{"id":92719,"date":"2025-11-13T00:01:38","date_gmt":"2025-11-13T03:01:38","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=92719"},"modified":"2025-11-23T22:49:25","modified_gmt":"2025-11-24T01:49:25","slug":"entrevista-joilson-santos-comenta-sobre-o-feira-noise-que-nesta-edicao-tera-dead-fish-maglore-e-diversos-nomes-da-cena-de-feira-de-santana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/13\/entrevista-joilson-santos-comenta-sobre-o-feira-noise-que-nesta-edicao-tera-dead-fish-maglore-e-diversos-nomes-da-cena-de-feira-de-santana\/","title":{"rendered":"Entrevista: Joilson Santos fala do Feira Noise, festival que ter\u00e1 Dead Fish, Maglore e nomes da cena de Feira de Santana"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/danilosouza.jornalismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Danilo Souza<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na ativa desde 2009 em Feira de Santana, segundo munic\u00edpio mais populoso da Bahia e o primeiro do interior nordestino, o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/feiranoisefestival\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Feira Noise<\/a> \u00e9 \u201cquase irm\u00e3o g\u00eameo\u201d do <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/06\/entrevista-gilmar-dantas-fala-sobre-o-festival-suica-bahiana-que-comemora-15-anos-de-historia-no-interior-do-nordeste\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Festival Su\u00ed\u00e7a Bahiana<\/a>, tanto em tempo de atividade quanto em prop\u00f3sito. Ambos trabalham com foco na cena autoral da cidade e da regi\u00e3o, mas tamb\u00e9m oferecem grandes nomes em seus palcos. Neste ano, por exemplo, v\u00e3o passar por l\u00e1 <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Dead+Fish\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dead Fish<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Maglore\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Maglore<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Papangu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Papangu<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/02\/13\/entrevista-menores-atos-fala-sobre-seu-fim-do-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Menores Atos<\/a> e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=T%C3%A1ssia+Reis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">T\u00e1ssia Reis<\/a>, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Joilson Santos, organizador do Feira Noise, um dos destaques da edi\u00e7\u00e3o 2025, que acontecer\u00e1 de 19 a 23 de novembro, \u00e9 Dionorina, artista feirense que ser\u00e1 homenageado devido aos seus 50 anos de carreira dedicados ao reggae. \u201cEle \u00e9 o cara! \u00c9 um gigante da m\u00fasica brasileira\u201d, comenta Joilson. \u201cEsse ano surgiu a ideia de colocar o nome dele no palco principal tanto pelos seus 50 anos de carreira quanto por ele ser uma figura important\u00edssima com discos fundamentais do reggae brasileiro\u201d, explica o produtor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Feira Noise tem uma conex\u00e3o direta com o Clube dos Patifes, banda de Jo\u00edlson que j\u00e1 est\u00e1 na estrada desde 1999. \u201cQuando a gente come\u00e7ou a se movimentar para produzir shows (da Clube dos Patifes), percebemos que precis\u00e1vamos movimentar a cena como um todo, n\u00e3o bastava s\u00f3 a nossa banda tocar ou trazer uma banda amiga\u201d, diz Jo\u00edlson. \u201cCome\u00e7amos a produzir uns shows maiores e um festival para celebrar tudo o que fizemos durante o ano. \u00c9 da\u00ed que nasce o festival\u201d, conta o organizador do evento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ber\u00e7o de nomes comentados da nova m\u00fasica brasileira, como Duquesa e Rachel Reis, \u201cfrutos de um trabalho que a gente fez ao longo dos anos e que era um processo de est\u00edmulo de produ\u00e7\u00e3o de m\u00fasica autoral\u201d, orgulha-se Jo\u00edlson, o Feira Noise (e o Festival Su\u00ed\u00e7a Bahiana) busca conectar a cena nacional com a cena local: \u201cN\u00f3s n\u00e3o abrimos m\u00e3o de ter uma quantidade boa de artistas locais, mas tamb\u00e9m queremos mostrar como que est\u00e1 fervilhando essa m\u00fasica autoral do Brasil inteiro\u201d, conta Jo\u00edlson.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contando at\u00e9 com uma \u201cajudinha\u201d do calend\u00e1rio (o festival vai acontecer durante um feriado do Dia da Consci\u00eancia Negra), o organizador est\u00e1 com as expectativas em alta para essa edi\u00e7\u00e3o do Feira Noise. \u201cSer\u00e3o cinco dias; tr\u00eas na Casa Noise e dois na \u00c1ria Hall. Ser\u00e3o mais de trinta atra\u00e7\u00f5es, com sete bandas em cada dia no palco principal. Ser\u00e1 uma edi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, celebrando mais uma vez a m\u00fasica independente feirense, a m\u00fasica independente brasileira e conectando todo mundo\u201d, completa Jo\u00edlson. Leia a entrevista na integra abaixo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-92721 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"938\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise2-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Feira Noise nasceu em 2009. Quais foram os maiores desafios para mant\u00ea-lo vivo at\u00e9 hoje?<\/strong><br \/>\nO Feira Noise nasce da necessidade de ter um festival na cidade que comunicasse diretamente com a cena autoral. Eu tenho uma banda, a Clube de Patifes, que tem 26 anos, e quando a gente come\u00e7ou a se movimentar para produzir shows aqui, para ter espa\u00e7o pra tocar, come\u00e7amos a fazer os shows sempre envolvendo a banda. Chegou um ponto em que percebemos que precis\u00e1vamos movimentar a cena como um todo, n\u00e3o bastava s\u00f3 a nossa banda tocar ou trazer uma banda amiga\u2026 a partir disso que nasce o Feira Coletivo, a\u00ed come\u00e7amos a produzir uns shows maiores e um festival para celebrar tudo o que fizemos durante o ano com o intuito de conectar a cena da cidade com o que acontecia na m\u00fasica independente do Brasil inteiro. \u00c9 da\u00ed que nasce o festival. Primeiro, era voltado para Nordeste, inicialmente conectando bandas da regi\u00e3o com Feira de Santana, e a\u00ed em 2010 a gente expandiu mais\u2026 Ao longo desses 16 anos sempre fizemos com muita garra, com muito sangue no olho, enfrentando todo tipo de dificuldade e sempre fazendo sem ajuda de patroc\u00ednio de recursos externos ou edital. Na hist\u00f3ria toda do Feira Noise, s\u00f3 teve tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es que foram com editais: uma em 2014 e duas durante a pandemia. Fora isso, todas as edi\u00e7\u00f5es foram feitas a partir desse esfor\u00e7o coletivo, e para mim, esse \u00e9 o maior desafio de se manter um festival. Porque quando termina uma edi\u00e7\u00e3o a gente nunca sabe se vai conseguir fazer de novo no ano seguinte\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De que forma o festival ajudou a consolidar a cena independente em Feira de Santana e na Bahia?<\/strong><br \/>\nEle foi fundamental para o desenvolvimento da cena musical de Feira de Santana, sem d\u00favida nenhuma! E todos os nomes que ultrapassaram os limites da cidade, tipo a Duquesa e a Rachel Reis, foram frutos de um trabalho que a gente fez ao longo dos anos e que era um processo de est\u00edmulo de produ\u00e7\u00e3o de m\u00fasica autoral. Ent\u00e3o, o Feira Noise, e tamb\u00e9m o [Festival] Su\u00ed\u00e7a Bahiana, possibilitam isso no pior dos cen\u00e1rios, que \u00e9 ser uma cidade do interior da Bahia. \u00c9 dif\u00edcil pra gente conseguir patroc\u00ednio e tamb\u00e9m para ter o interesse de alguns artistas para participar do festival, a galera \u00e0s vezes torce o nariz e nem todo mundo se interessa, ou ent\u00e3o cobram cach\u00eas bem mais caros por ser numa cidade do interior. A gente enfrenta esse tipo de dificuldade, mas s\u00e3o festivais fundamentais na cena baiana e para a m\u00fasica brasileira, porque todos os artistas que circulam pela regi\u00e3o Nordeste passam por nossa cidade e passam por Vit\u00f3ria da Conquista. A gente est\u00e1 promovendo essa cena e estimulando a circula\u00e7\u00e3o desses artistas no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O festival tem uma marca, que \u00e9 o equil\u00edbrio entre artistas locais e nomes de destaque da cena nacional, como Black Pantera, Dead Fish, Boogarins, Francisco el Hombre e Supercombo, por exemplo. Como \u00e9 feita essa curadoria?<\/strong><br \/>\nA nossa curadoria \u00e9 voltada para esse universo da m\u00fasica independente. A gente est\u00e1 preocupado com essa cena que est\u00e1 acontecendo agora, mas n\u00e3o queremos perder de vista tamb\u00e9m os nossos artistas daqui, como Dionorina, por exemplo, que tem mais de 4o anos de carreira e continua ativo, produzindo, fazendo show\u2026 inclusive, estamos homenageando ele nesta edi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o queremos perder esses elementos. Ficamos tentando equilibrar. N\u00f3s buscamos artistas que entendam a realidade do festival, ent\u00e3o, \u00e0s vezes a gente pensa num nome foda, mas o custo dele est\u00e1 muito al\u00e9m do que daria para trazer\u2026 pensamos na nossa curadoria para conectar a cena nacional com a cena de nossa cidade sempre. N\u00f3s n\u00e3o abrimos m\u00e3o de ter uma quantidade boa de artistas locais, mas tamb\u00e9m queremos mostrar como que t\u00e1 fervilhando essa m\u00fasica autoral do Brasil inteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o que simboliza, tanto para o Festival quanto para Feira de Santana, essa homenagem ao Dionorina?<\/strong><br \/>\nAo longo desses anos trabalhando com produ\u00e7\u00e3o eu fui tendo contato com o trabalho dele. Ele \u00e9 o cara! \u00c9 um gigante da m\u00fasica brasileira, no reggae, principalmente, e \u00e0s vezes passa batido na sua pr\u00f3pria cidade. O cara faz turn\u00ea na Europa, toca em tudo quanto \u00e9 grande evento pelo Brasil, mas em Feira de Santana falta um olhar mais cuidadoso\u2026 Dionorina \u00e9 uma figura que tem uma rela\u00e7\u00e3o muito profunda com a cidade. Se voc\u00ea se sentar para conversar com ele, vai ouvir hist\u00f3rias do surgimento das coisas da cidade, dos bairros\u2026 s\u00e3o muitas hist\u00f3rias, \u00e9 um cara que tem uma rela\u00e7\u00e3o muito profunda com Feira de Santana. A gente j\u00e1 tinha esse desejo de fazer uma homenagem h\u00e1 um bom tempo e n\u00f3s fomos tentando. Esse ano surgiu a ideia de colocar o nome dele no palco principal pelos seus cinquenta anos de carreira e por ele ser uma figura important\u00edssima com discos fundamentais do reggae brasileiro em sua discografia. E foi um jeito tamb\u00e9m de homenagear o artista com ele vivo, com ele no palco cantando e tocando, ao inv\u00e9s de fazer homenagem p\u00f3stuma\u2026 temos grandes artistas que j\u00e1 partiram e que tamb\u00e9m mereciam uma homenagem, mas por que n\u00e3o homenagear um que est\u00e1 aqui com a gente, que vai poder subir no palco e fazer um grande show?<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-92722 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"938\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise3-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas abriram um edital nesta edi\u00e7\u00e3o para que bandas autorais e independentes enviassem material e tivessem a chance de participar da line-up do Feira Noise. E a\u00ed, como foi esse processo?<\/strong><br \/>\nSempre digo que a principal fun\u00e7\u00e3o do festival \u00e9 mostrar e apresentar novos artistas para o p\u00fablico. Gosto quando as pessoas v\u00e3o e dizem \u201cconheci tal artista no Feira Noise e virei f\u00e3\u201d porque, para mim, esse \u00e9 o objetivo central. Deveria ser o objetivo central de qualquer festival de m\u00fasica apresentar novos artistas. Como ficamos por seis anos sem uma edi\u00e7\u00e3o presencial, percebi que era importante abrir um edital para receber propostas e ampliar mais esse olhar sobre o que estava acontecendo, o que tinha de gente produzindo trabalhos e tal. Ficamos surpresos com o n\u00famero gigante de inscritos, em todos os estados brasileiros tinha pelo menos um representante. E, na verdade, a inten\u00e7\u00e3o da gente era selecionar seis artistas e acabamos selecionando oito por conta desse n\u00famero muito alto de inscri\u00e7\u00f5es, mas ficamos divididos entre muitos\u2026 na primeira lista, tinha mais de cem! Na segunda, fomos filtrando e caiu para quarenta, mas mesmo assim foi bem dif\u00edcil selecionar\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Antes do Feira Noise, tem o Fervura, que neste ano trouxe Momboj\u00f3, 43Duo e Tangerina Jones. Isso refor\u00e7a bem esse conceito que voc\u00ea comentou de apresentar artistas n\u00e3o t\u00e3o conhecidos ainda ao p\u00fablico. Mas o que o Fervura significa? \u00c9 tipo um esquenta pro festival?<\/strong><br \/>\nS\u00e3o os aquecimentos do festival. Tradicionalmente, a gente sempre faz o Fervura durante o ano e brincamos que \u201cse tem Fervura, vai ter Feira Noise\u201d, \u00e9 o sinal principal para o p\u00fablico. E a\u00ed calhou de estar tendo uma turn\u00ea bem legal do Momboj\u00f3, que est\u00e1 celebrando o primeiro \u00e1lbum deles\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A programa\u00e7\u00e3o deste ano vai al\u00e9m dos shows, incluindo pain\u00e9is, oficinas e mesas tem\u00e1ticas. Que import\u00e2ncia essas a\u00e7\u00f5es formativas t\u00eam dentro do festival?<\/strong><br \/>\nN\u00f3s sempre priorizamos esses espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o dentro da programa\u00e7\u00e3o do festival. J\u00e1 teve edi\u00e7\u00e3o com mais de trinta oficinas, j\u00e1 teve edi\u00e7\u00e3o com menos\u2026 isso sempre vai de acordo com o que temos de possibilidade de recurso. Mas sempre priorizamos esse tipo de forma\u00e7\u00e3o porque entendemos que a cena precisa de novos profissionais atuando, e \u00e9 importante que a gente discuta a pr\u00f3pria cena, discuta pol\u00edtica p\u00fablica para essa cena\u2026 trabalhamos com isso das mesas tem\u00e1ticas, de discuss\u00f5es com as oficinas. Esse ano vamos trazer pela segunda vez o interc\u00e2mbio de saberes, que \u00e9 um edital onde selecionamos dez jovens para participar diretamente da produ\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios setores do festival para entender na pr\u00e1tica como \u00e9 que funciona a constru\u00e7\u00e3o de um evento como esse. A gente gosta de trabalhar esse espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o dentro da programa\u00e7\u00e3o do festival.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como est\u00e3o as expectativas por a\u00ed para essa edi\u00e7\u00e3o e o retorno presencial depois de tantos anos?<\/strong><br \/>\nUma expectativa absurda porque estamos h\u00e1 cinco anos sem fazer o festival. Seis, na verdade\u2026 a \u00faltima edi\u00e7\u00e3o presencial foi em 2019 e a gente tava morrendo de saudade. Vai ser uma edi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica j\u00e1 pela quantidade de dias, que ser\u00e3o cinco; tr\u00eas na Casa Noise e dois na \u00c1ria Hall. Ser\u00e3o mais de trinta atra\u00e7\u00f5es, com sete bandas em cada dia no palco principal. Vai ter Dead Fish, Vivendo do \u00d3cio, Maglore, T\u00e1ssia Reis, Mateus Fazeno Rock\u2026 muita expectativa! O que a gente sabe \u00e9 que vai ser uma edi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, celebrando mais uma vez a m\u00fasica independente feirense, a m\u00fasica independente brasileira e conectando todo mundo, fazendo uma grande festa para focar na m\u00fasica independente. A gente convida todo mundo para Feira de Santana, venham conhecer a cidade, conhecer nossos artistas e tamb\u00e9m conhecer um pouco dessa cena brasileira e da cena baiana de m\u00fasica autoral independente. O festival vai acontecer entre 19 e 23 de novembro. No dia 20, uma quinta, \u00e9 feriado [Dia da Consci\u00eancia Negra], depois tem a sexta-feira\u2026 ent\u00e3o d\u00e1 para enforcar e pegar os cinco dias de festival. Feira de Santana \u00e9 uma cidade de baixo custo, o que \u00e9 importante, porque voc\u00ea n\u00e3o vai gastar o que gastaria em v\u00e1rios outros festivais\u2026 os ingressos tamb\u00e9m est\u00e3o com pre\u00e7o fino, tem inteira, tem meia, tem meia social, d\u00e1 para curtir bastante.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-92723 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"938\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/feiranoise4-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Danilo Souza \u00e9 estudante de jornalismo da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia). Acompanhe seu trabalho em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/danilosouza.jornalismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">instagram.com\/danilosouza.jornalismo<\/a>\/<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Uma expectativa absurda porque estamos h\u00e1 cinco anos sem fazer o festival. 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