{"id":96131,"date":"2026-06-04T00:01:55","date_gmt":"2026-06-04T03:01:55","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=96131"},"modified":"2026-06-04T00:01:45","modified_gmt":"2026-06-04T03:01:45","slug":"entrevista-temos-muito-respeito-com-a-historia-do-cinema-diz-antonio-goncalves-jr-diretor-geral-do-festival-olhar-de-cinema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/06\/04\/entrevista-temos-muito-respeito-com-a-historia-do-cinema-diz-antonio-goncalves-jr-diretor-geral-do-festival-olhar-de-cinema\/","title":{"rendered":"Entrevista: &#8220;Temos muito respeito com a hist\u00f3ria do cinema&#8221;, diz Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves Jr., diretor-geral do festival Olhar de Cinema"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/joao.paulo.barreto.824529\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua d\u00e9cima-quinta edi\u00e7\u00e3o, o <a href=\"https:\/\/olhardecinema.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Olhar de Cinema &#8211; Festival Internacional de Curitiba<\/a> exibe um amplo leque de produ\u00e7\u00f5es oriundas de diversas partes do mundo. A sele\u00e7\u00e3o traz mais 70 filmes que ser\u00e3o exibidos em diversos locais da capital paranaense, dentre eles o not\u00f3rio Teatro \u00d3pera de Arame, que, com capacidade para um p\u00fablico de 1500 pessoas, recebeu a estreia de &#8220;Yellow Cake&#8221;, filme do cineasta Tiago Melo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apresentando sua trama dram\u00e1tica com tons de s\u00e1tira, &#8220;Yellow Cake&#8221; \u00e9 protagonizado por Rejane Faria (&#8220;Marte Um&#8221;) no papel de uma f\u00edsica nuclear parte de uma equipe de cientistas que faz experimentos com ur\u00e2nio na tentativa de erradicar o mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue. No elenco, T\u00e2nia Maria (&#8220;O Agente Secreto&#8221;) segue surpreendendo com seu carisma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com uma sele\u00e7\u00e3o competitiva focada em obras brasileiras e estrangeiras, o Olhar de Cinema apresenta nessa edi\u00e7\u00e3o a estreia de oito filmes longas metragens, dentre eles o baiano &#8220;Repara\u00e7\u00e3o&#8221;, primeiro longa solo do diretor Marcus Curvelo (em seu longa de estreia, &#8220;Eu, Empresa&#8221;, de 2021, ele dividia a dire\u00e7\u00e3o com Leon Sampaio). Experiente diretor de curtas que, em sua maioria, possuem um apelo c\u00f4mico, al\u00e9m de uma mordaz cr\u00edtica social, com &#8220;Repara\u00e7\u00e3o&#8221;, Curvelo volta sua lente para uma abordagem pessoal acerca da morte de seus pais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra presen\u00e7a marcante no festival \u00e9 a estreia nacional de &#8220;Fiz um Foguete Imaginando que Voc\u00ea Vinha&#8221;, produ\u00e7\u00e3o cearence que passou pelo festival de Bel\u00e9m em janeiro desse ano. Dirigido por Jana\u00edna Marques e protagonizado por Ver\u00f4nica Cavalcanti e Luciana Souza, o filme aborda um marcante reencontro mental entre m\u00e3e e filha em uma reconcilia\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica de traumas do passado que envolvem luta contra feminic\u00eddio e busca por sa\u00fade mental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Scream &amp; Yell conversou com Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves Jr., diretor-geral do Olhar de Cinema, sobre a celebra\u00e7\u00e3o de chegar a quinze edi\u00e7\u00f5es do evento, bem como sobre os desafios e dificuldades para tornar concreto o festival que acontece em Curitiba desde 2012. Confira!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96133 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/olhardecinema.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"938\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/olhardecinema.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/olhardecinema-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quinze edi\u00e7\u00f5es do Olhar de Cinema. Um marco importante. Ao observar essa trajet\u00f3ria, d\u00e1 para avaliar as dificuldades de produ\u00e7\u00e3o como algo que foi ficando menos complicado no decorrer dos anos?<\/strong><br \/>\nInfelizmente, \u00e9 sempre o mesmo tipo de dificuldade, sabe? Quando come\u00e7amos, em 2012, eu lembro at\u00e9 hoje. A gente tinha muito dessa uma ideia de que, ap\u00f3s fazer o primeiro e fazermos umas quatro edi\u00e7\u00f5es, come\u00e7ar\u00edamos a ter uma coisa um pouco mais tranquila. A\u00ed depois fal\u00e1vamos que quando cheg\u00e1ssemos em dez edi\u00e7\u00f5es, seria mais tranquilo. E at\u00e9 hoje temos a principal dificuldade que \u00e9, realmente, a quest\u00e3o de financiar um festival que vem crescendo de uma maneira muito natural e espont\u00e2nea. E temos que atender essa expectativa do p\u00fablico. At\u00e9 para n\u00e3o criar problemas de ter um festival min\u00fasculo para um p\u00fablico gigante que cresce ano a ano. Estamos muito preocupados com isso. Do festival tamb\u00e9m crescer na mesma medida que o interesse no festival cresce. Por exemplo, a abertura no Opera de Arame, um local com capacidade para 1.600 pessoas. No come\u00e7o, faz\u00edamos a abertura em uma sala com capacidade para 200 pessoas. O festival cresceu e tivemos que crescer juntamente para poder acomodar um p\u00fablico cada vez maior dentro desses limites. Mas o desafio continua sempre o mesmo. Porque o p\u00fablico cresce, o interesse cresce, a relev\u00e2ncia do festival cresce e o or\u00e7amento n\u00e3o acompanha nem um pouco esse crescimento. Ent\u00e3o, infelizmente, a dificuldade do primeiro ano com rela\u00e7\u00e3o a essa quest\u00e3o \u00e9 a mesma que temos agora no 15\u00ba ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com um foco curatorial tanto em cl\u00e1ssicos, quando em produ\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas, o festival apresenta uma sele\u00e7\u00e3o bem enxuta, apresentando curtas e longas. Como foi esse processo?<\/strong><br \/>\nVoc\u00ea resumiu bem o que a gente quer e sempre quis com o festival, que \u00e9 ter uma programa\u00e7\u00e3o enxuta. Ou seja, n\u00e3o \u00e9 um festival que vai exibir 200 a 300 filmes. Longe disso. N\u00e3o temos interesse nenhum nessa quantidade de filmes. Gosto de ter poucos filmes, mas que a gente consiga dar uma aten\u00e7\u00e3o especial para cada um deles. Ou seja, todos eles, exceto o de abertura e de encerramento, s\u00e3o exibidos duas vezes. Todos eles t\u00eam um cuidado de ter uma de suas duas sess\u00f5es em um hor\u00e1rio nobre. Um cuidado de programar esses filmes de forma que as pessoas consigam assisti-los e que eles sejam acolhidos no festival da melhor maneira. Falo tanto dos filmes contempor\u00e2neos quanto dos filmes cl\u00e1ssicos. Com todos eles, o p\u00fablico vai ter sempre uma sess\u00e3o com um hor\u00e1rio legal. Ent\u00e3o, se a gente trabalhasse com uma quantidade de 200 e 300 filmes, jamais conseguiria dar essa aten\u00e7\u00e3o especial. Hoje, fazemos uma customiza\u00e7\u00e3o para cada um deles. E, ao mesmo tempo, colocamos o desafio de, mesmo com poucos filmes, representar com essa sele\u00e7\u00e3o um pouco da hist\u00f3ria. De respeitar os grandes cl\u00e1ssicos. De trazer realizadores que admiramos. Realizadores que marcaram com seu olhar, com sua proposta cinematogr\u00e1fica, movimentos e momentos da hist\u00f3ria do cinema. Ent\u00e3o, as mostras s\u00e3o divididas com esse intuito. De ter filmes que representam v\u00e1rias \u00e9pocas. Claro, tem os filmes contempor\u00e2neos nas mostras competitivas. Temos a mostra local Mirada Paranaense. Temos a mostra Pequenos Olhares, que \u00e9 voltada para as crian\u00e7as, que tem muito um papel de forma\u00e7\u00e3o, de levar as crian\u00e7as para o cinema para elas verem, tamb\u00e9m, s\u00e3o feitos filmes fora de Hollywood, que tem outros tipos de cinemas que elas podem ver, se identificar e se divertir. Trazemos muitos filmes brasileiros para essa sess\u00e3o, inclusive. H\u00e1, tamb\u00e9m, a sess\u00e3o de cl\u00e1ssicos com as retrospectivas, que esse ano ser\u00e1 com filme do Andrzej Wajda. Ent\u00e3o, tentamos nesses 80 filmes, \u00e9 muito desafiador isso, dar conta de trazer um pouco de tudo. Temos muito esse respeito com a hist\u00f3ria do cinema, porque sabemos que estamos aqui gra\u00e7as a v\u00e1rias pessoas que fizeram esse cinema poss\u00edvel. E ao mesmo tempo temos as mostras contempor\u00e2neas valorizando o que est\u00e1 sendo feito hoje e jogando luz em cima de v\u00e1rios filmes que se n\u00e3o tivesse aqui no Olhar de Cinema, \u00e0s vezes at\u00e9 acabariam passando meio despercebido dentro do cen\u00e1rio das estreias. Com tantas estreias, pode ficar disperso e \u00e9 muito dif\u00edcil conseguir salas de cinema para estrear. Ent\u00e3o, tentamos jogar luz sobre cineastas nos quais acreditamos muito no trabalho que essas pessoas v\u00eam desenvolvendo ou que come\u00e7aram a desenvolver agora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sem contar o fato de que o Olhar de Cinema valoriza muito a produ\u00e7\u00e3o de curtas, com exibi\u00e7\u00e3o e mostras competitivas do formato.<\/strong><br \/>\nSim, verdade. A gente veio do curta. Eu sou produtor de filmes desde 2007. A produtora Gra\u00e7a Filmes, que produz o Olhar de Cinema desde 2012, foi fundada em 2007. Come\u00e7amos com o curta, e jamais conseguir\u00edamos deixar de lado essa nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Se n\u00e3o houvessem curtas no Olhar de Cinema, n\u00e3o faria sentido, porque surgimos do curta e acreditamos muito na import\u00e2ncia do formato dentro desse ecossistema do cinema. Ele exerce papel fundamental na entrada de muita gente no audiovisual. E a entrada da grande maioria das pessoas no cinema \u00e9 atrav\u00e9s dos curtas-metragens. Acreditamos muito no curta-metragem como uma maior possibilidade de inven\u00e7\u00e3o de linguagem, de busca, de vanguarda, muito maior do que em um longa, que tem uma estrutura muito mais r\u00edgida. O curta-metragem pode ser uma coisa de apenas cinco minutos e genial. N\u00e3o tem essas amarras um pouco mais comerciais e narrativas que o longa tem. Por isso, gostamos muito de trazer os curta-metragistas por conta disso. E tamb\u00e9m porque conhecemos muita gente, n\u00e9? Muitos talentos s\u00e3o revelados a a partir de curtas. E nesses quinze anos, v\u00e1rias pessoas que passaram por aqui com curtas, hoje possuem longas metragens. Isso nos deixa muito felizes. \u00c9 muito legal por fazer parte dessa possibilidade de podermos acompanhar alguns dessas pessoas que conhecemos ali no primeiro curta metragem e acabam chegando a longas metragens em suas carreiras<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inclusive, dessa leva de diretores que passaram com curtas pelo Olhar e agora chegam com longa, aqui da Bahia, temos a presen\u00e7a de Marcus Curvelo com Repara\u00e7\u00e3o, seu primeiro longa dirigido individualmente (Eu, Empresa, longa de 2021, tem co-dire\u00e7\u00e3o de Leon Sampaio). Sim, Marcus \u00e9 um desses casos que estava aqui com curta-metragem em anos anteriores e, agora, est\u00e1 vindo com um longa-metragem. Marcus \u00e9 um cara que a gente acompanha j\u00e1 h\u00e1 um bom tempo, desde os curtas. Exibimos aqui o curta dele Garotos Ingleses (2022) em sua estreia. \u00c9 um cineasta que admiramos muito pelas propostas que ele traz. \u00c9 sempre tudo muito inventivo, tudo muito novo. E o longa-metragem que ele traz agora, tamb\u00e9m. Repara\u00e7\u00e3o segue o mesmo caminho. E tamb\u00e9m traz uma coisa muito pessoal. No Garotos Ingleses j\u00e1 tinha um pouco essa coisa mais pessoal, mas quase como uma caricatura. Agora, o Marcus Curvelo j\u00e1 vai para um lado mais pesado, porque \u00e9 uma coisa muito pessoal dele com a rela\u00e7\u00e3o dele com o pai e com a m\u00e3e. Mas tem uma abordagem que voc\u00ea ainda n\u00e3o tinha visto nada parecido com isso. E isso encanta bastante na nossa comiss\u00e3o de curadoria. Ver um filme e de ter esse impacto, esse frescor que traz uma ousadia. Repara\u00e7\u00e3o tem um grau de ousadia bem grande na sua concep\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, \u00e9 um exemplo desse de realizadores que acompanhamos e admiramos, e acaba que eles estreiam os seus longa aqui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E esse ano o Olhar apresenta a segunda edi\u00e7\u00e3o do MECI &#8211; Mercado do Cinema Independente. Poderia falar um pouco sobre essa iniciativa?<\/strong><br \/>\nPara n\u00f3s, era at\u00e9 uma demanda natural que foi se criando dentro do festival para termos esses espa\u00e7o. Porque trazemos uma programa\u00e7\u00e3o e uma curadoria diferentes, e foi por isso que conseguimos nos consolidar de uma maneira at\u00e9 r\u00e1pida dentro dessa quantidade de outros festivais super legais e que j\u00e1 possuem mais de cinquenta anos. Acabou que entendemos que havia uma demanda de conectar esses agentes que fazem esses filme. Que fazem parte desse ecossistema. N\u00e3o s\u00f3 a feitura do filme, mas tamb\u00e9m de toda a quest\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o, exibi\u00e7\u00e3o, plataformas, canais, financiadores e tudo isso. Come\u00e7amos a entender que havia essa demanda latente. O MECI tem esse formato mais de confer\u00eancia e todo mundo que tem interesse pode participar. Criamos o MECI com um foco em cinema, exclusivamente. E em cinema independente, que \u00e9 o que a gente exibe. Ent\u00e3o, n\u00e3o faria sentido fazer um evento de mercado que n\u00e3o dialogasse com o festival. O MECI s\u00f3 surge por conta do festival. Para tentar ajudar e contribuir na conex\u00e3o entre os agentes que fazem parte desse ecossistema do cinema independente.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fiz Um Foguete Imaginando Que Voc\u00ea Vinha - Trailer\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8vh_jUaEdCE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Marimb\u00e3 Est\u00e1 Acontecendo - Trailer\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oM67PLLoE_I?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Flora &amp; Airto: o Som Revolucion\u00e1rio - Trailer\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cSFS67Pzv-k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100009655066720\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto\u00a0<\/a>\u00e9 jornalista, cr\u00edtico de cinema e curador do\u00a0<a href=\"http:\/\/coisadecinema.com.br\/xiii-panorama\/apresentacao\/panorama-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema<\/a>. Membro da Abraccine, colabora para o Jornal A Tarde, de Salvador, e \u00e9 autor de \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/11\/11\/entrevista-mitico-guitarrista-baiano-alvaro-assmar-ganha-biografia-joao-paulo-barreto-fala-sobre-uma-vida-blues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Uma Vida Blues<\/a>\u201d, biografia de \u00c1lvaro Assmar.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Diretor-geral do evento, Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves Jr. fala sobre a 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Olhar de Cinema &#8211; Festival Internacional de Curitiba\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/06\/04\/entrevista-temos-muito-respeito-com-a-historia-do-cinema-diz-antonio-goncalves-jr-diretor-geral-do-festival-olhar-de-cinema\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":21,"featured_media":96132,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,4],"tags":[3818],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96131"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96131"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96131\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96134,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96131\/revisions\/96134"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96132"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96131"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96131"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96131"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}