{"id":93680,"date":"2026-02-03T00:42:15","date_gmt":"2026-02-03T03:42:15","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=93680"},"modified":"2026-02-24T00:08:51","modified_gmt":"2026-02-24T03:08:51","slug":"sao-paulo-testemunha-o-avenged-sevenfold-se-tornar-gigante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/02\/03\/sao-paulo-testemunha-o-avenged-sevenfold-se-tornar-gigante\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Paulo testemunha o Avenged Sevenfold se tornar gigante"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/paulo.pontes.376\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Paulo Pontes<\/a><br \/>\nfotos de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/fernandoyokota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fernando Yokota<\/a>\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que faz uma banda ser gigante? O n\u00famero de discos vendidos? As turn\u00eas mundiais? A capacidade de atravessar gera\u00e7\u00f5es sem virar pe\u00e7a de museu? H\u00e1 bandas grandes que desaparecem r\u00e1pido. E h\u00e1 bandas que atravessam crises, mudan\u00e7as est\u00e9ticas, decis\u00f5es impopulares e ainda assim continuam operando em outro n\u00edvel: o da forma\u00e7\u00e3o de repert\u00f3rio emocional, cultural e identit\u00e1rio de um p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma banda se torna gigante quando deixa de depender do pr\u00f3prio tempo. Quando sobrevive \u00e0s modas, aos ciclos de mercado e at\u00e9 ao pr\u00f3prio sucesso. Quando pode errar, dividir opini\u00f5es, lan\u00e7ar discos dif\u00edceis e continuar relevante. Gigante \u00e9 a banda que resiste, inclusive ao peso do pr\u00f3prio passado. No s\u00e1bado, 31 de janeiro, o Avenged Sevenfold mostrou no Brasil o que isso significa na pr\u00e1tica. E, pelo menos por aqui, j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida: eles se tornaram gigantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c0s 15h, quando os port\u00f5es do Allianz Parque foram abertos, o entorno do est\u00e1dio j\u00e1 estava tomado. Filas gigantescas se formavam ao redor do quarteir\u00e3o, dobravam esquinas, se misturavam ao tr\u00e2nsito e ao com\u00e9rcio local. Chamava aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 o volume de pessoas, mas o perfil do p\u00fablico: majoritariamente jovem, muita gente na casa dos 20 anos, adolescentes acompanhados, camisetas que atravessavam diferentes fases da banda convivendo no mesmo espa\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o havia clima de nostalgia. Havia expectativa. Um p\u00fablico que n\u00e3o parecia estar ali para \u201crever\u201d algo do passado, mas para vivenciar algo que ainda faz sentido no presente.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93689\" aria-describedby=\"caption-attachment-93689\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93689\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Mr.-Bungle-3000px-112-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Mr.-Bungle-3000px-112-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Mr.-Bungle-3000px-112-copiar-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93689\" class=\"wp-caption-text\"><em>Mr. Bungle<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trazer Mr. Bungle e A Day to Remember como atra\u00e7\u00f5es de abertura n\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3rio (e diz muito sobre quem o Avenged Sevenfold \u00e9 hoje). S\u00e3o duas bandas radicalmente diferentes entre si, mas que orbitam, cada uma \u00e0 sua maneira, o mesmo ecossistema de refer\u00eancias, tens\u00f5es e contrastes que sempre definiram o A7X.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mike Patton conduziu o show do Mr. Bungle &#8211; que havia se apresentado dias antes <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2026\/01\/29\/test-e-mr-bungle-no-cine-joia-ou-a-melhor-segunda-feira-a-noite-possivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em show solo na capital paulista<\/a> &#8211; com a naturalidade de quem nunca precisou se explicar. Exaltou Andreas Kisser (escalado para substituir \u00a0Scott Ian, que tinha compromisso com o Anthrax) e, com humor torto e autoconsciente, resumiu o esp\u00edrito da apresenta\u00e7\u00e3o ao disparar: \u201cAgora uma pausa, n\u00e9? Somos velhos. Velhos macumbeiros gringos.\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93688\" aria-describedby=\"caption-attachment-93688\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93688\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Mr.-Bungle-3000px-117-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Mr.-Bungle-3000px-117-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Mr.-Bungle-3000px-117-copiar-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93688\" class=\"wp-caption-text\"><em>Andreas Kisser<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">A frase arrancou risos, mas tamb\u00e9m funcionou como s\u00edntese est\u00e9tica: experi\u00eancia, liberdade e zero concess\u00e3o. O p\u00fablico respondeu melhor do que muitos imaginariam, especialmente quando o Bungle mandou o cover de \u201cRefuse\/Resist\u201d, do Sepultura. Foi ali que surgiram as maiores rodas da tarde, em um Allianz ainda longe de estar completamente cheio, mas com um p\u00fablico empolgado.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93687\" aria-describedby=\"caption-attachment-93687\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93687\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-A-Day-To-Remember-3000px-132-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-A-Day-To-Remember-3000px-132-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-A-Day-To-Remember-3000px-132-copiar-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93687\" class=\"wp-caption-text\"><em>A Day to Remember<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia, o A Day to Remember assumiu o palco com outra proposta. Onde o Mr. Bungle apostava no risco, o ADTR apostava no controle. O show foi acompanhado de papel picado, fuma\u00e7a, labaredas de fogo no palco, criando uma atmosfera visual pensada para amplificar a experi\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo parecia milimetricamente ensaiado e um setlist desenhado para manter a energia constante. Funcionou. O p\u00fablico cantou, pulou, respondeu aos refr\u00e3os e acompanhou cada est\u00edmulo visual. Faltou surpresa, sobrou efici\u00eancia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93685\" aria-describedby=\"caption-attachment-93685\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93685\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-141-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"656\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-141-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-141-copiar-300x262.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93685\" class=\"wp-caption-text\"><em>Avenged Sevenfold<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o Avenged Sevenfold finalmente subiu ao palco, o Allianz Parque deixou de ser apenas um local de show e se tornou um espa\u00e7o simb\u00f3lico. A banda que n\u00e3o tocava em S\u00e3o Paulo desde 2014 (e que passou uma d\u00e9cada recalibrando sua rela\u00e7\u00e3o com o Brasil), agora ocupava um est\u00e1dio inteiro como atra\u00e7\u00e3o principal. Um feito in\u00e9dito em sua carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 algo de paradoxal nesse momento. O Avenged atinge seu maior p\u00fablico no pa\u00eds justamente quando vive uma fase art\u00edstica menos conciliadora. \u201cLife Is But a Dream\u2026\u201d (2023) \u00e9 um disco divisivo, e isso se refletiu na recep\u00e7\u00e3o mais contida de algumas de suas m\u00fasicas ao vivo. Ainda assim, elas estavam l\u00e1. N\u00e3o como concess\u00e3o, mas como posicionamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O setlist equilibrou passado e presente, ainda que com aus\u00eancias sentidas. \u201cThe Stage\u201d, uma das preferidas deste redator e presente em outras datas da turn\u00ea (inclusive em Curitiba), ficou de fora. Em contrapartida, os cl\u00e1ssicos cumpriram seu papel de forma avassaladora.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93686\" aria-describedby=\"caption-attachment-93686\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93686\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-150-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"608\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-150-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-150-copiar-300x243.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93686\" class=\"wp-caption-text\"><em>Avenged Sevenfold<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAfterlife\u201d marcou o primeiro grande momento de catarse. \u201cHail to the King\u201d transformou o est\u00e1dio em coro un\u00edssono (que refr\u00e3o foda. Sem d\u00favidas umas das m\u00fasicas mais divertidas lan\u00e7adas nos \u00faltimos 15 anos na m\u00fasica pesada). \u201cBat Country\u201d e \u201cNightmare\u201d reafirmaram por que essas m\u00fasicas atravessaram gera\u00e7\u00f5es. Em v\u00e1rios momentos, o p\u00fablico cantava t\u00e3o alto que quase n\u00e3o dava pra ouvir a voz de M. Shadows (e isso parecia menos um problema e mais parte do espet\u00e1culo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Houve pausas, pedidos de atendimento m\u00e9dico, distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Houve tamb\u00e9m um ch\u00e1 revela\u00e7\u00e3o, repetindo a cena j\u00e1 vista em Curitiba. Um envelope foi entregue a M. Shadows, que anunciou o resultado para o est\u00e1dio: menino, diferente da capital paranaense. Um gesto pequeno, quase aleat\u00f3rio, mas que ajuda a transformar um show em lembran\u00e7a espec\u00edfica, \u00fanica.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93682\" aria-describedby=\"caption-attachment-93682\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93682\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"716\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-copiar-300x286.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93682\" class=\"wp-caption-text\"><em>Avenged Sevenfold<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Instrumentalmente, o Avenged segue s\u00f3lido. Synyster Gates \u00e9, de longe, um dos melhores (e talvez mais subestimados) guitarristas de sua gera\u00e7\u00e3o. O baterista Brooks Wackerman toca que \u00e9 um absurdo e mant\u00e9m vivo (com muita personalidade) o legado de The Rev. Shadows, com todas as limita\u00e7\u00f5es conhecidas, entregou uma performance extremamente competente. Quando a voz falhava, o p\u00fablico assumia. E assumia com prazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O encerramento do show trouxe uma bela explos\u00e3o de fogos ao redor do est\u00e1dio, coroando uma noite que j\u00e1 havia se consolidado muito antes do \u00faltimo acorde. A sensa\u00e7\u00e3o era esta: algo grande havia acontecido ali.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93683\" aria-describedby=\"caption-attachment-93683\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93683\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-152-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"864\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-152-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-152-copiar-260x300.jpg 260w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93683\" class=\"wp-caption-text\"><em>Avenged Sevenfold<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Avenged Sevenfold chegou ao Allianz Parque como uma banda que sobreviveu a mudan\u00e7as est\u00e9ticas, crises internas, morte de integrante, problemas de sa\u00fade, divis\u00f5es de p\u00fablico e escolhas art\u00edsticas arriscadas. Saiu de l\u00e1 maior do que entrou. Ser gigante, talvez, seja isso: continuar relevante mesmo quando se recusa a agradar todo mundo. Lotar um est\u00e1dio n\u00e3o apesar disso, mas junto com isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, pelo menos, o recado foi claro: o Avenged Sevenfold j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 apenas grande. \u00c9 gigante (e acaba de entrar pra hist\u00f3ria).<\/p>\n<figure id=\"attachment_93684\" aria-describedby=\"caption-attachment-93684\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93684\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-142-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"436\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-142-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2026-01-31-Avenged-Sevenfold-3000px-142-copiar-300x174.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93684\" class=\"wp-caption-text\"><em>Avenged Sevenfold<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Paulo Pontes \u00e9 colaborador do\u00a0<a href=\"http:\/\/whiplash.net\/autores\/paulopontes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Whiplash<\/a>\u00a0e escreve de rock, hard rock e metal no Scream &amp; Yell. \u00c9 autor do livro \u201c<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/photo.php?fbid=2123311197759382&amp;set=a.356284934462026&amp;type=3&amp;theater\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A Arte de Narrar Vidas: hist\u00f3rias al\u00e9m dos biografados<\/a>\u201c.<\/em><br \/>\n<em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fernandoyokotafotografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fernando Yokota<\/a>\u00a0\u00e9 fot\u00f3grafo de shows e de rua. Conhe\u00e7a seu trabalho:\u00a0<a href=\"http:\/\/fernandoyokota.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/fernandoyokota.com.br\/\u00a0<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Avenged Sevenfold chegou ao Allianz Parque como uma banda que sobreviveu a mudan\u00e7as est\u00e9ticas, crises internas, morte de integrante e escolhas art\u00edsticas arriscadas. 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