{"id":91018,"date":"2025-09-06T00:11:16","date_gmt":"2025-09-06T03:11:16","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=91018"},"modified":"2025-09-25T00:34:48","modified_gmt":"2025-09-25T03:34:48","slug":"goiania-noise-2025-dia-1-abajur-always-on-brilha-swave-agita-e-ousel-carne-doce-se-consagram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/09\/06\/goiania-noise-2025-dia-1-abajur-always-on-brilha-swave-agita-e-ousel-carne-doce-se-consagram\/","title":{"rendered":"Goi\u00e2nia Noise 2025, Dia 1: Abajur Always On brilha, Swave agita e Ousel &#038; Carne Doce se consagram"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Lopes<\/a><br \/>\nfotos de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nataliamichalzuk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nat\u00e1lia Michalzuk<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr\u00eas d\u00e9cadas depois de nascer do underground goiano, o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=Goiania+Noise\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Goi\u00e2nia Noise Festival<\/a> come\u00e7ou sua edi\u00e7\u00e3o de 2025 na quinta-feira, 4 de setembro. Na abertura, uma programa\u00e7\u00e3o gratuita no Centro Cultural Martim Cerer\u00ea reunindo seis bandas (cinco delas locais e uma paulistana) que serviu como experimento e cart\u00e3o de visitas para o que est\u00e1 por vir: a pluralidade de um evento que insiste em se reinventar sem perder sua tradi\u00e7\u00e3o roqueira de resist\u00eancia e celebra\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n<figure id=\"attachment_91023\" aria-describedby=\"caption-attachment-91023\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91023\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A9964.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A9964.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A9964-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91023\" class=\"wp-caption-text\"><em>Sangra D\u2019\u00c1gua<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem abriu os trabalhos foi a <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/sangradaagua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sangra D\u2019\u00c1gua<\/a>, representante da nova cena goiana. Formada em 2023, a banda apresentou uma mistura de rock, nuances de jazz e psicodelia. Mariana Barros (voz), Lucas Rom\u00e3o (baixo\/voz), Raul Freitas (guitarra) e Adriano Abreu (bateria) subiram ao palco Pygu\u00e1 acompanhados de um tecladista, o que permitiu a Mariana dedicar-se exclusivamente ao vocal e \u00e0 intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico. Talvez por isso ela tenha insistido demais em instigar moshes da plateia &#8211; que n\u00e3o chegaram a se concretizar no p\u00fablico ainda t\u00edmido do in\u00edcio da noite. No repert\u00f3rio, destacaram-se as in\u00e9ditas \u201cCoroa de Flores\u201d e \u201cSe Esconda Nessa M\u00e1scara\u201d, que apontam para uma nova fase na sonoridade da banda, diferente do EP \u201cDesenlace\u201d, lan\u00e7ado h\u00e1 um ano.<\/p>\n<figure id=\"attachment_91022\" aria-describedby=\"caption-attachment-91022\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91022\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A0588.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A0588.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A0588-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91022\" class=\"wp-caption-text\"><em>Abajur Always On<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia, o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/abajuralwayson\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Abajur Always On<\/a> surpreendeu. Inicialmente um duo formado por Virg\u00ednia Per\u00ea e Lu\u00eds Feitoza, o grupo subiu ao palco Ygu\u00e1 em trio, com Lu\u00eds assumindo baixo e teclados, enquanto Virg\u00ednia transitava entre viol\u00e3o, guitarra e falsetes marcantes no microfone, sustentados pela bateria precisa de Renato Marciano. Alternando can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas e ingl\u00eas, a banda apresentou um som que passeava pelo experimental e o pop, mesclando indie rock \u00e0 la Radiohead com jazz livre e compassos que fogem do \u00f3bvio. O set acabou com \u201cNo Alcance de Mim\u201d, primeira faixa que o trio lan\u00e7ou nas plataformas digitais. Foi o suficiente para mostrar que o Abajur Always On \u00e9 uma banda interessante para ficar de olho nos pr\u00f3ximos passos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Abajur Always On - No Alcance de Mim\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9qXL4yP1mFg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O clima esquentou com a entrada da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/idosdemarco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Idos de Mar\u00e7o<\/a>, banda goiana de emo formada em 2019. Com letras confessionais e entrega no palco, o quinteto apresentou faixas do EP \u201cinfamiliar\u201d (2025), em um show que equilibrava melodia e peso, com destaque para \u201cPartes de Mim S\u00e3o de Argila&#8221;. O p\u00fablico acompanhou o entusiasmo da banda, apresentando o primeiro show mais numeroso da noite. Al\u00e9m disso, uma cena curiosa chamou aten\u00e7\u00e3o: uma crian\u00e7a de cerca de oito anos assistia o show, dan\u00e7ando durante as m\u00fasicas e gritando \u201coh yeah\u201d entre as faixas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_91020\" aria-describedby=\"caption-attachment-91020\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91020\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A0758.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A0758.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A0758-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91020\" class=\"wp-caption-text\"><em>Idos de Mar\u00e7o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seguida, o bonito dream pop da Ousel trouxe um clima sublime e contemplativo para o Goi\u00e2nia Noise. A vocalista Tha\u00eds Michelone chegou a dizer que n\u00e3o parecia, mas que eles estavam muito felizes de estar ali e pediu desculpas pela introspec\u00e7\u00e3o da banda. A verdade \u00e9 que a Ousel nem precisava de uma presen\u00e7a mais assertiva: a execu\u00e7\u00e3o precisa, os arranjos delicados e as camadas instrumentais prenderam a aten\u00e7\u00e3o da plateia, que viajou com as m\u00fasicas novas em portugu\u00eas que far\u00e3o parte do pr\u00f3ximo EP do grupo. Entre guitarras atmosf\u00e9ricas, vocais et\u00e9reos e timbres que deixariam David Gilmour com um sorriso no rosto, ficou claro que a Ousel j\u00e1 tinha subido ao palco com o jogo ganho, com v\u00e1rios integrantes das outras bandas presentes para assistir a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ousel - Maya no Goi\u00e2nia Noise 2025\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nicYOaJL2Qw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se a Ousel poderia ser quietinha demais para alguns, a paulista <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/07\/05\/entrevista-e-uma-merda-depender-de-algoritmos-diz-murilo-benites-da-swave-que-esta-lancando-foi-o-que-deu-pra-fazer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">swave<\/a> (que se pronuncia \u201csuave\u201d, vejam s\u00f3) se mostrou exatamente o contr\u00e1rio. Formada por m\u00fasicos experientes &#8211; como Cris Botarelli e Rafael Brasil (Far From Alaska), Murilo Benites e Andr\u00e9 Dea (ex-Violet Soda), al\u00e9m da vocalista Aline Mendes -, a banda despejou um power punk pop bem contagiante e direto, chegando a lembrar algo da energia dos suecos do The Hives em certos momentos. Carism\u00e1tica, Aline n\u00e3o parou quieta: interagiu com o p\u00fablico do come\u00e7o ao fim, desceu at\u00e9 a galera, puxou movimentos e chegou a escalar a torre de som no encerramento, com &#8220;J\u00e1 Foi\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_91019\" aria-describedby=\"caption-attachment-91019\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91019\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1235.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1235.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1235-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91019\" class=\"wp-caption-text\"><em>swave<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de alguns probleminhas de microfonia por conta de sua agita\u00e7\u00e3o no palco, o grupo fez o show mais empolgante da noite. Em dado momento do show, Murilo foi ao microfone para dizer que na noite anterior a banda tocou em Bras\u00edlia e n\u00e3o sabe como, pois Aline deu entrada no hospital sem voz e estava ali segurando a bronca novamente, como se nada tivesse acontecido. Outro fato que chamou aten\u00e7\u00e3o foi que o p\u00fablico feminino na plateia aumentou bastante durante o show da swave, como se a gera\u00e7\u00e3o atual estivesse procurando uma nova frontwoman para se engajar e se identificar. Ou ser\u00e1 que precisamos somente de \u00eddolas gringas como a Amy Taylor?<\/p>\n<figure id=\"attachment_91024\" aria-describedby=\"caption-attachment-91024\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91024\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/swave2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/swave2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/swave2-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91024\" class=\"wp-caption-text\"><em>swave<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Encerrando a programa\u00e7\u00e3o, o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=carne+doce\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Carne Doce<\/a> reafirmou seu lugar como maior banda goiana da \u00faltima d\u00e9cada &#8211; ou ao menos naquela noite. Antes mesmo de acabar a apresenta\u00e7\u00e3o do swave, uma fila j\u00e1 come\u00e7ava a se formar na frente da porta de acesso ao palco Ygu\u00e1. Quando Salma J\u00f4 (voz), Macloys Aquino (guitarra), Jo\u00e3o Victor Santana (guitarra e sintetizadores), Aderson Maia (baixo) e Frederico Valle (bateria) iniciaram o show, um p\u00fablico cada vez maior entrava para ver a \u00faltima atra\u00e7\u00e3o da noite. O Carne Doce n\u00e3o se intimidou e come\u00e7ou seu set com &#8220;Princesa\u201d, &#8220;Hater\u201d e se deu o luxo de enfiar um cover de \u201cGimme All Your Love\u201d, do Alabama Shakes. N\u00e3o precisava, pois o p\u00fablico sabia as letras das can\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias e cantou &#8220;Comida Amarga&#8221; e &#8220;Brincadeira\u201d em coro. A presen\u00e7a de int\u00e9rprete de Libras foi um diferencial, ampliando a acessibilidade da performance. Com mulheres dominando a linha de frente da plateia &#8211; inclusive com direito a f\u00e3 passando mal com queda de press\u00e3o na grade &#8211; e a banda em plena forma, o encerramento foi apote\u00f3tico, com uma vers\u00e3o de \u201cApocalypse Dreams\u201d (Tame Impala) com \u201cA\u00e7a\u00ed\u201d, resultando numa jam barulhenta e repetitiva que incluiu uma cita\u00e7\u00e3o inesperada de \u201cIron Man\u201d, do Black Sabbath. Em algum lugar, Ozzy sorria com a homenagem.<\/p>\n<figure id=\"attachment_91026\" aria-describedby=\"caption-attachment-91026\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-91026 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1759.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1759.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1759-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91026\" class=\"wp-caption-text\"><em>Carne Doce<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">E assim terminou a primeira noite do Goi\u00e2nia Noise 2025: entre bandas recentes suando para provar seu valor e veteranos mostrando que ainda t\u00eam muito barulho a fazer. Um mosaico de gera\u00e7\u00f5es, costurado pelo rock independente goiano, que revelou o que j\u00e1 funciona e que tamb\u00e9m serve como laborat\u00f3rio do que ainda est\u00e1 por vir. Amanh\u00e3, a cidade volta a pulsar, e o Noise segue sua trajet\u00f3ria ruidosa e apaixonante.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/noise-2025\/\" rel=\"noopener\"><em>Saiba como foram os outros dias do Goi\u00e2nia Noise 2025<\/em><\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-91021\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1856.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1856.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1N5A1856-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><em>\u2013 Alexandre Lopes (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@ociocretino<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ociocretino.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.ociocretino.blogspot.com.br<\/a>.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Primeira noite do Noise foi um mosaico de gera\u00e7\u00f5es, costurado pelo rock independente goiano, que revelou o que j\u00e1 funciona e que tamb\u00e9m serve como laborat\u00f3rio do que ainda est\u00e1 por vir.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/09\/06\/goiania-noise-2025-dia-1-abajur-always-on-brilha-swave-agita-e-ousel-carne-doce-se-consagram\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":101,"featured_media":91025,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7854,937,289,7856,7862,7136,7855,7788],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91018"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/101"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=91018"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91018\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":91167,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91018\/revisions\/91167"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/91025"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=91018"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=91018"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=91018"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}