{"id":93218,"date":"2025-12-31T06:50:20","date_gmt":"2025-12-31T09:50:20","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=93218"},"modified":"2026-01-26T01:08:13","modified_gmt":"2026-01-26T04:08:13","slug":"os-favoritos-de-2025-dos-parceiros-do-novo-rock-gaucho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/12\/31\/os-favoritos-de-2025-dos-parceiros-do-novo-rock-gaucho\/","title":{"rendered":"Os favoritos de 2025 dos parceiros do Novo Rock Ga\u00facho"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/homeropivottojr\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Homero Pivotto Jr.<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fim de ano \u00e9 \u00e9poca de reflex\u00f5es e pondera\u00e7\u00f5es sobre o que rolou nos \u00faltimos 12 meses. Nesta \u00faltima coluna do Novo Rock Ga\u00facho no Scream &amp; Yell em 2025, fazemos essa an\u00e1lise por meio de uma lista com os lan\u00e7amentos autorais do sul do mundo que mais nos tocaram. N\u00e3o se trata de \u201cmelhores\u201d, mas sim de \u201cpreferidos\u201d, conforme predile\u00e7\u00f5es de cada um dos respons\u00e1veis pelo NRG &#8211; o escriba (Homero) e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/04\/18\/entrevista-de-porto-alegre-jaydson-fala-sobre-seu-disco-de-estreia-live-fast-die-old\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jaydson<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Complementarmente, cabem tamb\u00e9m algumas impress\u00f5es. Uma delas \u00e9 de que o underground ainda \u00e9 ber\u00e7o espl\u00eandido de criatividade na m\u00fasica. H\u00e1 uma diversidade de artistas no submundo mostrando que o rock, ao contr\u00e1rio do que pregam dinossauros como Gene Simons (Kiss), n\u00e3o morreu. Pelo contr\u00e1rio: segue vivo e pulsante, com gente empenhada em encontrar maneiras de produzir, gravar e fazer um som ao vivo. E isso em qualquer canto do Brasil, n\u00e3o apenas no Rio Grande do Sul &#8211; que, vale refor\u00e7ar, \u00e9 nosso recorte por quest\u00f5es de praticidade na cobertura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cremos que, qualitativa e quantitativamente falando, estamos bem servidos de artistas dos mais variados subg\u00eaneros. Quem tiver o m\u00ednimo de interesse consegue comprovar isso. <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">No\u00a0site do NRG<\/a>, por exemplo, s\u00e3o cerca de 270 cadastros de bandas ou projetos solos que est\u00e3o na batalha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro ponto a se comentar \u00e9 que estar envolvido com o circuito independente \u00e9 um ato de resist\u00eancia. E isso vale para m\u00fasicos &amp; outros profissionais do meio (produtores, operadores de som, iluminadores, roadies, imprensa especializada\u2026), espa\u00e7os para shows e, claro, p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem comp\u00f5e tem de conciliar o fazer criativo com a rotina da vida contempor\u00e2nea, equalizando esse anseio com trampo, fam\u00edlia e outros compromissos. J\u00e1 a galera que trabalha no meio precisa cavoucar oportunidades, por vezes com remunera\u00e7\u00e3o abaixo do adequado. As casas t\u00eam de lidar com o desinteresse cada vez maior das pessoas em socializar num evento com performance ao vivo &#8211; sim: um show oferece bem mais possibilidades do que apenas o volume alto que vem do palco. J\u00e1 quem ainda se aventura por inferninhos que abrigam gente tocando temas pr\u00f3prios precisa trabalhar a boa vontade em trocar o conforto do lar por um ambiente barulhento, ainda que capaz de dar f\u00f4lego para aguentar a rotina que nos sufoca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tempos nos quais tudo \u00e9 pensado para te fazer ficar no sof\u00e1 com a cara enfiada nalguma tela, ir para a rua, flanar pela cidade, cruzar o espa\u00e7o p\u00fablico para sentir a pot\u00eancia do grave explodindo no peito e reverberando pelo corpo \u00e9 remar contra a mar\u00e9. E \u00e9 pra esse lado que vamos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, eis o compilado de novidades do ano que finda. S\u00e3o escolhas, na nossa opini\u00e3o, capazes de estimular o fluxo por se buscar na aldeia a trilha sonora apropriada para o que estamos experienciando no momento.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Os favoritos de Homero<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cWar Crimes\u201d, Kein Montag<\/strong> \u2013 O caos sintetizado com sintetizador criando m\u00fasica org\u00e2nica. Barulho industrial, batidas EBM e aura post-punk dilu\u00eddos no liquidificador da contemporaneidade. Essas refer\u00eancias ajudam a descrever o EP &#8220;<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/6RyZ3ZP0nsoHfBsDZGgQ4X?si=pk9P0e_CRFS1tdQHVoF4gA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">War Crimes<\/a>&#8220;, do trio porto-alegrense <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/kein-montag\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Kein Montag<\/a>. Gravado no Dub Studio e produzido por F\u00e1bio Gabardo, o registro amplia a paleta sonora e conceitual da banda, refor\u00e7ando o di\u00e1logo entre m\u00fasica e discurso que marca o projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Kein Montag aposta em atmosferas sombrias, recursos eletr\u00f4nicos e repeti\u00e7\u00f5es como base para letras que refletem tens\u00f5es pol\u00edticas, sociais e existenciais. Quer refer\u00eancias? Front 242, Nine Inch Nails e Joy Division s\u00e3o algumas delas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o lan\u00e7amento do EP de estreia, \u201ckein Montag\u201d (2023), o grupo vem galgando espa\u00e7o na cena alternativa. No mesmo ano, apresentou o segundo trabalho, \u201cNo Control\u201d, seguido pelos remixes \u201cBurn Destroy\u201d e \u201cThe Techno Machine\u201d. Em 2024, o EP \u201cPeace Liars\u201d refor\u00e7ou o car\u00e1ter conceitual da banda e sua abordagem cr\u00edtica sobre temas pol\u00edticos e sociais. J\u00e1 em 2025, lan\u00e7aram o remix \u201cF.T.R.T.T.S.\u201d, intensificando o di\u00e1logo com a m\u00fasica eletr\u00f4nica e a est\u00e9tica industrial.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"kein Montag - War Crimes\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pfFknlCAM_k?list=PLhpMo4pV7fk79mLtsSB9GjgxinB8X70m5\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cO Que N\u00e3o Se Quer Perder\u201d, Aster \u2013<\/strong> A base do som da <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/aster\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aster<\/a> (da cidade de Canoas) \u00e9 o hardcore mel\u00f3dico. E <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/0zZTPL6zN6azmtb35WbvMz?si=yxRtW5wsQ_-FXIrLDVxK3A\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o mais recente EP do grupo<\/a>, formado em 2007, deixa isso claro, agregando ainda refer\u00eancias de rock alternativo \u00e0s composi\u00e7\u00f5es. As faixas ganham for\u00e7a n\u00e3o s\u00f3 pelas melodias, mas tamb\u00e9m pelo bom entrosamento entre os m\u00fasicos e pelas letras bem sacadas \u2013 com demonstra\u00e7\u00f5es de afeto, questionamentos e reflex\u00f5es. Cada can\u00e7\u00e3o foi captada em um est\u00fadio diferente na cidade natal da banda, saga que est\u00e1 registrada em uma s\u00e9rie documental de cinco epis\u00f3dios que fala sobre cada composi\u00e7\u00e3o e seu processo de grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTodos esses est\u00fadios fazem parte da hist\u00f3ria da banda de alguma forma, gravando ou ensaiando. Tr\u00eas deles foram seriamente afetados pela enchente de 2024, ficando completamente submersos. Por isso, ter feito esse trampo um ano ap\u00f3s o caos que afetou todo o estado soou como um suspiro de renova\u00e7\u00e3o onde a gente p\u00f4de contemplar e ser contemplado por esses est\u00fadios, onde por tantas vezes nos reunimos pra fazer o que tanto gostamos e nos faz sentido. Quem t\u00e1 nesse rol\u00ea, sabe como \u00e9. Em cada est\u00fadio foi gravada uma m\u00fasica. Os que n\u00e3o tinham a estrutura de grava\u00e7\u00e3o, essa estrutura foi levada por n\u00f3s. O importante \u00e9 que cada m\u00fasica tivesse as paredes de cada est\u00fadio ressoando em sua respectiva grava\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o vocalista Felipe \u201cPaulista\u201d Arnt.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Musicalmente, o quarteto passeia por caminhos n\u00e3o t\u00e3o brutos do hc \u2013 Dead Fish, Samiam, C\u00f3lera e Dag Nasty s\u00e3o artistas que vem \u00e0 mente. No entanto, acrescenta guitarras ruidosas que lembram nomes de destaque do indie e do post-hardcore, como Sonic Youth e Fugazi.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"O Que N\u00e3o Se Quer Perder\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_myIwk-GiYLsipyBSlxbGGMS3e6SOJ5H28\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cFac-S\u00edmile\u201d, Profane<\/strong> \u2013 Seis m\u00fasicas de uma devo\u00e7\u00e3o 666 juvenil, versadas na urg\u00eancia hardcore de hoje e no senso pop atemporal. Dado o conte\u00fado das letras e o fato de que tr\u00eas integrantes do quarteto <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/profane\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Profane<\/a> s\u00e3o ou passaram pela \u00e1rea da ci\u00eancia que estuda o comportamento humano, o time do NRG convencionou usar a express\u00e3o \u201cpsicologia do autoenfrentamento com arte\u201d para referir-se ao som da Profane. Afinal, quem encara seus pr\u00f3prios fantasmas com m\u00fasica (ou outra forma de express\u00e3o art\u00edstica) afronta toda a gente doente a quem chamamos de sociedade (antes fosse a dos poetas mortos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o baixista Cristiano Bedin, as influ\u00eancias para o trabalho s\u00e3o Os Replicantes, Ratos de Por\u00e3o, Mukeka di Rato e DFC. Mas h\u00e1 nas faixas ind\u00edcios de quem cresceu sob os ausp\u00edcios da escola Ramones sem esquecer que o mundo \u00e9 repleto de boas refer\u00eancias a se tomar para si. Embora a pr\u00e1tica de apropria\u00e7\u00e3o das fontes usada pelo quarteto v\u00e1 al\u00e9m da m\u00fasica, passando por cinema e literatura, citemos Tit\u00e3s (circa fim dos 1980\/come\u00e7o dos 1990) e Dead Kennedys como alguns modelos que parecem terem servido de inspira\u00e7\u00e3o. A \u201cmaldade\u201d do Slayer tamb\u00e9m atravessa as composi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O t\u00edtulo do registro, \u201c<a href=\"https:\/\/profaneprofaneprofane.bandcamp.com\/album\/fac-s-mile-2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fac-S\u00edmile<\/a>\u201d (que indica reprodu\u00e7\u00e3o de algo j\u00e1 existente), sugere a ideia de que \u201ctudo se copia, nada se cria\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cComo n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel reproduzir, a singularidade daquilo que a gente comp\u00f5e acaba sendo produzida pelo desvio, pela imperfei\u00e7\u00e3o, pelo deslocamento espa\u00e7o-temporal. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma pretens\u00e3o de originalidade, e sim a vontade seguir uma tradi\u00e7\u00e3o, repetir certos gestos que nos inspiram e constituem musicalmente o que somos\u201d, afirma Bedin.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Jesus Cristo \u00c9 Meu Coach\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZFW5RDMoeo4?list=OLAK5uy_lzCszWwl-EDbviM_hucaTiUyE8NfnQmYU\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cManifesto P\u00fablico\u201d, C\u00f3digo Penal<\/strong> \u2013 Body Count dos pampas? \u00c9 reducionista, mas situa a proposta do sexteto porto-alegrense <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/codigo-penal\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">C\u00f3digo Penal<\/a>. S\u00e3o mais de 30 anos de hist\u00f3ria, misturando o peso do rock com a contund\u00eancia do rap. <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/7h6tnjqpw2hJSaecjcNJgf?si=G2rAIvqrQpGDk-lhkAaMJg&amp;nd=1&amp;dlsi=2eda49a9896d4c68\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">No mais recente EP<\/a>, a banda resgata a ess\u00eancia questionadora com letras que cutucam as feridas da nossa sociedade. Da regrava\u00e7\u00e3o da faixa-t\u00edtulo \u2018Manifesto P\u00fablico\u2019 \u00e0s porradas sonoras \u2018Bomba H\u2019, \u2018Chove Bala\u2019, \u2018Per\u00edmetro Criminal\u2019 e \u2018Justi\u00e7a Injusta\u2019, o disco \u00e9 um grito de resist\u00eancia e atitude. Em 2026, o registro deve ganhar vers\u00e3o em vinil pela E Music Disc.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Manifesto P\u00fablico\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jK3Ma1uNLGI?list=OLAK5uy_nV6IZ7MvBc-7JN8GbRvh1YnBE6Irq7RUw\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cLive Fast, Die Old\u201d, Jaydson<\/strong> &#8211; \u00c9 bacana e fundamental para a cena que a galera mais nova esteja envolvida no rol\u00ea, criando e interagindo de alguma forma. Mas tamb\u00e9m \u00e9 massa identificar veteranos ainda na ativa ou retomando a lida com a m\u00fasica. \u00c9 nesse segundo grupo que se encaixa <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/04\/18\/entrevista-de-porto-alegre-jaydson-fala-sobre-seu-disco-de-estreia-live-fast-die-old\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jaydson<\/a>. Isso porque, como comentado no texto de abertura deste material, conciliar as tarefas de se ter uma banda com os compromissos da vida adulta \u00e9 uma \u00e1rdua tarefa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Jaydson \u00e9 um cara que sempre curtiu som, teve banda e acompanhava o cen\u00e1rio local. Por\u00e9m, acabou se afastando da fun\u00e7\u00e3o com os sons em raz\u00e3o das vicissitudes da vida. Em 2022, voltou a compor de maneira mais s\u00e9ria, reuniu uma banda e gravou o \u00e1lbum \u201c<a href=\"https:\/\/onerpm.link\/LiveFastDieOld\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Live Fast, Die Old\u201d<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de um registro com nove m\u00fasicas que fazem uma cr\u00f4nica das viv\u00eancias do artista e compilam suas refer\u00eancias musicais acumuladas desde a adolesc\u00eancia. O som \u00e9 calcado em punk rock, hardcore mel\u00f3dico, grunge e rock alternativo \u2013 com ecos de Nirvana, NOFX e J\u00fapiter Ma\u00e7\u00e3, por exemplo. Pra quem gosta do revival anos 1990, aqui tem uma boa pedida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com letras em ingl\u00eas e portugu\u00eas, as composi\u00e7\u00f5es do disco dividem-se em tr\u00eas eixos centrais. A primeira parte \u00e9 dedicada \u00e0s rela\u00e7\u00f5es interpessoais, a segunda explora a vis\u00e3o cr\u00edtica da sociedade e, por fim, aparecem os questionamentos existenciais. Boas sacadas, ironia, contesta\u00e7\u00e3o e niilismo permeiam o conte\u00fado tem\u00e1tico.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Live Fast, Die Old\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_nvqUcoQ0D89IRQmbyVtV7pqtch78yZEKQ\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cPU\u201d, Viana Moog<\/strong> \u2013 \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/1SgFxtkiLqCyyxb678TsAc?si=SyloHkVCStqyAKd6fgdC-Q&amp;nd=1&amp;dlsi=1d3c14b172ab4011\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PU<\/a>\u201d significa \u201cbarulho\u201d em tupi. A express\u00e3o foi acertadamente escolhida para batizar o mais recente EP da experiente <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/viana-moog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Viana Moog<\/a>. O trabalho \u00e9 calcado no noise-pop, com letras-slogan sobre paix\u00e3o, psiquismo e rela\u00e7\u00f5es humanas al\u00e9m do mundo virtual. De acordo com o vocalista Everton Cidade, as quatro faixas \u2013 os singles \u201c\u00cdris\u201d e \u201c\u00c9s\u201d e outros dois temas ent\u00e3o in\u00e9ditos \u2013 est\u00e3o conectadas por um fio narrativo que, segundo ele, \u201c\u00e9 a vida acontecendo de forma natural num mundo cyberpunk de exposi\u00e7\u00e3o e dela\u00e7\u00e3o intermitentes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTalvez possamos dizer que o assunto do disco seja: apesar das c\u00e2meras. Eu n\u00e3o me importo em me machucar e quero viver\u201d, resume o vocalista Cidade, complementando que o lan\u00e7amento tem \u201cguitarras Stooges, sentimentos Jo\u00e3o Gilberto Noll\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gravado da forma mais natural poss\u00edvel no Est\u00fadio Meia Boca (ou seja: ao vivo), em S\u00e3o Leopoldo, \u201cPU\u201d transmite a mesma intensidade das apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo da banda. A produ\u00e7\u00e3o foi realizada em parceria com o produtor Mario Arruda (guitarrista e vocalista da Superv\u00e3o), respons\u00e1vel tamb\u00e9m pela mixagem, masteriza\u00e7\u00e3o e pela regrava\u00e7\u00e3o de vocais em alguns trechos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto gr\u00e1fico \u00e9 assinado por Diego Gerlach, colaborador de longa data da banda e artista de S\u00e3o Leopoldo reconhecido nacionalmente no universo das publica\u00e7\u00f5es independentes. Com uma trajet\u00f3ria marcante em gibis autorais, Diego constr\u00f3i um imagin\u00e1rio gr\u00e1fico que dialoga diretamente com a est\u00e9tica da Viana Moog.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"\u00c9s\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z5jg5Bfx4kM?list=OLAK5uy_m38Q6Fk-xoqSsV1xCapGnzLnuXrs6umAM\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; &#8220;Fauna e Flora&#8221;, Space Rave<\/strong> \u2013 A <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/space-rave\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Space Rave<\/a> segue ativa pelo cosmos promovendo barulho de qualidade. \u00c9 uma viagem que j\u00e1 dura mais de tr\u00eas d\u00e9cadas e, agora, ganha propuls\u00e3o com um novo lan\u00e7amento. Trata-se de \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/6cPRMDQ9qENdHXUeaV9B8o?si=4ptdUzrzTxKjxmdTarqtxg&amp;nd=1&amp;dlsi=f58c6d12f1114fb9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fauna e Flora<\/a>\u201d, 13\u2070 trabalho da banda, contando fitas k7, cds, DVD e plataformas digitais, al\u00e9m de in\u00fameras colet\u00e2neas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este \u00e9 o segundo disco do quarteto ruidoso ga\u00facho a sair pelo <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=maxilar\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">selo Maxilar<\/a>, de Gabriel Thomaz (Autoramas). As composi\u00e7\u00f5es foram gravadas entre 2022 e 2024, e contam com diversas participa\u00e7\u00f5es especiais e afetivas que trazem novas cores e camadas sonoras. A capa criada pelo guitarrista Murilo Biff resume o esp\u00edrito selvagem do registro, numa pilha \u201cStoogeana\u201d (i\u2019m a street walking cheetah with a heart full of napalm), ainda que com animais distintos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sons s\u00e3o imersos em po\u00e9tica lapidada por revolta e insatisfa\u00e7\u00e3o cotidianas, algo t\u00edpico das criaturas que buscam afeto e prazer num mundo decadente e insano. Tudo envolto em camadas de riffs grudentos e melodias melanc\u00f3licas gritadas com a ang\u00fastia de quem busca conforto na arte e na expectativa de se reencontrar como indiv\u00edduo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fauna e Flora\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_mjUD8vtCoHRAalRyETfkDsZe6R4-SETEY\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2014&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Os favoritos de Jaydson<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cBrazapunk\u201d, Flor ET<\/strong> \u2013 Dez faixas que, segundo\u00a0 a banda, s\u00e3o \u201cuma celebra\u00e7\u00e3o \u00e0 liberdade art\u00edstica e uma provoca\u00e7\u00e3o ao mercado\u201d, bem como \u201cum chamado \u00e0 transgress\u00e3o dos padr\u00f5es, \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o e \u00e0 originalidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/6cPRMDQ9qENdHXUeaV9B8o?si=4ptdUzrzTxKjxmdTarqtxg&amp;nd=1&amp;dlsi=7861412d04ac44e6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O \u00e1lbum<\/a> da <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/flor-et\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Flor ET<\/a> \u00e9 cheio de riffs de guitarra e saxofone, sintetizadores imersivos e groove marcante que criam um universo \u00fanico, potente e vibrante que balan\u00e7a at\u00e9 headbangers. A m\u00fasica \u2018QSF\u2019, que abre o disco, mescla rock, surf music e rap. D\u00e1 espa\u00e7o ainda para um solo eletrizante de hammond com boas pitadas de blues. A letra \u00e1cida, narra os fatos ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023, data a qual a gangue do \u201csurto coletivo\u201d invadiu o planalto central impulsionada pela manipula\u00e7\u00e3o daqueles que ferem a nossa democracia. \u00c9 do disco tamb\u00e9m o single, \u201cO Corre\u201d, que marcou a estreia da nova fase da banda, o qual manteve a tem\u00e1tica de luta nas composi\u00e7\u00f5es, agora agregando mais punch ao \u201ctropicalismo punkeado\u201d do grupo. \u201cCansada\u201d, tamb\u00e9m single, tem o mesmo \u201ctom\u201d, mas trazendo de forma mais subjetiva a dor de pessoas enquadradas como minorias e tamb\u00e9m de todo trabalhador desprovido de \u201csobrenome\u201d. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 assinada por Alexandre Birck (Est\u00fadio Sangha\/RS) e Barral Lima (Ultra Est\u00fadio\/MG).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Brazapunk\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_kC8KXddDr6Q0M68P1nyxKCCSFC3e2ILns\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>-\u201cCaminhos Selvagens\u201d, Catto<\/strong> \u2013 A cantora e compositora ga\u00facha <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/filipe-catto\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Catto<\/a> lan\u00e7ou em 15 de maio o \u00e1lbum \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/6XWoCk6aNwbco5mE2QrPy1?si=B3Q2CCVuTUmuouWVTFLCVg&amp;nd=1&amp;dlsi=4b6ff7eab1f64a2c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminhos Selvagens<\/a>\u201d, com oito faixas que mostram a intimidade de Catto com a guitarra. O disco trilha uma jornada autoconfessional, com a artista expondo amores &amp; desamores em meio a um combinado de rock alternativo com MPB. O registro \u00e9 o primeiro de in\u00e9ditas em oito anos e tem produ\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria Catto em parceria com Fabio Pinczowski e Jojo In\u00e1cio.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Caminhos Selvagens\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_kq0W48UYofr4H6gmHcOKfxDRbzg60OT_4\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cFDP\u201d, Frau<\/strong> \u2013 Lan\u00e7ado em 30 de setembro em todas as plataformas de streaming, o EP \u201cFDP\u201d, da <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/frau\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Frau<\/a>, tem cinco faixas in\u00e9ditas: \u2018FDP\u2019, \u2018Pele de Rato\u2019, \u2018Ch\u00e1 de Merda\u2019, \u2018Papa\u2019 e \u2018Dona M\u00e1xima\u2019. Para um projeto que surgiu mais pelo acaso do que pela inten\u00e7\u00e3o, a Frau acumulou ao longo de dois anos uma bagagem experiente, sem nunca ter abandonado a despretens\u00e3o e a dedica\u00e7\u00e3o em fazer m\u00fasica por divers\u00e3o \u2013 algo que, conforme os pr\u00f3prios m\u00fasicos, define a originalidade do grupo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 isso que Joana Berwanger (vocalista), Matheus Leal (guitarrista), Jenny Vieira (baixista) e H\u00e9lio Cordeiro (baterista) sintetizam nesse EP de estreia. O registro s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao financiamento coletivo realizado pela banda. Com o apoio de 25 pessoas, o trabalho saiu do papel e tornou-se realidade. O material foi pensado para representar com a maior fidelidade poss\u00edvel as composi\u00e7\u00f5es da maneira como s\u00e3o tocadas ao vivo. Por isso, n\u00e3o espere arranjos e solos estranhos, instrumentos adicionais ou excesso de efeitos. Como um bom compilado de punk rock, o EP prop\u00f5e-se a ser cru e aut\u00eantico, mas gravado e produzido com qualidade. Quer saber mais? Confere\u00a0aqui\u00a0<a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/news\/fdp-novo-ep-da-frau-ja-esta-disponivel-confira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">um faixa a faixa<\/a>!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"FDP\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_lghLQakFN-K-kPz0Rcu2Y_q5h6dAfrYp8\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cLado A\u201d, Os Aciderais<\/strong> \u2013 Pra viajar na m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 preciso ir ao espa\u00e7o sideral. Basta ouvir a psicodelia groovada d\u2019<a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/os-aciderais\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Os Aciderais<\/a>. O quarteto lan\u00e7ou um EP com quatro faixas chamado \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/07mbz9qsGzfQXnRfI6Wabl?si=aUIrj2aDR7m4UDSRFfOxyw&amp;nd=1&amp;dlsi=b898759d3ff74a32\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lado A<\/a>\u201d. Conforme o pr\u00f3prio grupo, em postagem no instagram, a viagem para materializar o registro n\u00e3o foi barbada: \u201cO caminho at\u00e9 aqui n\u00e3o foi f\u00e1cil, mas com certeza foi bonito e ser\u00e1 mais ainda quando pudermos compartilhar contigo toda nossa alegria, doideira, inspira\u00e7\u00e3o arte e amor. Ou\u00e7a e navegue pelo cosmos!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Tarja Preta\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VSANtLAO-1A?list=OLAK5uy_nXVurGLIh30PWIonTnfZz64207sc3n1cw\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cJive II\u201d,\u00a0Jive<\/strong>\u00a0\u2013\u00a0O trio porto-alegrense\u00a0<a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/jive\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jive<\/a>\u00a0re\u00fane a urg\u00eancia do hardcore, a for\u00e7a do metal, a intensidade do post-punk e a ousadia do experimental\/alternativo. No mais recente EP, intitulado \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/0P64y2EmtfM15fKeo8q0Wa?si=siOrW3WCQde3PvnwLy0ukg&amp;nd=1&amp;dlsi=7914e8575c2340d1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jive II<\/a>\u201d e disponibilizado na \u00faltima semana de maio nas plataformas, essa mistura fica evidente. Grosso modo, \u00e9 rock pesado que remete \u00e0 est\u00e9tica musical dos 1990, com as cinco composi\u00e7\u00f5es variando entre momentos de introspec\u00e7\u00e3o e explos\u00e3o. O trabalho foi gravado em 2024 no est\u00fadio Hill Valley, na capital ga\u00facha, com engenharia de som assinada por Davi Pacote. A mixagem \u00e9 de Diego Poloni.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; \u2018Run or Bet\u2019, \u2018Entercool\u2019, \u2018The Anchor\u2019 (que saiu como single em abril), \u2018Simple Things\u2019 e \u2018Curfew\u2019 s\u00e3o as faixas, compostas de 2018 a 2024, que integram o registro e foram gravados por Gustavo Mantese (voz e guitarra), Luigi Rokero (bateria) e Lucas Rachewsky (baixo). Liricamente, \u201cJive II\u201d mostra um ponto de vista de reflex\u00e3o pessoal, \u00e0s vezes aproximando-se de espiritualidade, sobre temas variados do ciclo de vida (como relacionamentos, trabalho e sociedade).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A arte de capa foi criada por J\u00falia Tannous Sager e pelo baixista Lucas Rachewsky usando desenho feito por Carlos Le\u00e3o. Sonoramente, de maneira simplista, o trabalho remete a nomes como Helmet e Fugazi, agregando refer\u00eancias de Sonic Youth, Joy Division e Pixies.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Run or bet\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dTVVrwU1TfY?list=OLAK5uy_ngdgKIaJNS9uCCp2T6sbdzc8A9MaDVIcs\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>\u201cInfervo\u201d, Infervo<\/strong> &#8211; O trio de rock alternativo <a href=\"https:\/\/www.novorockgaucho.com\/news\/infervo-disponibiliza-album-de-estreia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Infervo<\/a> disponibilizou nas plataformas de streaming <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/track\/4Sevl5Fho2oRFNopXJX6uU?si=8f9327c42b604c1b&amp;nd=1&amp;dlsi=593bd05a49d14a25\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">seu \u00e1lbum de estreia<\/a>. Batizado com o nome da pr\u00f3pria banda, o registro apresenta 10 composi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo os integrantes, a grava\u00e7\u00e3o do primeiro disco foi r\u00e1pida (dois meses), gra\u00e7as ao trabalho do amigo Rodrigo Avellar que captou as baterias de Mirela e ao incr\u00edvel produtor Franklin Dahm e sua gravadora a Chimiarecods.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda de acordo com os m\u00fasicos, o \u00e1lbum escancara emo\u00e7\u00f5es com letras afiadas, sonoridade pulsante e a coragem de falar de tudo aquilo que muitos preferem esconder. Com influ\u00eancias que v\u00e3o do britpop, guitarras distorcidas dos anos 80 ao emo dos anos 2000, passando por baladas melanc\u00f3licas e hinos de resist\u00eancia, o disco apresenta dez faixas que tratam do amor, da identidade, do medo e da vontade urgente de viver \u2014 sem censura e sem amarras.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Total Ilus\u00e3o\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u5PXZHKlfI4?list=OLAK5uy_l2rHPorzN9mGFBHAVsRTEAr8V5umyP_1M\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; \u201cThe Completers\u201d, The Completers<\/strong> &#8211; O <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/1mUJl05BcH1Fa6qxiO2cSc?si=_XB43CW1R1uZd13o4ryU7w&amp;nd=1&amp;dlsi=4c555c4a0e624e96\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">primeiro disco<\/a> da <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/03\/28\/entrevista-the-completers-banda-post-punk-gaucha-fala-sobre-seu-album-de-estreia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Completers<\/a> resume muito bem os quase dez anos de trajet\u00f3ria da banda e representa muito bem as origens do punk e fa\u00e7a-voc\u00ea-mesmo, j\u00e1 que foi produzido pelos quatro integrantes, mixado pelo guitarrista Jonas Dalacorte e est\u00e1 sendo lan\u00e7ado pelo selo Yeah You!, de propriedade do baterista Guilherme Chiarelli Gon\u00e7alves.<br \/>\nA masteriza\u00e7\u00e3o ficou por conta do estadunidense Carl Saff, que j\u00e1 trabalhou com Sonic Youth, Dead Moon, Wipers, Mudhoney, Fu Manchu e muitas outras bandas. E arte \u00e9 do Renato Ren, que soube transportar muito bem seu trabalho com interven\u00e7\u00f5es urbanas para a capa do disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas dez m\u00fasicas do \u00e1lbum, o ouvinte vai se deleitar com nuances que v\u00e3o desde o p\u00f3s-punk tradicional, por vezes mais eletr\u00f4nico com algo do minimalismo do krautrock, por outras beirando a psicodelia.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Completers\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_mVOt_uAK3vtAQUbtPm3GUC0cXjNGdQeXc\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100001755294131\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Homero Pivotto Jr.<\/a>\u00a0\u00e9 jornalista, vocalista da\u00a0<a href=\"https:\/\/diokane.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Diokane<\/a>\u00a0e respons\u00e1vel pelo videocast\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCY71eKJzuBUXpyDV2IFeP8Q\/videos?view_as=subscriber\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Ben Para Todo Mal<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Fim de ano \u00e9 \u00e9poca de reflex\u00f5es e pondera\u00e7\u00f5es sobre o que rolou nos \u00faltimos 12 meses. 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