{"id":92277,"date":"2025-10-28T15:17:42","date_gmt":"2025-10-28T18:17:42","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=92277"},"modified":"2025-11-13T00:08:21","modified_gmt":"2025-11-13T03:08:21","slug":"conheca-_mnstr_-quarto-disco-de-jonas-sa-faixa-a-faixa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/28\/conheca-_mnstr_-quarto-disco-de-jonas-sa-faixa-a-faixa\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a \u201c_MNSTR_\u201d, quarto disco de Jonas S\u00e1, faixa a faixa"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de introdu\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jonas S\u00e1 est\u00e1 de volta! Sete anos ap\u00f3s o \u00f3timo \u201cPUBER\u201d (2018), o m\u00fasico e produtor carioca apresenta \u201c<a href=\"https:\/\/orcd.co\/jonasmnstr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">_MNSTR_<\/a>\u201d (2025), seu quarto registro de uma discografia que merece aten\u00e7\u00e3o, pois tanto o disco de estreia \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2008\/01\/28\/jonas-sa-e-a-nova-musica-pop-brasileira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Anormal<\/a>\u201d (2007) quanto \u201cBLAM! BLAM!\u201d (2015) e \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/09\/24\/faixa-a-faixa-blam-blam-blam-the-rmxs-por-jonas-sa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">BLAM! BLAM! BLAM! THE RMXs<\/a>\u201d (2019) est\u00e3o repletos de joias pop pedindo para serem descobertas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dessa vez, Jonas S\u00e1 abra\u00e7a o pop e sai dan\u00e7ando agarradinho com ele em uma festa repleta de suingue, timbres elegantes e falsetes com muita influ\u00eancia da black music americana e do universo de baladas rom\u00e2nticas \u00e0 l\u00e1 Erasmo e Roberto \u2013 mas h\u00e1 espa\u00e7o para o indie rock, para o boler\u00e3o latino e at\u00e9 para provoca\u00e7\u00f5es pol\u00edticas (\u201cTira a Damares do arm\u00e1rio \u2013 Dama \u00ea \/ Tira o Carluxo do arm\u00e1rio \u2013 Nazi \u00ea\u201d, diz uma letra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<a href=\"https:\/\/orcd.co\/jonasmnstr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">_MNSTR_<\/a>\u201d tem produ\u00e7\u00e3o assinada pelo pr\u00f3prio Jonas e por Ricardo Dias Gomes (Do Amor), mixagem de Mario Caldato Jr e masteriza\u00e7\u00e3o de Caspar Sutton Jones. A ficha t\u00e9cnica exibe um escrete de luxo: Alberto Continentino, Pedro S\u00e1, Thomas Harres, Thiago Nassif, Marcelo Callado e Guilherme L\u00edrio marcam presen\u00e7a. Abaixo, aprofundamos o olhar sobre esse \u201c_MNSTR_\u201d comentando as 10 can\u00e7\u00f5es do disco!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"_MNSTR_\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_nTcnd9pDK5VKNEe1rd48T4KtfZnhIog3U\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>01) DEUS &#8211;<\/strong> O \u00e1lbum abre com uma festa, como se fosse a missa de uma igreja devotada ao amor. A levada \u00e9 eletrizante, com energia de m\u00fasica tocada ao vivo. Exagerados solos de guitarra e de sintetizadores contrastam com a batida cl\u00e1ssica do shuffle. Jonas, o pastor dessa par\u00f3quia-cora\u00e7\u00e3o, canta sobre est\u00f3rias de amigos e parentes, declara sua paix\u00e3o por Geraldine (sua amante de longa data), e pondera que qualquer Deus que escolhamos ter\u00e1 o poder de nos levar ao c\u00e9u ou de nos cuspir no ch\u00e3o. Um coro de super-cantoras (as americanas Gabriela Riley &amp; SahLance) evocam a for\u00e7a do gospel com suas vozes perfeitas que nos fazem acreditar que, realmente, h\u00e1 um(a) Deus(a) por tr\u00e1s de tanto talento e perfei\u00e7\u00e3o. Enquanto gravavam o disco, a maioria das m\u00fasicas (advindas de ideias que Jonas guardava em seus voice-memos do celular) ainda n\u00e3o tinham nem nome e, por isso, ganhavam apelidos. O apelido dessa faixa era \u201cBo Diddley\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>02) POR TR\u00c1S DA PORTA &#8211;<\/strong> Corta para a pr\u00f3xima cena, um funk sincopado e dan\u00e7ante que descreve um \u201cone-night-stand\u201d selvagem mas desprovido de conex\u00e3o. Jonas canta:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Teu corpo dan\u00e7a sobre o meu, mas voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1<\/em><br \/>\n<em>Teus olhos nadam para o fundo de um celular<\/em><br \/>\n<em>Tua conversa \u00e9 toda torta<\/em><br \/>\n<em>Eu mal consigo te entender<\/em><br \/>\n<em>Diz, quem \u00e9 voc\u00ea por tr\u00e1s da porta<\/em><br \/>\n<em>Por que voc\u00ea insiste em se esconder?<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A can\u00e7\u00e3o serve como um coment\u00e1rio sobre a forma\u00e7\u00e3o sentimental das gera\u00e7\u00f5es p\u00f3s-internet que absorve a cultura sexual dos sites de pornografia e sofre de um FOMO severo, n\u00e3o conseguindo se dedicar a aprofundar suas rela\u00e7\u00f5es, gra\u00e7as ao constante sentimento de que escolher um s\u00f3 encontro \u00e9 perder todos os outros. O apelido dessa faixa era \u201cCl\u00f3vis\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>03) MONSTRO &#8211;<\/strong> Evocando a forma \u201cslow-cooking\u201d de Curtis Mayfield ao montar climas envolventes que entram no nosso sistema sem nos deixar notar, a terceira faixa de &#8220;_MNSTR_&#8221; \u00e9 um soul marcante, com congas abra\u00e7ando a bateria e um cortante riff de guitarra e baixo sob a voz molhada de Jonas. Os versos discorrem sobre a nossa dificuldade, como sociedade, para lidar com o drama dos moradores de rua, algo que nos leva, diante do contato di\u00e1rio com essa dura realidade, a um estado anest\u00e9sico e ap\u00e1tico. Desenvolvemos vista grossa. Cumprimentamos conhecidos na rua todos os dias, mas somos incapazes de brindar a mesma humanidade a algu\u00e9m que pode precisar pedir nossa ajuda. At\u00e9 o dia em que essas pessoas n\u00e3o estiverem mais l\u00e1, provavelmente por um motivo tr\u00e1gico. A levada \u00e9 maldosa, conta com punhaladas de sintetizadores e com um maldito solo de sax performado pelo (genial) Thiago Queiroz. E a m\u00fasica vai crescendo como cresce uma cr\u00f4nica at\u00e9 se desfazer no ar. O apelido dessa faixa era \u201cCurtis\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04) MUSA &#8211;<\/strong> Com uma base que pode remeter a alguma balada de Roberto e Erasmo mas tamb\u00e9m a um \u201cRaul Seixas meets David Bowie&#8221;, a quarta faixa do \u00e1lbum traz a voz profunda de Jonas no papel de um contador de est\u00f3rias. Um pouco de canto e um pouco de spoken word se misturam para narrar, na primeira pessoa, o encontro entre um rapaz e uma mo\u00e7a que, ap\u00f3s se apaixonarem e sob a magia da reciprocidade sensorial dessa entrega, se descobre trans. Os imensos coros de SahLance &amp; Gabriela Riley brindam for\u00e7a, romance e mel \u00e0 grava\u00e7\u00e3o que dura um pouco mais de 7 minutos, mas que passa r\u00e1pido e faz arrepiar. O apelido dessa faixa era \u201cBardo\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05) ESCADA ROLANTE &#8211;<\/strong> Vindo do inebriante clima da faixa anterior, \u201cESCADA ROLANTE&#8221; espatifa a imag\u00e9tica de filme PB de &#8220;MUSA&#8221; e rasga pra cena seguinte com um noise-rock de cores estouradas a-la Red Hot Chilli Peppers. Loops de guitarras invadem os parlantes acompanhados de duas(!!) baterias e um baixo agressivo. Jonas e Thiago Nassif (feat da faixa, cantando, compondo e produzindo junto com Jonas e Ricardo) cantam (gritam) sobre a capacidade de se recuperar das quedas e golpes da vida, dan\u00e7ar sobre os problemas, beijar sobre os problemas, ser feliz e esperto. O apelido dessa faixa era mesmo \u201cEscada Rolante\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>06) TU HOMBRE &#8211;<\/strong> Abrindo o LADO B do disco, esse bolero inaugura a metade mais relaxada de &#8220;_MNSTR_&#8221;. Uma das poucas m\u00fasicas que j\u00e1 estavam completamente escritas antes de Jonas entrar no est\u00fadio, &#8220;TU HOMBRE\u201d \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o em espanhol de amor apaixonado que lida com a dificuldade do homem branco (logo, de autoestima elevada) em aceitar que a fila andou. \u00c9 um pouco um paralelo com \u201cDetalhes\u201d de Roberto Carlos. Fala sobre sofrer (muito) de amor acima de tudo, mas tem tamb\u00e9m um olhar cr\u00edtico sobre como, na forma\u00e7\u00e3o dentro do universo masculino, h\u00e1 tanta dificuldade em se assumir vulner\u00e1vel. O apelido dessa faixa era \u201cSi Otro Cabelludo Aparecer En Tu Calle\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>07) QUANTO + IDIOTA, MELHOR &#8211;<\/strong> Em vista da escalada da extrema-direita e do clima agressivo que tomou o Brasil e o mundo nos \u00faltimos anos, Jonas entendeu que um rap contra a brutalidade dessa gente (gente?) poderia ser relaxado e bem-humorado. O artista assumiu como plot, um riff de viol\u00e3o que vinha dando voltas por sua cabe\u00e7a h\u00e1 anos e o resultado \u00e9 uma faixa gostosa e sarc\u00e1stica com um quase refr\u00e3o que diz:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Tira a Damares do arm\u00e1rio<\/em><br \/>\n<em>Dama \u00ea (x2)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Tira o Carluxo do arm\u00e1rio<\/em><br \/>\n<em>Nazi \u00ea<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Tira a Damares do arm\u00e1rio<\/em><br \/>\n<em>Narguil\u00ea<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A letra, ali\u00e1s, busca responder diretamente ao que Jonas acredita ser uma sociedade sem mem\u00f3ria, fomentada pelo gabinete do \u00f3dio e por seus \u201cherois\u201d(?) de pretens\u00f5es fascistas. Ainda assim, a faixa conta com um coro de crian\u00e7as que nos faz lembrar que, se formos resilientes e investirmos em educa\u00e7\u00e3o, o futuro pode estar em boas m\u00e3os. O apelido dessa faixa era \u201cBreeders\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>08) VEJA VOC\u00ca &#8211;<\/strong> A pr\u00f3xima faixa pode conter ecos da sonoridade do Bowie de \u201cScary Monsters\u201d, com suas guitarras borradas e suas levadas emblem\u00e1ticas. Sobre um riff insistente e acompanhado de um coro lis\u00e9rgico, a letra cont\u00e9m o sarcasmo (j\u00e1 caracter\u00edstico) de Jonas, e comenta os anos de(s) governo brasileiro entre 2018 e 2022. J\u00e1 pr\u00f3ximo ao fim da faixa, um solo de guitarra irrompe, surpreendente, no sil\u00eancio e evoca \u201cpo\u00e9tica-pol\u00edtica\u201d. O apelido dessa faixa era \u201cPhil Collins\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>09) TUA CARA &#8211;<\/strong> Cheia de vento e mist\u00e9rio, a faixa mais sensual do disco \u00e9 conduzida pelos famosos falsetes do artista, acompanhados por uma linha de um baixo gorda e pontuda dialogando com a guitarra cheia de cristais. Na cozinha, a participa\u00e7\u00e3o de Renato Godoy (Dorgas) na bateria, se enroscando com as congas e pandeirola de Thomas Harres. Clim\u00e1tica, essa faixa \u00e9 um filme noir, s\u00f3 que todo azul, onde um casal \u00e9 observado pelos quadros da parede de sua casa, enquanto se admiram e se desejam de forma beligerante. O apelido dessa faixa era \u201cMiles Dildor Falseti\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>10) DE SENTIR VOC\u00ca &#8211;<\/strong> Quando j\u00e1 n\u00e3o se esperava grandes novidades, a \u00faltima faixa do \u00e1lbum abre com um Jonas cantando sozinho acompanhado de seu viol\u00e3o de nylon. Meio blues, meio folk, \u201cDE SENTIR VOC\u00ca\u201d vai crescendo com mais coros do artista, at\u00e9 que, de repente, a banda irrompe na faixa e o som cresce: a bateria de Marcelo Callado, as congas de Thomas, o baixo ac\u00fastico de Alberto Continentino, o piano de Donatinho, os synths do pr\u00f3prio Jonas e o solo de Dobro de Thiago Nassif. Ac\u00fastica e profunda, a base conversa com o canto do artista em uma letra que remete \u00e0 po\u00e9tica envenenada de Luiz Melodia. A m\u00fasica cresce com emo\u00e7\u00e3o e as cortinas se fecham logo ap\u00f3s se ouvir os versos \u201cS\u00f3 de sentir voc\u00ea aqui, vai me alegrar\u201d. O apelido dessa faixa era \u201cDe Sentir Voc\u00ea\u201d mesmo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-92278 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/capa-JONAS_SA_MNSTR-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/capa-JONAS_SA_MNSTR-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/capa-JONAS_SA_MNSTR-copiar-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/capa-JONAS_SA_MNSTR-copiar-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><em>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Jonas S\u00e1 abra\u00e7a o pop e sai dan\u00e7ando agarradinho com ele em uma festa repleta de suingue, timbres elegantes e falsetes com muita influ\u00eancia da black music americana e do universo de baladas rom\u00e2nticas \u00e0 l\u00e1 Erasmo e Roberto\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/28\/conheca-_mnstr_-quarto-disco-de-jonas-sa-faixa-a-faixa\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":92279,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2910],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92277"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92277"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92277\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":92361,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92277\/revisions\/92361"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92279"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92277"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92277"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92277"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}