{"id":95065,"date":"2026-04-07T01:41:28","date_gmt":"2026-04-07T04:41:28","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=95065"},"modified":"2026-04-07T01:45:44","modified_gmt":"2026-04-07T04:45:44","slug":"monsters-of-rock-2026-aposta-no-novo-celebra-o-legado-e-acerta-no-equilibrio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/04\/07\/monsters-of-rock-2026-aposta-no-novo-celebra-o-legado-e-acerta-no-equilibrio\/","title":{"rendered":"Monsters of Rock 2026 aposta no novo, celebra o legado e acerta no equil\u00edbrio"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/paulo.pontes.376\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Paulo Pontes<\/a><br \/>\nfotos de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nataliamichalzuk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nata\u0301lia Michalzuk<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Quem esteve no show do Guns N\u2019 Roses no Allianz Parque, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/27\/com-repertorio-equilibrado-guns-n-roses-prova-em-sao-paulo-que-e-uma-das-maiores-bandas-da-historia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">menos de seis meses atr\u00e1s<\/a> \u2013 e ficou atento ao tel\u00e3o \u2013, n\u00e3o se surpreendeu tanto quando a banda foi anunciada como headliner da edi\u00e7\u00e3o 2026 do Monsters of Rock, j\u00e1 que um clipe exibido momentos antes do show deu certo spoiler a respeito (o Monsters fez a mesma coisa neste ano e praticamente revelou quem vai ser o headliner no ano que vem). Essa escolha, somada ao an\u00fancio do restante do lineup, acendeu certo fogo de reclama\u00e7\u00f5es entre muitos, que consideram este o mais fraco dentre todas as edi\u00e7\u00f5es do festival at\u00e9 hoje.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95066\" aria-describedby=\"caption-attachment-95066\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-95066 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk3-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk3-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk3-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95066\" class=\"wp-caption-text\"><em>foto de Nata\u0301lia Michalzuk \/ Scream &amp; Yell<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Bem, n\u00e3o \u00e9 pra tanto. E essa rea\u00e7\u00e3o diz mais sobre expectativa do que sobre entrega, porque, como o pr\u00f3prio s\u00e1bado, 4 de abril, tratou de mostrar, o Monsters continua sendo um tipo de evento que s\u00f3 pode ser julgado depois que o primeiro acorde soa. E h\u00e1 um elemento que transforma completamente essa equa\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o aparece em cartaz e que, invariavelmente, redefine qualquer leitura mais apressada: o p\u00fablico.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95067\" aria-describedby=\"caption-attachment-95067\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-95067 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk2-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk2-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk2-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95067\" class=\"wp-caption-text\"><em>foto de Nata\u0301lia Michalzuk \/ Scream &amp; Yell<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">O Allianz Parque, ao longo do dia, foi menos um espa\u00e7o f\u00edsico e mais um ponto de converg\u00eancia geracional. Crian\u00e7as nos ombros dos pais, vestindo camisetas de bandas que surgiram antes mesmo de seus pais serem adultos; adolescentes que conhecem cada detalhe de repert\u00f3rios constru\u00eddos d\u00e9cadas atr\u00e1s, mas que chegaram a eles por caminhos digitais; e um contingente expressivo de gente que cresceu com aquilo, que viveu o auge de muitas daquelas bandas e que retorna muito menos por nostalgia e mais por continuidade. N\u00e3o \u00e9 um p\u00fablico homog\u00eaneo, e \u00e9 justamente por isso que funciona. O Monsters, nesse sentido, segue sendo um espa\u00e7o onde o rock n\u00e3o se limita a ser lembrado, mas que continua sendo passado adiante.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95068\" aria-describedby=\"caption-attachment-95068\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95068\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Jayler.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Jayler.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Jayler-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95068\" class=\"wp-caption-text\"><em>Jayler \/ foto de Ricardo Matsukawa<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Abrir um festival desse porte, como fez o Jayler, \u00e9 sempre um exerc\u00edcio de sobreviv\u00eancia. Al\u00e9m do fato de que o p\u00fablico ainda est\u00e1 chegando, a aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 dispersa, dilu\u00edda entre deslocamentos, encontros e expectativas que ainda n\u00e3o se materializaram. E, no entanto, o que se viu foi uma banda que pareceu entender exatamente esse cen\u00e1rio e reagiu a ele com intensidade. A compara\u00e7\u00e3o com o Led Zeppelin \u00e9 inevit\u00e1vel \u2013 e em alguns momentos at\u00e9 excessivamente evidente \u2013, mas ao vivo ela perde o peso acusat\u00f3rio e passa a funcionar como refer\u00eancia de linguagem. O Jayler tem tudo pra soar como uma reprodu\u00e7\u00e3o protocolar, mas, na verdade, soa como uma banda jovem tentando se inserir em uma tradi\u00e7\u00e3o que, h\u00e1 muito tempo, n\u00e3o revela novos protagonistas. \u00c9 um show que n\u00e3o se apoia na perfei\u00e7\u00e3o, mas na energia (e energia o vocalista James Bartholomew tem de sobra).<\/p>\n<figure id=\"attachment_95069\" aria-describedby=\"caption-attachment-95069\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95069\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk13-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk13-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk13-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95069\" class=\"wp-caption-text\"><em>Dirty Honey \/ foto de Nata\u0301lia Michalzuk<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">O Dirty Honey, por sua vez, segue por outro caminho, apostando em uma execu\u00e7\u00e3o mais controlada, mais consciente de suas pr\u00f3prias ferramentas. Seu hard rock de inspira\u00e7\u00e3o setentista n\u00e3o esconde suas refer\u00eancias, que passam por The Black Crowes e pelo pr\u00f3prio Guns N\u2019 Roses, mas encontra for\u00e7a justamente na forma como organiza esses elementos em um show coeso. N\u00e3o h\u00e1 grandes riscos, nem momentos de ruptura, mas h\u00e1 consist\u00eancia (e consist\u00eancia, em um festival longo, \u00e9 um ativo importante). O Dirty Honey n\u00e3o tenta ser maior do que \u00e9, e talvez por isso funcione t\u00e3o bem: entrega exatamente aquilo que promete, sem dispers\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95071\" aria-describedby=\"caption-attachment-95071\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95071\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk10-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk10-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk10-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95071\" class=\"wp-caption-text\"><em>Yngwie Malmsteen \/ foto de Nata\u0301lia Michalzuk<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">A primeira quebra mais clara dessa progress\u00e3o vem com Yngwie Malmsteen, e ela acontece menos por falha e mais por desalinhamento. Seu show \u00e9, essencialmente, uma vitrine de t\u00e9cnica (um workshow, como refor\u00e7ou um colega da imprensa), um espa\u00e7o onde o virtuosismo \u00e9 o centro absoluto da experi\u00eancia. O problema \u00e9 que festivais operam em outra l\u00f3gica, mais imediata, mais baseada em resposta coletiva. Ao apostar em longos trechos instrumentais e em uma estrutura que privilegia a execu\u00e7\u00e3o individual, Malmsteen cria uma barreira que parte do p\u00fablico n\u00e3o atravessa. O respeito \u00e9 evidente, ningu\u00e9m questiona sua import\u00e2ncia ou habilidade, mas a conex\u00e3o n\u00e3o se estabelece com a mesma for\u00e7a. E, nesse contexto, o momento em que ele recorre a \u201cSmoke on the Water\u201d, do Deep Purple, funciona quase como um retorno ao terreno comum, um ponto de reconex\u00e3o que evidencia justamente o que estava faltando antes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95072\" aria-describedby=\"caption-attachment-95072\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95072\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk11-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk11-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk11-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95072\" class=\"wp-caption-text\"><em>Halestorm \/ foto de Nata\u0301lia Michalzuk<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">A partir da\u00ed, o festival entra em uma fase de crescimento mais consistente, e isso se torna evidente com a entrada do Halestorm. H\u00e1 uma mudan\u00e7a clara de escala, tanto em termos de presen\u00e7a quanto de impacto. Lzzy Hale entrega uma performance que n\u00e3o se destaca somente pela pot\u00eancia vocal (como canta essa mulher), mas pela forma como ocupa o espa\u00e7o e conduz o p\u00fablico. Seus agudos s\u00e3o sustentados com precis\u00e3o, seus momentos mais contidos mant\u00eam tens\u00e3o, e sua presen\u00e7a de palco \u00e9 constante, sem oscila\u00e7\u00f5es. Lzzy deu um show \u00e0 parte e conquistou geral. Pra quem j\u00e1 conhecia, foi um deleite, pra quem n\u00e3o conhecia, foi uma oportunidade daquelas que transformam simples espectadores em f\u00e3s. Destaques para \u201cLike a Woman Can\u201d, dedicada a todas as mulheres presentes, \u201cLove Bites (So Do I)\u201d, \u201cI Miss the Misery\u201d e \u201cFreak Like Me\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95073\" aria-describedby=\"caption-attachment-95073\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95073\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk16-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk16-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk16-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95073\" class=\"wp-caption-text\"><em>Extreme \/ foto de Nata\u0301lia Michalzuk<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">O Extreme entra logo depois com uma proposta que privilegia efici\u00eancia e leitura de contexto. O set \u00e9 enxuto, bem distribu\u00eddo e pensado para manter a fluidez do evento. Nuno Bettencourt segue sendo o principal destaque t\u00e9cnico, mas sem cair na armadilha do virtuosismo pelo virtuosismo, tudo ali est\u00e1 a servi\u00e7o da m\u00fasica. E \u00e9 justamente quando chega \u201cMore Than Words\u201d que o festival atinge seu primeiro grande ponto de converg\u00eancia coletiva. Quando um hit desse n\u00edvel aparece, \u00e9 o momento em que a din\u00e2mica se inverte: o palco diminui, o p\u00fablico cresce, e o Allianz Parque inteiro passa a cantar em un\u00edssono, estabelecendo uma conex\u00e3o que redefine a energia do restante do dia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95074\" aria-describedby=\"caption-attachment-95074\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95074\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Lynyrd-Skynyrd.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Lynyrd-Skynyrd.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Lynyrd-Skynyrd-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95074\" class=\"wp-caption-text\"><em>Lynyrd Skynyrd \/ foto de Ricardo Matsukawa<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Se o Extreme consolida essa conex\u00e3o, o Lynyrd Skynyrd aprofunda a dimens\u00e3o emocional do festival ao assumir seu papel como guardi\u00e3o de um repert\u00f3rio que atravessa d\u00e9cadas. O show \u00e9 constru\u00eddo com esse entendimento, alternando momentos de introspec\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o com precis\u00e3o. \u201cSimple Man\u201d cria um clima de contempla\u00e7\u00e3o compartilhada, \u201cSweet Home Alabama\u201d transforma o est\u00e1dio em festa coletiva, e \u201cFree Bird\u201d ultrapassa qualquer defini\u00e7\u00e3o simples de performance, especialmente com a presen\u00e7a simb\u00f3lica de Ronnie Van Zant, que insere o passado diretamente no presente. \u00c9 um encerramento que funciona como homenagem e reafirma\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95075\" aria-describedby=\"caption-attachment-95075\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95075\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-24-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-24-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-24-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95075\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">O Guns N\u2019 Roses fechou a noite com a responsabilidade que o posto de headliner naturalmente carrega, mas tamb\u00e9m com um hist\u00f3rico recente que sempre levanta uma d\u00favida leg\u00edtima: a entrega no palco, principalmente de Axl Rose. E o que se viu no Allianz Parque foi uma banda que, mais do que provar alguma coisa, pareceu entender melhor o pr\u00f3prio momento.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95076\" aria-describedby=\"caption-attachment-95076\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95076\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-10-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-10-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-10-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95076\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Ao reduzir o tempo de apresenta\u00e7\u00e3o e abrir m\u00e3o de escolhas mais \u00f3bvias, como \u201cDon\u2019t Cry\u201d e \u201cPatience\u201d, a banda evitou a armadilha da previsibilidade absoluta e organizou um set mais funcional, mais pensado para fluxo do que para ac\u00famulo. \u201cWelcome to the Jungle\u201d abriu com o tipo de catarse que nenhuma outra banda do dia havia provocado, e o bloco inicial, com \u201cIt\u2019s So Easy\u201d, \u201cMr. Brownstone\u201d e \u201cBad Obsession\u201d, manteve o show em movimento constante, sem dispers\u00e3o. No meio disso, \u201cLive and Let Die\u201d apareceu como primeiro grande pico, tanto pelo impacto sonoro quanto pela resposta imediata do p\u00fablico.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95077\" aria-describedby=\"caption-attachment-95077\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95077\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-20-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-20-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-20-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95077\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Mas o que d\u00e1 corpo ao show est\u00e1 justamente nas escolhas menos autom\u00e1ticas. A presen\u00e7a de m\u00fasicas como \u201cDead Horse\u201d e, principalmente, \u201cBad Apples\u201d (resgatada depois de d\u00e9cadas) mostra uma tentativa de reorganizar o repert\u00f3rio sem depender apenas do \u00f3bvio. O mesmo vale para \u201cJunior\u2019s Eyes\u201d, do Black Sabbath, que substitui caminhos mais previs\u00edveis dentro dos covers recentes da banda e refor\u00e7a essa ideia de ajuste fino. As faixas mais recentes, como \u201cPerhaps\u201d, \u201cAtlas\u201d e \u201cNothin\u2019\u201d, entram sem quebrar o ritmo, o que n\u00e3o \u00e9 pouco, especialmente em um cat\u00e1logo t\u00e3o consolidado. Elas n\u00e3o s\u00e3o o centro do show, mas tamb\u00e9m n\u00e3o soam como ap\u00eandice, o que indica uma integra\u00e7\u00e3o mais natural do material novo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95078\" aria-describedby=\"caption-attachment-95078\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95078\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-9-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-9-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-9-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95078\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Houve, ainda assim, pequenos ru\u00eddos. Nos primeiros momentos, especialmente para quem estava do lado direito do palco, a guitarra de Slash apareceu um pouco abaixo na mixagem, o que tirou parte do peso inicial. Foi um detalhe t\u00e9cnico, pontual, mas percept\u00edvel em uma banda cuja identidade passa diretamente por esse elemento. Com o avan\u00e7o do show, no entanto, esse ajuste aconteceu, e o equil\u00edbrio se estabeleceu.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95079\" aria-describedby=\"caption-attachment-95079\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95079\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-22-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-22-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-22-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95079\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">No centro de tudo, Axl Rose conduziu a apresenta\u00e7\u00e3o com mais intelig\u00eancia do que impulso. N\u00e3o houve tentativa de recriar o que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel, mas sim de trabalhar dentro das pr\u00f3prias possibilidades atuais, distribuindo melhor a voz, escolhendo onde sustentar e onde recuar. Isso n\u00e3o eliminou limita\u00e7\u00f5es, mas reduziu as oscila\u00e7\u00f5es e, no contexto geral, fez o show ganhar consist\u00eancia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95080\" aria-describedby=\"caption-attachment-95080\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95080\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-4-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-4-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-4-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95080\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Ao redor dele, a banda operou com a solidez esperada. Slash seguiu sendo um eixo t\u00e9cnico e est\u00e9tico, enquanto Duff McKagan amarrou a base com precis\u00e3o, garantindo que o show n\u00e3o perdesse sustenta\u00e7\u00e3o mesmo nos momentos menos explosivos. A reta final veio como um processo natural de converg\u00eancia. \u201cSweet Child O\u2019 Mine\u201d, \u201cEstranged\u201d e \u201cNovember Rain\u201d ampliaram a escala emocional, enquanto \u201cNightrain\u201d e \u201cParadise City\u201d empurraram o Allianz Parque para o limite da resposta coletiva. N\u00e3o foi um show que tentou reinventar o Guns N\u2019 Roses, mas tamb\u00e9m n\u00e3o foi um show acomodado. Foi, sobretudo, uma banda que entendeu onde estava, com quem estava falando e o que precisava entregar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95082\" aria-describedby=\"caption-attachment-95082\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-95082 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-21-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-21-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-21-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95082\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Ao final, o Monsters of Rock 2026 se sustentou n\u00e3o como o lineup mais impactante de sua hist\u00f3ria, mas como um festival que encontrou coer\u00eancia na pr\u00e1tica, reorganizando percep\u00e7\u00f5es ao longo do dia e se apoiando em uma combina\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o s\u00f3lida e resposta de p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Ah, sobre a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 ter dado spoiler da pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o&#8230; nos tel\u00f5es, entre os shows do Extreme e do Lynyrd Skynyrd, come\u00e7aram a surgir imagens que, \u00e0 primeira vista, poderiam ser interpretadas como parte de uma ambienta\u00e7\u00e3o visual gen\u00e9rica, mas que rapidamente se mostraram espec\u00edficas demais para serem casuais: pir\u00e2mides do Egito, uma est\u00e9tica claramente associada \u00e0 iconografia daquele per\u00edodo e, em seguida, a apari\u00e7\u00e3o de uma figura que remetia diretamente ao Eddie, mascote do Iron Maiden, trajado de maneira muito pr\u00f3xima \u00e0 est\u00e9tica consagrada na fase de \u201cPowerslave\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95083\" aria-describedby=\"caption-attachment-95083\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-95083\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-16-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-16-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GNR-Press-Sao-Paulo-16-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95083\" class=\"wp-caption-text\"><em>Cr\u00e9dito: Guns N\u2019 Roses<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">N\u00e3o houve an\u00fancio formal, nem qualquer tipo de confirma\u00e7\u00e3o expl\u00edcita, mas a combina\u00e7\u00e3o de elementos visuais apresentada deu grandes ind\u00edcios de que, assim como aconteceu com o Guns N\u2019 Roses, os f\u00e3s de Iron Maiden podem esperar que, se confirmada a edi\u00e7\u00e3o do Monsters para 2027, a banda retorne ao Brasil com um intervalo menor que um ano (j\u00e1 que a Donzela tem shows pelo pa\u00eds em outubro de 2026). Resta agora esperar os pr\u00f3ximos cap\u00edtulos de uma hist\u00f3ria que, h\u00e1 muito tempo, deixou de ser apenas um festival e passou a fazer parte da vida de quem acompanha rock e metal por aqui.<\/p>\n<figure id=\"attachment_95081\" aria-describedby=\"caption-attachment-95081\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-95081 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk6-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk6-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ScreamYell-@nataliamichalzuk6-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-95081\" class=\"wp-caption-text\"><em>foto de Nata\u0301lia Michalzuk \/ Scream &amp; Yell<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Paulo Pontes \u00e9 colaborador do\u00a0<a href=\"http:\/\/whiplash.net\/autores\/paulopontes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Whiplash<\/a>\u00a0e escreve de rock, hard rock e metal no Scream &amp; Yell. \u00c9 autor do livro \u201c<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/photo.php?fbid=2123311197759382&amp;set=a.356284934462026&amp;type=3&amp;theater\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A Arte de Narrar Vidas: hist\u00f3rias al\u00e9m dos biografados<\/a>\u201c.<\/em><br \/>\n<em>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nataliamichalzuk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nata\u0301lia Michalzuk<\/a> \u00e9 fot\u00f3grafa e bacharel em artes visuais. Conhe\u00e7a: <a href=\"https:\/\/nataliamichalzuk.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/nataliamichalzuk.com.br\/<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Monsters of Rock 2026 se sustentou n\u00e3o como o lineup mais impactante de sua hist\u00f3ria, mas como um festival que encontrou coer\u00eancia na pr\u00e1tica\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/04\/07\/monsters-of-rock-2026-aposta-no-novo-celebra-o-legado-e-acerta-no-equilibrio\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":65,"featured_media":95084,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,3],"tags":[8145,2124,8146,8144,8143,8147,7665,6858],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95065"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95065"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95065\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":95088,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95065\/revisions\/95088"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95084"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95065"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95065"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95065"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}