{"id":95633,"date":"2026-05-05T14:20:06","date_gmt":"2026-05-05T17:20:06","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=95633"},"modified":"2026-05-05T14:45:50","modified_gmt":"2026-05-05T17:45:50","slug":"tres-livros-um-culto-ao-velvet-underground-sera-crises-genialidade-e-um-som-poderoso-1985-o-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/05\/05\/tres-livros-um-culto-ao-velvet-underground-sera-crises-genialidade-e-um-som-poderoso-1985-o-ano\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas livros: \u201cUm Culto ao Velvet Underground&#8221;, &#8220;Ser\u00e1!: Crises, Genialidade e um som Poderoso&#8221;, &#8220;1985, o ano&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-95635 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/culto.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/culto.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/culto-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/culto-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cUm Culto ao Velvet Underground num Sal\u00e3o de Forr\u00f3 da Baixada Fluminense\u201d, de Filipe Albuquerque (Editora Sapopemba)<\/strong><br \/>\nCompanheiro do saudoso podcast <a href=\"https:\/\/www.mixcloud.com\/orestoeruido\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Resto \u00e9 Ru\u00eddo<\/a> e colaborador das revistas Rolling Stone e Billboard, o jornalista Filipe Albuquerque re\u00fane 13 textos seus nesta compila\u00e7\u00e3o deliciosa que mapeia mais de 15 anos (de 2009 a 2025) de bons servi\u00e7os dedicados ao jornalismo pop. Divertido e repleto de momentos impag\u00e1veis, &#8220;Um Culto ao Velvet Underground&#8221; \u00e9 daqueles livros que podem abastecer \u201cprodutores de conte\u00fado\u201d (aka \u201ccopiadores de conte\u00fado\u201d) de TikTok por meses com cortes e curiosidades, com um diferencial: enquanto o cen\u00e1rio esgota curiosidades sobre MPB e grandes nomes do rock nacional, Filipe foca no underground nacional, principalmente o noventista, para falar sobre uma banda que tinha tudo para ter estourado (produ\u00e7\u00e3o de Liminha, clipe com Caetano, integrantes que acompanharam a Legi\u00e3o Urbana na estrada, boa rota\u00e7\u00e3o na MTv), mas n\u00e3o vingou, ou ent\u00e3o conversar com Marco Rimas (em texto publicado na revista TPM), um imitador de Morrissey (\u201cEu n\u00e3o o imito, eu o represento\u201d, pontua Marco Morrissey), ou, ainda, rememorar uma noite na Boca do Lixo paulistana com Cogumelo Plut\u00e3o e a Banda Carrapicho (lembra deles?). Tem mais: Filipe conversa com a forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica do Ira! sobre um dos melhores discos do rock brasileiro, \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/04\/06\/ao-vivo-ira-revisita-o-antologico-psicoacustica-em-40-minutos-impecaveis-e-depois-toca-hits-e-covers-de-sabbath-clash-e-hendrix\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Psicoac\u00fastica<\/a>\u201d (1988), reconta com o Pin Ups a hist\u00f3ria de \u201cTime Will Burn\u201d (1990), seu disco de estreia, e tenta provar, ao lado dos Tit\u00e3s, que \u201cTudo ao Mesmo Tempo Agora\u201d (1991) \u00e9 muito mais que catarro, peido e amor escatol\u00f3gico. O volume de 238 p\u00e1ginas ainda traz aventuras imperd\u00edveis do Joelho de Porco, a hist\u00f3ria de um v\u00eddeo dos Mutantes em Curitiba em 1972, uma entrevista em que Rodolfo Abrantes confidencia que \u201co vocalista dos Raimundos morreu aos 27 anos\u201d e reflex\u00f5es sobre bandas como Catedral, Virna Lisi e Low Dream. \u00c9 uma leitura leve, mas profunda, apaixonada e bem humorada sobre a m\u00fasica feita no Brasil, mais um acerto da Sapopemba, editora (da qual Filipe \u00e9 um dos s\u00f3cios e) que lan\u00e7ou <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/01\/08\/tres-livros-eu-fui-traficante-de-keith-richards-nacao-tomada-pelo-medo-good-pop-bad-pop-um-inventario\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma das melhores biografias sobre os bastidores dos Rolling Stones<\/a> e, ainda, um livro <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/04\/15\/tres-livros-como-a-democracia-chega-ao-fim-mulheres-empilhadas-barbed-wire-kisses-a-historia-do-jesus-and-mary-chain\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sobre o Jesus &amp; Mary Chain<\/a>. Literatura pop da melhor qualidade. <a href=\"https:\/\/amzn.to\/42kp22u\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Adquira<\/a>.<\/p>\n<hr \/>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Capa-Livro-Sera-copiar.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cSer\u00e1!: Crises, Genialidade e um som Poderoso: os Bastidores da Grava\u00e7\u00e3o do Primeiro Disco da Legi\u00e3o Urbana Contados por seu Produtor\u201d, de Jos\u00e9 Em\u00edlio Rondeau (Maquina de Livros)<\/strong><br \/>\nJornalista que atua na editoria de cultura desde 1977, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/09\/15\/entrevista-jose-emilio-rondeau-fala-sobre-sera-livro-em-que-rememora-as-gravacoes-do-disco-de-estreia-da-legiao-urbana\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jos\u00e9 Emilio Rondeau<\/a> ficou mais conhecido pelo p\u00fablico por ter integrado a reda\u00e7\u00e3o da revista Bizz em seus prim\u00f3rdios, praticamente ensinando toda uma gera\u00e7\u00e3o a ter prazer em ler &#8211; e escrever &#8211; sobre m\u00fasica e cultura pop, e, tamb\u00e9m, por ter produzido os discos de estreia de Picassos Falsos, Camisa de V\u00eanus e Legi\u00e3o Urbana. Rondeau n\u00e3o era um produtor conhecedor do of\u00edcio (como demonstra o resultado final &#8211; sonoramente muito pr\u00f3ximo &#8211; dos tr\u00eas discos, tanto que, melhores assistidos, as tr\u00eas bandas iriam evoluir muito nos discos posteriores), mas era a pessoa certa na hora certa, tanto que a Legi\u00e3o j\u00e1 estava de malas prontas pra voltar pra Bras\u00edlia e desistir do sonho ap\u00f3s bater de frente com dois produtores quando Z\u00e9 Em\u00edlio apareceu. \u201c<a href=\"https:\/\/amzn.to\/4tjc1kW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ser\u00e1!: Crises, Genialidade e um som Poderoso<\/a>\u201d conta essa e outras hist\u00f3rias dos bastidores da produ\u00e7\u00e3o do disco que abriria caminho para a Legi\u00e3o se tornar, futuramente, a banda mais importante do rock brasileiro. Ainda assim, o volume de apenas 112 p\u00e1ginas parece ter sido escrito \u00e0s pressas, com caixas laterais pontuando em cada p\u00e1gina o que estava acontecendo no pa\u00eds enquanto a banda gravava o disco (e que est\u00e3o ali, nitidamente, mais para dar volume do que necessariamente acrescentar algo a narrativa) e entrevistas mon\u00f3tonas e desapaixonadas, feitas mais por obriga\u00e7\u00e3o do que paix\u00e3o. Inevitavelmente, aqui e ali surgem pequenos tesouros (como as fotos de Mauricio Valladares), mas o leitor precisa estar atento na escava\u00e7\u00e3o. Parte desse t\u00e9dio adv\u00e9m, claro, dos m\u00fasicos da banda: Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonf\u00e1 soam desinspirados, como sempre foram, sendo que o primeiro consegue a proeza de errar o nome do guitarrista que o influenciou (Keith Levine, membro fundador do <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/09\/16\/discografia-comentada-the-clash\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Clash<\/a> e do <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/04\/09\/pil-faz-grande-show-em-baile-da-saudade-pos-punk-em-sao-paulo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Public Image Ltd<\/a>, \u00e9 chamado de Steve Levine em algumas passagens do livro) e o segundo \u00e9 a grande v\u00edtima da narrativa, com produtor e t\u00e9cnicos de est\u00fadio relatando a dificuldade de trabalhar com um baterista t\u00e3o ruim. Saldo final: melhor um livro fraco sobre a Legi\u00e3o do que livro nenhum, mas as cinzas de Renato Russo n\u00e3o devem estar felizes\u2026<\/p>\n<hr \/>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-95634 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1985.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1985.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1985-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1985-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201c1985, o Ano Que Repaginou a M\u00fasica Brasileira\u201d, organiza\u00e7\u00e3o de C\u00e9lio Albuquerque (Garota FM Books)<\/strong><br \/>\nPrecedido por \u201c1973: o ano que reinventou a MPB\u201d (2014) e \u201c1979 o ano que ressignificou a MPB\u201d (2022), \u201c<a href=\"https:\/\/amzn.to\/4tUHM4Q\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">1985, o Ano Que Repaginou a M\u00fasica Brasileira<\/a>\u201d (2025) segue a toada da trilogia investigando discos brasileiros lan\u00e7ados no ano do t\u00edtulo do livro. Ainda que os subt\u00edtulos \u201creinventou \/ ressignificou \/ repaginou\u201d possam gerar discuss\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com outros anos pr\u00f3speros, o resultado \u00e9 extremamente elogi\u00e1vel, pois a m\u00fasica brasileira, t\u00e3o vasta e espl\u00eandida, merecia um volume por ano para ampliar o olhar sobre sua produ\u00e7\u00e3o. \u201c1985\u201d compila textos de 85 colaboradores sobre 85 discos lan\u00e7ados em 1985, o ano da Nova Rep\u00fablica, do primeiro Rock in Rio e da chegada da revista Bizz. Na sele\u00e7\u00e3o, organizada por C\u00e9lio Albuquerque, h\u00e1 textos excelentes (e outros abaixo do sarrafo, algo normal em uma produ\u00e7\u00e3o t\u00e3o complexa). Chama a aten\u00e7\u00e3o, em primeiro plano, os textos de artistas falando sobre suas obras com destaque para Charles Gavin relembrando sua entrada no Tit\u00e3s em \u201cTelevis\u00e3o\u201d (\u201cAp\u00f3s ter integrado o Ira! por tr\u00eas anos e, na sequencia, ter feito alguns ensaios com o RPM, no final de 1984, recebi um convite de Branco Mello e Sergio Britto\u201d, rememora o baterista), Amelinha escrevendo sobre \u201cCaminho do Sol\u201d, Leoni contando os bastidores de sua parceria com Cazuza em \u201cExagerado\u201d, Leo Jaime falando sobre seu genial \u201cSess\u00e3o da Tarde\u201d e Guilherme Arantes rememorando \u201cCheia de Charme\u201d. Do segundo time, o da excel\u00eancia textual, Lorena Calabria se destaca falando sobre o cl\u00e1ssico \u201cO Adeus de Fellini\u201d; Thunderbird bate um bol\u00e3o com \u201cMais Podres do Que Nunca\u201d, do Garotos Podres; Bento Ara\u00fajo desencava \u201cCinema\u201d, da banda Cinema e Luiz Antonio Simas d\u00e1 aula sobre Bezerra da Silva e o \u00e1lbum \u201cMalandro Rife\u201d. H\u00e1, ainda, muita gente que voc\u00ea, caro leitor, j\u00e1 deve ler aqui e ali: Carlos Eduardo Lima, por exemplo, do excelente <a href=\"https:\/\/celulapop.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">C\u00e9lula Pop<\/a>, escreve sobre &#8220;Educa\u00e7\u00e3o Sentimental&#8221;, do Kid Abelha; Ricardo Schott, respons\u00e1vel pelo essencial <a href=\"https:\/\/popfantasma.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pop Fantasma<\/a>, analisa &#8220;Mudan\u00e7a de Comportamento&#8221;, do Ira!, e Silvio Essinger, do jornal O Globo, lan\u00e7a luz sobre \u201cComo \u00e9 Bom Ser Punk\u201d, do L\u00edngua de Trapo. Tem mais: Astrid fala de \u201cRita e Roberto\u201d, Kamille Viola de \u201cCria\u00e7\u00f5es e Recria\u00e7\u00f5es\u201d de Martinho da Vila, Jeanne de Castro (m\u00e3e de <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Sophia+Chablau\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sophia Chablau<\/a>) escreve sobre &#8220;Trem Caipira&#8221;, de Egberto Gismonti e&#8230; eu escrevo sobre Tim Maia. A lista completa &#8211; de um livro que voc\u00ea pode ler, calmamente, um pouco por dia abrindo-o de forma aleatoria e ouvindo o disco referido &#8211; <a href=\"https:\/\/garotafm.com.br\/livro\/1985-o-ano-que-repaginou-a-musica-brasileira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">voc\u00ea encontra aqui<\/a>. Vale muito a pena <a href=\"https:\/\/amzn.to\/4tleKtP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ir atr\u00e1s<\/a> da trilogia&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&#039;1985 - O Ano que Repaginou a M\u00fasica Brasileir&#039;, um livro organizado por C\u00e9lio Albuquerque\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/k607jZGmPxw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a>.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Um Culto ao Velvet Underground&#8221; \u00e9 literatura pop da melhor qualidade; &#8220;Ser\u00e1&#8221; foca nos bastidores do primeiro \u00e1lbum da Legi\u00e3o; &#8220;1985&#8221; mapeia 85 discos de maneira interessante\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/05\/05\/tres-livros-um-culto-ao-velvet-underground-sera-crises-genialidade-e-um-som-poderoso-1985-o-ano\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":95637,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,9,3],"tags":[4329,4961,6953],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95633"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95633"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95633\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":95640,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95633\/revisions\/95640"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95637"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95633"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95633"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95633"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}