{"id":9178,"date":"2011-07-18T19:46:33","date_gmt":"2011-07-18T22:46:33","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=9178"},"modified":"2019-04-06T17:50:18","modified_gmt":"2019-04-06T20:50:18","slug":"criolo-fala-do-black-na-cena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/07\/18\/criolo-fala-do-black-na-cena\/","title":{"rendered":"Criolo fala do Festival Black na Cena"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.blacknacena.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-9179\" title=\"blacknacena\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/blacknacena.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea j\u00e1 experimentou contar quantos festivais de m\u00fasica vamos ter neste segundo semestre de 2011? Provavelmente vamos esquecer v\u00e1rios nesta lista r\u00e1pida, mas teremos pela frente os gigantes SWU Music and Arts Festival e Rock in Rio, o grande Planeta Terra e alguns festivais interessantes como o Popload Gig, o Fourfest e o Back2Black (para ficar apenas em seis, mas tem muito mais). D\u00f3lar baixo e o poder aquisitivo maior do povo brasileiro animaram produtores que sa\u00edram atr\u00e1s de artistas lotando o calend\u00e1rio de grandes shows.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Respons\u00e1vel por um dos line-ups mais interessantes de festival em Terra Bras\u00edlis neste per\u00edodo, o  Black Na Cena baixa na Arena Anhembi, em S\u00e3o Paulo, no fim de semana de 22 e 24 de julho, abarrotado de atra\u00e7\u00f5es imperd\u00edveis. \u201cNossa escolha foi feita pela representatividade dos artistas de acordo com o conceito de cada dia. O artista tinha de ter conte\u00fado e reconhecimento dentro da agenda que est\u00e1 dividida em: cl\u00e1ssico, popular e rap\u201d, explicou ao Scream &amp; Yell &#8211; via email &#8211; Ricardo de Paula, diretor da Entre Produ\u00e7\u00f5es, idealizadora e realizadora do festival.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cuidado com a escala\u00e7\u00e3o pode ser percebido pela variedade e amplitude do elenco: George Clinton, fundador do Parliament-Funkadelic, Seu Jorge, Sandra de S\u00e1, O Baile do Simonal, Tony Tornado, Public Enemy, Lee Scratch Perry encontra Mad Professor e Roto Roots, Marcelo Yuka, Jorge Ben Jor, Black Rio convida Slim Rimografia, Criolo e Negra Li, Method Man,  Racionais MC\u2019s, Tha\u00edde com Funk Como Le Gusta e Sandr\u00e3o, majestade da RZO (entre outros \u2013 veja a lista completa <a href=\"http:\/\/www.blacknacena.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>) tem tudo para fazer um festival divisor de \u00e1guas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.blacknacena.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9180 aligncenter\" title=\"blacknacena2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/blacknacena2.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCome\u00e7amos a idealizar o Black na Cena h\u00e1 um ano e meio\u201d, conta o produtor Ricardo de Paula. \u201cA ideia surgiu do fato de n\u00e3o haver um festival de m\u00fasica black no Brasil, como j\u00e1 havia de rock, de reggae, de m\u00fasica eletr\u00f4nica, etc. Os artistas at\u00e9 fazem shows por aqui, mas n\u00e3o existia um festival que desse o peso necess\u00e1rio aos v\u00e1rios ritmos da influ\u00eancia afro na m\u00fasica\u201d, avalia Ricardo, que percebeu um fil\u00e3o n\u00e3o explorado no cen\u00e1rio de shows e festivais nacional, e colocou m\u00e3os a obra. Nasceu o Black na Cena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o espera 60 mil pessoas em tr\u00eas dias de festival. \u201c\u201cNosso objetivo \u00e9 integrar artistas consagrados no Brasil e no mundo\u201d, avisa o produtor. \u201cO p\u00fablico certamente pode esperar um festival vibrante, organizado e com shows de \u00f3tima qualidade.  Tenho certeza de que todos ir\u00e3o se surpreender!\u201d, garante Ricardo, que despista (mas n\u00e3o desmente) a poss\u00edvel realiza\u00e7\u00e3o do festival novamente em 2012: \u201cEstamos focados na realiza\u00e7\u00e3o da primeira edi\u00e7\u00e3o do evento. Assim que finalizarmos, contaremos o que estamos planejando para o pr\u00f3ximo ano\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para saber um pouco sobre a expectativa da primeira edi\u00e7\u00e3o do Black na Cena para quem ir\u00e1 subir no palco, Bruno Capelas bateu um papo por telefone com Criolo, cantor respons\u00e1vel por um dos grandes discos de 2011 (o obrigat\u00f3rio \u201cN\u00f3 Na Orelha\u201d &#8211; baixe gratuitamente <a href=\"http:\/\/criolo.art.br\/criolononaorelhahotsite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>). Criolo cantar\u00e1 no Anhembi ao lado da m\u00edtica Banda Black Rio. \u201c\u00c9 uma proposta que quer falar das nossas ra\u00edzes, de cultura, de mostrar um pouquinho mais da hist\u00f3ria dessa cultura. A m\u00fasica serve para isso\u201d, afirma Criolo. Abaixo, o bate papo com o cantor. Na sexta, s\u00e1bado, e domingo, o festival promete.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9181 aligncenter\" title=\"criolo\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/criolo.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/criolo.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/criolo-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>p<\/strong><strong>or <a href=\"http:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Capelas<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Kleber Gomes tem mais de duas d\u00e9cadas de bons servi\u00e7os prestados ao rap nacional. Conhecido por Criolo &#8211; uma redu\u00e7\u00e3o do antigo nome art\u00edstico MC Criolo Doido, ele vive um momento especial da carreira devido ao reconhecimento de seu segundo disco, \u201cN\u00f3 Na Orelha\u201d, produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3 Na Orelha\u201d \u00e9 um trabalho que vai al\u00e9m dos limites do rap e traz \u00e0 tona incurs\u00f5es de Criolo por outros ritmos e estilos, como o samba, o afrobeat \u2013 e traz em si pelo menos um petardo imediato, \u201cN\u00e3o Existe Amor em SP\u201d.  No dia 23 de julho, ele canta como convidado da Banda Black Rio no Festival Black na Cena, que ter\u00e1 lugar na Arena Anhembi, em S\u00e3o Paulo. O Scream &amp; Yell conversou com o cantor para saber suas expectativas sobre o primeiro Black na Cena. Confira:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Black na Cena se prop\u00f5e como um festival de artistas que tem alguma influ\u00eancia de m\u00fasica negra. Como voc\u00ea v\u00ea isso? D\u00e1 pra juntar todo mundo nesse \u201cbalaio\u201d?<\/strong><br \/>\nN\u00f3s estamos juntos, n\u00e9. S\u00f3 de buscarmos a m\u00fasica que gostamos, acredito que j\u00e1 estamos juntos. O festival tem seu valor j\u00e1 por celebrar essa uni\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mas ser um festival de m\u00fasica negra n\u00e3o delimitaria a m\u00fasica? O r\u00f3tulo n\u00e3o faz com que a m\u00fasica perca sua universalidade?<\/strong><br \/>\nConcordo com o que voc\u00ea falou, totalmente. M\u00fasica \u00e9 universal. Mas quando a gente fala em m\u00fasica negra, acredito que seja uma situa\u00e7\u00e3o das origens de determinado segmento. Pra n\u00e3o ter d\u00favida, a m\u00fasica negra \u00e9 algo grandioso. \u00c9 algo lindo e especial porque suas origens registram a beleza dos tambores, os porqu\u00eas de compor as letras, os porqu\u00eas de cantar de tal forma. E isso \u00e9 algo que vem de s\u00e9culos. Acredito que \u00e9 uma est\u00e9tica que vem para agregar valor com todas as outras artes que existem no planeta. Do mesmo jeito, acredito que pessoas que vem de outras esferas, em suas artes &#8211; seja ela qual for -, falam de suas origens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ent\u00e3o nesse caso, n\u00e3o se trata de um r\u00f3tulo&#8230;<\/strong><br \/>\nN\u00e3o! Eu n\u00e3o consigo ver de outra forma. Pra mim n\u00e3o est\u00e1 nesse \u00e2mbito enxergar algo que n\u00e3o seja simp\u00e1tico. Algo que diga: &#8220;Isso n\u00e3o \u00e9 para voc\u00ea&#8221;. \u00c9 uma proposta que quer falar das nossas ra\u00edzes, de cultura, de mostrar um pouquinho mais da hist\u00f3ria dessa cultura, e a m\u00fasica serve para isso. A m\u00fasica serve no sentido de difundir. \u00c9 algo espiritual. \u00c9 algo que vem para somar e agregar, e que emociona tantas pessoas em tantos lugares do mundo. O festival tem que unir for\u00e7as. Isso \u00e9 importante. Particularmente acho que tem que ter mais desses porque a gente tem que estar unido, unido, unido&#8230; porque isso \u00e9 algo que abre portas para o nosso povo, para os nossos meninos, para os irm\u00e3os que est\u00e3o cantando nessa corrente do bem. Acredito nisso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 que vai ser o show com a Black Rio? De onde saiu essa parceria?<\/strong><br \/>\nPra mim \u00e9 uma grande honra tocar com a Black Rio. Vou encontra-los para ensaiar e a primeira coisa que vou fazer \u00e9 agradecer, agradecer muito, porque eles tem uma p\u00e1gina na hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira que \u00e9 muito bonita. \u00c9 uma honra muito grande (tocar com eles). Na verdade, vou tentar n\u00e3o atrapalhar o que eles est\u00e3o fazendo, e fazer valer o convite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong><span>Falando um pouco sobre o teu disco agora&#8230; Uma coisa muito interessante: h\u00e1 uma mudan\u00e7a de sonoridade comparando com o primeiro. O primeiro disco \u00e9 um disco mais de rap. O \u201cN\u00f3 na Orelha\u201d mescla mais coisas. Voc\u00ea trouxe samba, afrobeat, dub&#8230; por qu\u00ea isso?<\/span><\/strong><\/span><br \/>\nQuando entrei no est\u00fadio pra fazer o \u201cN\u00f3 na Orelha\u201d, a gente n\u00e3o sabia o que ia acontecer no final. \u00c9 um disco em que o porqu\u00ea da gente ter ido para o est\u00fadio responde tudo. Eu j\u00e1 vinha de vinte anos no rap nacional, e sempre me questionei: &#8220;At\u00e9 que ponto estou contribuindo de verdade? At\u00e9 que ponto o que estou fazendo, com essa forma de cantar, com esses temas, eu estou na cena ali contribuindo?&#8221;. Depois de duas d\u00e9cadas, considerei que tinha contribu\u00eddo um pouquinho e pensei que tinha tanta gente maravilhosa chegando, e que estava arrebentando. Percebi que era verdade esse meu movimento de estar junto dessas pessoas, mas que era hora de sair um pouco do palco. L\u00f3gico que continuaria escrevendo minhas can\u00e7\u00f5es, continuaria cantando, mas n\u00e3o com aquela necessidade de estar no palco. Ent\u00e3o fui por achar que era hora de dar espa\u00e7o para esse pessoal. Mas o que pouca gente sabe \u00e9 que sempre compus meus sambas, sempre fiz minhas can\u00e7\u00f5es. O meu pai e a minha m\u00e3e s\u00e3o cearenses. Atrav\u00e9s deles escutei todo tipo de m\u00fasica nordestina. Sou nascido e criado na favela do Graja\u00fa, na \u00e9poca, ali tamb\u00e9m Jardim das Imbuias, e estou sempre junto do meu povo, escutando v\u00e1rios tipos de som. Ent\u00e3o acabou que foi desaguando v\u00e1rios outros ritmos. Um rapaz da Matilha Cultural, que \u00e9 meu amigo, chegou e falou: &#8220;Vamos registrar isso a\u00ed que voc\u00ea est\u00e1 fazendo e que pouqu\u00edssima gente sabe?&#8221;. Eu estava fazendo v\u00e1rios sambas naquela \u00e9poca &#8211; e eu sou aquele tipo de cara que, se a gente se encontrar, e eu j\u00e1 estiver escrevendo a letra, eu vou virar e falar: &#8220;Rapaz, olha essa letra aqui&#8230;&#8221;. Gosto da pluralidade. (Por exemplo) o afrobeat &#8211; que eu nem sabia que era afrobeat. Cheguei no est\u00fadio para cantar &#8220;Bogot\u00e1&#8221; com a maior cara deslavada, e n\u00e3o sabia que era afrobeat. Foi uma coisa muito natural. Jamais imaginei que fosse rolar isso que rolou. Eu estava quase pendurando as chuteiras, agradecendo essas duas d\u00e9cadas e \u00e0s pessoas que me acompanharam na cena do rap &#8211; at\u00e9 porque n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil aguentar uma pessoa por vinte anos, e foi isso: um presente de Deus, de um conjunto de pessoas queridas, e de todo mundo estar em prol de me incentivar. &#8220;Cara, faz esse teu disco a\u00ed. Canta teu samba, canta o que tu quiser, porque \u00e9 bom&#8221;. E foi isso que aconteceu, cara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong><span>E \u00e9 engra\u00e7ado que muita gente que est\u00e1 falando de voc\u00ea hoje fala como um artista novo, n\u00e3o um cara que t\u00e1 a\u00ed h\u00e1 duas d\u00e9cadas.<\/span><\/strong><\/span>..<br \/>\nSe a gente entra num restaurante e v\u00ea um senhor de sessenta anos de idade&#8230; ele \u00e9 novo pra gente. \u00c9 a primeira vez que a gente o v\u00ea, n\u00e9? E a\u00ed, a gente tendo respeito por aquele idoso, quando ele conta algum causo a gente vai l\u00e1, fica quietinho e acaba conhecendo ele e v\u00ea que ele viveu sessenta anos, n\u00e9, meu? Do mesmo jeito que tem um monte de cara que j\u00e1 t\u00e1 velh\u00e3o, mas tem um monte de coisa pra falar. \u00c9 isso, e eu s\u00f3 agrade\u00e7o. Pessoal fala pra mim: &#8220;P\u00f4, ent\u00e3o, voc\u00ea \u00e9 um cara novo e tal&#8221;. Eu falo: &#8220;Muito obrigado por estar ouvindo minha m\u00fasica &#8211; gostando ou n\u00e3o gostando&#8221;. Pra mim \u00e9 uma honra. Voc\u00ea n\u00e3o imagina como \u00e9 que est\u00e1 meu cora\u00e7\u00e3o: cantar com a Banda Black Rio no dia que o Public Enemy tamb\u00e9m vai tocar. Os caras que est\u00e3o ali h\u00e1 tempos, s\u00e3o ativistas do rap, oper\u00e1rios do rap mesmo. Estar no meio de todas essas pessoas que fazem m\u00fasica. Artista independente \u00e9 aquele que leva a responsa, sabe? Eu j\u00e1 ralei, ralei, e ralo at\u00e9 hoje. Isso tudo pra mim \u00e9 muito bom. As pessoas est\u00e3o me dando oportunidades. O Emicida me convidou para o videoclipe dele, me deu uma oportunidade. O Instituto me convidou pra fazer outra coisa, me deu uma oportunidade. S\u00f3 tenho a agradecer mesmo. A hist\u00f3ria desse disco \u00e9 essa a\u00ed mesmo: um pouquinho de v\u00e1rias coisas. N\u00e3o tem muito o que inventar n\u00e3o, ou querer criar m\u00edstica. \u00c9 uma hist\u00f3ria simples de gente que est\u00e1 na luta.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9182 aligncenter\" title=\"criolo1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/criolo1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/criolo1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/criolo1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p>&#8211;  Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"..\/2011\/07\/blog\/\">Calmantes com Champagne<\/a><br \/>\n&#8211; Bruno Capelas (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/#!\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@noacapelas<\/a>) \u00e9 estudante de jornalismo e assina o blog <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pergunte ao Pop<\/a><br \/>\n&#8211; Fotos do Criolo por Liliane Callegari (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/licallegari\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@licallegari<\/a>), arquiteta e fot\u00f3grafa. Veja mais fotos <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a><\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m:<br \/>\n-&#8220;N\u00f3 na Orelha&#8221;, de Criolo, por Bruno Capelas. Assista tamb\u00e9m a tr\u00eas v\u00eddeos ao vivo (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/06\/15\/cd-no-na-orelha-criolo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p>Links:<br \/>\n&#8211; Festival Black na Cena: infos de ingressos, hor\u00e1rios e mais: <a href=\"http:\/\/www.blacknacena.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.blacknacena.com.br\/<\/a><br \/>\n&#8211; Baixe gratuitamente o disco de Criolo aqui: <a href=\"http:\/\/criolo.art.br\/criolononaorelhahotsite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/criolo.art.br\/criolononaorelhahotsite\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa e Bruno Capelas\nVoc\u00ea j\u00e1 experimentou contar quantos festivais de m\u00fasica vamos ter neste segundo semestre de 2011? 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