{"id":965,"date":"2009-03-17T10:50:44","date_gmt":"2009-03-17T13:50:44","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=965"},"modified":"2009-03-18T13:40:54","modified_gmt":"2009-03-18T16:40:54","slug":"como-vao-ser-os-shows-do-radiohead","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/17\/como-vao-ser-os-shows-do-radiohead\/","title":{"rendered":"Como v\u00e3o ser os shows do Radiohead"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/sets\/72157606156849984\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-966\" title=\"radiohead_werchter1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_werchter1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"506\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_werchter1.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_werchter1-296x300.jpg 296w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Berlim, 08 de agosto de 2008. Tr\u00eas dias antes, o Radiohead havia tocado na terceira noite do Rock Werchter, na B\u00e9lgica, um festival que ainda contou com R.E.M., Neil Young, Lenny Kravitz e Beck (entre muitos outros). O p\u00fablico ficou dividido. Muita gente achou o show frio e o repert\u00f3rio pouco convidativo. Em um dos rar\u00edssimos momentos em que Thom Yorke se dirigiu \u00e0 plat\u00e9ia, o vocalista falou: &#8220;\u00c9 uma honra pisar no mesmo palco em que Neil Young tocou&#8221;. S\u00f3. Foram vinte e duas m\u00fasicas, apenas um bis e nada de &#8220;Creep&#8221;. Muita gente deixou o local preferindo a apresenta\u00e7\u00e3o do Sigur R\u00f3s (que tocou antes) ao Radiohead.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Corte para o trem em Berlim. Minutos ap\u00f3s deixar a esta\u00e7\u00e3o que atende ao aeroporto de Sch\u00f6nefeld, um homem grisalho aparentando uns 45 anos sentado no \u00faltimo banco do vag\u00e3o, de jaqueta de couro e com uma garrafa de cerveja na m\u00e3o (e s\u00e3o s\u00f3 9h), interpela tr\u00eas garotos de quase vinte anos, primeiro em alem\u00e3o, depois em ingl\u00eas. &#8220;De onde voc\u00eas s\u00e3o?&#8221;. Um dos rapazes responde: &#8220;De Manchester, na Inglaterra. Viemos ver o Radiohead&#8221;, entrega dizendo mais do que lhe foi perguntado. O homem se interessa: &#8220;O Radiohead vai tocar aqui? Em Berlim? Putz, sabe a turn\u00ea do &#8220;The Bends&#8221;? Eu vi sete shows!&#8221;&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Berlim foi a vig\u00e9sima oitava parada da turn\u00ea &#8220;In Rainbows&#8221;. Os shows no Brasil \u2013 primeiros da banda em mais de 15 anos \u2013 v\u00e3o ser os de n\u00famero 51 e 52 da tour, e a banda continua fiel ao seu lado dif\u00edcil. Em 50 shows, hits de primeira hora como &#8220;Anyone Can Play Guitar&#8221; do \u00e1lbum &#8220;Pablo Honey&#8221;, e &#8220;Black Star&#8221; do disco &#8220;The Bends&#8221; (aquele que o alem\u00e3o \u00e9 f\u00e3) n\u00e3o foram tocados sequer uma vez. Mas &#8220;Creep&#8221;, in\u00e9dita at\u00e9 ent\u00e3o na turn\u00ea, apareceu no segundo show do M\u00e9xico, o que pode prometer surpresas para o repert\u00f3rio brasileiro. Em compensa\u00e7\u00e3o, can\u00e7\u00f5es novas como &#8220;Weird Fishes\/Arpeggi&#8221;, &#8220;Bodysnatchers&#8221;, &#8220;All I Need&#8221;, &#8220;Reckoner&#8221;, &#8220;Nude&#8221;, &#8220;Videotape&#8221; e &#8220;15 Step&#8221; foram tocadas todas as noites. E apenas duas can\u00e7\u00f5es por show s\u00e3o de &#8220;Ok Computer&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/sets\/72157606156849984\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-967 aligncenter\" title=\"radiohead_berlim3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim3.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim3.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim3-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na capital alem\u00e3, o show acontece no meio do grande parque Wuhlheide, na periferia da cidade, mesmo local em que a banda tocara no dia 11 de setembro de 2001, no mesmo hor\u00e1rio em que avi\u00f5es colidiam com torres nos Estados Unidos. Parece especial para Thom Yorke tocar ali. Quanto mais se entra na mata, mais ela se fecha. Em certo momento, abre-se uma clareira, e o que surge carrega semelhan\u00e7as com um antigo teatro romano. O palco est\u00e1 montado no fundo, arquibancadas de metal e madeira cercam quase todo o lugar, e gente de todo o mundo conversa numa confus\u00e3o de l\u00ednguas. Dezenas de barracas de bebidas, comidas e souvenirs lotam as redondezas e uma dupla de DJs faz algo que, provavelmente, s\u00f3 os alem\u00e3es entendem at\u00e9 o finzinho da tarde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rotina segue: o jogo de luzes (barras de tungst\u00eanio penduradas no teto) toma sua posi\u00e7\u00e3o, fileira por fileira, at\u00e9 cobrir toda a extens\u00e3o do palco. Uma melodia minimalista come\u00e7a a tocar enquanto os ajustes finais s\u00e3o dados e a banda toma seu lugar. O tel\u00e3o (no fundo e nas laterais), na verdade, s\u00e3o diversas telinhas que focam cada integrante (tal qual o clipe de &#8220;Jigsaw Falling Into Place&#8221;). &#8220;Weird Fishes\/Arpeggi&#8221; abriu o show do Werchter, mas em Berlim eles preferem come\u00e7ar com &#8220;15 Step&#8221;, que serviu como abertura em mais de metade das apresenta\u00e7\u00f5es da turn\u00ea. Em seguida \u00e9 hora de testar os batimentos card\u00edacos dos f\u00e3s com uma faixa de &#8220;Ok Computer&#8221; (&#8220;Airbag&#8221;, &#8220;Lucky&#8221;, &#8220;Karma Police&#8221;,\u00a0 &#8220;Climbing Up The Walls&#8221;\u00a0ou &#8220;Exit Music (for a film)&#8221;).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Junto com diversas poss\u00edveis faixas de &#8220;In Rainbows&#8221;, uma de &#8220;Kid A&#8221; (a sensacional &#8220;National Anthem&#8221;) e duas de &#8220;Hail To The Thief&#8221; marcam presen\u00e7a (quase certa) na primeira parte do show: a excelente &#8220;There There&#8221; e a sonolenta &#8220;The Gloaming&#8221;. No decorrer o grupo n\u00e3o facilita e da-lhe b-sides como &#8220;Bangers and Mash&#8221; e &#8220;Talk Show Host&#8221;. As can\u00e7\u00f5es de &#8220;The Bends&#8221; come\u00e7am a dar \u00e0s caras no miolo do set list: na B\u00e9lgica foi &#8220;Just&#8221;, e em Berlim, um presente especial: &#8220;N\u00f3s tocamos aqui em 11 de setembro de 2001. Espero que voc\u00eas lembrem essa can\u00e7\u00e3o. \u00c9 para voc\u00eas&#8221;. O riff marcante de &#8220;My Iron Lung&#8221; preenche o ambiente. &#8220;Fake Plastic Trees&#8221; tamb\u00e9m pode rolar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/sets\/72157606160277205\/\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-968 aligncenter\" title=\"radiohead_berlim1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim1.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A parte final da noite traz faixas de &#8220;Kid A&#8221;, &#8220;Amnesiac&#8221; e &#8220;Hail To The Thief&#8221; como &#8220;Optimistic&#8221;, &#8220;Where I End and You Begin&#8221;, &#8220;Dollars &amp; Cents&#8221;, &#8220;How To Disappear Completely&#8221;, &#8220;Pyramid Song&#8221; e um dos grandes momentos do Radiohead (e de Thom Yorke) no palco: &#8220;Idioteque&#8221;. Chegamos ao bis e &#8220;Everything In It\u2019s Right Place&#8221;, em vers\u00e3o house, ou abre ou fecha. &#8220;You And Whose Army?&#8221; tamb\u00e9m costuma aparecer \u2013 e jogar um balde de \u00e1gua fria na audi\u00eancia. Sem problema, pois &#8220;Paranoid Android&#8221; aparece para reerguer o \u00e2nimo em uma vers\u00e3o irretoc\u00e1vel. &#8220;Planet Telex&#8221;, &#8220;The Bends&#8221;, a in\u00e9dita &#8220;Supercollider&#8221; e &#8220;2+2=5&#8221; costumam aparecer tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rigor, o set list do Radiohead \u00e9 fechado em 22 can\u00e7\u00f5es incluindo um bis. Nas duas datas do M\u00e9xico, por exemplo, foram 25 can\u00e7\u00f5es em dois bis \u2013 se a banda e o p\u00fablico estiverem animados podem rolar at\u00e9 tr\u00eas bis. O repert\u00f3rio \u00e9 dividido assim: de oito a dez can\u00e7\u00f5es de &#8220;In Rainbows&#8221;, uma de &#8220;The Bends&#8221; (pode at\u00e9 serem duas)\u00a0tr\u00eas de &#8220;Ok Computer&#8221; (nunca quatro, mas quem sabe) e mais um ou dois b-sides. E todo o resto da tr\u00edade &#8220;Kid A&#8221;, &#8220;Amnesiac&#8221; e &#8220;Hail To The Thief&#8221;.\u00a0 O show tem momentos m\u00e1gicos, mas pode muito bem trazer bocejos a quem n\u00e3o \u00e9 muito familiar ao som do quinteto \u2013 e cansa um pouco at\u00e9 aqueles que conhecem as faixas mais obscuras. \u00c9 uma apresenta\u00e7\u00e3o que costuma demorar a engatar, mas nada como uma &#8220;No Surprises&#8221; para derreter cora\u00e7\u00f5es de gelo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As atitudes emblem\u00e1ticas do Radiohead no showbusiness s\u00e3o levadas aos extremos no palco. Eles n\u00e3o tocam os hits f\u00e1ceis porque n\u00e3o querem tocar. Ponto. Misturam faixas eletr\u00f4nicas que poucos conseguem entender com cavalos de batalha de seu repert\u00f3rio num constante bate e assopra que procura reafirmar os dois lados distintos do grupo e que ali, naquele espa\u00e7o, s\u00e3o eles quem mandam. Todos que admiram a banda podem se deliciar com o senso de dificuldade que o grupo de Thom Yorke parece criar em torno de si mesmo, cujo resultado mais simplista seria: eles poderiam optar por um repert\u00f3rio que facilmente faria de suas apresenta\u00e7\u00f5es um momento m\u00e1gico na Terra, mas preferem mostrar que o pessimismo (tema t\u00e3o presente nas letras do grupo) tamb\u00e9m faz parte deste mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/sets\/72157606156849984\/\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-969 aligncenter\" title=\"radiohead_werchter2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_werchter2.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os f\u00e3s que amam o Radiohead cegamente v\u00e3o adorar o show. Na verdade, eles j\u00e1 saem de casa adorando (em 99% dos casos com qualquer artista). J\u00e1 aqueles que admiram a banda por suas particularidades talvez tor\u00e7am o nariz, mas devem perceber que o show do Radiohead \u00e9 mais te\u00f3rico que pr\u00e1tico. Diz mais sobre o show o que n\u00e3o acontece. E afinal de contas, quem vai ver o Radiohead ao vivo quer mesmo sair feliz ap\u00f3s o show? Como sorrir ap\u00f3s cantar &#8220;Wolf At The Door&#8221;, &#8220;No Surprises&#8221; e\/ou &#8220;Nude&#8221; (que diz: &#8220;N\u00e3o tenha grandes id\u00e9ias \/ Elas n\u00e3o v\u00e3o acontecer&#8221;)? Thom Yorke cria um paradoxo interessante para os tempos modernos. Ele entrega sua tristeza e seu pessimismo para a felicidade de uma multid\u00e3o, mas quer deixar claro que n\u00e3o faz disso um ato her\u00f3ico: se voc\u00ea quiser, vai ser do jeito dele, e n\u00e3o do seu. Poucos artistas \u2013 poucos, muito poucos \u2013 no mundo conseguem isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os shows do Brasil, muita expectativa sobre como a banda ir\u00e1 se portar frente ao p\u00fablico brasileiro pela primeira vez. A chance do grupo ceder e tocar mais can\u00e7\u00f5es &#8220;f\u00e1ceis&#8221; que o normal \u00e9 m\u00ednima, embora o repert\u00f3rio das datas no M\u00e9xico abram um precedente, o que quer dizer que as apresenta\u00e7\u00f5es de sexta, no Rio de Janeiro, e do domingo, em S\u00e3o Paulo, possam ter surpresas. O roteiro dos 50 shows anteriores desta turn\u00ea deve ser seguido \u00e0 risca, mas e se a banda estiver mais \u00e0 vontade, se o clima estiver bom, se o p\u00fablico colaborar, se o tempo ajudar, se Jorge Ben aparecer, o que pode acontecer com o Radiohead aqui? Lembre-se: \u00e9 um jejum de mais de 15 anos que ser\u00e1 quebrado \u2013 para a banda e para o p\u00fablico. Algu\u00e9m assopra o ouvido dizendo que v\u00e3o ser duas noites especiais. Ser\u00e1? O que voc\u00ea espera do show, caro leitor?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja quais foram as 56 can\u00e7\u00f5es tocadas pelo Radiohead nas 50 datas da &#8220;In Rainbows Tour 2008\/2009&#8221;. Entre par\u00eanteses, o n\u00famero de vezes que eles tocaram cada m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00bb All I Need (50)<br \/>\n\u00bb Bodysnatchers (50)<br \/>\n\u00bb Reckoner (50)<br \/>\n\u00bb Nude (50)<br \/>\n\u00bb Weird Fishes\/Arpeggi (50)<br \/>\n\u00bb Videotape (50)<br \/>\n\u00bb 15 Step (50)<br \/>\n\u00bb There There (49)<br \/>\n\u00bb Everything In Its Right Place (49)<br \/>\n\u00bb Idioteque (48)<br \/>\n\u00bb Faust Arp (45)<br \/>\n\u00bb Jigsaw Falling Into Place (45)<br \/>\n\u00bb The Gloaming (44)<br \/>\n\u00bb National Anthem (41)<br \/>\n\u00bb House of Cards (36)<br \/>\n\u00bb Paranoid Android (34)<br \/>\n\u00bb Optimistic (33)<br \/>\n\u00bb Pyramid Song (31)<br \/>\n\u00bb Bangers and Mash (27)<br \/>\n\u00bb You And Whose Army? (27)<br \/>\n\u00bb Lucky (26)<br \/>\n\u00bb Airbag (23)<br \/>\n\u00bb Just (23)<br \/>\n\u00bb Exit Music (for a film) (22)<br \/>\n\u00bb How To Disappear Completely (19)<br \/>\n\u00bb Street Spirit (fade out) (19)<br \/>\n\u00bb Karma Police (18)<br \/>\n\u00bb Climbing Up The Walls (18)<br \/>\n\u00bb Dollars &amp; Cents (16)<br \/>\n\u00bb Where I End and You Begin (15)<br \/>\n\u00bb Planet Telex (15)<br \/>\n\u00bb No Surprises (15)<br \/>\n\u00bb Morning Bell (14)<br \/>\n\u00bb Fake Plastic Trees (14)<br \/>\n\u00bb Talk Show Host (13)<br \/>\n\u00bb The Bends (12)<br \/>\n\u00bb My Iron Lung (11)<br \/>\n\u00bb Myxomatosis (10)<br \/>\n\u00bb 2+2=5 (10)<br \/>\n\u00bb Wolf at the Door (9)<br \/>\n\u00bb Cymbal Rush (9)<br \/>\n\u00bb Go Slowly (8)<br \/>\n\u00bb Like Spinning Plates (8)<br \/>\n\u00bb Kid A (4)<br \/>\n\u00bb Supercollider (4)<br \/>\n\u00bb Hunting Bears (4)<br \/>\n\u00bb The Tourist (3)<br \/>\n\u00bb Knives Out (2)<br \/>\n\u00bb Bullet Proof.. I Wish I Was (1)<br \/>\n\u00bb Sail To The Moon (1)<br \/>\n\u00bb I Might Be Wrong (1)<br \/>\n\u00bb In Limbo (1)<br \/>\n\u00bb Tell Me Why (1)<br \/>\n\u00bb True Love Waits (1)<br \/>\n\u00bb Creep (1)<br \/>\n\u00bb Fog (1)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/maccosta\/sets\/72157606160277205\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-970 aligncenter\" title=\"radiohead_berlim2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim2.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim2.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/radiohead_berlim2-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fotos: Marcelo Costa \/ Scream &amp; Yell &#8211; <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/maccosta\/\">http:\/\/www.flickr.com\/maccosta\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m: Retrospectiva Radiohead<\/strong><br \/>\n&#8211; \u201cPablo Honey\u201d, por Eduardo Palandi (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/01\/20\/pablo-honey-obra-prima-do-radiohead\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cThe Bends\u201d, por Renata Honorato (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/04\/the-bends-o-melhor-do-radiohead\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cOk Computer\u201d, por Tiago Agostini (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/11\/ok-computer-um-disco-fundamental\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cKid A\u201d, por Lu\u00eds Henrique Pellanda (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/18\/kid-a-o-radiohead-no-topo-do-mundo\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cAmnesiac\u201d, por Marco Tomazzoni (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/04\/amnesiac-a-vanguarda-do-rock\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Hail To The Thief&#8221;, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/09\/hail-to-the-thief-e-a-volta-das-guitarras\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;In Rainbows&#8221;, por Alexandre Matias (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/17\/in-rainbows-o-album-da-decada\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Marcelo Costa Berlim, 08 de agosto de 2008. 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