{"id":91497,"date":"2025-09-23T13:12:24","date_gmt":"2025-09-23T16:12:24","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=91497"},"modified":"2025-10-27T17:14:48","modified_gmt":"2025-10-27T20:14:48","slug":"story-of-the-year-novo-disco-vira-sem-politica-eles-avisam-sera-sobre-amor-perda-coracao-partido-voltar-as-raizes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/09\/23\/story-of-the-year-novo-disco-vira-sem-politica-eles-avisam-sera-sobre-amor-perda-coracao-partido-voltar-as-raizes\/","title":{"rendered":"Story of the Year: novo disco vir\u00e1 &#8220;sem pol\u00edtica&#8221;, eles avisam. &#8220;Ser\u00e1 sobre amor, perda, cora\u00e7\u00e3o partido. Voltar \u00e0s ra\u00edzes&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Lopes<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre o in\u00edcio dos anos 2000 e meados da d\u00e9cada, poucas bandas simbolizaram t\u00e3o bem a for\u00e7a da onda emo\/post-hardcore quanto o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/storyoftheyear\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Story of the Year<\/a>. Formada em St. Louis, Missouri, e com mais de 25 anos de estrada, o grupo explodiu em 2003 com o \u00e1lbum \u201cPage Avenue\u201d, disco que trouxe faixas como \u201cUntil the Day I Die\u201d e \u201cAnthem of Our Dying Day\u201d e rapidamente os colocou no mapa de grandes turn\u00eas internacionais. Desde ent\u00e3o, vieram mais cinco \u00e1lbuns: \u201cIn the Wake of Determination\u201d (2005), \u201cThe Black Swan\u201d (2008), \u201cThe Constant\u201d (2010), \u201cWolves\u201d (2017) e \u201cTear Me to Pieces\u201d (2023), consolidando um repert\u00f3rio que mescla melodia e peso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De volta ao Brasil ap\u00f3s mais de uma d\u00e9cada &#8211; a banda esteve aqui pela primeira vez em 2013 &#8211; o Story of the Year\u00a0 participou do I Wanna Be Tour, festival que celebrou o revival emo\/pop punk e reuniu nomes como Dead Fish, Fresno, The Maine, The Veronicas, Yellowcard, Good Charlotte e Fall Out Boy no final de agosto no Allianz Parque, em S\u00e3o Paulo (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/09\/03\/i-wanna-be-tour-2025-o-emo-esta-vivo-mas-cansado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">saiba como foi o show<\/a>). Para o quarteto, eventos como esse s\u00e3o mais do que nostalgia: \u00e9 um reencontro com os f\u00e3s que cresceram ouvindo seus discos e tamb\u00e9m uma chance de apresentar o material novo, produzido novamente ao lado de Colin Brittain (Linkin Park), que ajudou a resgatar elementos da fase inicial e combin\u00e1-los com a energia atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pouco antes do show no I Wanna Be Tour em S\u00e3o Paulo, o baterista Josh Wills e o guitarrista Ryan Phillips conversaram com o Scream &amp; Yell via Zoom sobre as lembran\u00e7as da \u00faltima visita ao Brasil, o impacto da nostalgia na cena emo, as diferen\u00e7as entre majors e selos independentes, o processo de composi\u00e7\u00e3o atual e, claro, o novo \u00e1lbum &#8211; que j\u00e1 est\u00e1 pronto para ver a luz do dia, mas segue sem data de lan\u00e7amento definida. Confira o papo abaixo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Story Of The Year - Ghost Signal.: Page Avenue | 1. And the Hero Will Drown\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/T4608qvjBvU?list=PLVI6lkD25SHjPz7Guc1YKWDujqCaWdIBZ\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas est\u00e3o? Voc\u00eas est\u00e3o em S\u00e3o Paulo agora, certo?<\/strong><br \/>\nJosh Wills: Estamos no Rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como est\u00e1 a cidade para voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nJosh Wills: Ah, est\u00e1 boa! Est\u00e1 \u00f3tima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ryan Phillips: Vamos fazer algumas coisas tur\u00edsticas hoje. Acho que vamos ao Cristo Redentor. Isso est\u00e1 bem no topo da lista. \u00c9 lindo. Talvez iremos \u00e0 praia. N\u00e3o sei ainda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Legal, legal. A \u00faltima vez que a banda veio ao Brasil foi em 2013. O que voc\u00eas lembram daquela viagem e o que parece diferente agora, voltando desta vez?<\/strong><br \/>\nRyan Phillips: O que parece mais diferente s\u00e3o os hot\u00e9is, que est\u00e3o bem melhores, e os shows, que est\u00e3o bem maiores. (risos). N\u00e3o, falando s\u00e9rio\u2026 Honestamente, os f\u00e3s daqui s\u00e3o incr\u00edveis. Foi uma experi\u00eancia super positiva. Os shows foram \u00f3timos, mas agora \u00e9 meio que outro n\u00edvel comparado \u00e0quela vez. Agora tem um festival enorme, bandas gigantes como o Fall Out Boy e tudo mais. Ent\u00e3o nos sentimos honrados de fazer parte disso tudo e estamos empolgados de estar aqui, cara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O festival I Wanna Be Tour re\u00fane v\u00e1rias bandas dos EUA e tamb\u00e9m desse revival do emo e do pop punk. Gostaria de saber o que voc\u00eas acham dessa onda de nostalgia. \u00c9 uma coisa boa? \u00c9 legal para voc\u00eas estarem em um festival assim? Como voc\u00eas veem o Story of The Year dentro desse contexto, tocando com essas bandas?<\/strong><br \/>\nJosh Wills: Sim, \u00e9 incr\u00edvel! Quero dizer, por falta de um termo melhor, \u00e9 como uma reuni\u00e3o com todos os nossos amigos daquela \u00e9poca. E eu n\u00e3o vejo problema nenhum em ser algo meio nost\u00e1lgico, porque como f\u00e3s de m\u00fasica, n\u00f3s tamb\u00e9m somos nost\u00e1lgicos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s bandas que amamos. Mas tamb\u00e9m temos nostalgia daquela \u00e9poca da nossa carreira, porque foi o que nos trouxe at\u00e9 aqui. E \u00e9 divertido. \u00c9 legal revisitar tudo isso com os amigos, as m\u00fasicas e tal. Mas se a nostalgia tamb\u00e9m traz pessoas para os shows, para nos ver agora e ouvir a nossa m\u00fasica nova, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o em que todos ganham. Ent\u00e3o estamos muito animados com isso, sem d\u00favida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ryan Phillips: N\u00f3s tamb\u00e9m temos muita nostalgia nisso tudo. A gente conversa todos os dias com f\u00e3s que cresceram ouvindo nosso primeiro \u00e1lbum, no come\u00e7o dos anos 2000 e tal. Mas \u00e0s vezes \u00e9 preciso lembrar que n\u00f3s tamb\u00e9m temos muita nostalgia desse per\u00edodo. N\u00f3s \u00e9ramos praticamente crian\u00e7as, sabe? E nossos maiores sonhos se realizaram. Mudamos para a Calif\u00f3rnia, conseguimos um contrato com uma gravadora e escrevemos um disco que mudaria nossas vidas. Sa\u00edmos em turn\u00ea. E quando tocamos aquelas m\u00fasicas e revisitamos aqueles discos antigos, tamb\u00e9m \u00e9 especial para n\u00f3s, cara. Foi um tempo muito especial, formativo para a gente. Eu acho muito legal celebrar isso. E tamb\u00e9m acho que isso fala de algo maior, da cultura. H\u00e1 uns cinco, seis anos, sinto que as pessoas vem desejando algo mais cru, mais aut\u00eantico, com mais emo\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea coloca, sei l\u00e1, um disco antigo do Taking Back Sunday, ouve \u201cCute Without the E\u201d e percebe que \u00e9 cru, com letras emocionais e poderosas. Acho que as pessoas sentiram falta disso, sabe? Acho muito legal que isso tenha voltado. As guitarras est\u00e3o de volta, a crueza est\u00e1 de volta, tudo isso. Claro que m\u00fasica e arte s\u00e3o c\u00edclicas, isso acontece. Mas acho que \u00e9 um momento incr\u00edvel para estar fazendo o que fazemos agora.<\/p>\n<figure id=\"attachment_91499\" aria-describedby=\"caption-attachment-91499\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91499\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/story2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/story2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/story2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91499\" class=\"wp-caption-text\"><em>Story of The Year no I Wanna Be Tour, em S\u00e3o Paulo \/ Foto de <a class=\"x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd\" tabindex=\"0\" role=\"link\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/novak.fotografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@novak.fotografia<\/a>\u00a0<a class=\"x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd\" tabindex=\"0\" role=\"link\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/taaavt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@taaavt<\/a><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda est\u00e1 ativa desde os anos 90. Gostaria de saber como o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o de voc\u00eas mudou ao longo dos anos.<\/strong><br \/>\nRyan Phillips: Acho que a maior diferen\u00e7a \u00e9 que, quando \u00e9ramos moleques, n\u00e3o t\u00ednhamos dinheiro. N\u00e3o t\u00ednhamos equipamentos como o Pro Tools nem nada disso. A gente simplesmente se reunia numa sala e escrevia. Todos trabalh\u00e1vamos em outros empregos e depois \u00edamos ensaiar e compor juntos. Avan\u00e7ando para hoje, em que estamos em turn\u00ea e cada um tem sua vida pessoal e tudo mais, muita m\u00fasica \u00e9 escrita separadamente e, depois, quando entramos no est\u00fadio, juntamos tudo. Essa \u00e9 a maior diferen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea disse, quando voc\u00eas eram mais novos, voc\u00eas n\u00e3o tinham muitos recursos. Mas j\u00e1 estiveram em uma grande gravadora como a Maverick Records, depois em uma independente, e agora est\u00e3o na Sharptone, certo? Qual diferen\u00e7a voc\u00eas perceberam entre essas experi\u00eancias, estar em uma major e depois em uma indie?<\/strong><br \/>\nRyan Phillips: Vou te dar uma resposta bem real, t\u00e1? Estamos muito felizes com nossa gravadora. Eles acreditam na gente, s\u00e3o pessoas incr\u00edveis. Mas a principal diferen\u00e7a se resume ao dinheiro. Gravadoras grandes t\u00eam muito mais dinheiro. E muito mais recursos. Gosto de pensar que voc\u00ea tem mais liberdade em uma gravadora menor. E no nosso \u00faltimo disco com a Sharptone, ficamos 100% felizes. Tivemos uma \u00f3tima rela\u00e7\u00e3o, foi \u00f3timo. Mas eles gastam o mesmo tipo de dinheiro que gastam com a Taylor Swift ou algu\u00e9m assim? N\u00e3o. (risos) Ent\u00e3o essa \u00e9 a diferen\u00e7a. Mas, cara, estamos felizes s\u00f3 de ainda poder fazer disso o nosso trabalho. Se consigo sustentar meus filhos e fazer o que amo, j\u00e1 estamos vencendo, sabe?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00faltimo disco saiu em 2023, mas voc\u00eas j\u00e1 est\u00e3o trabalhando em um novo \u00e1lbum, certo?<\/strong><br \/>\nJosh Wills: Ele est\u00e1 pronto!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ryan Phillips: Est\u00e1 pronto. Pront\u00edssimo, senhor!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Podem falar mais sobre ele? Sei que voc\u00eas trabalharam com o Colin Brittain, que tamb\u00e9m trabalhou com o Linkin Park e com voc\u00eas no \u00faltimo disco. Gostaria de saber o que voc\u00eas sentem que ele acrescenta ao som da banda.<\/strong><br \/>\nJosh Wills: O Colin \u00e9 muito, muito bom em m\u00fasica. Ele \u00e9 muito talentoso, um grande compositor. Mas acho que, para n\u00f3s, o fato \u00e9 que ele era f\u00e3 da nossa banda quando era mais jovem. Ent\u00e3o, uma das coisas que aconteceram foi: mostr\u00e1vamos m\u00fasicas para ele enquanto escrev\u00edamos, e ele, como f\u00e3 da banda, conseguia pensar \u201colha, \u00e9 isso que os f\u00e3s querem ouvir de voc\u00eas agora\u201d. E ele ajudou a guiar esse processo, trazendo de volta elementos da nossa primeira fase, mas fundindo isso com um som novo e mais&#8230; qual seria a palavra?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ryan Phillips [complementando]: O Colin \u00e9 uma das pessoas mais talentosas com quem j\u00e1 estive numa sala. E al\u00e9m desse talento, ele tinha uma vis\u00e3o muito clara do que achava que dever\u00edamos fazer. Ent\u00e3o, como o Josh disse, mostr\u00e1vamos uma m\u00fasica e ele dizia: \u201cOlha, est\u00e1 \u00f3tima, mas esse terceiro acorde n\u00e3o \u00e9 algo que o Story of the Year tocaria. O Story of the Year que eu ouvia tocaria esse outro acorde\u201d. E a gente ficava tipo \u201cCaralho, ele est\u00e1 certo\u201d (risos). Tipo, \u201cValeu, Colin\u201d. Ent\u00e3o, foram v\u00e1rias decis\u00f5es assim. Ele tamb\u00e9m trabalhou muito com o Dan, na voz dele, tirando um pouco do punk rock e trazendo de volta aquela energia juvenil. Eu poderia falar meia hora sobre todos os ajustes que ele fez para nos ajudar a criar esse disco. N\u00e3o poderia ter dado mais certo. E ele tamb\u00e9m produziu o novo \u00e1lbum que acabamos de finalizar. Voltamos a trabalhar com ele exatamente por esse motivo. O disco est\u00e1 pronto. N\u00e3o podemos falar muito ainda, mas as pessoas devem ficar atentas.<\/p>\n<figure style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/iwanna3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><em>O vocalista Dan Marsala no I Wanna Be Tour \/ Foto de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bmaisca\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@bmaisca<\/a><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Entendo que voc\u00eas n\u00e3o podem falar muito sobre o novo \u00e1lbum, mas quais foram as principais inspira\u00e7\u00f5es e temas das novas m\u00fasicas?<\/strong><br \/>\nRyan Phillips: Acho que \u00e9 basicamente a mesma coisa do \u00faltimo \u00e1lbum, para ser honesto. Boas m\u00fasicas, sabe? Meio estranho falar isso, mas: sem pol\u00edtica, sabe? Nada de quest\u00f5es mundiais. Acho que agora, mais do que nunca, as pessoas querem ouvir m\u00fasica desse g\u00eanero para escapar dessas merdas. Tivemos alguns discos em que nos envolvemos muito em pol\u00edtica, mas o \u00faltimo foi um retorno aos dias do \u201cPage Avenue\u201d, com m\u00fasicas sobre amor, perda, cora\u00e7\u00e3o partido. Esse \u00faltimo foi um retorno \u00e0s origens, e esse novo \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o disso. \u00c9 voltar \u00e0s ra\u00edzes, se \u00e9 que faz sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ent\u00e3o, depois da I Wanna Be Tour aqui no Brasil, o que vem a seguir para voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nJosh Wills: Bom, voltamos para casa. Temos alguns festivais nos Estados Unidos. Depois fazemos o When We Were Young em outubro. E anunciamos uma turn\u00ea conjunta com nossos amigos do Senses Fail, tamb\u00e9m nos EUA. No ano que vem, tem mais turn\u00eas. Vamos participar do cruzeiro Emo\u2019s Not Dead em janeiro e depois do festival Parkway Drive, na Austr\u00e1lia, durante um m\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ryan Phillips: Temos muitas turn\u00eas pela frente. Quando voc\u00ea fala em voz alta, eu penso e fico tipo: \u201cCaralho\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Josh Wills: Sim. Ent\u00e3o temos muita coisa chegando. O \u00e1lbum vai ser lan\u00e7ado em algum momento, e a partir disso vamos fazer ainda mais turn\u00eas. O ano que vem vai ser muito movimentado para a gente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas sabem se o novo disco sai ainda este ano ou s\u00f3 no pr\u00f3ximo?<\/strong><br \/>\nRyan Phillips: No pr\u00f3ximo. Vamos come\u00e7ar a lan\u00e7ar m\u00fasicas novas em breve. Mas sobre a data de lan\u00e7amento&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Josh Wills: N\u00e3o sei se j\u00e1 temos uma data exata. Mas o \u00e1lbum completo sai em algum momento do come\u00e7o do ano que vem\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ryan Phillips: Ser\u00e1 que sai mesmo? Vai saber (risos)!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Story of the Year - Terrified\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eK8HevGAolE?list=PLB017E75AE38F7DC2\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Alexandre Lopes (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@ociocretino<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ociocretino.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.ociocretino.blogspot.com.br<\/a>.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Meio estranho falar isso, mas: sem pol\u00edtica, sabe? Nada de quest\u00f5es mundiais. 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