{"id":93062,"date":"2025-12-05T00:01:31","date_gmt":"2025-12-05T03:01:31","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=93062"},"modified":"2026-01-12T02:25:00","modified_gmt":"2026-01-12T05:25:00","slug":"tres-shows-odair-jose-ema-stoned-e-the-brian-jonestown-massacre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/12\/05\/tres-shows-odair-jose-ema-stoned-e-the-brian-jonestown-massacre\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas shows: Odair Jos\u00e9, Ema Stoned e The Brian Jonestown Massacre"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/amusicadofabio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fabio Machado<\/a><br \/>\nfotos de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/fernandoyokota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fernando Yokota<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tempos onde m\u00e9tricas de redes sociais e outras quest\u00f5es algor\u00edtmicas viram cada vez mais um crit\u00e9rio de defini\u00e7\u00e3o para curadoria musical de shows e festivais, sempre vale olhar para quem vai na contram\u00e3o da l\u00f3gica publicit\u00e1ria. \u00c9 o caso da Maraty, produtora tocada por Andr\u00e9 Barcinski e Leandro Carbonato, ao juntar, em uma apresenta\u00e7\u00e3o no meio da semana em SP, tr\u00eas nomes sem rela\u00e7\u00e3o aparente entre suas propostas sonoras: Ema Stoned, Odair Jos\u00e9 e The Brian Jonestown Massacre &#8211; para alegria dos f\u00e3s de Anton Newcombe e associados, j\u00e1 saudosos da primeira passagem do conjunto pelo Brasil, em 2023. Embora sejam artistas conhecidos e conceituados dentro de seus nichos, \u00e9 improv\u00e1vel que algu\u00e9m, ao fazer o bingo de 2025, cravasse que o respons\u00e1vel pelo obscuro cl\u00e1ssico \u201cO Filho de Jos\u00e9 e Maria\u201d (1977) e outros hits radiof\u00f4nicos dividiria o palco com atra\u00e7\u00f5es mais contempor\u00e2neas e associadas a um som mais denso e alternativo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93068\" aria-describedby=\"caption-attachment-93068\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-93068 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ema.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ema.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ema-300x133.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93068\" class=\"wp-caption-text\"><em>Ema Stoned<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Longe de causar estranheza, a mistura fora da curva e dos algoritmos funcionou logo de cara com <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/04\/08\/entrevista-ema-stoned-costura-devaneios-sonoros-no-clipe-de-curva-do-sonho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ema Stoned<\/a>. Incumbidas de iniciar os trabalhos no Usine, Ale Duarte (guitarra), Elke Lamers (baixo) e Theo Charbel (bateria) prendiam a aten\u00e7\u00e3o de quem l\u00e1 estava com a imers\u00e3o cinem\u00e1tica que \u00e9 habitual em seus shows. O p\u00fablico &#8211; que aos poucos vencia o inevit\u00e1vel tr\u00e2nsito paulistano e chegava na casa &#8211; era recebido com uma sauda\u00e7\u00e3o de frequ\u00eancias que ia do drone mais suave at\u00e9 uma muralha de guitarras e bateria. Ao vivo, a Ema Stoned vai al\u00e9m do que est\u00e1 presente em discos de est\u00fadio (como o mais recente \u201cDevaneio\u201d, de 2023) e estimula quem est\u00e1 assistindo a simultaneamente dan\u00e7ar e viajar, n\u00e3o s\u00f3 pelos arranjos do trio mas tamb\u00e9m pelos visuais et\u00e9reos projetados no tel\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93069\" aria-describedby=\"caption-attachment-93069\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93069\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-2-Odair-Jose-3000px-BXQ_9102-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-2-Odair-Jose-3000px-BXQ_9102-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-2-Odair-Jose-3000px-BXQ_9102-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93069\" class=\"wp-caption-text\"><em>Odair Jos\u00e9<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O clima viajante e algo introspectivo da abertura mudaria pouco depois, com o rock n\u2019 roll euf\u00f3rico e sem cerim\u00f4nias de Odair Jos\u00e9. Apoiado por uma competente banda, o compositor mostrou vitalidade e peso cantando e tocando guitarra enquanto desfilava hits como \u201cO Casamento\u201d, \u201cA Noite Mais Linda do Mundo (A Felicidade)\u201d e a ic\u00f4nica \u201cEu Vou Tirar Voc\u00ea Desse Lugar\u201d, dedicada pelo pr\u00f3prio \u201ca todas as putas do planeta\u201d. Tamb\u00e9m funcionaram outras mais recentes e menos celebradas do repert\u00f3rio, como a roqueira \u201cCarne Crua\u201d. Para encerrar, outra cl\u00e1ssica: \u201cCad\u00ea voc\u00ea\u201d, numa pegada mais power pop do que a onipresente vers\u00e3o sertaneja de Leandro e Leonardo que marcou os anos 1990. Show simples, eficiente, e com a plateia cantando tudo. <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/03\/03\/entrevista-na-decada-de-1970-eu-era-exatamente-isso-que-sou-hoje-diz-odair-jose-que-aqui-fala-de-passado-presente-e-futuro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Odair merece isso e muito mais<\/a>.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93070\" aria-describedby=\"caption-attachment-93070\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93070\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-2-Odair-Jose-3000px-BXQ_9088-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"508\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-2-Odair-Jose-3000px-BXQ_9088-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-2-Odair-Jose-3000px-BXQ_9088-copiar-300x203.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93070\" class=\"wp-caption-text\"><em>Odair Jos\u00e9<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais um breve intervalo e a Usine, agora cheia, estava pronta para a segunda vinda dos The Brian Jonestown Massacre em terras brasileiras. Antes mesmo do grupo liderado por Anton Newcombe come\u00e7ar a tocar as primeiras notas de \u201cWhoever You Are\u201d em meio a microfonias e ru\u00eddos, a expectativa j\u00e1 estava nas alturas &#8211; e com o in\u00edcio oficial do show, o p\u00fablico se transformou em uma grande Igreja dos Devotos de Newcombe, aplaudindo igualmente sons de diversas eras como \u201c#1 Lucky Kitty\u201d (com uma levada contagiante), \u201cDo Rainbows Have Ends\u201d e \u201cThat Girl Suicide\u201d. O som ressoava alto e pleno pela casa, com camadas de teclados, guitarras &#8211; e uma meia-lua sempre marcando presen\u00e7a &#8211; em meio a vocais que n\u00e3o eram gritados, mas se manifestavam quase como uma lembran\u00e7a.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93071\" aria-describedby=\"caption-attachment-93071\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93071\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9305-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9305-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9305-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93071\" class=\"wp-caption-text\"><em>The Brian Jonestown Massacre<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse clima de congrega\u00e7\u00e3o sonora, era divertido olhar para os presentes e ver cada um, \u00e0 sua maneira, sentindo e apreciando as m\u00fasicas, dan\u00e7ando sozinho ou acompanhado, balan\u00e7ando a cabe\u00e7a timidamente, ou simplesmente conectado com o palco na mesma sintonia telep\u00e1tica de Anton Newcombe, vibrando a cada riff ou m\u00fasica surgida sem an\u00fancio. \u00c0s vezes, a din\u00e2mica no palco era um mist\u00e9rio: em alguns momentos entre as m\u00fasicas, os integrantes ficavam parados como se decidissem qual seria o pr\u00f3ximo passo ou como se o setlist fosse uma grande brincadeira decidida entre amigos. O clima era de jam, e isso se traduz perfeitamente em arranjos que mais parecem jornadas do que can\u00e7\u00f5es, a exemplo de \u201cDon\u2019t Let me Get in Your Way\u201d e da envolvente \u201cAnemone\u201d, m\u00fasica citada pelo eterno Anthony Bourdain como favorita. E o final foi uma vers\u00e3o ruidosa e extensa de \u201cSuper-sonic\u201d, que terminou de arrebatar os devotos ainda presentes em um grande abra\u00e7o feito de distor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93072\" aria-describedby=\"caption-attachment-93072\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93072\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9295-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9295-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9295-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93072\" class=\"wp-caption-text\"><em>The Brian Jonestown Massacre<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/26\/the-brian-jonestown-massacre-nossa-musica-e-so-musica-e-e-boa-diz-anton-newcombe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Em entrevista recente ao Scream &amp; Yell<\/a>, Newcombe rejeitou a id\u00e9ia de r\u00f3tulos ou conven\u00e7\u00f5es para as suas m\u00fasicas: \u201cN\u00e3o \u00e9 como se algu\u00e9m fosse ouvi-las e pensar: isso parece m\u00fasica dos anos 80 ou m\u00fasica dos anos 90, do jeito que a m\u00fasica de outras pessoas pode ser interpretada. Nossa m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 baseada nisso. E \u00e9 isso que eu amo na nossa m\u00fasica, sabe? \u00c9 s\u00f3 m\u00fasica e \u00e9 boa.\u201d Essa no\u00e7\u00e3o da m\u00fasica como algo atemporal n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 algo que \u00e9 comprovado ao assist\u00ed-lo ao vivo, mas vale igualmente para o restante do line-up escolhido para a noite: enquanto Ema Stoned cria sons que v\u00e3o al\u00e9m dos limites do tempo (e das palavras), Odair Jos\u00e9 segue mantendo sua m\u00fasica viva e imune \u00e0 a\u00e7\u00e3o do tempo. Cada um, \u00e0 sua maneira, tem a sua forma de pensar, capturar ou parar o tempo atrav\u00e9s da arte.<\/p>\n<figure id=\"attachment_93073\" aria-describedby=\"caption-attachment-93073\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-93073\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9282-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9282-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-11-28-1-BJM-3000px-BXQ_9282-copiar-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-93073\" class=\"wp-caption-text\"><em>The Brian Jonestown Massacre<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/amusicadofabio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fabio Machado<\/a>\u00a0\u00e9 m\u00fasico e jornalista (n\u00e3o necessariamente nessa ordem). Baixista na Falsos Conejos, Mevoi, Thrills &amp; the Chase e outros projetos.<br \/>\n\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/fernandoyokota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fernando Yokota<\/a>\u00a0\u00e9 fot\u00f3grafo de shows e de rua. Conhe\u00e7a seu trabalho:\u00a0<a href=\"http:\/\/fernandoyokota.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/fernandoyokota.com.br\/<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ema Stoned cria sons que v\u00e3o al\u00e9m dos limites do tempo; Odair Jos\u00e9 segue mantendo sua m\u00fasica viva; The Brian Jonestown Massacre promove congrega\u00e7\u00e3o sonora\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/12\/05\/tres-shows-odair-jose-ema-stoned-e-the-brian-jonestown-massacre\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":143,"featured_media":93075,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7549,3],"tags":[7646,1039,7653],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93062"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/143"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93062"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93062\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":93076,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93062\/revisions\/93076"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/93075"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}