{"id":96513,"date":"2026-07-01T01:03:42","date_gmt":"2026-07-01T04:03:42","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=96513"},"modified":"2026-07-01T02:14:46","modified_gmt":"2026-07-01T05:14:46","slug":"entrevista-marcelo-domingues-explica-as-novidades-da-edicao-2026-do-festival-demo-sul-em-londrina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/07\/01\/entrevista-marcelo-domingues-explica-as-novidades-da-edicao-2026-do-festival-demo-sul-em-londrina\/","title":{"rendered":"Festival Demo Sul: Marcelo Domingues conta as novidades da edi\u00e7\u00e3o 2026 e explica os desafios atuais de curadoria e produ\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lvinhas78\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos festivais de m\u00e9dio porte mais antigos do Brasil, o londrinense <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/demosul_oficial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Demo Sul<\/a> \u00e9 fruto de um per\u00edodo onde a ideia de criar um circuito midstream a partir do underground n\u00e3o s\u00f3 era forte como poss\u00edvel. Passados 25 anos, muita coisa mudou, mas o festival segue na ativa, fiel \u00e0 proposta de fortalecer a cena local, promover o di\u00e1logo com outras regi\u00f5es, e trazer propostas art\u00edsticas variadas em meio a atividades que fomentam a profissionaliza\u00e7\u00e3o dos artistas e dos agentes culturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ousado? Sim, mas a ousadia tem se pagado. Por mais que o festival n\u00e3o tenha se realizado em alguns anos (essa ser\u00e1 a 21\u00aa edi\u00e7\u00e3o), o Demo Sul faz mais que &#8220;resistir&#8221;: ele se mant\u00e9m como um evento importante na regi\u00e3o, e tem no edital de convoca\u00e7\u00e3o para bandas novas um dos aspectos mais interessantes de sua proposta. A ideia \u00e9 colocar bandas iniciantes de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds, selecionadas pela curadoria a partir das inscri\u00e7\u00f5es no edital, para dividir o palco com nomes mais experientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio a isso, o festival sempre promoveu rodadas de neg\u00f3cios, workshops e\/ou di\u00e1logos com outras manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. A meta sempre foi proporcionar um contato maior com pr\u00e1ticas mais profissionais para os iniciantes, ao mesmo tempo que inclui nomes j\u00e1 consolidados, capazes de atrair um p\u00fablico maior para os shows.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a edi\u00e7\u00e3o de 2026, que vai acontecer entre 7 e 16 de agosto, ser\u00e3o 11 palcos espalhados por diferentes locais da cidade de Londrina, no Paran\u00e1, sendo 5 oficiais e 6 extraoficiais, ampliando o alcance e a diversidade da programa\u00e7\u00e3o. O lineup traz como destaques <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=BNeg%C3%A3o\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">BNeg\u00e3o<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=M%C3%B3veis+Coloniais+de+Acaju\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">M\u00f3veis Coloniais de Acaju<\/a> e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Black+Pantera\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Black Pantera<\/a>, em meio a outros nomes selecionados a partir do edital e da curadoria do festival, como <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/02\/25\/entrevista-atracao-do-lollapalooza-jonabug-fala-sobre-grungegaze-e-a-edicao-em-vinil-de-tres-tigres-tristes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jonabug<\/a>, que recentemente tocou no Lollapalooza; Cati\u00e7a,\u00a0 escalada para abrir o show do Shame em S\u00e3o Paulo, e o trio <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/05\/11\/urupe-a-ideia-e-fazer-musica-que-funcione-como-cancao-mesmo-sendo-instrumental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Urup\u00ea<\/a> &#8211; conhe\u00e7a a programa\u00e7\u00e3o completa, dia a dia, no site do festival, <a href=\"https:\/\/www.demosul.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.demosul.com.br<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem explica o funcionamento dessa din\u00e2mica, bem como outras novidades dessa edi\u00e7\u00e3o, \u00e9 seu fundador e organizador, o produtor cultural e m\u00fasico Marcelo Domingues. Domingues j\u00e1 integrou as bandas Convuls\u00e3o e Trilobit, hoje inativas, e \u00e9 um nome presente em outros festivais de m\u00e9dio porte \u2013 j\u00e1 foi chefe de palco de diversas edi\u00e7\u00f5es do tamb\u00e9m paranaense <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Para%C3%ADso+do+Rock\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Para\u00edso do Rock<\/a>, \u00e9 um dos curadores para a seletiva paranaense do <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Por%C3%A3o+do+Rock\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Por\u00e3o do Rock<\/a> (DF) e colaborou em edi\u00e7\u00f5es do saudoso <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=El+Mapa+de+Todos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">El Mapa de Todos<\/a> (RS). Em 2023, foi um dos palestrantes do MIL Lisboa, em Portugal. Por e-mail, ele respondeu \u00e0s perguntas do Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96514 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Demosul_Lineup.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"938\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Demosul_Lineup.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Demosul_Lineup-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Esse \u00e9 o segundo Demo Sul que voc\u00ea realiza desde que voltou de Portugal. O que sua temporada por l\u00e1 trouxe de aprendizado para o festival aqui?<\/strong><br \/>\nEu fiz um mestrado em gest\u00e3o cultural l\u00e1. Minha pesquisa foi sobre a ind\u00fastria musical contempor\u00e2nea portuguesa, desenvolvi estudos sobre redes de circula\u00e7\u00e3o musical e internacionaliza\u00e7\u00e3o, com foco na conex\u00e3o entre o sul do Brasil e o centro de Portugal, essa experi\u00eancia que originou o projeto RIMEL \u2013 Rede Internacional de M\u00fasica entre Lugares. Nas Caldas da Rainha, cidade onde fiz o mestrado e morei, existem dois eventos, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/caldaslatenight\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caldas Late Night<\/a> e o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/festival_impulso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Impulso Festival<\/a>, que achei interessante pesquisar \u2013 participei como p\u00fablico, produtor e artista. O CLN \u00e9 um festival anual que transforma Caldas da Rainha em uma galeria a c\u00e9u aberto, unindo design, m\u00fasica e artes. Ele \u00e9 produzido pelos alunos da Escola Superior Artes e Design &#8211; Polit\u00e9cnico de Leiria, a ESAD.CR (onde estudei), desde 1997, e celebra a mistura entre diferentes linguagens art\u00edsticas e experimenta\u00e7\u00f5es. Acontece durante tr\u00eas noites, ocupa a cidade com interven\u00e7\u00f5es e performances.A partir dessa pesquisa, incorporei a proposta de circula\u00e7\u00e3o por diferentes pontos de Londrina, conectando tamb\u00e9m m\u00faltiplas linguagens art\u00edsticas. Neste ano, lan\u00e7amos o Circuito OFF do festival, que ocupar\u00e1 diversos espa\u00e7os culturais da cidade \u2014 de lojas de discos, livrarias e skate shops a espa\u00e7os p\u00fablicos, bares e pubs. Ao todo, ser\u00e3o 9 palcos\/espa\u00e7os distribu\u00eddos ao longo de 10 dias consecutivos de Demo Sul, com programa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria e atividades cont\u00ednuas. Na verdade a ideia \u00e9 transformar o Demo Sul em uma mostra cultural. Como foco na musica independente, at\u00e9 porque festivais j\u00e1 existem muitos, at\u00e9 de sapatos! (risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O cen\u00e1rio musical de hoje \u00e9 totalmente diferente de quando o Demo Sul nasceu, tanto em termos de est\u00e9tica quanto de mercado. Quais as mudan\u00e7as mais significativas que voc\u00ea nota?<\/strong><br \/>\nQuando o Demo Sul nasceu, em 2001, a gente estava bem no meio da virada do anal\u00f3gico pro digital. Naquele momento, gravar ainda era caro, a distribui\u00e7\u00e3o dependia muito de m\u00eddia f\u00edsica e a circula\u00e7\u00e3o acontecia principalmente por shows, r\u00e1dio e imprensa especializada. Hoje, a principal mudan\u00e7a \u00e9 a digitaliza\u00e7\u00e3o total da cadeia: produ\u00e7\u00e3o mais acess\u00edvel, distribui\u00e7\u00e3o via streaming e uma l\u00f3gica de mercado guiada por algoritmos e redes sociais. Isso democratizou o acesso, mas tamb\u00e9m aumentou muito a concorr\u00eancia e a velocidade com que tudo acontece.Esteticamente, houve uma mistura muito maior de linguagens e g\u00eaneros \u2014 as fronteiras praticamente desapareceram. Ao mesmo tempo, o ao vivo ganhou ainda mais import\u00e2ncia como espa\u00e7o de experi\u00eancia e conex\u00e3o real, algo que festivais como o Demo Sul continuam fortalecendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que est\u00e1 mais dif\u00edcil &#8211; e o que fica mais f\u00e1cil &#8211; com todas essas mudan\u00e7as?<\/strong><br \/>\nO que ficou mais dif\u00edcil \u00e9 se destacar no meio de tanta informa\u00e7\u00e3o e lan\u00e7amento, hoje todo mundo pode produzir e distribuir, ent\u00e3o a disputa por aten\u00e7\u00e3o \u00e9 enorme. Al\u00e9m disso, a sustentabilidade financeira do artista ficou mais complexa, j\u00e1 que o streaming paga pouco e exige escala. Por outro lado, ficou muito mais f\u00e1cil produzir, lan\u00e7ar e circular m\u00fasica sem depender de intermedi\u00e1rios. As ferramentas digitais permitem que artistas construam p\u00fablico, testem ideias e se conectem diretamente com f\u00e3s em qualquer lugar. No fim, o jogo mudou: antes o desafio era acessar os meios; hoje \u00e9 criar relev\u00e2ncia, identidade e conex\u00e3o em um cen\u00e1rio supersaturado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O edital de convoca\u00e7\u00e3o para bandas novas parece ser uma parte importante do festival. Quais os crit\u00e9rios para a sele\u00e7\u00e3o dos artistas? E o que voc\u00ea acredita que a participa\u00e7\u00e3o no festival possa proporcionar para eles?<\/strong><br \/>\nDesde a primeira edi\u00e7\u00e3o, o edital \u00e9 um dos pilares do Demo Sul, justamente por garantir transpar\u00eancia e diversidade na curadoria. A sele\u00e7\u00e3o leva em conta crit\u00e9rios como originalidade art\u00edstica, qualidade musical, consist\u00eancia do projeto, relev\u00e2ncia est\u00e9tica e tamb\u00e9m a capacidade de apresenta\u00e7\u00e3o ao vivo. Al\u00e9m disso, buscamos contemplar a diversidade regional, de g\u00eaneros e de trajet\u00f3rias, fortalecendo a ideia de um recorte plural da cena independente. Neste ano, o festival tamb\u00e9m abra\u00e7a <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DYxuSb0xMV4\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a campanha de combate ao feminic\u00eddio<\/a>, uma diretriz pensada desde a cria\u00e7\u00e3o do conceito desta edi\u00e7\u00e3o e incorporada em toda a produ\u00e7\u00e3o do evento. Isso se reflete, inclusive, na curadoria art\u00edstica desse ano, onde temos o compromisso de alcan\u00e7ar pelo menos 50% de mulheres no palco, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia da equidade e da representatividade. Para os artistas, participar do festival \u00e9 uma oportunidade real de circula\u00e7\u00e3o e visibilidade. O Demo Sul conecta bandas a novos p\u00fablicos, programadores, produtores e outros agentes do mercado, al\u00e9m de proporcionar uma experi\u00eancia profissional de palco, estrutura e troca com outros artistas. Mais do que um show, \u00e9 um espa\u00e7o de desenvolvimento de carreira &#8211; muitos artistas\/bandas que passaram pelo festival conseguiram ampliar sua rede, fechar novas datas e dar passos importantes na sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Demo Sul sempre teve preocupa\u00e7\u00e3o com a profissionaliza\u00e7\u00e3o das bandas, chegando a fazer rodadas de neg\u00f3cios com produtores e agentes da m\u00eddia. Essa premissa continua?<\/strong><br \/>\nSim, essa premissa continua sendo central no Demo Sul. O festival mant\u00e9m o compromisso com a profissionaliza\u00e7\u00e3o das bandas, criando espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o, troca e articula\u00e7\u00e3o com o mercado. Neste ano, realizaremos a 16\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio de M\u00fasica Independente, al\u00e9m da terceira edi\u00e7\u00e3o da oficina de produ\u00e7\u00e3o de videoclipe, ampliando o acesso a ferramentas pr\u00e1ticas e conhecimentos estrat\u00e9gicos para os artistas. Toda essa programa\u00e7\u00e3o formativa tamb\u00e9m estar\u00e1 alinhada \u00e0 campanha de combate ao feminic\u00eddio, integrando conte\u00fado, reflex\u00e3o e pr\u00e1tica dentro de uma perspectiva de responsabilidade social e cultural.<br \/>\n.<br \/>\n<strong>O festival nunca se prop\u00f4s a ser massivo, mas sempre entendeu a import\u00e2ncia de headliners significativos. Por\u00e9m, nem sempre a curadoria consegue dialogar com o or\u00e7amento. \u00c9 poss\u00edvel encontrar headliners que tenham convocat\u00f3ria de p\u00fablico, mas que estejam dispostos a negociar valores? Ou, perguntando de outra forma: ainda h\u00e1 artistas que entendem a import\u00e2ncia de apoiar festivais fora dos grandes centros?<\/strong><br \/>\nO Demo Sul nunca fez concess\u00f5es ao mercado no sentido de abrir m\u00e3o do seu conceito e da sua identidade. Talvez por isso nunca tenha se colocado como um festival massivo \u2014 desde o in\u00edcio, trabalhamos com uma curadoria bem definida, voltada \u00e0 m\u00fasica independente e \u00e0 diversidade est\u00e9tica. Ao mesmo tempo, entendemos a import\u00e2ncia de ter artistas com trajet\u00f3ria consolidada ou em ascens\u00e3o como headliners, porque eles ajudam a atrair p\u00fablico, ampliar a visibilidade do festival e potencializar a experi\u00eancia geral do evento.No cen\u00e1rio atual, especialmente no p\u00f3s-pandemia, o mercado est\u00e1 mais inflacionado e inst\u00e1vel, o que torna essas negocia\u00e7\u00f5es mais desafiadoras. Ainda assim, existem \u2014 mesmo que em menor n\u00famero \u2014 artistas e equipes que compreendem o valor simb\u00f3lico e cultural de festivais fora dos grandes centros, e que se mostram abertos ao di\u00e1logo, enxergando o Demo Sul n\u00e3o s\u00f3 como um palco, mas como um espa\u00e7o estrat\u00e9gico de circula\u00e7\u00e3o, conex\u00e3o e fortalecimento da cena independente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96516\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Demosul_Lineup1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Demosul_Lineup1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Demosul_Lineup1-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><em>\u2013 Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) \u00e9 produtor e<\/em><em>\u00a0autor do livro \u201c<a href=\"https:\/\/editorabarbante.com.br\/produtos\/o-evangelho-segundo-odair-censura-igreja-e-o-filho-de-jose-e-maria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Evangelho Segundo Odair: Censura, Igreja e O Filho de Jos\u00e9 e Maria<\/a>\u201c.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um dos festivais de m\u00e9dio porte mais antigos do Brasil, o londrinense Demo Sul \u00e9 fruto de um per\u00edodo onde a ideia de criar um circuito midstream a partir do underground n\u00e3o s\u00f3 era forte como poss\u00edvel\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/07\/01\/entrevista-marcelo-domingues-explica-as-novidades-da-edicao-2026-do-festival-demo-sul-em-londrina\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":96515,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,4833,3],"tags":[8279],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96513"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96513"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96513\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96520,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96513\/revisions\/96520"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96515"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96513"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96513"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96513"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}