{"id":95024,"date":"2026-04-05T23:58:16","date_gmt":"2026-04-06T02:58:16","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=95024"},"modified":"2026-04-06T00:06:49","modified_gmt":"2026-04-06T03:06:49","slug":"com-relancamento-caprichado-grace-under-pressure-cristaliza-decada-brilhante-para-o-rush","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/04\/05\/com-relancamento-caprichado-grace-under-pressure-cristaliza-decada-brilhante-para-o-rush\/","title":{"rendered":"Com relan\u00e7amento caprichado, \u201cGrace Under Pressure\u201d cristaliza d\u00e9cada brilhante do Rush"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/caro.davii\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Davi Caro<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma d\u00e9cada \u00e9 tempo suficiente para transformar por completo as ambi\u00e7\u00f5es e din\u00e2micas de qualquer banda. Ou n\u00e3o: basta observar cat\u00e1logos de grupos de extensa carreira para ver que, via de regra, as mudan\u00e7as quase sempre s\u00e3o acima de tudo simb\u00f3licas. Tal \u00e9 o caso do Iron Maiden, que fechou o ciclo de seus primeiros dez anos com um disco que defendia, abertamente, um pretenso \u201cretorno \u00e0s origens\u201d (o subestimado \u201cNo Prayer for the Dying\u201d, de 1990), ou dos Ramones, que completaram per\u00edodo semelhante incorporando influ\u00eancias do hardcore que haviam ajudado a parir (no irregular \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/01\/discografia-comentada-ramones\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Animal Boy<\/a>\u201d, de 1986). Parece uma regra velada que permeia agremia\u00e7\u00f5es de m\u00fasicos desde que o mundo \u00e9 mundo: ou um grupo implode como vision\u00e1rio, ou ele permanece junto por tempo o suficiente para se tornar auto referente, ref\u00e9m do pr\u00f3prio legado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, dez anos \u00e9 muita coisa. Tal \u00e9 o per\u00edodo que separa \u201cRush\u201d (1974), debute discogr\u00e1fico do trio de hard\/prog canadense formado por Geddy Lee (baixo\/vocais\/teclados), Alex Lifeson (guitarra) e John Rutsey (bateria) de \u201cGrace Under Pressure\u201d (1984), d\u00e9cimo \u00e1lbum de est\u00fadio da banda. Claro que, em se tratando do Rush, o tempo \u00e9 apenas um mero detalhe frente \u00e0 metamorfose musical e criativa que se imp\u00f4s sobre a banda durante o referido intervalo. A sa\u00edda de Rutsey, que abriria caminho para a mitol\u00f3gica e definitiva entrada de Neil Peart no grupo; o primeiro grande v\u00f4o criativo, com &#8220;2112&#8221; (1976); a expans\u00e3o de sua sonoridade e a explora\u00e7\u00e3o de novas tem\u00e1ticas (sobretudo com \u201cHemispheres\u201d, de 1977); e o estouro comercial de \u201cMoving Pictures\u201d (1981) \u2013 todos acabaram contribuindo para o patamar que o Rush alcan\u00e7aria ao concluir sua primeira d\u00e9cada de atividade. E escutar \u201cGrace Under Pressure\u201d em retrospecto \u2013 em especial agora, com uma caprichad\u00edssima reedi\u00e7\u00e3o comemorativa que pega carona no ainda bestificante retorno da banda \u2013 \u00e9 um atestado da genialidade sempre presente por tr\u00e1s da musicalidade de Lee, Lifeson e Peart. E tamb\u00e9m funciona como um dos principais pilares de uma era t\u00e3o celebrada (hoje em dia) quanto controversa (ent\u00e3o).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-95028 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush4-300x150.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos outros pilares, inclusive, \u00e9 o trabalho que antecedeu diretamente \u201cGrace Under Pressure\u201d: lan\u00e7ado em 1982, \u201cSignals\u201d surfou a onda de popularidade gerada pelo sucesso radiof\u00f4nico de \u201cTom Sawyer\u201d no ano anterior, apesar de ter ido al\u00e9m. Como que dando sequ\u00eancia \u00e0s sonoridades sintetizadas aludidas antes, e sob a batuta firme de Lee, o Rush investiu pesado na incorpora\u00e7\u00f5es de teclados, elementos eletr\u00f4nicos e sons fortemente processados para a \u00e9poca. O \u00e1lbum seguinte traria pelo menos duas grandes mudan\u00e7as, no entanto. Se, por um lado, \u201cGrace Under Pressure\u201d se tornaria o primeiro LP da banda sem contar com o aliado de longa data Terry Brown na produ\u00e7\u00e3o \u2013 substitu\u00eddo por Peter Henderson, que vinha de tr\u00eas trabalhos em sequencia com o Supertramp, incluindo o multiplatinado &#8220;Breakfast in America&#8221;, de 1979 \u2013 o disco sanaria o maior dilema enfrentado pelo Rush na prepara\u00e7\u00e3o de seu trabalho anterior: as tens\u00f5es entre seus fundadores, que exerciam seus respectivos poderes de influ\u00eancia para favorecer a maior incorpora\u00e7\u00e3o de teclados e sonoridades sint\u00e9ticas (no caso de Geddy, que tinha Peart a seu lado) ou se mostravam firmes em favor de uma proposta mais guitarr\u00edstica (no que diz respeito a Lifeson). Embora nunca tenham voltado a trabalhar com seu produtor original, a abordagem musical explorada aqui definitivamente tinha mais a ver com a qu\u00edmica mostrada pelo trio em seus primeiros trabalhos (principalmente em compara\u00e7\u00e3o com seu \u00e1lbum mais recente).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Under Pressure (Super Deluxe)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_kkr7TnZt83IV3ouLRmWvS61qIeC6_s_b8\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a primeira faixa do lado A, a influ\u00eancia de reggae, filtrada atrav\u00e9s da new wave que ent\u00e3o dominava o mainstream, j\u00e1 se mostra ineg\u00e1vel. Mas \u201cDistant Early Warning\u201d fica longe de ser apenas um pastiche do som que o Police havia popularizado; a can\u00e7\u00e3o parece, ao inv\u00e9s disso, uma reafirma\u00e7\u00e3o da qu\u00edmica instrumental que os tr\u00eas m\u00fasicos haviam desenvolvido at\u00e9 aquele momento. O mesmo se pode dizer de \u201cAfterimage\u201d, can\u00e7\u00e3o mais agitada e t\u00edpica do Rush \u2013 can\u00e7\u00e3o esta composta em homenagem ao falecido colaborador Robbie Whelan, que trabalhava no complexo LeStudio, em Quebec, onde a banda gravava seu material j\u00e1 havia algum tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 \u201cRed Sector A\u201d \u00e9 o principal destaque do set. Al\u00e9m de conter um dos melhores instrumentais do Rush em sua fase mais divisiva, a can\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 um dos mais not\u00e1veis momentos de Neil Peart como letrista, em uma faixa que discorre sobre a vida de um sobrevivente em um campo de concentra\u00e7\u00e3o n\u00e3o especificado. Uma vez que se leva em considera\u00e7\u00e3o o fato de que a m\u00e3e de Geddy Lee era, por si s\u00f3, uma sobrevivente de uma circunst\u00e2ncia parecida durante a Segunda Guerra, \u201cRed Sector A\u201d acaba tomando para si um significado ainda maior dentro do extenso songbook da banda. E a faixa seguinte n\u00e3o fica atr\u00e1s: \u201cThe Enemy Within\u201d \u2013 para muitos, a melhor can\u00e7\u00e3o de \u201cGrace Under Pressure\u201d \u2013 j\u00e1 foi descrita como a primeira parte retroativa (e \u00faltima a ser lan\u00e7ada) da chamada \u201cTrilogia do Medo\u201d, composta tamb\u00e9m por \u201cWitch Hunt\u201d (de \u201cMoving Pictures\u201d) e \u201cThe Weapon\u201d (de \u201cSignals\u201d). E a atmosfera densa, com as guitarras de Alex Lifeson brilhando como nunca, realmente n\u00e3o deixam d\u00favidas sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a can\u00e7\u00e3o e suas predecessoras conceituais.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rush - The Body Electric (Live At Maple Leaf Gardens, Toronto, Canada, September 21, 1984)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IBXAPgcOqy0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se o primeiro lado do disco \u00e9 todo do duo Lee\/Lifeson, ent\u00e3o, \u00e9 no lado B que Neil Peart faz jus ao apodo \u201co Professor\u201d: \u201cThe Body Electric\u201d pode enganar os incautos, mas \u00e9, no fundo, uma das p\u00e9rolas oitentistas definitivas do Rush. Embora o mesmo n\u00e3o se possa dizer da dobradinha \u201cKid Gloves\u201d\/\u201dRed Lenses\u201d \u2013 a primeira \u00e9 mais gen\u00e9rica, enquanto a segunda dificilmente seria t\u00e3o memor\u00e1vel mesmo para os f\u00e3s die hard da banda \u2013 o coment\u00e1rio \u00e9 certamente v\u00e1lido para a derradeira can\u00e7\u00e3o em \u201cGrace Under Pressure\u201d, \u201cBetween the Wheels\u201d. Trazendo alguns dos mais impressionantes momentos bater\u00edsticos do \u00e1lbum (e certamente induzindo muitos \u201cair drummers\u201d a moverem os bra\u00e7os furiosamente no ar), a faixa tamb\u00e9m \u00e9 a mais longa do disco, e, junto das anteriores \u201cRed Sector A\u201d e \u201cThe Enemy Within\u201d, \u00e9 bastante lembrada entre os destaques retrospectivos do grupo nesta d\u00e9cada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falando em retrospectiva: como n\u00e3o poderia deixar de ser para uma reedi\u00e7\u00e3o deste tipo, a vers\u00e3o 2026 de \u201cGrace Under Pressure\u201d tem sua cota de atrativos: a come\u00e7ar pela capa, que se distancia da pintura abstrata de Hugh Syme (colaborador de longa data da banda) que adornava o vinil original; em seu lugar, uma arte mais sim\u00e9trica, e reminiscente dos conceitos descartados do lan\u00e7amento de 1984, acabou sendo escolhida \u2013 e, com o perd\u00e3o dos f\u00e3s puristas, a escolha foi um baita acerto. O mesmo se pode dizer do primoroso trabalho de remasteriza\u00e7\u00e3o do tracklist original, que esbanja respeito aos arranjos originais ao mesmo tempo em que real\u00e7a aspectos mais idiossincr\u00e1ticos do mix oitentista (como os \u201cecos\u201d de Geddy Lee em \u201cDistant Early Warning\u201d, ou as fenomenais guitarras processadas de Alex Lifeson em \u201cThe Body Electric\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os diferenciais aqui, entretanto, v\u00e3o al\u00e9m de serem meros extras: para come\u00e7ar, o disco completo, trabalhado pelo mesmo Terry Brown que havia sido dispensado antes da produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ar de fato. E, embora o n\u00edvel de qualidade de outrora permanecesse o mesmo \u2013 \u00e9 particularmente impressionante escutar \u201cThe Enemy Within\u201d e imaginar a can\u00e7\u00e3o integrando o tracklist de \u201cMoving Pictures\u201d, por exemplo \u2013 fica n\u00edtido o motivo pelo qual o Rush optou por seguir com outra pessoa por tr\u00e1s da mesa de som; a vis\u00e3o sonora de Peter Henderson, por outro lado, acaba fazendo com que a sonoridade de \u201cGrace Under Pressure\u201d acabe soando datada em determinados momentos (ainda que nunca perca em qualidade, mesmo ap\u00f3s v\u00e1rias audi\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-95027 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"349\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush3-300x140.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O outro grande adicional n\u00e3o \u00e9 exatamente in\u00e9dito \u2013 mas bem que poderia ser, tamanha a melhoria: lan\u00e7ado originalmente em 1986 como parte de um box set em VHS, e apenas disponibilizado individualmente em CD em um distante 2009, \u201cGrace Under Pressure Tour\u201d \u00e9 um registro ao vivo da turn\u00ea que compila uma apresenta\u00e7\u00e3o do trio na arena Maple Leaf Gardens de Toronto, em Setembro de 1984. A edi\u00e7\u00e3o em compact disc j\u00e1 era de se espantar; o trabalho de remasteriza\u00e7\u00e3o que acompanha o relan\u00e7amento, al\u00e9m de trazer o show completo tamb\u00e9m em v\u00eddeo, \u00e9 um documento incontest\u00e1vel do poder de fogo do Rush nos palcos: em que pese os figurinos e penteados naturalmente ris\u00edveis (as escolhas est\u00e9ticas de Geddy e Neil, por si s\u00f3, j\u00e1 mereceriam livros inteiros para serem dissecadas), os grandes cl\u00e1ssicos est\u00e3o todos l\u00e1 \u2013 incluindo sete (!) das oito faixas do ent\u00e3o rec\u00e9m-lan\u00e7ado \u201cGrace Under Pressure\u201d (somente \u201cAfterimage\u201d ficou de fora). O disco ao vivo tamb\u00e9m documenta a \u00fanica turn\u00ea na qual a j\u00e1 citada \u201cTrilogia do Medo\u201d foi executada na \u00edntegra, e s\u00f3 por causa disso j\u00e1 valeria a audi\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 claro que ouvir \u201cCloser to The Heart\u201d, \u201cYYZ\u201d, \u201cThe Spirit Of Radio\u201d e \u201cVital Signs\u201d sempre \u00e9 uma excelente pedida.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Intro (Live At Maple Leaf Gardens, Toronto, Canada - September 21, 1984)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GW33ZMIAGUM?list=OLAK5uy_kkr7TnZt83IV3ouLRmWvS61qIeC6_s_b8\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cGrace Under Pressure\u201d, claro, n\u00e3o seria o \u00faltimo cap\u00edtulo da aventura sintetizada do Rush, que retornaria a um som mais tipicamente roqueiro logo na d\u00e9cada de 90. Por\u00e9m, embora \u201cPower Windows\u201d (1985) e \u201cHold Your Fire\u201d (1987) rendam \u00f3timos momentos \u2013 sem contar o fant\u00e1stico \u00e1lbum ao vivo \u201cA Show of Hands\u201d (1989) \u2013 a proposta j\u00e1 havia se tornado um pouco formulaica ent\u00e3o; ou, pelo menos, desprovida de qualquer sensa\u00e7\u00e3o de risco, ou de descobrimento. Algo at\u00edpico, assim, para uma banda que sempre se mostrou disposta a conhecer e descobrir novas fronteiras para seu pr\u00f3prio som. \u00c9 dif\u00edcil afirmar com certeza que o Rush, agora reunido sem Neil Peart (e com a jovem Annika Niles nas baquetas) v\u00e1 revisitar o material de sua \u00e9poca mais divisiva em detrimento de seu material mais conhecido e\/ou celebrado. Fica a esperan\u00e7a, ent\u00e3o, de ver Geddy e Alex rememorando as can\u00e7\u00f5es de um disco que, agora reeditado e celebrado da maneira devida, mostra uma das grandes bandas da hist\u00f3ria em um de seus momentos mais ricos, e mais aventureiros.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-95026 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"453\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/rush2-300x181.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4cfQaQO-YD4\">\u00a0Davi Caro<\/a>\u00a0\u00e9 professor<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4cfQaQO-YD4\">,<\/a>\u00a0tradutor, m\u00fasico, escritor e estudante de Jornalismo. Leia mais textos dele\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/author\/davi-caro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Este disco sanaria o maior dilema enfrentado pelo Rush na prepara\u00e7\u00e3o de seu trabalho anterior: as tens\u00f5es entre seus fundadores\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/04\/05\/com-relancamento-caprichado-grace-under-pressure-cristaliza-decada-brilhante-para-o-rush\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":134,"featured_media":95025,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7548,3],"tags":[2043],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95024"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/134"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95024"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95024\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":95033,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95024\/revisions\/95033"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95025"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95024"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95024"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95024"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}