{"id":96049,"date":"2026-05-30T00:20:31","date_gmt":"2026-05-30T03:20:31","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=96049"},"modified":"2026-05-31T00:36:39","modified_gmt":"2026-05-31T03:36:39","slug":"escravos-da-merenda-banda-de-rock-pelo-menos-o-underground-e-amizade-e-despretensao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/05\/30\/escravos-da-merenda-banda-de-rock-pelo-menos-o-underground-e-amizade-e-despretensao\/","title":{"rendered":"Escravos da Merenda: &#8220;Banda de rock, no underground, \u00e9 amizade e despretens\u00e3o&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/danilosouza.jornalismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Danilo Souza<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem nunca foi para a escola, mesmo desanimado, s\u00f3 porque sabia que a merenda seria boa, que atire a primeira pedra. Ou ent\u00e3o que traga sua vasilha, porque o papo que voc\u00ea ler\u00e1 hoje \u00e9 com o trio punk <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/escravosdamerenda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Escravos da Merenda<\/a>, de Vit\u00f3ria da Conquista, na Bahia. Mais especificamente com <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ed.goma\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ed Goma<\/a>, vocalista e baixista da banda, e que tamb\u00e9m \u00e9 o \u00fanico dos membros originais da primeira forma\u00e7\u00e3o da banda surgida h\u00e1 mais de dez anos. Atualmente, Joanderson Felix, na bateria, e L\u00e1zaro Amaral, na guitarra, completam o grupo. \u201cEles me salvaram! Est\u00e3o pegando esse bonde andando, mas est\u00e3o dando uma cara deles ali. De certa forma, d\u00e1 uma roupagem nova\u201d, admite Goma sobre os jovens garotos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da ruptura, a forma\u00e7\u00e3o original segue mantendo a amizade, caracter\u00edstica que Ed classifica como o principal elo para manter a banda em atividade. \u201cBanda de rock \u00e9 isso a\u00ed, pelo menos o underground, eu acho: amizade e gostar do que faz\u201d, conta Goma. J\u00e1 s\u00e3o treze anos nos palcos e no cen\u00e1rio underground. Pensando por esse lado, at\u00e9 que o <a href=\"https:\/\/linktr.ee\/Escravosdamerenda\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">disco de estreia<\/a> demorou, mas ele veio, em 2025, com um gosto especial: uma grava\u00e7\u00e3o no melhor estilo punk, totalmente ao vivo e com os membros da primeira vers\u00e3o do trio; Anderson Silva, no contrabaixo, e Luis Ludwik, na guitarra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A banda surgiu \u201csem querer\u201d \u2013 os caras estavam s\u00f3 ensaiando, sem pretens\u00e3o, quando surgiu a oportunidade de substituir um grupo numa festa \u2013 e teve poucos dias para decidir tudo, inclusive o nome. \u201cNo ensaio, a gente tocou uma m\u00fasica que se chamava \u2018Escravo da Merenda\u2019 e acabou que isso se tornou o nosso nome. Foi da\u00ed que surgiu essa coisa toda\u201d, assume Ed, de forma bem-humorada. Abaixo, voc\u00ea acompanha um papo sobre m\u00fasica autoral, festivais, a uni\u00e3o da cena underground em Vit\u00f3ria da Conquista e um pequeno, mas v\u00e1lido, disclaimer sobre merendas favoritas na escola (risos).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Escravos da merenda - Escravo da merenda\/O projeto - Festival Conquista Punk Rock 2026\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BBvDJuYl55U?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu a banda e esse conceito de ser um \u201cescravo da merenda\u201d?<\/strong><br \/>\nA banda come\u00e7ou em 2013, especificamente no dia 21 de abril, formada por mim, Ed Goma, na bateria e vocal, Anderson Silva, baixista, e Luis Ludwik, que era o guitarrista. N\u00f3s j\u00e1 est\u00e1vamos no cen\u00e1rio desde 2000, 2001, 2002, por ali. Anderson tinha ido pra S\u00e3o Paulo, mas acabou voltando e n\u00f3s sempre nos encontr\u00e1vamos no [bairro] Guarani e no [bairro] Ibirapuera, ali era o n\u00facleo da coisa toda. Ia rolar um show em Po\u00e7\u00f5es [cidade vizinha de Vit\u00f3ria da Conquista] e a [banda punk] Cama de Jornal ia tocar, mas uma banda faltou e a gente tava ensaiando aleatoriamente, sem necessariamente ser uma banda ainda. Emanuel \u201cNem Tosco Todo\u201d [vocalista da Cama de Jornal] falou: \u201cvoc\u00eas querem tocar no lugar dessa banda?\u201d e n\u00f3s topamos! A banda n\u00e3o tinha nem nome. No ensaio, a gente tocou uma m\u00fasica que se chamava \u201cEscravo da Merenda\u201d e acabou que isso se tornou o nosso nome. Foi da\u00ed que surgiu essa coisa toda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda est\u00e1 em atividade na cena de Vit\u00f3ria da Conquista desde abril de 2013, o que faz com que voc\u00eas sejam um dos grupos mais longevos de punk da cidade. Fazendo uma brincadeira e uma alus\u00e3o \u00e0 merenda, qual \u00e9 o \u201cingrediente\u201d que sustenta a Escravos h\u00e1 tanto tempo?<\/strong><br \/>\nAmizade. E tamb\u00e9m despretens\u00e3o! Hoje, s\u00f3 eu que estou da forma\u00e7\u00e3o que formou a banda, mas ainda mantive a amizade com o pessoal que saiu. A gente fazia porque gostava, isso era uma raz\u00e3o para se juntar tamb\u00e9m. Ter tempo, gostar do que faz e contar com pessoas que estejam afim, com o mesmo pensamento\u2026 banda de rock \u00e9 isso a\u00ed, pelo menos o underground, eu acho. Amizade e gostar do que faz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Treze anos n\u00e3o s\u00e3o treze dias, ainda mais sendo um trio punk. Quais mem\u00f3rias voc\u00ea tem ao pensar na hist\u00f3ria do Escravos da Merenda at\u00e9 aqui?<\/strong><br \/>\nA Escravos da Merenda, para al\u00e9m das outras bandas que toco, das outras coisas que fa\u00e7o e que vivo, \u00e9 uma das coisas que ultimamente mais me deu alegria. \u00c9 algo que gosto muito de fazer, \u00e9 onde descarrego a arte. \u00c9 a banda a que estou mais me dedicando. A gente, desde a forma\u00e7\u00e3o, faz parte desse underground de Vit\u00f3ria da Conquista, e tocamos em algumas coisas marcantes; a Casa do Rock, o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/03\/20\/point-do-rock-2026-apos-nove-anos-dead-fish-retorna-a-vitoria-da-conquista-e-faz-show-insano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Point do Rock<\/a>, o Agosto de Rock e alguns shows em Po\u00e7\u00f5es e Itapetinga tamb\u00e9m. Demos um giro pela regi\u00e3o e tocamos em praticamente quase todos os anos pelo menos uma vez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As forma\u00e7\u00f5es foram mudando e voc\u00ea permaneceu como o \u00fanico membro original da banda. Apesar disso, no primeiro \u00e1lbum da Escravos, lan\u00e7ado em 2025, Luis Ludwik e Anderson Silva, os dois outros membros da primeira forma\u00e7\u00e3o, aparecem creditados como int\u00e9rpretes e compositores. Como foi gravar o disco de estreia ao lado das pessoas que fizeram parte da hist\u00f3ria da banda desde o in\u00edcio?<\/strong><br \/>\nAs m\u00fasicas do primeiro \u00e1lbum s\u00e3o todas parcerias. A maioria \u00e9 minha e do Lu\u00eds, e tem algumas do Anderson tamb\u00e9m. Tinha que ser eles para registrar essa forma\u00e7\u00e3o, eu acho que \u00e9 fazer a justi\u00e7a e ter mais aquela cara da banda mesmo, mostrar como era da forma original, tinha que ser eles, sempre bati nessa tecla. Fechei um ciclo com satisfa\u00e7\u00e3o. [O disco] n\u00e3o \u00e9 uma grava\u00e7\u00e3o no metr\u00f4nomo, n\u00e3o \u00e9 uma grava\u00e7\u00e3o m\u00fasico por m\u00fasico, foi todo mundo tocando ao vivo, uma grava\u00e7\u00e3o de ensaio, s\u00f3 que com qualidade, e foi isso, foi de forma underground e satisfat\u00f3ria.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"ESCRAVOS DA MERENDA  - \u00c1LBUM COMPLETO (2023)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/quojcxlI3iM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hoje, dando continuidade a trajet\u00f3ria da Escravos da Merenda, agora com novos membros \u2013 Joanderson Felix, na bateria, e L\u00e1zaro Amaral, na guitarra \u2013 aquela fome do in\u00edcio para fazer arte continua a mesma? Os meninos trouxeram um \u201ctempero novo\u201d para a merenda?<\/strong><br \/>\nSim, eles me salvaram! Joanderson eu conheci na universidade, n\u00f3s faz\u00edamos o curso de Hist\u00f3ria e ele ia nos rock and roll da vida, me via e a gente falava, j\u00e1 L\u00e1zaro conheci em uma outra banda. Eles est\u00e3o pegando esse bonde andando, mas est\u00e3o dando uma cara deles, que acaba sendo a pegada de cada um. Ningu\u00e9m tem a pegada igual, ent\u00e3o, de certa forma, d\u00e1 uma roupagem nova. Percebo tamb\u00e9m que nas composi\u00e7\u00f5es j\u00e1 \u00e9 uma outra pegada. Com a sa\u00edda dos antigos componentes, voc\u00ea acaba vendo a diferen\u00e7a nas composi\u00e7\u00f5es que v\u00e3o surgindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com essa forma\u00e7\u00e3o, voc\u00eas t\u00eam aparecido cada vez mais em festivais da cidade, a exemplo do Conquista Punk Rock e o Conquista Alternativa. Qual a sensa\u00e7\u00e3o de ter o trabalho reconhecido e lembrado para estar nesse circuito das apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo?<\/strong><br \/>\nEu nunca sa\u00ed do palco e da cena. Talvez a novidade seja pros meninos, porque eu sempre estava tocando em mais de uma banda; quando uma n\u00e3o tocava, estava tocando com a outra, tanto nos shows de rock underground, festival ou em barzinhos mesmo. Mas \u00e9 muito bom tocar. [Teve o] Agosto de Rock [festival independente da cidade, que voltou a realizar uma nova edi\u00e7\u00e3o, em 2024, ap\u00f3s vinte anos de hiato] e que j\u00e1 \u00e9 a marca daqui da cidade, enfim\u2026 s\u00f3 fazendo parte da cena e contribuindo para ela para ser reconhecido pelo p\u00fablico e pelo pessoal do evento. \u00c9 fazer o que tem que fazer, de cora\u00e7\u00e3o e com vontade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ainda pensando nesse circuito de festivais locais, ao comparar as d\u00e9cadas anteriores, j\u00e1 que voc\u00ea estava l\u00e1, houve uma evolu\u00e7\u00e3o na qualidade e na quantidade desses eventos?<\/strong><br \/>\nEm quantidade, antigamente, tinha mais shows e mais festivais: o pr\u00f3prio Agosto de Rock, o Babil\u00f4nia, Rock Vertente, Rock de Sub\u00farbio, Rock In Concert, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/06\/entrevista-gilmar-dantas-fala-sobre-o-festival-suica-bahiana-que-comemora-15-anos-de-historia-no-interior-do-nordeste\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Noites Fora do Eixo<\/a>, enfim\u2026 tinha muito espa\u00e7o para fazer isso, podia fazer em estacionamento, no [teatro] Carlos Jehovah, no Centro de Cultura, nas escolas, nas pra\u00e7as e tudo. Hoje, j\u00e1 n\u00e3o se v\u00ea essa quantidade de lugares de espa\u00e7os p\u00fablicos para fazer shows de rock ou, quando tem, est\u00e3o fechados, que \u00e9 o caso do Carlos Jehovah [o teatro, que j\u00e1 foi um dos lugares mais importantes para a Cultura da cidade, est\u00e1 fechado \u2013 leia-se: praticamente abandonado pela gest\u00e3o municipal atual \u2013 h\u00e1 pouco mais de cinco anos] e para fazer em outro lugar tem toda uma burocracia, como a quest\u00e3o dos vizinhos e o valor. Mas \u00e9 isso, hoje tem qualidade, mas n\u00e3o tem quantidade. Antigamente tinha quantidade, mas n\u00e3o tinha tanta qualidade, falo do ponto de vista de instrumental mesmo, de som. N\u00e3o que aquilo era ruim, mas em quest\u00e3o de qualidade, de tecnologia, de aquisi\u00e7\u00e3o de um instrumento melhor, de um som melhor, de pessoas mais capacitadas para isso, tanto o m\u00fasico quanto o produtor, essa \u00e9 a grande diferen\u00e7a.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Escravos da Merenda - O que o povo vai comer - Festival Conquista Punk Rock 2026\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4KRpi4ArcEY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E de que modo voc\u00ea enxerga essa uni\u00e3o da cena?<\/strong><br \/>\nHoje tem a gente, Simple Jeans, Signista, Outra Conduta, Cama de Jornal, Renegados, Mictian, Headless Queen, que t\u00e3o lan\u00e7ando coisas autorais, e a Dona Iracema, que est\u00e1 mais em destaque e sempre est\u00e1 tocando fora. Pela quantidade, [comparado com] antigamente, hoje tem menos bandas, mas tem muita banda produzindo clipes, m\u00fasicas, gravando CD e tocando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ao anunciar apresenta\u00e7\u00f5es no Instagram da banda, voc\u00ea costuma dizer a frase \u201ctraga a vasilha\u201d para os ouvintes e seguidores. Acredito que, para eles, a hora do show \u00e9 como a hora da merenda na escola, o momento mais esperado. O que os f\u00e3s da Escravos podem esperar para o futuro da banda? Voc\u00eas continuam na estrada pro ao vivo ou est\u00e3o compondo coisas novas?<\/strong><br \/>\nO cara que colocou isso na cabe\u00e7a [\u201ctraga a sua vasilha\u201d] \u00e9 o Vitor Quadros [tamb\u00e9m m\u00fasico, baixista da banda Princ\u00edpio Ativo], que sempre falou esse bord\u00e3o. N\u00e3o sei se \u00e9 do carro do sorveteiro, que falava tipo \u201cvai passar o sorveteiro, tr\u00eas bolas de sorvete por um real, traga a vasilha\u201d, mas acho que vem dali e \u00e9 um bord\u00e3o que encaixa bem com a banda. Sobre a pergunta, um pessoal do curso de Cinema da Universidade Estadual da Bahia [UESB] entrou em contato com a gente para fazer um mini-document\u00e1rio sobre a banda. Al\u00e9m desse document\u00e1rio, vamos tentar gravar o segundo disco com essa forma\u00e7\u00e3o, n\u00e3o sei quando, mas \u00e9 o plano. Ent\u00e3o \u00e9 isso; segundo disco, document\u00e1rio, e talvez um videoclipe, por enquanto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Depois de falar de m\u00fasica, a pergunta que n\u00e3o podia faltar: qual era sua merenda favorita na escola?<\/strong><br \/>\nEu gostava do suco de caj\u00e1, do p\u00e3o com carne mo\u00edda e do achocolatado com bolacha [ou biscoito?]. A real \u00e9 que eu gostava de tudo (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Esse do p\u00e3o com carne\u2026 eu sempre estudei em escola p\u00fablica, e quando esse era o lanche do dia, era coisa de formar fila para pegar (risos)<\/strong><br \/>\n\u00c9, e barrava de repetir, porque sen\u00e3o n\u00e3o dava pra todo mundo. E tem outras que o pessoal dispensava e acabava virando bagun\u00e7a, come\u00e7ava a jogar a merenda um no outro, era complicado (risos).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Escravos da Merenda - Blues da Enfermeira (Blues do Milagre) ao vivo na Casa do Rock\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9qhqux9F9XU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Danilo Souza \u00e9 estudante de jornalismo da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia). Acompanhe seu trabalho em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/danilosouza.jornalismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">instagram.com\/danilosouza.jornalismo\/<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;A Escravos da Merenda, para al\u00e9m das outras bandas que toco, das outras coisas que fa\u00e7o e que vivo, \u00e9 uma das coisas que ultimamente mais me deu alegria&#8221;, diz Ed Goma\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/05\/30\/escravos-da-merenda-banda-de-rock-pelo-menos-o-underground-e-amizade-e-despretensao\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":153,"featured_media":96050,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,3],"tags":[8240],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96049"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/153"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96049"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96049\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96052,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96049\/revisions\/96052"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/96050"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96049"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96049"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96049"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}