{"id":92558,"date":"2025-11-07T09:10:43","date_gmt":"2025-11-07T12:10:43","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=92558"},"modified":"2025-12-23T17:42:30","modified_gmt":"2025-12-23T20:42:30","slug":"molho-negro-estreia-pela-deck-com-vidamorteconteudo-e-joao-lemos-avisa-a-gente-vai-continuar-nessa-de-fazer-o-que-bem-entender","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/07\/molho-negro-estreia-pela-deck-com-vidamorteconteudo-e-joao-lemos-avisa-a-gente-vai-continuar-nessa-de-fazer-o-que-bem-entender\/","title":{"rendered":"Entrevista &#8211; Molho Negro lan\u00e7a disco pela Deck e Jo\u00e3o Lemos avisa: &#8220;Vamos continuar nessa de fazer o que bem entender&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formada por Jo\u00e3o Lemos (vocal e guitarra) e Raony Pinheiros (baixo) em Bel\u00e9m, Par\u00e1, em 2012, e hoje, fixados em S\u00e3o Paulo e com Antonio Ferment\u00e3o na bateria,\u00a0 a Molho Negro acaba de lan\u00e7ar seu quinto \u00e1lbum, &#8220;<a href=\"https:\/\/molhonegro.lnk.to\/VIDAMORTECONTEUDO\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">VIDAMORTECONTE\u00daDO<\/a>&#8220;, o primeiro pela gravadora Deck. O novo disco surge como um reflexo das experi\u00eancias e transforma\u00e7\u00f5es vividas pela banda ao longo de mais de 10 anos de estrada, mas tamb\u00e9m traz inova\u00e7\u00f5es que apontam para novos horizontes. &#8220;Estou sempre testando os limites do que a gente consegue fazer&#8221;,\u00a0 avisa Jo\u00e3o Lemos, em conversa por e-mail.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Liricamente, as novas composi\u00e7\u00f5es trazem como pano de fundo o cotidiano marcado pela hiper conectividade, o excesso de telas e a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho: &#8220;Todo o disco foi feito sob a luz das telas constantemente cobrando produtividade, aten\u00e7\u00e3o, urg\u00eancia. \u00c9 um alarme tocando o tempo todo o dia inteiro&#8221;, comenta Lemos. &#8220;Acho que como sociedade a gente ainda est\u00e1, aos poucos, descobrindo como silenciar isso. Particularmente como artista da era moderna, estamos num dos elos mais vulner\u00e1veis dessa escravid\u00e3o&#8221;,\u00a0 reflete.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com produ\u00e7\u00e3o de Gabriel Zander (parceiro de longa data do grupo), a sonoridade de &#8220;<a href=\"https:\/\/molhonegro.lnk.to\/VIDAMORTECONTEUDO\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">VIDAMORTECONTE\u00daDO<\/a>&#8221; se mant\u00e9m fiel \u00e0 ess\u00eancia do trio, mas com caminho aberto para experimenta\u00e7\u00f5es percebidas em faixas como em &#8220;Bombas e Refrigerantes&#8221;, que incorpora elementos eletr\u00f4nicos e samples. Na conversa abaixo, Jo\u00e3o Lemos fala sobre a entrada recente de Ferment\u00e3o, as orienta\u00e7\u00f5es dadas por Rafael Ramos antes da grava\u00e7\u00e3o, a influ\u00eancia da cidade de S\u00e3o Paulo no fazer art\u00edstico do grupo, os males de se viver num mundo hiper conectado e mais. Leia abaixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Ou\u00e7a o disco na integra abaixo<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"VIDAMORTECONTE\u00daDO\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_lsGnIaK6e_YIWMdyS5Y6VgLF6ydKtgXbc\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Molho Negro chega ao quinto disco com uma trajet\u00f3ria j\u00e1 bem consolidada no rock independente. O que esse novo trabalho representa para voc\u00eas dentro dessa caminhada de mais de uma d\u00e9cada?<\/strong><br \/>\nHonestamente pra mim \u00e9 sempre a mesma coisa tudo de novo. Existe sempre uma anima\u00e7\u00e3o\/suspeita\/ansiedade em rela\u00e7\u00e3o a como essa obra vai ser recebida no mundo, n\u00e3o exatamente relacionada aos resultados, as m\u00e9tricas (que hoje tanto se busca), mas voc\u00ea est\u00e1 ali falando as coisas com um megafone, n\u00e9? Algu\u00e9m vai ouvir, algu\u00e9m vai interpretar etc. Isso acho que nunca vai mudar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Esse \u00e9 o primeiro disco com o baterista Ant\u00f4nio Ferment\u00e3o. Como a entrada dele influenciou o som e a din\u00e2mica criativa da banda?<\/strong><br \/>\nQuando a gente precisou ir atr\u00e1s de um novo integrante me bateu um certo p\u00e2nico. Tudo na banda sempre foi dentro de um c\u00edrculo social bem fechado, pouco feat, pouca galera ao redor num geral, mas a gente (deu) um baita golpe de sorte de conseguir o combo perfeito de um nerdola que toca muito bem, como poucos. Ent\u00e3o tudo pareceu bastante natural, a entrada dele na banda, e ouvindo o disco que fizemos juntos parece tudo no lugar, como deveria ser<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cVIDAMORTECONTE\u00daDO\u201d foi um disco que foi feito com mais calma, num processo diferente dos anteriores. De que forma essa desacelera\u00e7\u00e3o impactou o resultado das m\u00fasicas?<\/strong><br \/>\nEu tive mais tempo de voltar nas composi\u00e7\u00f5es, mexer, mudar e mexer de novo. Quando a gente entrou no est\u00fadio pra gravar eu tinha quase o dobro de m\u00fasicas pra escolher do que o de costume, isso foi uma coisa nova em rela\u00e7\u00e3o aos discos anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isso surgiu do Rafael Ramos, da Deck, certo? Ele sugeriu que voc\u00eas compusessem mais m\u00fasicas para depois escolher as que entrariam no disco. Como foi lidar com esse tipo de direcionamento externo e o que mudou na forma de voc\u00eas pensarem o repert\u00f3rio?<\/strong><br \/>\nPassada uma certa resist\u00eancia inicial da minha parte foi \u00f3timo na verdade. Como eu falei, a gente acabou tendo quase o dobro de material pra sentar, ouvir, escolher, editar etc. J\u00e1 que eu me dei e tomei tanto tempo pra fazer esse \u00e1lbum \u00e9 \u00f3timo no final de tudo ter escolhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O t\u00edtulo do disco \u2014 &#8220;VIDAMORTECONTE\u00daDO&#8221; \u2014 parece sintetizar o nosso tempo, marcado por excesso de est\u00edmulos, trabalho precarizado e ansiedade digital. Como esse contexto contempor\u00e2neo atravessou as composi\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nEu acho que tem sim dentro de um verso ou outro alguma den\u00fancia mais explicita desse desconforto, mas acho que todo o disco foi feito nessa aura, sob a luz das telas constantemente cobrando produtividade, aten\u00e7\u00e3o, urg\u00eancia. \u00c9 um alarme tocando o tempo todo o dia inteiro. E eu acho que como sociedade a gente ainda est\u00e1, aos poucos, descobrindo como silenciar isso. Particularmente como artista da era moderna, estamos num dos elos mais vulner\u00e1veis dessa escravid\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Molho Negro - Ficar Morto Vende @ Festival 5 Bandas, Casa RCKB, SP - 25\/10\/2025\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/t7pksjYgvI4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O single \u201cFicar Morto Vende\u201d tem o tema a paralisia do sono que aparece como uma met\u00e1fora potente. Como foi transformar essa experi\u00eancia em uma can\u00e7\u00e3o e o quanto h\u00e1 de autobiogr\u00e1fico ali?<\/strong><br \/>\nEssa m\u00fasica pra mim tem essa coisa do &#8220;alarme&#8221; que eu falei, \u00e9 ansiedade pura embalada por um riff de guitarra. E p\u00f4, as vezes eu acho que isso infelizmente acaba me definindo. Riffs e ansiedade (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Molho Negro sempre transitou entre ironia, sarcasmo e uma sinceridade crua nas letras. Como equilibrar humor e cr\u00edtica sem cair em f\u00f3rmulas ou repeti\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nEu acho que eu nunca intencionalmente quis fazer uma piada dentro de alguma m\u00fasica da banda. Eu tenho at\u00e9 um certo horror a isso. Eu basicamente tento ser o mais brutalmente honesto que eu consigo e torcer pelo melhor. Talvez isso ajude a fugir da f\u00f3rmula, porque provavelmente se eu sentir o cheiro de malicia no que eu t\u00f4 fazendo, se eu sentir que eu t\u00f4 usando uma f\u00f3rmula repetida, que eu t\u00f4 tentando fazer algo pra atingir um determinado resultado, eu travo. Se eu me sentir desonesto em rela\u00e7\u00e3o aos meus prop\u00f3sitos eu definitivamente travo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi novamente produzido pelo Gabriel Zander, com quem voc\u00eas j\u00e1 t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o antiga. O que faz dessa parceria algo que ainda rende artisticamente?<\/strong><br \/>\nO Gabriel foi uma das primeiras pessoas que sem ser um integrante da banda, virou pra mim e explicou o que ele achava da banda. O que ele achava que a banda tinha de peculiar etc. E quando ele disse isso basicamente ele tinha a mesma defini\u00e7\u00e3o que eu, nesse momento eu saquei que eu tinha como confiar, ele ia entender o que a gente estava buscando. E o melhor de tudo \u00e9 que ele tem as ferramentas pra nos ajudar a soar assim. \u00c9 um elemento muito precioso pra mim.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Bombas &amp; refrigerantes\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YyS5XUX_1AQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voltando a falar de algumas faixas, em \u201cBombas e Refrigerantes\u201d e \u201cClaustrofobia\u201d voc\u00eas trazem elementos eletr\u00f4nicos e uma massa sonora mais densa. Esses experimentos apontam um novo caminho est\u00e9tico para a banda?<\/strong><br \/>\nEstou sempre testando os limites do que a gente consegue fazer. Na ingenuidade mesmo. E quando o Ant\u00f4nio apareceu com uma SPD-S, um portal quase ilimitado foi aberto (risos), mas acho que a gente vai encontrar a nossa forma de aplicar com uma certa parcim\u00f4nia.&#8221;Bombas&#8221; \u00e9 um teste com isso, e eu tenho achado superdivertida de tocar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas migraram de Bel\u00e9m para S\u00e3o Paulo h\u00e1 alguns anos. De que maneira essa mudan\u00e7a de cidade, de cena e de cotidiano impactou o som e o discurso da Molho Negro?<\/strong><br \/>\nEu acho que naturalmente cen\u00e1rios e problemas novos come\u00e7aram a aparecer nas m\u00fasicas. Eu n\u00e3o tenho a pretens\u00e3o de ser o cara que define os lugares por onde passa atrav\u00e9s das m\u00fasicas que faz, mas ainda naquele contexto da brutal honestidade. \u00c9 natural que aos poucos comecem a aparecer esses ind\u00edcios, porque a gente acaba falando sobre o que nos cerca e S\u00e3o Paulo me provoca assim como Bel\u00e9m j\u00e1 fez, e as vezes ainda faz&#8230; talvez v\u00e1 fazer pra sempre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco fala muito sobre viver num mundo hiper conectado. Como voc\u00eas lidam pessoalmente com essa rela\u00e7\u00e3o com as redes, especialmente sendo artistas que dependem da internet para circular?<\/strong><br \/>\nA linha do que \u00e9 arte e o que \u00e9 conte\u00fado foi totalmente bagun\u00e7ada na realidade que a gente vive hoje. E se a gente n\u00e3o conseguir entender os pr\u00f3prios limites e saber quando se desligar dessa dopamina barata do feed, a doen\u00e7a s\u00f3 vai se agravar mais e mais. Eu vivo o processo de aceitar e respeitar que o meu tempo precisa ser respeitado e se eu perder tra\u00e7\u00e3o em algum momento. Por isso, se eu perder o &#8220;timing&#8221;, ainda acho que \u00e9 melhor do que perder a sanidade. Eu me esfor\u00e7o em fazer m\u00fasica real o suficiente pra mim, pra que com alguma sorte pessoas se conectem genuinamente e da\u00ed em diante j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais minha responsabilidade. Se eu entrar na corrida de aten\u00e7\u00e3o de perseguir o que plataforma x ou rede y t\u00e1 impulsionando no momento, eu perco a vontade de fazer o corre da m\u00fasica. Eu prefiro ir andar de skate, prefiro ficar com a minha fam\u00edlia, meus amigos, tem in\u00fameras coisas mais valiosas do que isso.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Molho Negro - OUTRAS PESSOAS PENSAM (Ao vivo)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wfqFcPeQj_8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Molho Negro \u00e9 conhecida por refr\u00f5es diretos e melodias marcantes. Quando voc\u00eas come\u00e7am uma m\u00fasica, pensam mais na energia do show ou no que ela comunica enquanto can\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nPergunta complexa, porque eu tenho uma certa dificuldade de visualizar como seria essa pessoa ouvindo minha m\u00fasica e tal. Mas, sem d\u00favida, \u00e9 legal quando voc\u00ea faz algo e consegue sentir aquela energia de &#8220;essa aqui talvez consiga ir do fone de ouvido sozinho no caminho do trabalho, pro grito coletivo no show junto com a banda&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Olhando para tr\u00e1s, de &#8220;Molho Negro&#8221; (2012) at\u00e9 &#8220;VIDAMORTECONTE\u00daDO&#8221; (2025), o que voc\u00eas acham que mais mudou na forma da banda compor e se entender artisticamente?<\/strong><br \/>\nAcho que aos poucos o verniz da piada foi esmaecendo e isso trouxe pra banda um drama diferente. D\u00f3i se entender, mas vale a pena. Eu gosto muito quando o Frusciante canta &#8220;you don&#8217;t throw your life away going inside&#8221; (da faixa \u201cGoing Inside\u201d) porque eu me sinto exatamente assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O rock brasileiro contempor\u00e2neo tem se mostrado diverso e fragmentado. Como voc\u00eas enxergam o espa\u00e7o que a Molho Negro ocupa hoje dentro dessa cena?<\/strong><br \/>\nEu brinco com o Gabriel Zander que n\u00f3s somos a galera sem galera. Por um lado \u00e9 uma maravilha, a gente consegue transitar a ponto de fazer um show com o Krisiun, com o Terraplana e at\u00e9 com os Mutantes, mas por outro n\u00f3s n\u00e3o desfrutamos de algumas vantagens que se tem de fazer esteticamente parte de uma &#8220;cena&#8221;. Sempre foi assim e acho que a essa altura do campeonato eu j\u00e1 me habituei a isso. A gente vai continuar nessa de fazer o que bem entender.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por fim, como compositor qual foi a \u00faltima m\u00fasica \u2014 de qualquer artista \u2014 que fez voc\u00eas pensarem: \u201cera isso que eu queria ter escrito\u201d?<\/strong><br \/>\nNossa isso acontece direto, mas a \u00faltima que isso me bateu forte acho que foi &#8220;Veneno&#8221; do Kiko Dinucci e do Rodrigo Ogi, um viol\u00e3o, um flow excelente e uma \u00f3tima hist\u00f3ria, impec\u00e1vel.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Molho Negro - Rui Barbosa @ Festival 5 Bandas, Casa RCKB, SP - 25\/10\/2025\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mo0lpE0vucY?list=PL6gBQKY5zwa3iUYN528aKEr7f17zDVMs3\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;VIDAMORTECONTE\u00daDO&#8221; surge como reflexo das experi\u00eancias e transforma\u00e7\u00f5es vividas pela banda ao longo de mais de 10 anos, mas tamb\u00e9m traz inova\u00e7\u00f5es que apontam para novos horizontes.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/11\/07\/molho-negro-estreia-pela-deck-com-vidamorteconteudo-e-joao-lemos-avisa-a-gente-vai-continuar-nessa-de-fazer-o-que-bem-entender\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":92560,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1182],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92558"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92558"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92558\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":92567,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92558\/revisions\/92567"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92560"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92558"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92558"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92558"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}