESTORED VERSION\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EPN1Y1MU6ok?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"STEWART COPELAND - THE RHYTHMATIST (THE MOVIE) PART 2 EXC RESTORED VERSION\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aYDjhAnvsmM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"STEWART COPELAND - THE RHYTHMATIST (THE MOVIE) PART 3 EXC RESTORED VERSION\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0A4y-UnXxVo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"STEWART COPELAND - THE RHYTHMATIST (THE MOVIE) PART 4 EXC RESTORED VERSION\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_xOpcFcgwpY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4cfQaQO-YD4\">\u00a0Davi Caro<\/a>\u00a0\u00e9 professor<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4cfQaQO-YD4\">,<\/a>\u00a0tradutor, m\u00fasico, escritor e estudante de Jornalismo. Leia mais textos dele\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/author\/davi-caro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cThe Rhythmatist\u201d \u00e9 o registro de uma multitude de ritmos e costumes intricados e fascinantes, elaborado por um m\u00fasico que se especializou em criar m\u00fasica t\u00e3o intricada quanto fascinante\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/07\/08\/relancado-em-edicao-expandida-the-rhythmatist-de-stewart-copeland-e-um-mapa-das-raizes-ritmicas-do-pop\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":134,"featured_media":96609,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,3],"tags":[8286],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96606"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/134"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96606"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96613,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96606\/revisions\/96613"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}