{"id":9417,"date":"2011-08-10T21:14:52","date_gmt":"2011-08-11T00:14:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=9417"},"modified":"2018-06-27T12:19:55","modified_gmt":"2018-06-27T15:19:55","slug":"nos-vamos-invadir-sua-praia-ultraje-a-rigor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/08\/10\/nos-vamos-invadir-sua-praia-ultraje-a-rigor\/","title":{"rendered":"A estreia cl\u00e1ssica do Ultraje a Rigor"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>Em 2012, \u201cVoc\u00ea N\u00e3o Soube Me Amar\u201d completa 30 anos. O compacto que a Blitz lan\u00e7ou em junho daquele ano sinalizou que alguma coisa nova estava surgindo e mudando o comportamento do p\u00fablico brasileiro. \u201cVoc\u00ea N\u00e3o Soube Me Amar\u201d \u00e9 o ponto de refer\u00eancia para o surgimento do que veio a ser conhecido com rock nacional, ou BRock (como defendia o jornalista Arthur Dapieve).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Para festejar a data marcante (30 anos? Parece que foi ontem), o Scream &amp; Yell come\u00e7a um especial que pretende revisitar alguns \u00e1lbuns importantes daquele per\u00edodo, discos emblem\u00e1ticos que foram trilha sonora de um Brasil p\u00f3s-ditadura. \u201cN\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia\u201d, lan\u00e7ado pelo Ultraje a Rigor em 1985, inaugura a fila em texto do editor do site, Marcelo Costa (publicado originalmente no n\u00famero 1 da revista Zero, em 2002 &#8211; e revisto para este especial).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Nas pr\u00f3ximas semanas, Tiago Agostini lan\u00e7ar\u00e1 luz sobre \u201cDois\u201d (1986), da Legi\u00e3o Urbana; Tiago Trigo escrever\u00e1 sobre \u201cCabe\u00e7a Dinossauro\u201d (1986), dos Tit\u00e3s; Renato Beolchi contar\u00e1 a saga de \u201cO Concreto J\u00e1 Rachou\u201d (1985), da Plebe Rude; e Bruno Capelas promete texto sobre \u201cVivendo e N\u00e3o Apredendo\u201d (1986), do Ira!, \u00c9 s\u00f3 o come\u00e7o: muitos outros discos vir\u00e3o. Mistura sua laia ou foge da raia, sai da tocaia, pula na baia: agora n\u00f3s vamos invadir sua praia. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-9418\" title=\"ultraje\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">In\u00edcio dos anos 80 e o Brasil sofria com a ditadura, que come\u00e7ava a se esfacelar, mas ainda era um fantasma perseguindo o imagin\u00e1rio popular. A m\u00fasica nacional como um todo, e o rock em particular, havia sido deixada de lado \u2013 mutilada pela censura quando n\u00e3o proibida. A MPB, ap\u00f3s e vindas do ex\u00edlio, parecia perdida. O primeiro sinal de que as coisas poderiam mudar veio com um compacto que falava sobre \u201cchope e batatas fritas\u201d, pop ensolarado como as praias do Rio de Janeiro, que fez a Blitz vender muito em julho de 1982 e participar at\u00e9 de programa de fim de ano do Rei Roberto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros sucessos cariocas tomaram as r\u00e1dios na primeira metade da d\u00e9cada, mas a resposta paulista n\u00e3o tardou e surgiu c\u00ednica, na veia, j\u00e1 escancarada na capa de um disco: \u201cN\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia\u201d. Mais do que provoca\u00e7\u00e3o bairrista, a promessa do t\u00edtulo captava a ess\u00eancia do rock\u2019n\u2019roll adolescente (mesmo com Roger Rocha Moreira, autor de todas as letras do disco e da grande maioria das can\u00e7\u00f5es, estar beirando os 30 anos) transformando 9 das 11 can\u00e7\u00f5es do disco em cl\u00e1ssicos absolutos daquela gera\u00e7\u00e3o. Praticamente um \u201cGreatest Hits\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 o lan\u00e7amento do \u00e1lbum, em setembro de 1985, a carreira do Ultraje se resumia a alguns shows e dois compactos de boa repercuss\u00e3o na imprensa. A boa aceita\u00e7\u00e3o de \u201cIn\u00fatil\u201d (com \u201cMim Quer Tocar\u201d no lado b) e \u201cEu Me Amo\u201d (com \u201cRebelde Sem Causa\u201d) abriu as portas para um \u00e1lbum completo. Liminha e Pena Schmidt levaram Roger (guitarra e voz), Mauricio (baixo e voz), Leospa (bateria) e Carlinhos (guitarra) para o Rio de Janeiro e, no rec\u00e9m constru\u00eddo Est\u00fadio Nas Nuvens, ajudaram o grupo a parir um dos discos obrigat\u00f3rios da m\u00fasica brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9419 aligncenter\" title=\"ultraje_praia\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje_praia.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O repert\u00f3rio do \u00e1lbum j\u00e1 estava sendo burilado nas casas noturnas da noite paulistana e foi definido pelos f\u00e3s do Ultraje em uma vota\u00e7\u00e3o (elei\u00e7\u00f5es diretas, claro) numa apresenta\u00e7\u00e3o hist\u00f3ria do grupo na boate R\u00e1dio Clube (que mudaria o nome para Avenida Club posteriomente, e hoje em dia atende por Est\u00fadio Emme), em S\u00e3o Paulo, em um s\u00e1bado de Aleluia. Desse show tamb\u00e9m saiu a vers\u00e3o ao vivo do hit \u201cIndependente Futebol Clube\u201d, que fecha o \u00e1lbum com intensa participa\u00e7\u00e3o da plateia (algo que se repetiria em todas as apresenta\u00e7\u00f5es subseq\u00fcentes do Ultraje a Rigor).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia\u201d, a m\u00fasica, abre o disco como uma carta de inten\u00e7\u00f5es: \u201cDaqui do morro d\u00e1 pra ver bem legal \/ O que acontece a\u00ed no seu litoral \/ N\u00f3s gostamos de tudo \/ N\u00f3s queremos \u00e9 mais\u201d. Guitarras base e solo se cruzam e a levada do baixo comanda. Os backing vocals da can\u00e7\u00e3o ficaram a cargo de um time de estrelas: L\u00e9o Jaime, Ritchie, Selvagem Big Abreu (do Jo\u00e3o Penca e Seus Miquinhos Amestrados) e Lob\u00e3o (\u00e9 dele a frase: \u201cCad\u00ea a minha farofinha, Roger?\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ouvinte n\u00e3o tem tempo para descanso. Na sequencia, uma bateria eletr\u00f4nica serve de introdu\u00e7\u00e3o para \u201cRebelde Sem Causa\u201d, retrato de t\u00e9dio de um cara sem problemas (\u201cMinha m\u00e3e at\u00e9 me deu essa guitarra \/ Ela acha bom que o filho caia na farra \/ E o meu carro foi meu pai que me deu \/ Filho homem tem que ter um carro seu\u201d). O reggae \u201cMim Quer Tocar\u201d, a pr\u00f3xima, carrega na ironia (\u201cMim quer votar\u201d \/ \u201cMinha em batuqueiro \u2013 conheiro\u201d) causando um momento inusitado nos shows: o p\u00fablico jogava moedas no palco na hora do refr\u00e3o: \u201cDinheiro, dinheiro, mim gosta ganhar dinheiro\u201d. Roger toca sax e Liminha bateria na can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"center\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/eUTei5xPAnY\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/eUTei5xPAnY\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O card\u00e1pio de hits \u00e9 impressionante: \u201cZoraide\u201d, rock ultra b\u00e1sico que se inspira em uma namorada pentelha (\u201cFica juntando enxoval \/ Pede um fog\u00e3o de natal \/ Diz que eu me visto mal \/ Que eu sou um cara chul\u00e9 \/ Que mulher!\u201d) para discutir a monogamia (\u201cEssa hist\u00f3ria de uma s\u00f3 \/ Zoraide tenha d\u00f3 \/ Eu quero mais \u00e9 variar\u201d); \u201cMarylou\u201d, can\u00e7\u00e3o \u201cinfantil\u201d de duplo sentido com levada country (e Herbert Vianna solando) sobre a galinha que carrega o nome da m\u00fasica e a vaquinha Sarah Lee; \u201cEu Me Amo\u201d, uma can\u00e7\u00e3o que sarreia a depend\u00eancia das pessoas nos relacionamentos. Para Roger n\u00e3o \u00e9 \u201cEu n\u00e3o consigo viver sem voc\u00ea\u201d, mas sim \u201cEu n\u00e3o consigo viver sem mim\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cIn\u00fatil\u201d \u00e9 a can\u00e7\u00e3o que mostra a evolu\u00e7\u00e3o do Ultraje (e do rock brasileiro como um todo) em apenas dois anos. Lan\u00e7ada em compacto em 1983, a can\u00e7\u00e3o tinha todos os elementos de um cl\u00e1ssico instant\u00e2neo: um riff que grudava na cabe\u00e7a, uma letra ir\u00f4nica e oportuna (que hoje em dia \u00e9 discutida em aulas de L\u00edngua Portuguesa em universidades), mas a produ\u00e7\u00e3o tirava todo seu peso transformando a m\u00fasica em algo suave, pop quase new wave. A coisa muda dois anos depois: a vers\u00e3o que entrou no disco traz Roger cortando o ar com um riff sujo enquanto Carlinhos complementa a can\u00e7\u00e3o com efeitos e repete o solo de Edgard Scandurra na grava\u00e7\u00e3o do compacto. A voz de Roger surge mais enterrada na mixagem, mas n\u00e3o descaracteriza a letra antol\u00f3gica: \u201cA gente n\u00e3o sabemos escolher presidente \/ (&#8230;) A gente somos in\u00fatil\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Calma, ainda n\u00e3o acabou: h\u00e1 \u201cJesse Go\u201d (parceria de Roger com Mauricio cantada pelo segundo), \u201cSe Voc\u00ea Sabia\u201d (uma das raras m\u00fasicas do disco, talvez a \u00fanica, a n\u00e3o tocar massivamente em r\u00e1dio) e \u201cIndependente Futebol Clube\u201d, a tal can\u00e7\u00e3o que \u201ctinha uma participa\u00e7\u00e3o muito legal da plateia\u201d e que foi gravada ao vivo em uma casa de shows de S\u00e3o Paulo, um hino que colocava uma pedra \u2013 de forma direta, simples e genial \u2013 sobre o tema relacionamentos: \u201cEu n\u00e3o sou seu \/ Eu n\u00e3o sou de ningu\u00e9m \/ Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 minha \/ Eu n\u00e3o tenho ningu\u00e9m \/ N\u00f3s somos livres \/ Independente Futebol Clube\u201d. \u00c9 nessa hora que o p\u00fablico entra como se fosse uma torcida comemorando o gol de seu time.<\/p>\n<p align=\"center\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/8aeMAgduUac\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/8aeMAgduUac\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, a genialidade e simplicidade de \u201cIndependente Futebol Clube\u201d encontra concorrente no disco, naquela que \u00e9, talvez, a melhor can\u00e7\u00e3o de Roger e um dos cl\u00e1ssicos irretoc\u00e1veis do rock nacional: \u201cCi\u00fame\u201d, um riff anos 60 a la Chuck Berry ambientado numa levada contagiante e com uma letra sensacional, um retrato de \u00e9poca perfeito: \u201cEu quero levar uma vida moderninha \/ Deixar minha menininha sair sozinha \/ N\u00e3o ser machista e n\u00e3o bancar o possessivo \/ Ser mais seguro e n\u00e3o ser t\u00e3o impulsivo \/ Mas eu me mordo de ci\u00fame\u201d. Para o final, um crescendo mortal com solos de guitarra ambientados na mixagem duelando com vozes sobrepostas. Um hit inconteste. Em dezembro de 1985, l\u00e1 estava o Ultraje tocando \u201cCi\u00fame\u201d no especial de fim de ano de Roberto Carlos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia\u201d deu ao Ultraje a Rigor discos de ouro e platina e catapultou o grupo ao estrelato (a banda precisou pedir \u00e0 gravadora para que parassem com a divulga\u00e7\u00e3o, com receio de o p\u00fablico se cansasse com tanta exposi\u00e7\u00e3o). Mais: mostrou que havia como unir juventude e intelig\u00eancia \u00e0 m\u00fasica. Bons instrumentistas, can\u00e7\u00f5es certeiras e letras sensacionais na hora certa, no lugar certo \u2013 um Brasil renascendo ap\u00f3s o fim da ditadura \u2013 fazem de \u201cN\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia\u201d um disco fundamental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00e1lbum chegou a ser lan\u00e7ado em CD em 1989, mas a tiragem era pequena e logo esgotou. Em 2001, a s\u00e9rie Warner Arquivos recuperou o disco acrescentando cinco faixas b\u00f4nus: as vers\u00f5es compacto de \u201cIn\u00fatil\u201d e \u201cMim Quer Tocar\u201d mais \u201cMarylou (Vers\u00e3o Carnaval)\u201d, \u201cHino dos Cafajestes\u201d (as duas do EP \u201cLiberdade para Marylou\u201d, de 1986) e a in\u00e9dita \u201cRicota\u201d, de Edgard Scandurra (com ele tocando guitarra e cantando), que o Ultraje gravou em 1983 como plano b caso a censura barrasse \u201cIn\u00fatil\u201d. Como a can\u00e7\u00e3o passou batida pelo \u00f3rg\u00e3o, \u201cRicota\u201d acabou na gaveta, mas a banda chegou a gravar uma nova vers\u00e3o e lan\u00e7\u00e1-la no \u00e1lbum \u201cCrescendo\u201d, de 1989, com letra modificada (a vers\u00e3o aqui presente \u00e9 a original). Em 2010, \u201cN\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia\u201d retornou ao mercado em vers\u00e3o de vinil 180 gramas lan\u00e7ada pela Polysom.<\/p>\n<p align=\"center\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/03eF7RQJn2M\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/03eF7RQJn2M\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Faixas<br \/>\n01. &#8220;N\u00f3s Vamos Invadir sua Praia&#8221;<br \/>\n02. &#8220;Rebelde sem Causa&#8221;<br \/>\n03. &#8220;Mim Quer Tocar&#8221;<br \/>\n04. &#8220;Zoraide&#8221;<br \/>\n05. &#8220;Ci\u00fame&#8221;<br \/>\n06. &#8220;In\u00fatil&#8221;<br \/>\n07. &#8220;Marylou&#8221;<br \/>\n08. &#8220;Jesse Go&#8221;<br \/>\n09. &#8220;Eu Me Amo&#8221;<br \/>\n10. &#8220;Se Voc\u00ea Sabia&#8221;<br \/>\n11. &#8220;Independente Futebol Clube&#8221;<\/p>\n<p>Faixas B\u00f4nus &#8211; Edi\u00e7\u00e3o de 2001<br \/>\n12. &#8220;In\u00fatil&#8221; (Vers\u00e3o Single-1983)<br \/>\n13. &#8220;Mim Quer Tocar&#8221; (Lado B de In\u00fatil-1983)<br \/>\n14. &#8220;Hino dos Cafajestes&#8221; (Single)<br \/>\n15. &#8220;Marylou&#8221; (Vers\u00e3o Carnaval)<br \/>\n16. &#8220;Ricota&#8221; (Faixa Previamente N\u00e3o Lan\u00e7ada)<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Liminha e Pena Schmidt<\/p>\n<p>Roger Moreira: voz e guitarra base<br \/>\nCarlo Bartolini (Carlinhos): guitarra solo e vocais<br \/>\nMaur\u00edcio Defendi: baixo el\u00e9trico e vocais<br \/>\nLeonardo Galasso (Le\u00f4spa): bateria e vocais<\/p>\n<p>M\u00fasicos convidados<br \/>\nLiminha: guitarra, viol\u00e3o, percuss\u00e3o, teclados e vocais<br \/>\nHerbert Vianna: guitarra solo em &#8220;Marylou&#8221;<br \/>\nLob\u00e3o, Ritchie, Selvagem Big Abreu e L\u00e9o Jaime: vocais em &#8220;N\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia&#8221;<\/p>\n<p>*******<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s &#8220;N\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia&#8221;, o Ultraje a Rigor (com Serginho Serra no lugar de Carlinhos) lan\u00e7ou &#8220;Sexo!!&#8221; (1987) e &#8220;Crescendo (1989)&#8221;. Em 1990 saiu o disco de vers\u00f5es &#8220;Por que Ultraje a Rigor?&#8221; e, em 1993, apenas com Roger da forma\u00e7\u00e3o original, foi lan\u00e7ado &#8220;\u00d3&#8221;. Em 1999, a banda lan\u00e7ou &#8220;18 Anos sem Tirar!&#8221;, um disco ao vivo que trazia quatro faixas in\u00e9ditas gravadas em est\u00fadio. Em 2002 foi a vez de &#8220;Os Invis\u00edveis&#8221; e em 2005 o Ultraje gravou seu &#8220;Ac\u00fastico MTv&#8221;. Em 2009, o grupo liberou gratuitamente o EP virtual &#8220;M\u00fasica Esquisita a Troco de Nada!&#8221;, que permanece liberado para download (<a href=\"http:\/\/www.reverbnation.com\/ultrajearigor\" target=\"_blank\">aqui<\/a>) junto a outras 40 can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Site oficial: <a href=\"http:\/\/roxmo.sites.uol.com.br\/\" target=\"_blank\">h<\/a><a href=\"http:\/\/roxmo.sites.uol.com.br\/\" target=\"_blank\">ttp:\/\/roxmo.sites.uol.com.br\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9421 aligncenter\" title=\"ultraje_praia2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje_praia2.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"252\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje_praia2.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ultraje_praia2-300x124.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8211; Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"..\/2011\/07\/26\/2011\/07\/blog\/\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Hist\u00f3rias do Ultraje a Rigor, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2011\/05\/20\/historias-do-ultraje-a-rigor\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;N\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia&#8221;, biografia de Andr\u00e9a Ascen\u00e7\u00e3o, por Adriano Costa (<a href=\"http:\/\/coisapop.blogspot.com\/2011\/05\/nos-vamos-invadir-sua-praia-andrea.html\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Lan\u00e7ado em 1985, &#8220;N\u00f3s Vamos Invadir Sua Praia&#8221; mostrou que era poss\u00edvel unir humor, juventude e intelig\u00eancia no rock nacional\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/08\/10\/nos-vamos-invadir-sua-praia-ultraje-a-rigor\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[973],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9417"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9417"}],"version-history":[{"count":22,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9417\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40105,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9417\/revisions\/40105"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}