{"id":96582,"date":"2026-07-05T10:11:52","date_gmt":"2026-07-05T13:11:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=96582"},"modified":"2026-07-05T10:15:19","modified_gmt":"2026-07-05T13:15:19","slug":"entrevista-raquel-dantas-fala-sobre-a-segunda-edicao-do-livro-a-conquista-do-rock-que-mapeia-a-cena-de-vitoria-da-conquista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/07\/05\/entrevista-raquel-dantas-fala-sobre-a-segunda-edicao-do-livro-a-conquista-do-rock-que-mapeia-a-cena-de-vitoria-da-conquista\/","title":{"rendered":"Entrevista: Raquel Dantas fala da segunda edi\u00e7\u00e3o de \u201cA Conquista do Rock\u201d, livro que mapeia a cena de Vit\u00f3ria da Conquista"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/danilosouza.jornalismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Danilo Souza<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na segunda metade dos anos 2010, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/raqueldantasarte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Raquel Dantas<\/a>, uma apaixonada por m\u00fasica, decidiu se aprofundar nas hist\u00f3rias das bandas de rock de Vit\u00f3ria da Conquista, no sudoeste baiano, para registrar tudo em um livro. Intitulado \u201c<a href=\"https:\/\/link.amazon\/B0gEkHrZV\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Conquista do Rock<\/a>\u201d, a obra foi publicada em 2017 e documentou o trabalho de mais de 40 grupos musicais de subg\u00eaneros como o grunge, punk e heavy metal, entre outros, al\u00e9m de trazer depoimentos e materiais raros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quase dez anos depois, em 2026, num contexto quase que totalmente diferente, com a internet e a velocidade em que conte\u00fados e informa\u00e7\u00f5es circulam, Raquel apresenta ao p\u00fablico a segunda edi\u00e7\u00e3o de &#8220;A Conquista do Rock&#8221;, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/livroaconquistadorock\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">que ressurge \u00a0revisto, atualizado e ampliado<\/a>, dando continuidade ao prop\u00f3sito de conhecer e divulgar o que acontece na cena local. Financiado pelo Plano Nacional Aldir Blanc de Fomento \u00e0 Cultura (PNAB), ela considera a publica\u00e7\u00e3o como uma conquista pol\u00edtica e social: \u201cPerceber que agora tenho um registro f\u00edsico contando com esse apoio \u00e9 entender tamb\u00e9m que estamos evoluindo\u201d, comenta a autora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muita coisa mudou em quase 10 anos, como a amplifica\u00e7\u00e3o dos registros de m\u00fasicas nas plataformas de \u00e1udio e v\u00eddeo, o que facilitou a vida da escritora na descoberta de novos artistas\u2026 por\u00e9m, algumas cl\u00e1ssicas falhas de comunica\u00e7\u00e3o, como a falta de um release ou de informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas por parte das bandas, ainda permaneceram como um desafio. \u201cFoi f\u00e1cil e n\u00e3o foi ao mesmo tempo [\u2026]. Falo sobre isso na introdu\u00e7\u00e3o do livro, porque eu n\u00e3o queria que a leitura se tornasse cansativa; n\u00e3o adianta escrever muito sobre uma banda e produzir s\u00f3 um par\u00e1grafo sobre outra\u201d, conta Raquel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a autora, a expectativa \u00e9 que o livro possa ser usado como material de apoio por outros pesquisadores, jornalistas e f\u00e3s da m\u00fasica local. \u201cPenso que esse trabalho de pesquisa ser\u00e1 enriquecedor [&#8230;] porque tem muita gente come\u00e7ando agora, muito trabalho para ser lan\u00e7ado e gente compondo, ent\u00e3o, \u00e9 uma cena com v\u00e1rios per\u00edodos de renova\u00e7\u00e3o\u201d, ela argumenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Raquel afirma que a cena \u00e9 constru\u00e7\u00e3o coletiva e deve contar com a participa\u00e7\u00e3o de bandas, p\u00fablico e agentes culturais para se desenvolver e funcionar. A autora acredita que o livro vem para mostrar que existe uma grande quantidade de projetos musicais na cidade esperando para serem conhecidos. \u201cEspero que bandas, artistas, p\u00fablico, produtores e agentes culturais, juntos, criem mais oportunidades para o crescimento da cena musical em Vit\u00f3ria da Conquista. Que esse livro chegue a cada um deles e sensibilize, porque existe uma cena rica na cidade \u2014 n\u00e3o h\u00e1 uma valoriza\u00e7\u00e3o e um olhar atento merecido, mas existe\u201d, completa. Leia abaixo a entrevista completa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96586 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas1-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea publicou o primeiro volume do livro \u201cA Conquista do Rock\u201d h\u00e1 quase dez anos, em 2017. De l\u00e1 pra c\u00e1, muita coisa mudou na forma de registrar e documentar as mem\u00f3rias da cena por conta de ferramentas como as redes sociais instant\u00e2neas, blogs e sites na internet, por exemplo. O que te levou a querer fazer um segundo volume dessa obra, se dedicando a aprofundar nas hist\u00f3rias das bandas de rock de Vit\u00f3ria da Conquista?<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 era uma vontade dar continuidade \u00e0 pesquisa por conta de novas bandas e projetos que estavam surgindo, por\u00e9m, precisava pensar em formas de conseguir apoio para a segunda edi\u00e7\u00e3o, visto que queria lan\u00e7ar de forma independente. Foi ent\u00e3o que resolvi me inscrever para o edital \u201cA Bahia Que Escreve\u201d, da PNAB [Pol\u00edtica Nacional Aldir Blanc de Fomento \u00e0 Cultura] do estado, e foi uma surpresa ter sido selecionada. Com isso, consegui montar uma equipe e ter um produtor, o Micael Aquillah, para viabilizar um projeto com qualidade melhor. Outro fator que contribuiu foi que eu n\u00e3o come\u00e7aria do zero, apenas iria atualizar e acrescentar algumas coisas que estavam se destacando na cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que voc\u00ea acredita que mudou, no sentido art\u00edstico (quantidade\/qualidade de bandas, festivais, etc\u2026), na cena da cidade neste intervalo de tempo entre o vol.1 e o vol.2?<\/strong><br \/>\nPercebi uma grande quantidade de projetos solos sendo lan\u00e7ados na internet, mas que n\u00e3o consegui registrar por conta do prazo de lan\u00e7amento, e que s\u00e3o muito recentes, como o Lar\u00e1, artista do Rio de Janeiro que mora em Vit\u00f3ria da Conquista e lan\u00e7ou o seu primeiro \u00e1lbum; o Neto Fernandes, que tamb\u00e9m lan\u00e7ou um projeto com v\u00e1rias participa\u00e7\u00f5es, incluindo o Teago Oliveira, da Maglore; tem a Lupuna, que nasceu com a representatividade da Lorena Marinho nos vocais e lan\u00e7ou o seu primeiro trabalho; tem a Joy, que est\u00e1 preparando o seu primeiro EP, o \u201cLado A\u201d, e muitos outros. Felizmente, consegui registrar o trabalho da cajupitanga, da Pipa, da Outra Conduta e da Headless Queen, que s\u00e3o grandes representantes da cena atual. Em rela\u00e7\u00e3o aos festivais, h\u00e1 de destacar que, ao mesmo tempo que alguns evolu\u00edram, tais como o Festival Su\u00ed\u00e7a Bahiana, o Point do Rock e a eclos\u00e3o do Morfic Fest, produzido pelo Maur\u00edcio Franco, da banda M\u00f3rficos, entre outros, houve uma diminui\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica na quantidade de festivais realizados. Antes havia o Festival da Juventude, o Avuador e o Natal da Cidade, j\u00e1 hoje s\u00e3o pouqu\u00edssimos qe resistem com pouco apoio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De que forma esses festivais ajudaram a renovar esse cen\u00e1rio e o p\u00fablico ao longo dos anos?<\/strong><br \/>\nOs festivais contribuem para a resist\u00eancia das antigas e novas bandas na cidade. Se uma banda nasce hoje, seja autoral ou cover, ela precisa de um lugar para tocar e formar o seu p\u00fablico. O artista precisa se apresentar para se manter e crescer, ent\u00e3o, na medida que o produtor abre esse espa\u00e7o, estimula a perman\u00eancia dessas bandas e o surgimento de novas. Ningu\u00e9m quer montar um projeto pra ficar s\u00f3 no quarto. E o p\u00fablico tamb\u00e9m necessita desses eventos para aumentar o seu repert\u00f3rio cultural e se divertir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando nisso, existe alguma descoberta, seja de bandas que voc\u00ea n\u00e3o conhecia ou hist\u00f3rias dos bastidores, durante a pesquisa que tenha te surpreendido?<\/strong><br \/>\nMuitas. Mas a que mais me impressionou foi o material sobre a cajupitanga, Descobri ela por meio de <a href=\"https:\/\/conquistareporter.com.br\/artigo-em-novas-colagens-sonoras-cajupitanga-se-transforma-em-trio-para-novo-album-inovador-e-visceral\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma mat\u00e9ria no Conquista Rep\u00f3rter<\/a>, sobre o lan\u00e7amento do \u00e1lbum \u201cPr\u00f3ximo\u201d (disco de 2025 lan\u00e7ado em parceria com o compositor e violonista carioca Arthus Fochi). Nunca tinha visto algo sobre a banda e descobri que era um projeto de integrantes que s\u00e3o de Vit\u00f3ria da Conquista, mas que hoje moram em outras cidades. Conforme fui aprofundando na pesquisa, o duo estava lan\u00e7ando mais e mais coisas na internet. Me surpreendi tanto pela quantidade de informa\u00e7\u00f5es quanto pela qualidade do som. N\u00e3o conhecia e curti muito.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96588 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas3-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais foram as maiores dificuldades para reunir mem\u00f3rias, documentos, relatos e hist\u00f3rias da cena independente?<\/strong><br \/>\nFoi f\u00e1cil e n\u00e3o foi ao mesmo tempo. Algumas bandas j\u00e1 tinham praticamente tudo na internet, desde release at\u00e9 entrevistas e mat\u00e9rias recentes, como a Cama de Jornal, Dona Iracema e Distintivo Blue. J\u00e1 outras, eu troquei algumas palavras e descobri muita coisa, como a cajupitanga, a Pipa e Outra Conduta. A dificuldade maior foi por conta do prazo e tamb\u00e9m porque muitas bandas n\u00e3o tinham um release e nem entrevistas na internet. Seria muito dif\u00edcil come\u00e7ar do zero com pouco material, ent\u00e3o precisei selecionar as mais acess\u00edveis. At\u00e9 falo sobre isso na introdu\u00e7\u00e3o do livro, porque n\u00e3o queria que a leitura se tornasse cansativa; n\u00e3o adianta escrever muito sobre uma banda e produzir s\u00f3 um par\u00e1grafo sobre outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual foi o momento mais simb\u00f3lico da trajet\u00f3ria do rock conquistense para voc\u00ea, especificamente nesse recorte de nove anos (2017-2026) entre os dois volumes?<\/strong><br \/>\nDepois que lancei a primeira edi\u00e7\u00e3o muitas bandas acabaram\u2026 Krathera, Nobres Companions, Os Barcos, Time Flys, Recrucifixion, Dreadful Trace, Dost&#8230; ent\u00e3o, penso que o momento do processo de escrita do primeiro volume, entre 2014 e 2015, foi bastante significativo para a constru\u00e7\u00e3o de um registro sobre a cena local. Foi o momento certo para o processo de escrita do livro. Hoje, penso que daqui uns anos esse trabalho de pesquisa ser\u00e1 mais enriquecedor para pesquisadores futuros, porque tem muita gente come\u00e7ando agora, muito trabalho para ser lan\u00e7ado e gente compondo, como Carol Ivo e Geisy Meireles, ent\u00e3o, \u00e9 uma cena com v\u00e1rios per\u00edodos de renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No fim da d\u00e9cada de 2010, ainda era poss\u00edvel achar uns CDs por a\u00ed. Hoje, as produ\u00e7\u00f5es s\u00e3o praticamente 100% digitais. Como foi isso no cen\u00e1rio independente aqui da cidade? A internet ajudou com que mais bandas surgissem, ou, caso elas j\u00e1 existissem, facilitou para apresentar novas m\u00fasicas para as pessoas?<\/strong><br \/>\nSim. Com certeza! Destaco isso no livro tamb\u00e9m, inclusive foi o que me motivou a continuar a pesquisa, pois, enquanto escrevia, a banda 1 Em P\u00e9 2 Alados estava disponibilizando m\u00fasicas no You Tube. N\u00e3o precisamos ir para um show pra conhecer o trabalho autoral da maioria das bandas por conta das plataformas digitais. Por\u00e9m, pela quantidade de informa\u00e7\u00e3o, a maioria n\u00e3o pesquisa bandas e artistas novos. Isso \u00e9 n\u00edtido quando voc\u00ea pergunta sobre o que elas acham da cena atualmente, v\u00e3o dizer que n\u00e3o existe nada de bom ou que o rock morreu, e isso tem mais a ver com a resist\u00eancia de quem ouve, porque Vit\u00f3ria da Conquista recebe bandas e artistas novos todo ano e tem representantes na cena que se destacam fora do estado, como a Dona Iracema, Cama de Jornal, Benjamin, etc. Falta disposi\u00e7\u00e3o para a pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Este \u00e9 um livro feito a partir de pol\u00edticas p\u00fablicas. De certa forma, isso faz com que essa obra ganhe um significado de resist\u00eancia pol\u00edtica e cultural, n\u00e9? Ainda mais dentro da cena rock, que costuma ser vista de fora como \u201cm\u00fasica pra doido\u201d ou para \u201cestranhos\u201d. Como voc\u00ea enxerga isso?<\/strong><br \/>\nTer um projeto de livro sobre o rock local selecionado por meio de um edital de fomento \u00e0 cultura \u00e9 saber que existe uma valoriza\u00e7\u00e3o para esses temas. Fiquei surpresa porque sei tamb\u00e9m que ainda existe um preconceito sobre o rock, j\u00e1 tive dificuldades em divulgar exposi\u00e7\u00f5es de arte com o tema. Perceber que agora tenho um registro f\u00edsico contando com esse apoio \u00e9 entender tamb\u00e9m que estamos evoluindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual legado voc\u00ea espera que esse livro tenha? Pode se dizer que ele vai ser como um ponto de partida para quem decida seguir documentando a cena?<\/strong><br \/>\nSim. Espero que as bandas, artistas, p\u00fablico, produtores e agentes culturais, juntos, criem mais oportunidades para o crescimento da cena musical em Vit\u00f3ria da Conquista. Que esse livro chegue a cada um deles e sensibilize, porque existe uma cena rica na cidade \u2014 n\u00e3o h\u00e1 uma valoriza\u00e7\u00e3o e um olhar atento merecido, mas existe. Que outros pesquisadores e escritores tamb\u00e9m ampliem esse olhar e se sintam instigados a explorar o tema. O registro \u00e9 um trabalho que nunca acaba, sempre v\u00e3o existir festivais, bandas e p\u00fablicos que movimentam a m\u00fasica local.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Saiba como adquirir o livro no <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/livroaconquistadorock\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">instagram.com\/livroaconquistadorock<\/a><\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96587 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"938\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/raquel_dantas2-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Danilo Souza \u00e9 estudante de jornalismo da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia). Acompanhe seu trabalho em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/danilosouza.jornalismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">instagram.com\/danilosouza.jornalismo<\/a>\/; As fotos presentes no texto s\u00e3o de Micael Aqui\u013alah.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Quase 10 anos ap\u00f3s seu lan\u00e7amento original, &#8220;A Conquista do Rock&#8221; ressurge \u00a0revisto, atualizado e ampliado, dando continuidade ao prop\u00f3sito de divulgar o que acontece na cena local.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/07\/05\/entrevista-raquel-dantas-fala-sobre-a-segunda-edicao-do-livro-a-conquista-do-rock-que-mapeia-a-cena-de-vitoria-da-conquista\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":153,"featured_media":96585,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,9,3],"tags":[8282],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96582"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/153"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96582"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96582\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96584,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96582\/revisions\/96584"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96585"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96582"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96582"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96582"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}