{"id":91785,"date":"2025-10-10T09:49:40","date_gmt":"2025-10-10T12:49:40","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=91785"},"modified":"2025-11-03T00:36:04","modified_gmt":"2025-11-03T03:36:04","slug":"esse-voce-precisa-ouvir-os-50-anos-de-fly-by-night-a-primeira-grande-obra-do-rush","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/10\/esse-voce-precisa-ouvir-os-50-anos-de-fly-by-night-a-primeira-grande-obra-do-rush\/","title":{"rendered":"Esse voc\u00ea precisa ouvir: os 50 anos de \u201cFly By Night\u201d, a primeira grande obra do Rush"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/caro.davii\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Davi Caro<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando os membros fundadores e remanescentes do Rush, Geddy Lee e Alex Lifeson, emitiram um comunicado confirmando a reuni\u00e3o da banda canadense 10 anos ap\u00f3s seu \u00faltimo show, no \u00faltimo dia 06, a rea\u00e7\u00e3o foi exatamente a que se esperaria: embora fosse especulado h\u00e1 tempos \u2013 pelo menos desde a volta da dupla aos palcos para os dois shows-tributo ao falecido Foo Fighter Taylor Hawkins \u2013 o retorno dos gigantes do rock progressivo foi recebido com inevit\u00e1vel surpresa. E as raz\u00f5es s\u00e3o \u00f3bvias. N\u00e3o deixa de ser simb\u00f3lico que a semente desta volta tenha sido semeada \u00e0 partir da celebra\u00e7\u00e3o de um baterista singular que, de quebra, ainda era um dos grandes tribut\u00e1rios do imortal Neil Peart, baterista do Rush morto em Janeiro de 2020, v\u00edtima de um c\u00e2ncer do qual o m\u00fasico padeceu \u00e0 revelia da m\u00eddia. A nova turn\u00ea, que se inicia em 2026, promete ser tamb\u00e9m uma maneira de homenagear um dos mais ic\u00f4nicos, inimit\u00e1veis, e importantes seres humanos que j\u00e1 se sentaram por tr\u00e1s de uma bateria \u2013 um g\u00eanio cuja influ\u00eancia se provou capaz de ir muito al\u00e9m do nicho ao qual o trio que integrou acabou sendo atrelado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe, no entanto, um outro detalhe bastante significativo por tr\u00e1s do tal an\u00fancio, que pode passar despercebido por aqueles menos familiarizados: embora n\u00e3o v\u00e1 decolar at\u00e9 2026 (que marca o 50\u00ba anivers\u00e1rio do cl\u00e1ssico supremo \u201c2112\u201d), a nova turn\u00ea foi finalmente revelada no ano no qual se completam cinco d\u00e9cadas desde o debut de Peart \u2013 carinhosamente apelidado, mais tarde, de \u201cO Professor\u201d \u2013 junto ao Rush. E sua estreia fonogr\u00e1fica com a banda, \u201cFly By Night\u201d (originalmente lan\u00e7ado em fevereiro de 1975 pela Mercury Records) vai muito al\u00e9m de sinalizar uma simples mudan\u00e7a de forma\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio: o segundo \u00e1lbum do Rush \u00e9 o in\u00edcio de uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as musicais, estruturais, est\u00e9ticas, e tem\u00e1ticas para o trio. Mudan\u00e7as estas, ali\u00e1s, que se mostrariam fundamentais na trajet\u00f3ria que o grupo tra\u00e7aria nos anos subsequentes.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-91787 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/rush2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/rush2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/rush2-300x128.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A integra\u00e7\u00e3o de Peart \u00e0 banda, embora acontecesse em decorr\u00eancia da sa\u00edda amig\u00e1vel de John Rutsey (baterista fundador do Rush, e respons\u00e1vel pela percuss\u00e3o do debut hom\u00f4nimo do trio no ano anterior) n\u00e3o era uma obviedade. Outros instrumentistas chegaram a realizar testes, apesar de nenhum deles ter evocado a din\u00e2mica experimentada por Lee e Lifeson com o jovem nativo de Hamilton, Ontario. A primeira faixa executada pela eventual forma\u00e7\u00e3o definitiva da banda, inclusive, era uma composi\u00e7\u00e3o nova, iniciada ainda com Rutsey, que funcionaria como um cart\u00e3o de visitas da musicalidade agora alcan\u00e7ada pelos tr\u00eas: promovida ao posto de faixa de abertura do ent\u00e3o novo disco, \u201cAnthem\u201d reposicionou o Rush no tabuleiro de novas e promissoras bandas, afastando os tr\u00eas do hard rock mais cru do primeiro disco, e j\u00e1 indicando mais sofistica\u00e7\u00e3o r\u00edtmica e mel\u00f3dica (e inspira\u00e7\u00e3o direta, tanto em seu t\u00edtulo quanto em sua letra, do livro hom\u00f4nimo de autoria de Ayn Rand).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As audazes acrobacias instrumentais do novo membro continuam na propulsiva \u201cBest I Can\u201d, de longe um dos mais subestimados cl\u00e1ssicos desta primeira fase do Rush, e na truncada \u201cBeneath, Between &amp; Behind\u201d. Mais do que simplesmente se destacar por passagens igualmente empolgantes e sutis, Peart impulsiona a din\u00e2mica entre os dois colegas, e o resultado s\u00e3o registros memor\u00e1veis de performers que se tornariam refer\u00eancias de seus instrumentos: a guitarra de Lifeson \u00e0s vezes resvala no proto-metal, sem nunca perder sua voca\u00e7\u00e3o harm\u00f4nica. Lee, por sua vez, usa e abusa dos agudos em seus vocais, t\u00e3o caracter\u00edsticos e inimit\u00e1veis, e desfila melodias incr\u00edveis em linhas de baixo ao mesmo tempo deslumbrantes e complexas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"RUSH &quot;Anthem&quot; (HQ audio &amp; video)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3oEQuzHp5I0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por falar em complexidade: a destreza como instrumentista acabou por n\u00e3o ser a \u00fanica coisa que Neil Peart traria ao se juntar ao Rush. Al\u00e9m de ficar respons\u00e1vel pelas eletrizantes passagens instrumentais, o baterista ainda se firmaria, desde o primeiro minuto, como o autor das letras das can\u00e7\u00f5es que Geddy e Alex compuseram, ocasionalmente trabalhando inclusive em dupla. Leitor voraz (e futuro autor), Peart destilaria sua voca\u00e7\u00e3o para a fantasia e a fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u2013 bem como v\u00e1rios outros temas \u2013 nos anos que se seguiram. A j\u00e1 mencionada inspira\u00e7\u00e3o em Ayn Rand para \u201cAnthem\u201d \u00e9 apenas uma pista do que se seguiria, uma vez que a escritora voltaria a ser uma refer\u00eancia para o compositor em \u201c2112\u201d (1976).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cBy-Tor &amp; the Snow Dog\u201d \u00e9, no entanto, sua primeira grande obra como letrista do trio. Faixa mais longa do disco, com mais de oito minutos de dura\u00e7\u00e3o, a can\u00e7\u00e3o \u00e9 uma su\u00edte dividida em quatro partes (com uma delas subdividida em quatro etapas), revelando, com t\u00edtulos do calibre de \u201cAt The Tobes of Hades\u201d, \u201c7\/4 War Furor\u201d, e \u201cHymn of Triumph\u201d, o n\u00edvel de ambi\u00e7\u00e3o l\u00edrica com a qual o baterista se dedicava a conceituar as furiosas passagens instrumentais trazidas por seus parceiros. A arrepiante \u201cEpilogue\u201d fica encarregada de encerrar a can\u00e7\u00e3o que ocupa a maior parte do lado A do vinil e, em retrospecto, \u00e9 muito mais do que uma mera antecipa\u00e7\u00e3o de trabalhos igualmente minuciosos e megaloman\u00edacos (no melhor sentido).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rush - Fly By Night\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nEVDZl5UvN4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O lado B do velho vinil, por sua vez, tamb\u00e9m n\u00e3o falha em colecionar momentos memor\u00e1veis e preciosos. A come\u00e7ar pela incr\u00edvel faixa-t\u00edtulo, testamento ao talento de Lee em escrever refr\u00e3os infal\u00edveis. A extens\u00e3o da linguagem musical dos tr\u00eas, ali\u00e1s, \u00e9 um dos aspectos mais embasbacantes de \u201cMaking Memories\u201d, can\u00e7\u00e3o mais ac\u00fastica escrita pelo baixista junto de Lifeson, num experimento que n\u00e3o teria sido poss\u00edvel sem a colabora\u00e7\u00e3o do Rush com o produtor Terry Brown, que dividiu as tarefas por tr\u00e1s da mesa de grava\u00e7\u00e3o com a banda (e que produziria todos os discos deles at\u00e9 1982).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As inclina\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias de Peart, no entanto, voltam a ocupar os holofotes na maravilhosa \u201cRivendell\u201d \u2013 com um t\u00edtulo que faz alus\u00e3o \u00e0 cidade \u00e9lfica criada por J.R.R. Tolkien) \u2013 conduzida apenas ao viol\u00e3o e com alguns efeitos de teclados. O encerramento de \u201cIn The End\u201d pode at\u00e9 enganar os menos familiarizados, gra\u00e7as ao in\u00edcio mais alinhado com as duas faixas anteriores. A m\u00fasica muda, no entanto, ap\u00f3s seu primeiro minuto, se transformando em uma das impressionantes can\u00e7\u00f5es do repert\u00f3rio do grupo at\u00e9 ent\u00e3o. Sem falar que \u00e9, apropriadamente, a segunda mais longa do \u00e1lbum, com insuspeitos 6 minutos e 46 segundos que passam mais r\u00e1pido do que deveriam.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Geddy Lee explains the recording of &quot;Rivendell&quot; - 04.16.13\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/24-jX5Petco?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O espet\u00e1culo propiciado pelo Rush em seu segundo \u00e1lbum come\u00e7a antes mesmo que a primeira faixa seja executada. Isso, gra\u00e7as \u00e0 estonteante capa, de autoria de Eraldo Carugati, que trabalhou sob um conceito criado pela pr\u00f3pria banda. O resultado, nos tons azulados da coruja e nos penetrantes olhos amarelos, deveria ter sido o suficiente para cativar a aten\u00e7\u00e3o tanto do p\u00fablico quanto da cr\u00edtica. Entretanto, embora os primeiros tenham passado a reconhecer, em pouco tempo, o status de cl\u00e1ssico do qual \u201cFly By Night\u201d era merecedor, a m\u00eddia especializada foi impiedosa: de coment\u00e1rios equivocados na dire\u00e7\u00e3o do \u201cobsoleto\u201d formato de power trio defendido por eles, at\u00e9 observa\u00e7\u00f5es motivadas por (compreens\u00edvel) estranhamento referente \u00e0 voz de Geddy Lee, o \u00e1lbum passou longe de conquistar aclama\u00e7\u00e3o. Atingindo o nono lugar na parada de discos canadense, o trabalho amargaria um triste 113\u00ba posto na Billboard.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais desafiador ainda, inclusive, \u00e9 pensar que o \u00e1lbum seguinte do trio, \u201cCaress of Steel\u201d, n\u00e3o apenas seria lan\u00e7ado no mesmo 1975, e n\u00e3o s\u00f3 acenaria uma guinada ainda mais determinada rumo \u00e0 sonoridade progressiva, como seria agraciado com uma recep\u00e7\u00e3o ainda mais fria e implac\u00e1vel. E n\u00e3o deixa de ser chocante o quanto essa dicotomia se tornaria lugar-comum para o Rush nas d\u00e9cadas subsequentes: abra\u00e7ados e defendidos por seu p\u00fablico, a banda jamais conquistaria das m\u00e3os da cr\u00edtica especializada o prest\u00edgio devido.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rush - By-Tor And The Snow Dogs\/In The End\/In The Mood (Medley\/Live From The Montreal Forum \/ 1981)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VIm-UJ4GhdU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o que a extensa fanbase se importe: os mesmos f\u00e3s que viram o trio ainda com Peart devem uma vez mais rumar em dire\u00e7\u00e3o a est\u00e1dios e arenas no mundo todo, a fim de testemunharem mais uma vez a destreza de Geddy Lee e Alex Lifeson ao vivo \u2013 desta vez, com a talentosa baterista alem\u00e3 Anika Nilles, al\u00e9m de prov\u00e1veis m\u00fasicos de apoio ainda n\u00e3o divulgados \u2013 em datas que podem ser uma excelente oportunidade de homenagem ao falecido Professor, al\u00e9m de talvez inclu\u00edrem alguns dos cl\u00e1ssicos do repert\u00f3rio de \u201cFly By Night\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E tudo parece natural \u2013 como se Lee, Lifeson e Peart pudessem ver o pr\u00f3prio futuro ao fim de \u201cIn The End\u201d, e de sua primeira grande obra juntos. Talvez, eles j\u00e1 pudessem vislumbrar as fenomenais narrativas de \u201c2112\u201d e \u201cA Farewell to Kings\u201d (1977); o longevo sucesso de \u201cMoving Pictures\u201d (1981) e as experimenta\u00e7\u00f5es sintetizadas da d\u00e9cada de 1980; a ressurg\u00eancia com a chegada do novo mil\u00eanio, marcada pelas multid\u00f5es que cantaram, a plenos pulm\u00f5es, suas passagens instrumentais mais intrincadas em est\u00e1dios brasileiros, logo ap\u00f3s o lan\u00e7amento de \u201cVapour Trails\u201d (2002); e a conclus\u00e3o apote\u00f3tica de sua discografia de est\u00fadio, com o subestimado \u201cClockwork Angels\u201d (2012), e a concretiza\u00e7\u00e3o do legado lend\u00e1rio que conquistaram mesmo apesar de uma perda tr\u00e1gica. Quer eles pudessem, ou n\u00e3o, ver seu pr\u00f3prio futuro, os tr\u00eas (como hoje o v\u00e3o fazer Lee e Lifeson) finalmente abriram suas asas, e, tal qual a criatura que estampa sua primeira grande obra, al\u00e7aram voo em dire\u00e7\u00e3o ao infinito.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Leia tamb\u00e9m: <span style=\"color: #ff0000;\"><a style=\"color: #ff0000;\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/10\/25\/na-maquina-do-tempo-com-o-rush\/\" rel=\"noopener\">Na m\u00e1quina do tempo com o Rush<\/a><\/span>, por Thiago Pereira e Terence Machado<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Ou\u00e7a o disco na integra abaixo<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fly By Night\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_mOyQOM_PP_i3HD6nZ9plxytBj39_v3z3o\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4cfQaQO-YD4\">\u2013\u00a0Davi Caro\u00a0\u00e9 professor,<\/a>\u00a0tradutor, m\u00fasico, escritor e estudante de Jornalismo. Leia mais textos dele\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/author\/davi-caro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n\u2013 Cinco m\u00fasicas para entender&#8230; Rush (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/06\/14\/para-entender-rush\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Rush no\u00a0Madison Square Garden (2011): um show de profissionalismo (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2011\/04\/11\/domingo-guggenheim-e-rush\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 &#8220;Feedback&#8221;, do Rush, \u00e9 um disc\u00e3o de rock em meros 27 minutos (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2004\/10\/04\/feedback-o-album-de-covers-do-rush\/\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cFly By Night\u201d (lan\u00e7ado em fevereiro de 1975) vai muito al\u00e9m de sinalizar uma simples mudan\u00e7a de forma\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio: o segundo \u00e1lbum do Rush \u00e9 o in\u00edcio de uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as musicais!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/10\/10\/esse-voce-precisa-ouvir-os-50-anos-de-fly-by-night-a-primeira-grande-obra-do-rush\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":134,"featured_media":91786,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2043],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91785"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/134"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=91785"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91785\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":91797,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91785\/revisions\/91797"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/91786"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=91785"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=91785"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=91785"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}