{"id":96162,"date":"2026-06-08T09:31:17","date_gmt":"2026-06-08T12:31:17","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=96162"},"modified":"2026-06-08T09:31:30","modified_gmt":"2026-06-08T12:31:30","slug":"entrevista-luciana-souza-fala-sobre-seu-papel-em-fiz-um-foguete-imaginando-que-voce-vinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/06\/08\/entrevista-luciana-souza-fala-sobre-seu-papel-em-fiz-um-foguete-imaginando-que-voce-vinha\/","title":{"rendered":"Entrevista: Luciana Souza fala sobre seu papel em &#8220;Fiz um Foguete Imaginando que Voc\u00ea Vinha&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/joao.paulo.barreto.824529\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dona de uma longa trajet\u00f3ria no cinema e no teatro, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lucianasouzaatriz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Luciana Souza<\/a> \u00e9 um dos rostos mais conhecidos do cinema brasileiro na atualidade. De participa\u00e7\u00f5es em filmes como &#8220;O Pa\u00ed \u00d3&#8221; (2007), &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/09\/02\/cinema-bacurau-de-kleber-mendonca-filho-e-juliano-dornelles\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bacurau<\/a>&#8221; (2019), &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/12\/14\/entrevista-lula-oliveira-fala-sobre-a-retomada-do-cinema-na-bahia-com-a-matriarca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Matriarca<\/a>&#8221; (2023) e &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/01\/31\/entrevista-luciana-souza-fala-sobre-inabitavel-curta-selecionado-para-sundance\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Inabit\u00e1vel<\/a>&#8221; (2020), pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Atriz no festival de Gramado, passando por diversos trabalhos no teatro e na televis\u00e3o, Luciana est\u00e1 com um novo filme. Ap\u00f3s ser premiado na Berlinale, &#8220;Fiz um Foguete Imaginando que Voc\u00ea Vinha&#8221;, da diretora Jana\u00edna Marques, estreou no <a href=\"https:\/\/olhardecinema.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Olhar de Cinema &#8211; Festival Internacional de Curitiba<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No papel en\u00e9rgico de Dalva, que divide uma viagem pelas estradas do interior do Cear\u00e1 ao lado da filha, Rosa (Ver\u00f4nica Cavalcanti), Luciana traz uma presen\u00e7a magn\u00e9tica. Filmado durante a pandemia, a produ\u00e7\u00e3o representou um respiro para todas as pessoas envolvidas no processo de cria\u00e7\u00e3o. Com temas importantes de resgate de um afeto familiar, bem como de uma den\u00fancia contra o feminic\u00eddio, a obra traz ao espectador uma viagem on\u00edrica de dor, mas, tamb\u00e9m, de reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa entrevista ao Scream &amp; Yell, Luciana Souza falou sobre a produ\u00e7\u00e3o, sobre os aspectos aprofundados pelo roteiro e pela constru\u00e7\u00e3o de sua personagem, al\u00e9m de abordar os caminhos de sua longeva carreira. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"FIZ UM FOGUETE IMAGINANDO QUE VOC\u00ca VINHA | TRAILER COMPLETO\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XWKbLw0k-28?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sua personagem em &#8220;Fiz um Foguete Imaginando que Voc\u00ea Vinha&#8221;, apesar de todo densodrama que ela traz em sua tr\u00e1gica trajet\u00f3ria de vida, possui muito de uma liberdade c\u00f4mica em sua constru\u00e7\u00e3o. Como foi esse processo de mesclar esses dois pesos ao dar vida \u00e0 Dalva?<\/strong><br \/>\nInteressante voc\u00ea falar de desse lado c\u00f4mico. Eu agora estou pensando aqui nesses momentos c\u00f4micos. Porque eu tamb\u00e9m tive um certo entendimento sobre a liberdade da personagem. Isso me deixou um tanto \u00e0 vontade. Tivemos uma prepara\u00e7\u00e3o com Armando Pra\u00e7a, diretor e preparador de elenco, tamb\u00e9m do Cear\u00e1, com encontros virtuais. Na \u00e9poca, eu n\u00e3o conhecia Jana\u00edna e nem Ver\u00f4nica e ficamos um bom tempo nessa prepara\u00e7\u00e3o com encontros constantes e bastantes substanciosos, estudando, analisando o roteiro e as personagens. Isso foi dando um tom para a constru\u00e7\u00e3o da personagem porque como era uma rela\u00e7\u00e3o intensa de duas personagens e Armando provocava essa intimidade entre mim e Ver\u00f4nica eu ia ali entendendo melhor o contexto. Quando encontro pessoalmente com Ver\u00f4nica e Janaina e toda equipe, inclusive de caracteriza\u00e7\u00e3o, j\u00e1 emendamos direto com o in\u00edcio das grava\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o o laborat\u00f3rio a partir da\u00ed foi no processo do fazer. Jana\u00edna tamb\u00e9m atuou como uma diretora que sabia o que queria e poder estar direto com Ver\u00f4nica onde trocamos muitas ideias e experi\u00eancias facilitou muito nossa intimidade, algo que \u00e9 fundamental na hist\u00f3ria. Ent\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o vinha muito do que saia desses encontros. E eu penso que Dalva, sendo tamb\u00e9m uma constru\u00e7\u00e3o da imagina\u00e7\u00e3o de Rosa, ela vai para um caminho da liberdade, j\u00e1 que a mente, o pensar, o sonhar, a utopia lhe permite muitas coisas, muitas possibilidades. Ent\u00e3o, eu trouxe para mim, tamb\u00e9m, esse tom de ser uma personagem livre, ainda que ela tenha uma hist\u00f3ria de assassinato, tendo ficado encarcerada um tempo. Mas no pensamento de Rosa, sua filha, Dalva \u00e9 uma mulher livre. Um fato que foi tamb\u00e9m importante pra mim foi eu ter pintado o cabelo. Eu nunca tinha pintado o meu cabelo de vermelho. \u00c9 interessante porque \u00e9 uma coisa externa, mas que contribui, que d\u00e1 um tom de transforma\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, foi muito isso das coisas que iam acontecendo. O conhecer espa\u00e7os e paisagens t\u00e3o diversas e incr\u00edveis do Cear\u00e1, me transmitiu uma certa liberdade. Fui muito por essas impress\u00f5es que aconteciam, mesmo vivendo uma hist\u00f3ria dram\u00e1tica, a personagem \u00e9 livre a partir do seu olhar diante da diversidade que se apresenta no seu caminho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como o roteiro, que \u00e9 assinado por duas mulheres, a Tais Monteiro junto com Xenia Rivery, ao lado de Pedro Candido e Pablo Arellano, chegou at\u00e9 voc\u00ea? O texto te ganhou de cara?<\/strong><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o entrou em contato me convidando para fazer o filme, a gente conversou de forma virtual e depois de um tempo recebi o roteiro. Toda vez que recebo um convite de um trabalho, fico contente, sabe? Contente por poder interpretar uma nova personagem, uma nova faceta. Poder mergulhar em outras personalidades. Eu me preocupo em atender ao prop\u00f3sito da dire\u00e7\u00e3o, do roteiro, mas uma proposta de criar personagem me soa como uma miss\u00e3o de dar uma nova vida a mim mesma. \u00c9 um roteiro que lida com temas que perpassam pela nossa hist\u00f3ria de g\u00eanero, feminismo, feminilidade, feminic\u00eddio, sobre todos esses temas que nos atravessam, ent\u00e3o \u00e9 um roteiro que traz temas familiares e que nos pegam de imediato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como um dos seus temas principais, o filme traz a quest\u00e3o do feminic\u00eddio para uma discuss\u00e3o muito importante. Quando voc\u00ea leu o roteiro e percebeu essa tem\u00e1tica no texto, foi algo que tamb\u00e9m lhe atraiu para o papel?<\/strong><br \/>\nVoc\u00ea sabe que eu sou uma atriz tamb\u00e9m de teatro. E eu sempre me envolvi, na maioria das minhas participa\u00e7\u00f5es em teatro, em trabalhos voltados para quest\u00f5es que dizem respeito \u00e0 cidadania, emancipa\u00e7\u00e3o, \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o, \u00e0 compreens\u00e3o de coisas que impede a gente avan\u00e7ar para uma melhoria coletiva, mas tamb\u00e9m pessoal e individual. Ent\u00e3o, eu fiz trabalhos na minha vida que seguiram uma milit\u00e2ncia e que passam por essas quest\u00f5es. Eu fiz uma pe\u00e7a em 2008 com Edvana Carvalho, Gal Sarkis e Wald\u00e9lia Diaz que se chama &#8220;Quem \u00e9 ela?&#8221; e era um momento em que a sociedade n\u00e3o estava, ainda, discutindo tanto essas quest\u00f5es da viol\u00eancia contra a mulher, da viol\u00eancia dom\u00e9stica, como hoje. E ali n\u00f3s j\u00e1 traz\u00edamos essas quest\u00f5es, em depoimentos de nossas pr\u00f3prias experi\u00eancias e tamb\u00e9m com textos de Machado de Assis e de Jos\u00e9 de Alencar que tinham essas refer\u00eancias em hist\u00f3rias mais long\u00ednquas. Hoje, estamos com esses assuntos mais em pauta, mas na minha trajet\u00f3ria de trabalho e lutas por cidadania, essas quest\u00f5es estiveram sempre presentes. E ao ter a oportunidade de fazer essa personagem que tamb\u00e9m est\u00e1 inserida nesse contexto, a base que trago de viv\u00eancias, estudos e discuss\u00f5es me deram mais liberdade ainda de poder desenvolver a personagem e querer dar vida com muito gosto a essa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sua trajet\u00f3ria profissional, tanto em curtas metragens quanto em longas, passando pela TV e pelo teatro, denota um perfil que, como espectador, gosto de chamar de atriz\/oper\u00e1ria. Queria lhe perguntar sobre esse perfil que representa muito essa luta constante de tentar sobreviver dentro de sua arte.<\/strong><br \/>\nEu j\u00e1 usei algum tempo tamb\u00e9m essa express\u00e3o, oper\u00e1ria da arte. Porque a arte vem para mim primeiramente como um of\u00edcio. Eu me identifico com a arte desde crian\u00e7a. S\u00f3 que no processo da minha vida, como todo esse hist\u00f3rico de classe popular, de que voc\u00ea tem que estudar e trabalhar para conseguir ser alguma coisa na vida, n\u00e3o passava por mim que a arte seria uma oportunidade de trabalho, de realiza\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, fui trilhando outros caminhos trabalhando e estudando, mas praticando arte: teatro, dan\u00e7a, m\u00fasica, capoeira. Fiz a primeira gradua\u00e7\u00e3o em filosofia. Trabalhei em diversas coisas, mas, em paralelo a isso, eu fazia o teatro. Mesmo trabalhando em coisas diferentes eu me mantive fazendo aquilo que eu gostava. Apesar de que, se eu tivesse me concentrado mais nisso, talvez eu estivesse em melhores condi\u00e7\u00f5es hoje (risos). Quando vou me encontrar com os grupos de teatro, e falo do teatro porque \u00e9 ele que me leva para o cinema e para a TV, mas quando vou para os grupos, encontro l\u00e1 pessoas que na sua maioria t\u00eam realidades um tanto semelhantes \u00e0 minha: origem na classe popular, afro descendente, fam\u00edlia grande, matriarcal, baixo poder aquisitivo etc. E ali eu come\u00e7o a perceber que o fazer art\u00edstico \u00e9 uma luta por identidade, por sobreviv\u00eancia, por ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os de direito em uma sociedade racista, machista e com todas essas quest\u00f5es problem\u00e1ticas que j\u00e1 conhecemos. Permanecer na arte, fazer teatro e ir para o cinema, \u00e9 como se essas coisas me empurrassem junto para uma experi\u00eancia de vida mais intensa e consciente do meu papel e de minha realidade. S\u00e3o essas coisas que me levam. Eu fiz um tempo teatro infantil, onde\u00a0 aprendi muito, tamb\u00e9m. Al\u00e9m disso, fiz teatro de rua, fiz teatro em empresas. Recebi esses conhecimentos que tamb\u00e9m me prepararam, mas o que vai levar para buscar uma compreens\u00e3o melhor sobre como sobreviver nessa sociedade, como poder seguir na dire\u00e7\u00e3o daquilo que eu gostaria de ser, \u00e9 esse fazer art\u00edstico mais politizado, mais consciente. Trazer personagens tamb\u00e9m que muitas vezes n\u00e3o estavam t\u00e3o representados nas diversas produ\u00e7\u00f5es. E gra\u00e7as a Deus vou encontrando pessoas que s\u00e3o atra\u00eddas pelo trabalho e vamos tendo esses encontros. Estou fazendo agora uma novela em que fa\u00e7o uma empregada, e que \u00e9 uma artes\u00e3, tamb\u00e9m. Uma pessoa que trabalha com a arte do tear. \u00c9 uma novela que beira \u00e0 comicidade. Mas estou ali, o meu posicionamento, \u00e9 com o meu corpo que \u00e9 impregnado dessa luta contra esses padr\u00f5es que a gente ainda tem na nossa sociedade e que dificultam a nossa passagem para uma liberdade maior. \u00c9 interessante porque comecei a falar com voc\u00ea sobre liberdade da personagem e \u00e9 essa mesma luta que a gente leva consigo para estar no mundo, para fazer as coisas que quer fazer. Ent\u00e3o, \u00e9 sempre com muita garra. \u00c9 sempre de uma forma aguerrida, eu diria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cinco anos depois de sua grava\u00e7\u00e3o, o filme tem sua primeira exibi\u00e7\u00e3o nacional no Olhar de Cinema de Curitiba ap\u00f3s passar pelo festival de Berlim. Sensa\u00e7\u00e3o boa, n\u00e9?<\/strong><br \/>\nSim. Ir para Berlim foi fant\u00e1stico. Uma experi\u00eancia linda. Interessante que o &#8220;Eu Fiz um Foguete Imaginando que Voc\u00ea Vinha&#8221; \u00e9 um filme que foi feito h\u00e1 tanto tempo, e depois dele eu fiz outros. Inclusive, dois deles s\u00e3o filmes feitos no Cear\u00e1. Esses filmes vieram depois e tiveram estreias j\u00e1 h\u00e1 algum tempo. &#8220;Eu Fiz um Foguete&#8221; \u00e9 um filme que estava um tanto guardado, sabe? E a\u00ed quando vem essa estreia em Berlim, poxa, para mim foi uma coisa triunfal. Um filme que eu n\u00e3o tinha criado tanta expectativa e quando ele vem, vem dessa forma. Com uma estreia num festival t\u00e3o importante, pol\u00edtico, que \u00e9 a Berlinale. Tivemos uma recep\u00e7\u00e3o muito calorosa, com ricos debates, uma agenda bem recheada e eu fui muito feliz por l\u00e1 e acredito que no festival Olhar de Cinema tamb\u00e9m ser\u00e1 assim.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96163 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Foguete_Cartaz-Alternativo_pt.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"1062\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Foguete_Cartaz-Alternativo_pt.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Foguete_Cartaz-Alternativo_pt-212x300.jpg 212w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100009655066720\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto\u00a0<\/a>\u00e9 jornalista, cr\u00edtico de cinema e curador do\u00a0<a href=\"http:\/\/coisadecinema.com.br\/xiii-panorama\/apresentacao\/panorama-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema<\/a>. Membro da Abraccine, colabora para o Jornal A Tarde, de Salvador, e \u00e9 autor de \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/11\/11\/entrevista-mitico-guitarrista-baiano-alvaro-assmar-ganha-biografia-joao-paulo-barreto-fala-sobre-uma-vida-blues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Uma Vida Blues<\/a>\u201d, biografia de \u00c1lvaro Assmar.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"No papel en\u00e9rgico de Dalva, que divide uma viagem pelas estradas do interior do Cear\u00e1 ao lado da filha, Rosa (Ver\u00f4nica Cavalcanti), Luciana traz uma presen\u00e7a magn\u00e9tica.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/06\/08\/entrevista-luciana-souza-fala-sobre-seu-papel-em-fiz-um-foguete-imaginando-que-voce-vinha\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":21,"featured_media":96164,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,4],"tags":[3818],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96162"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96162\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96166,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96162\/revisions\/96166"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}