{"id":92987,"date":"2025-11-29T00:04:37","date_gmt":"2025-11-29T03:04:37","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=92987"},"modified":"2026-01-07T01:32:23","modified_gmt":"2026-01-07T04:32:23","slug":"com-humor-timidez-e-docura-boa-comanda-grande-noite-em-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/29\/com-humor-timidez-e-docura-boa-comanda-grande-noite-em-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Com humor, timidez e do\u00e7ura, B\u00f4a comanda grande noite em S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Lopes<\/a><br \/>\nfotos de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/fernandoyokota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fernando Yokota<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era uma noite de ter\u00e7a-feira (25\/11) em S\u00e3o Paulo, mas o Cine Joia tinha um certo clima de prova\u00e7\u00e3o e expectativa. Depois de quase duas d\u00e9cadas em hiato, a banda londrina B\u00f4a voltou \u00e0 ativa impulsionada por um fen\u00f4meno digital improv\u00e1vel: o single \u201cDuvet\u201d, originalmente lan\u00e7ado em 1998, ressurgiu viralizado no TikTok e sendo redescoberto pela gera\u00e7\u00e3o Z por meio de trilha de anime da d\u00e9cada de 90, remixes e memes. Esse empurr\u00e3o fez o grupo se reunir novamente, lan\u00e7ar o \u00e1lbum &#8220;Whiplash\u201d em 2024 e voltar \u00e0 estrada. Faltava apenas que toda essa hist\u00f3ria ganhasse forma tridimensional, com gritos, olhares focados no palco e o apoio de uma comunidade brasileira que enfim pudesse existir no mesmo espa\u00e7o f\u00edsico que a banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes que essa catarse se materializasse, quem abriu a noite \u00e0s 20h15 foi Ale Sater, com um show solo delicado, enxuto e muito bem acompanhado. Sua banda de apoio carrega um pequeno recorte da cena indie paulistana: a baixista Helena Cruz (Pelados), Luis \u201cLoobas\u201d Cardoso (companheiro de Ale na Terno Rei) na bateria e Gabriel Arbex (ex-Zander e Dozaj) na guitarra. Guiados pela voz de Sater ancorada ao viol\u00e3o, o quarteto come\u00e7ou com \u201cN\u00f3s\u201d, \u201cNunca Mais\u201d e \u201cAnjo\u201d, com a banda criando um colch\u00e3o sonoro discreto, mas cheio de detalhes, dando corpo \u00e0s composi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<figure id=\"attachment_92990\" aria-describedby=\"caption-attachment-92990\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-92990\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Ale-Sater-3000px-502-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Ale-Sater-3000px-502-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Ale-Sater-3000px-502-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-92990\" class=\"wp-caption-text\"><em>Al\u00ea Sater<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em determinado momento, o vocalista interrompeu o fluxo e se dirigiu ao p\u00fablico para dizer que gosta muito daquele palco &#8211; e deu para sentir que aquela n\u00e3o era apenas frase de efeito. \u201cOntem\u201d veio na sequ\u00eancia, seguida da in\u00e9dita \u201cMandolin\u201d, j\u00e1 recebida com entusiasmo pela plateia, em uma esp\u00e9cie de voto de confian\u00e7a. \u201cCaminh\u00e3o\u201d, \u201cQuero Estar\u201d e \u201cOuvi Dizer\u201d formaram o trecho mais comunicativo da apresenta\u00e7\u00e3o, com a banda completamente \u00e0 vontade e amarrando um clima de melancolia e romantismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes da \u00faltima can\u00e7\u00e3o, Ale apresentou os companheiros e pediu palmas para o grupo, encerrando com a apropriadamente intitulada \u201cFinal de Mim\u201d \u00e0s 20h51 e deixando um show breve, mas com jeit\u00e3o de quem ainda tem muita coisa para mostrar nos pr\u00f3ximos cap\u00edtulos. Uma abertura que funcionou mais como introdu\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica \u00e0 noite, com a vulnerabilidade como eixo de equil\u00edbrio.<\/p>\n<figure id=\"attachment_92991\" aria-describedby=\"caption-attachment-92991\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-92991\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Ale-Sater-3000px-501-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Ale-Sater-3000px-501-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Ale-Sater-3000px-501-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-92991\" class=\"wp-caption-text\"><em>Al\u00ea Sater<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O intervalo at\u00e9 a atra\u00e7\u00e3o principal foi acompanhado por um coro insistente: o p\u00fablico come\u00e7ou a puxar \u201cB\u00f4a, b\u00f4a, b\u00f4a\u201d e \u201cB\u00f4a, cad\u00ea voc\u00ea, eu vim aqui s\u00f3 pra te ver\u201d, at\u00e9 que finalmente a banda entrou em cena ao som de uma intro instrumental. Desfalcados de dois membros oficiais (Alex Caird e Lee Sullivan), que n\u00e3o vieram para esta fase latina da turn\u00ea, os m\u00fasicos contratados Carlos Garcia (guitarra) e Simon Francis (baixo) surgiram com mais dois convidados no teclado e bateria antes que Jasmine Rodgers aparecesse e fosse recebida como uma velha amiga que desapareceu sem dizer adeus mas voltou para matar as saudades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O quarteto abriu com \u201cDeeply\u201d e \u201cWhiplash\u201d, e bastava a frontwoman encostar na meia-lua para que a plateia respondesse com gritos e aplausos. Entre m\u00fasicas, a vocalista se comunicava em ingl\u00eas, mas com aquele \u201cHello, Brazil\u201d acompanhado de tremeliques de surpresa, coment\u00e1rios sobre as mensagens constantes de \u201ccome to Brazil\u201d e o reconhecimento expl\u00edcito de que foi justamente essa insist\u00eancia intern\u00e9tica que tirou a banda de um lugar nebuloso entre hiato e mem\u00f3ria.<\/p>\n<figure id=\"attachment_92992\" aria-describedby=\"caption-attachment-92992\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-92992 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Boa-3000px-516-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"892\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Boa-3000px-516-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Boa-3000px-516-copiar-252x300.jpg 252w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-92992\" class=\"wp-caption-text\"><em>B\u00f4a<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logo no in\u00edcio j\u00e1 ficava claro que Jasmine seria o grande chamariz da noite, com uma presen\u00e7a que misturava algo de timidez com uma performance segura e vocais que alternavam entre momentos fortes e introspectivos. Na terceira m\u00fasica, \u201cGet There\u201d, ela pegou a guitarra; em \u201cBeautiful &amp; Broken\u201d, trocou para o viol\u00e3o, sempre muito celebrada a cada mudan\u00e7a de instrumento, como se cada gesto refor\u00e7asse sua proximidade com a plateia. N\u00e3o era apenas sobre as m\u00fasicas, mas sobre a forma como ela habitava o palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSeafarer\u201d e \u201cFor Jasmine\u201d foram recebidas como hinos de fandom, esta \u00faltima cantada em un\u00edssono desde os primeiros versos, culminando em um final de peso com a bateria em destaque, quase como um pequeno cl\u00edmax dentro do set. Depois de uma intro em clima de suspense, veio \u201cA Girl\u201d, seguida de \u201cStrange Few\u201d, j\u00e1 com Jasmine empunhando uma guitarra Jaguar preta. Em um dos intervalos, ela agradeceu diretamente ao p\u00fablico por permitir que a banda lan\u00e7asse um novo disco e voltasse a fazer turn\u00eas, refor\u00e7ando o apoio entre banda e f\u00e3s.<\/p>\n<figure id=\"attachment_92994\" aria-describedby=\"caption-attachment-92994\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-92994 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Boa-3000px-508-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Boa-3000px-508-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2025-11-25-Boa-3000px-508-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-92994\" class=\"wp-caption-text\"><em>B\u00f4a<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cWelcome\u201d veio amparada por um baixo que assumiu o protagonismo, com um final marcado por palmas que se sobrepunham ao som, como se o p\u00fablico quisesse deixar registrado o fato de estar ali. Jasmine voltou ao viol\u00e3o logo depois, com a pergunta: \u201cgeralmente nesta hora do set eu pergunto se hoje \u00e9 o anivers\u00e1rio de algu\u00e9m. Algu\u00e9m?\u201d, antes de iniciar \u201cDrinking\u201d como forma de celebra\u00e7\u00e3o, com o Cine Joia iluminado por celulares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em \u201cFrozen\u201d, com um arranjo inicialmente ac\u00fastico, Jasmine retomou ao vocal acompanhada pelo viol\u00e3o de Carlos Garcia, com a plateia marcando o ritmo em palmas at\u00e9 que teclado, baixo e percuss\u00e3o entraram aos poucos. Entre uma m\u00fasica e outra, vieram declara\u00e7\u00f5es de f\u00e3s por vezes c\u00f4micas ou exageradas &#8211; \u201ccasa comigo\u201d, \u201cI love you\u201d &#8211; que Jasmine recebeu com sorrisos e um leve espanto, enquanto apontava o microfone para o p\u00fablico cantar. \u201cVoc\u00eas est\u00e3o se divertindo?\u201d, ela perguntou, antes de agradecer e apresentar a banda. A resposta veio logo na primeira nota de \u201cElephant\u201d: festa instant\u00e2nea, com as vocaliza\u00e7\u00f5es finais assumidas pela plateia. Na sequ\u00eancia, \u201cFool\u201d encerrou o set principal \u00e0s 22h41, com o quarteto saindo do palco sob gritos de \u201cB\u00f4a, b\u00f4a, b\u00f4a\u201d.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"B\u00f4a - &quot;Fool&quot; (Cine Joia, 25\/11\/2025)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/i7QNGG3ZeTU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pausa durou pouco: o grupo retornou com a vocalista perguntando \u201cvoc\u00eas querem mais can\u00e7\u00f5es?\u201d. \u201cTwilight\u201d abriu o bis e trouxe um momento de camaradagem, com baixista e guitarrista encostando as cabe\u00e7as um no ombro do outro. \u201cWalk With Me\u201d manteve o clima de comunh\u00e3o, preparando o terreno para o inevit\u00e1vel hit: \u201cDuvet\u201d. O grande momento veio em vers\u00e3o estendida, com o refr\u00e3o repetido v\u00e1rias vezes para que a plateia pudesse cantar, como se exorcizasse anos de rela\u00e7\u00e3o virtual com a m\u00fasica finalmente concretizada ao vivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 exagero dizer que, para boa parte do p\u00fablico, toda a noite convergia para esse momento &#8211; tanto que alguns poucos come\u00e7aram a ir embora logo depois dessa execu\u00e7\u00e3o. Mas a banda ainda tinha mais uma carta na manga e voltou ao palco para \u201cAnna Maria\u201d, iniciada por uma introdu\u00e7\u00e3o de bateria que reposicionou o clima em um registro cadenciado, quase ritual. Ao final, Jasmine agradeceu e arrematou a noite distribuindo setlists e palhetas do palco, lan\u00e7ando beijos para a plateia, enquanto a sensa\u00e7\u00e3o geral era de miss\u00e3o cumprida (tanto para a banda quanto para o p\u00fablico).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O B\u00f4a entregou um espet\u00e1culo generoso em gestos de proximidade e um repert\u00f3rio que costurou o disco mais recente com faixas dos \u00e1lbuns &#8220;The Race of a Thousand Camels&#8221;, &#8220;Twilight&#8221; e &#8220;Get There&#8221; de forma natural. Ficou claro que o grupo \u00e9 forte objeto de um culto que o tempo e a internet mantiveram aceso; agora o B\u00f4a encara a intensidade de um p\u00fablico que transformou essas migalhas de presen\u00e7a digital em devo\u00e7\u00e3o total. E Jasmine sabe como responder a esse afeto com humor, timidez e, principalmente, uma conex\u00e3o que permite momentos de vulnerabilidade, volume no talo e uma boa dose de do\u00e7ura.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"B\u00f4a - &quot;Duvet&quot; (Cine Joia, 25\/11\/2025)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/qS750aoVUHg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Alexandre Lopes (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@ociocretino<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ociocretino.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.ociocretino.blogspot.com.br<\/a>.\u00a0<\/em><br \/>\n<em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fernandoyokotafotografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fernando Yokota<\/a>\u00a0\u00e9 fot\u00f3grafo de shows e de rua. Conhe\u00e7a seu trabalho:\u00a0<a href=\"http:\/\/fernandoyokota.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/fernandoyokota.com.br<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Em S\u00e3o Paulo, o B\u00f4a encarou a intensidade de um p\u00fablico que transformou migalhas de presen\u00e7a digital em devo\u00e7\u00e3o total.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/29\/com-humor-timidez-e-docura-boa-comanda-grande-noite-em-sao-paulo\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":101,"featured_media":92993,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[8027],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92987"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/101"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92987"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92987\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":92995,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92987\/revisions\/92995"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92993"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92987"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92987"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92987"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}