{"id":92853,"date":"2025-11-19T00:07:46","date_gmt":"2025-11-19T03:07:46","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=92853"},"modified":"2026-01-27T14:41:49","modified_gmt":"2026-01-27T17:41:49","slug":"de-portugal-femme-falafel-fala-sobre-o-album-doi-doi-proibido-e-se-diz-obcecada-por-ze-ibarra-e-julia-mestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/19\/de-portugal-femme-falafel-fala-sobre-o-album-doi-doi-proibido-e-se-diz-obcecada-por-ze-ibarra-e-julia-mestre\/","title":{"rendered":"De Portugal: Femme Falafel fala sobre seu novo \u00e1lbum, \u201cD\u00f3i-D\u00f3i Proibido\u201d, e se diz obcecada por Z\u00e9 Ibarra e J\u00falia Mestre"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pedro.m.salgado.5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pedro Salgado<\/a>, especial de Lisboa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Raquel Pimp\u00e3o \u00e9 uma figura singular e uma artista muito criativa. Nascida em Lisboa e criada na cidade de Caldas da Rainha, a cerca de uma hora da capital portuguesa, Raquel \u00e9 pianista (estudou jazz na Escola Superior de M\u00fasica de Lisboa), compositora, professora de m\u00fasica e apaixonada por disco music, hip-hop, salsa e trap. O nome art\u00edstico com que se apresenta, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/_femmefalafel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Femme Falafel<\/a>, adveio de um epis\u00f3dio em que enviou uma m\u00fasica intitulada \u201cFemme Fatale\u201d a uma amiga, que leu mal e interpretou erradamente o t\u00edtulo da can\u00e7\u00e3o. \u201cEu achei muito divertido e ficou o meu nome art\u00edstico desde ent\u00e3o. Sou vegetariana e gosto de comer falafel, mas esse \u00e9 o significado principal\u201d, conta. Quando venceu a 27\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Term\u00f3metro, em 2023, obteve um grau de reconhecimento maior, que lhe deu como pr\u00eamio a possibilidade de atuar no Festival NOS Alive e no festival Bons Sons. O single buc\u00f3lico-fantasioso movido a trap e r&amp;b, \u201cRomance Feudal\u201d, de 2024, despertou igualmente a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico para os seus pr\u00f3ximos passos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando falamos, na esplanada de um restaurante italiano no Chiado (centro de Lisboa), o seu disco de estreia rec\u00e9m-lan\u00e7ado, \u201c<a href=\"https:\/\/femmefalafel.bandcamp.com\/album\/d-i-d-i-proibido\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">D\u00f3i-D\u00f3i Proibido<\/a>\u201d (2025), editado pela Revolve e co-produzido com Lu\u00eds Montenegro (integrante da banda Salto e do projeto solo Rapaz Ego) \u00e9 o assunto que domina a nossa conversa. O trabalho navega por sonoridades como o hip-hop, jazz, disco, house e MPB e nele Femme Falafel faz um bom uso da sua l\u00edrica peculiar, humor, aliena\u00e7\u00e3o, trocadilhos e algum nonsense para expurgar as suas dores existenciais e abordar quem a rodeia. H\u00e1 uma evidente catarse e maior efic\u00e1cia na sua mensagem em temas dan\u00e7antes como o disco house do single \u201cElectrocardiodrama\u201d (que aborda problemas cardiovasculares, o encantamento com utilizadores de joalheria auricular e o anti-colonialismo), bem como \u201cDepress\u00e3o\u201d e \u201cRio\u201d. Em faixas como \u201cMitra\u201d, alusiva a um sujeito mitra indie intelectualizado, s\u00e3o exibidas as melhores linhas mel\u00f3dicas do trabalho, \u201cCamada de Ozono\u201d exp\u00f5e o seu gosto profundo pela MPB e a derradeira \u201cLivre Arb\u00edtrio\u201d transporta o ouvinte para uma reflex\u00e3o pessoal n\u00e3o propositada. \u201cEu n\u00e3o escrevi a m\u00fasica com um intuito super-existencialista, mas acredito que quem a escutar pode sentir isso porque ela tem um travo melanc\u00f3lico\u201d, explica. E conclui a aprecia\u00e7\u00e3o \u00e0 can\u00e7\u00e3o apontando um des\u00edgnio futuro para o seu trabalho: \u201cA faixa \u2018Livre Arb\u00edtrio\u2019 est\u00e1 mais de acordo com o que pretendo fazer a seguir que ser\u00e1 algo menos festivo. Por isso, tamb\u00e9m queria que fosse um momento de transi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para valorizar o disco e deixar as pessoas com mais curiosidade para o escutar, Raquel Pimp\u00e3o co-produziu um pequeno filme com Andr\u00e9 Abrantes que foi disponibilizado no YouTube. Segundo a pr\u00f3pria, a decis\u00e3o de avan\u00e7ar para esse formato deve-se ao fato de sentir que \u201cos clipes j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam tanto impacto nas pessoas e escutar um disco inteiro, mesmo pequeno, tamb\u00e9m provoca alguma resist\u00eancia\u201d. E destaca ainda os objetivos e o \u00e2mago do filme: \u201cTentei contar uma hist\u00f3ria que \u00e9 uma narrativa, um pouco quebrada por vezes. A ideia era come\u00e7ar de manh\u00e3 e acabar \u00e0 noite e passar pelo universo das m\u00fasicas. Sinto que o aspeto mais definido era um in\u00edcio diurno e um final fechado. Esse foi o fio condutor e tentamos arranjar elementos visuais que intercalassem os diferentes v\u00eddeos. Procuramos viajar pelas can\u00e7\u00f5es da melhor forma poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre o cen\u00e1rio musical portugu\u00eas, a artista confessa ser f\u00e3 de v\u00e1rios int\u00e9rpretes e compositores e ter muitas amizades como Emmy Curl, Lana\u00a0Gaspar\u00f8tti e Margarida Campelo (da qual integra a sua banda), com quem gostaria de colaborar, e exprime um desejo: \u201cH\u00e1 uma pessoa da qual n\u00e3o sou t\u00e3o pr\u00f3xima e com quem adorava fazer uma parceria, que \u00e9 o Conan Os\u00edris. Sou mega f\u00e3 dele\u201d. Relativamente aos seus objetivos art\u00edsticos, assume a import\u00e2ncia de ser reconhecida mas d\u00e1 primazia \u00e0 cria\u00e7\u00e3o: \u201cEu gosto que a minha m\u00fasica seja divulgada e \u00e9 muito gratificante conhecer o retorno do p\u00fablico. No entanto, julgo que n\u00e3o vai soar muito arrogante se eu disser que o momento em que temos uma ideia e achamos que vai resultar \u00e9 melhor do que o reconhecimento\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Lisboa para o Brasil, Femme Falafel conversou com o Scream &amp; Yell. Confira:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Ou\u00e7a o \u00e1lbum \u201cD\u00f3i-D\u00f3i Proibido\u201d na integra abaixo<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"D\u00f3i-D\u00f3i Proibido\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_kSNRjmeRu2cCDTpBv9tZD9HJ7MsEtuURI\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Que objetivos voc\u00ea procurou alcan\u00e7ar com seu disco de estreia, \u201c<a href=\"https:\/\/femmefalafel.bandcamp.com\/album\/d-i-d-i-proibido\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">D\u00f3i-D\u00f3i Proibido<\/a>\u201d, e qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo do \u00e1lbum com a sua vis\u00e3o criativa?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o sei se os objetivos eram muito claros. Estava apenas a escrever can\u00e7\u00f5es que gostava de partilhar aleatoriamente com as pessoas ou que na altura n\u00e3o via a conex\u00e3o entre elas. Encontrava-me a explorar e a compor coisas em que pensava e me iam acontecendo. Escolhi o nome do disco apenas h\u00e1 dois meses. As m\u00fasicas s\u00e3o um pouco alienadas, embora algumas estejam mais assentes na realidade. Sinto que \u00e9 um \u00e1lbum desvairado e \u00e9 estranho fazer m\u00fasica t\u00e3o alegre, agora. Acho que alguma aliena\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria. Claro que h\u00e1 humor e existem alguns elementos realistas, mas tem alguma coisa de \u201cLa la la la est\u00e1 tudo bem\u201d. Por essa raz\u00e3o, \u201cD\u00f3i-D\u00f3i Proibido\u201d \u00e9 tudo isso. \u00c9 um stop ao sofrimento e transmite a ideia de que n\u00e3o \u00e9 permitido sofrimento. Se calhar n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 aliena\u00e7\u00e3o e quando d\u00e1 a volta fica mais tr\u00e1gico. Mas sim, acho que \u00e9 um convite \u00e0 extrovers\u00e3o e este vai ser o trabalho mais animado que eu irei fazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O seu \u00e1lbum navega por diversas sonoridades, mas o disco house do single \u201cElectrocardiodrama\u201d em conjunto com faixas como \u201cDepress\u00e3o\u201d ou \u201cRio\u201d representam os seus momentos de maior catarse. Considera que a faceta dan\u00e7ante define melhor o seu trabalho?<\/strong><br \/>\nEu estava numa onda diferente e menos dan\u00e7ante e, de repente, escuto Earth, Wind &amp; Fire e torno-me a pessoa mais feliz do mundo. Sinto que essa faceta define totalmente aquilo que eu queria para este \u00e1lbum. O objetivo era ter m\u00fasicas que dessem para dan\u00e7ar. Porque \u00e9 o que eu gosto de ouvir, n\u00e3o s\u00f3, mas principalmente. Esse lado festivo e dan\u00e7ante marca a minha fase atual, mas n\u00e3o sei qu\u00e3o presente vai estar no futuro. Acho que \u00e9 algo que vai flutuar um bocadinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As letras das suas m\u00fasicas s\u00e3o humoradas, ir\u00f4nicas e fazem uso do nonsense tamb\u00e9m. Adotou este estilo para proteger a sua identidade ou como paliativo contra as dores existenciais?<\/strong><br \/>\n\u00c9 um pouco das duas coisas. No in\u00edcio tentei escrever em ingl\u00eas e n\u00e3o me correu bem, porque eu era e tentava ser uma pessoa humorada e n\u00e3o conseguia traduzir isso em ingl\u00eas. A partir da\u00ed o processo foi muito natural. Claro que o humor esconde algumas dores. Mas, simultaneamente, permite-me partilh\u00e1-las mesmo que estejam com outra roupagem. Sinto que n\u00e3o me exponho totalmente nas minhas letras, mas h\u00e1 pessoas que acham que sim. Elas dizem-me que h\u00e1 um tremendo sofrimento, mas abordado com humor. Julgo que as pessoas v\u00eam as coisas de uma forma mais transparente do que as que existem. Reconhe\u00e7o que me protejo com os trocadilhos, porque dizer frases muito pesadas e s\u00e9rias d\u00e1-me um bocado de ansiedade. Julgo que estou a resguardar-me mais, mas encontrei uma forma de escrever que \u00e9 confort\u00e1vel.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Femme Falafel - D\u00f3i D\u00f3i Proibido (Short Film)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XjDcU9Z4098?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Neste disco, h\u00e1 uma evidente aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 MPB (em \u201cCamada de Ozono\u201d) e no house minimal de \u201cFloresta Amaz\u00f3nica\u201d voc\u00ea repete duas vezes a estrofe \u201cParem de foder a floresta da Amaz\u00f4nia\u201d. Gostaria de saber se existem mais liga\u00e7\u00f5es suas com o Brasil e, em particular, com a m\u00fasica brasileira.<\/strong><br \/>\nEu amo a m\u00fasica brasileira. A faixa \u201cCamada de Ozono\u201d \u00e9 bastante influenciada, a v\u00e1rios n\u00edveis, pela MPB e as harmonias que eu gosto, escolho e me apaixonam s\u00e3o todas inspiradas no Tom Jobim ou no Chico Buarque. Mesmo agora, estou obcecada pelo Z\u00e9 Ibarra e pela J\u00falia Mestre e \u00e9 a \u00fanica coisa que eu escuto h\u00e1 muitos meses. Esses elementos influenciam mais a base da can\u00e7\u00e3o e as formas de m\u00fasicas que podem ser disco ou de outros estilos. No tipo de melodias e harmonias talvez haja uma maneira de cantar mais baixa e leve, ou seja, trata-se da minha refer\u00eancia e n\u00e3o necessariamente que eu consiga expressar isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na faixa \u201cMitra\u201d, voc\u00ea alude a pessoas que vivem em permanente contradi\u00e7\u00e3o, entre o Benfica e o pensamento metafisico, e reveste o tema com uma toada mel\u00f3dica envolvente no refr\u00e3o. O que procurou transmitir com a can\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nA m\u00fasica \u00e9 baseada numa pessoa real a qual achei que tinha um \u00b4background\u00b4de mitra, mas tamb\u00e9m gostava de coisas intelectuais. Eu distingo pessoas alternativas que se vestem de Adidas ou pessoas que sempre se vestiram de Adidas e que por acaso gostam do Tarkovsky e do Bukowski. Esta personagem de que falo est\u00e1 ali e est\u00e1 a par e, apesar de ter uma \u00b4fanny pack\u00b4 da Lacoste, ela revela um lado intelectualizado. Na \u00e9poca, eu achava a fus\u00e3o bastante improv\u00e1vel. Eu escrevi a can\u00e7\u00e3o h\u00e1 nove anos, numa altura em que haviam poucos mitras indie. Atualmente, h\u00e1 mais pessoas a vestirem-se de todas as maneiras poss\u00edveis com antecedentes e gostos diferentes. Nesse tempo, as coisas eram um pouco mais quadradas ou definidas em termos da forma como as pessoas se apresentavam e dos grupos com que se identificavam. Apenas quis transmitir que \u00e9 poss\u00edvel conciliar dois aspectos que \u00e0 partida pareciam inconcili\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quer deixar uma mensagem aos leitores do Scream &amp; Yell?<\/strong><br \/>\nEspero que de alguma forma este \u00e1lbum chegue ao universo brasileiro e se algu\u00e9m tiver d\u00favidas sobre uma refer\u00eancia demasiado portuguesa pode me contatar. Gostaria que entendessem as letras, apesar de eu falar muito r\u00e1pido, e que descubram uma sonoridade divertida. Em junho deste ano, tive a oportunidade de ir com a Margarida Campelo ao Brasil (nota: Raquel faz parte da banda da cantora e multi-instrumentista lisboeta) e fizemos um mini-tour e nos apresentamos no Dolores Club (Rio de Janeiro), Centro Cultural SESIMINAS (Belo Horizonte) e no Bar Alto, em S\u00e3o Paulo. As salas n\u00e3o estavam muito cheias, mas quem assistiu gostou bastante e ficou impressionado com a m\u00fasica da Margarida que \u00e9 incr\u00edvel. A rece\u00e7\u00e3o foi muito boa e foi superdivertido. Fiquei com imensa vontade de voltar e amava tocar a minha m\u00fasica para o p\u00fablico brasileiro.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Femme Falafel - Romance Feudal\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ERN2MBBXKQc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Femme Falafel - Depress\u00e3o\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_Zs9qJTTW6A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Femme Falafel - &quot;Parab\u00f3licas&quot; (Seixal Terno, 05.04.2025)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Z5FwJZX1L9k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Pedro Salgado (siga\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@woorman<\/a>) \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e colabora com o Scream &amp; Yell desde 2010 contando novidades da m\u00fasica de Portugal. Veja outras entrevistas de Pedro Salgado\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/author\/pedro-salgado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>. A foto que abre o texto \u00e9 de Andr\u00e9 Tentugal<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Raquel Pimp\u00e3o \u00e9 uma figura singular e uma artista muito criativa. Nascida em Lisboa, Raquel \u00e9 pianista , compositora, professora de m\u00fasica e apaixonada por disco music, hip-hop, salsa e trap.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/19\/de-portugal-femme-falafel-fala-sobre-o-album-doi-doi-proibido-e-se-diz-obcecada-por-ze-ibarra-e-julia-mestre\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":7,"featured_media":92855,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[8019],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92853"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92853"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92853\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":92860,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92853\/revisions\/92860"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92855"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}