{"id":90417,"date":"2025-08-02T00:02:53","date_gmt":"2025-08-02T03:02:53","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=90417"},"modified":"2025-09-08T12:16:17","modified_gmt":"2025-09-08T15:16:17","slug":"assista-gig-gerais-por-dentro-dos-festivais-underground-de-minas-gerais-documentario-de-rodrigo-carvalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/08\/02\/assista-gig-gerais-por-dentro-dos-festivais-underground-de-minas-gerais-documentario-de-rodrigo-carvalho\/","title":{"rendered":"Assista: \u201cGig Gerais &#8211; Por Dentro dos Festivais Underground de Minas Gerais\u201d, document\u00e1rio de Rodrigo Carvalho"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cena undeground brasileira pode n\u00e3o estar na capa de jornais ou em destaque em programas de televis\u00e3o, mas ela \u00e9 extremamente ativa, criativa e potente. Como escreveu certa vez o jornalista Homero Pivotto Jr., <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/03\/27\/assista-a-this-is-canoas-not-poa-doc-sobre-o-rock-independente-de-canoas-rs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui mesmo no Scream &amp; Yell<\/a>, \u201cas cenas locais de m\u00fasica independente em distintas cidades compartilham mais afinidades do que diferen\u00e7as\u201d. Por isso, documentar essas cenas \u00e9 de suma import\u00e2ncia, n\u00e3o s\u00f3 como registro, mas como refor\u00e7o de comprometimento, de ideais e de resist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa toada, a cena mineira ganha um valioso registro com \u201cGig Gerais &#8211; Por Dentro dos Festivais Underground de Minas Gerais\u201d (2025), document\u00e1rio de Rodrigo Carvalho que potencializa iniciativas realizadas por coletivos de produ\u00e7\u00e3o de festivais no estado voltados ao metal extremo e ao punk\/hardcore como <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/kasa.soul\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Kasa Soul<\/a>\u202f(Divin\u00f3polis), <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/institutohelenagreco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto Helena Greco<\/a> (BH), <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/setelagoasunderground\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sete Lagoas Undeground<\/a> (Sete Lagoas), <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/coletivo.grindisgraca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Coletivo Grindisgra\u00e7a<\/a> (BH),\u202f <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/furia.coletiva\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">F\u00faria Coletiva<\/a> (BH), <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rock.generator\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rock Generator<\/a>\u202f(Ouro Preto) e Bom Despacho Underground (Bom Despacho), entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Produzido pelo coletivo <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/undergroundnoisefest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Underground Noise Fest<\/a> (Sete Lagoas) com edi\u00e7\u00e3o e filmagem de\u202f Davidson Mainart\u202f(baixista do Eminence) e disponibilizado gratuitamente no Youtube (assista abaixo), \u201cGig Gerais\u201d promove um olhar interno de cada coletivo, apresentando, em min\u00facias, seus respectivos modus operandi que, de forma geral, v\u00e3o muito al\u00e9m da m\u00fasica em si, pois articulam, em paralelo, diversas a\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-sociais visando transformar e conscientizar o p\u00fablico. O longa aborda os desafios de se atuar em tempos nos quais o combate a ideias reacion\u00e1rios s\u00e3o atua\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista abaixo, feita por e-mail, Rodrigo fala sobre o processo de produ\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio, a import\u00e2ncia das leis de incentivo, o mercado independente mineiro (\u201cAcredito que h\u00e1 uma esp\u00e9cie de \u2018sobreviv\u00eancia coletiva\u2019\u201d), o papel do underground em tempos de ideais reacion\u00e1rios (\u201cAcreditamos que tudo \u00e9 pol\u00edtico e n\u00e3o tem por que no meio underground, um pequeno recorte da sociedade, ser diferente\u201d) e a busca por um novo p\u00fablico e de alternativas para fazer com que os eventos ocorram de forma sustent\u00e1vel, entre outras coisas. Assista ao doc e leia o papo abaixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Ps. No final do texto, assista aos tr\u00eas primeiros epis\u00f3dios do podcast &#8220;Fale Voc\u00ea Mesmo&#8221;<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Gigs Gerais - Por Dentro dos Festivais Underground de Minas Gerais\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xiZwQVYQupc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu a ideia de produzir o document\u00e1rio \u201cGig Gerais\u201d? Houve um estopim ou foi algo que nasceu da conviv\u00eancia com a cena?<\/strong><br \/>\nA ideia veio mesmo da conviv\u00eancia com a cena. Estar inteiramente inserido neste contexto despertou o interesse em contar a hist\u00f3ria de que anda pelos bastidores da produ\u00e7\u00e3o underground. Outro ponto preponderante tamb\u00e9m, que fa\u00e7o quest\u00e3o de destacar, foi o investimento em cultura que estamos vivendo por parte do atual governo federal. Leis de incentivo &#8211; como a Lei Paulo Gustavo e a Pol\u00edtica Nacional Aldir Blanc &#8211; serviram de propulsoras para tirar essa ideia do papel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O filme aborda uma ampla gama de coletivos espalhados por Minas Gerais. Como se deu a curadoria dessas iniciativas? Houve algum crit\u00e9rio espec\u00edfico para definir quem entraria no recorte do document\u00e1rio?<\/strong><br \/>\nQueria registrar o m\u00e1ximo de estilos e coletivos poss\u00edveis, seja na quest\u00e3o da vertente, formato de produ\u00e7\u00e3o, composi\u00e7\u00e3o do coletivo. Como crit\u00e9rio defini que fossem coletivos que estivem na ativa e cujos representantes fossem pessoas que tenham uma vis\u00e3o de mundo inclusiva, antifascista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A cena underground mineira \u00e9 retratada como diversa, plural e politizada. O quanto essa articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica foi algo que voc\u00ea quis enfatizar desde o in\u00edcio do projeto?<\/strong><br \/>\nSempre que tivermos a oportunidade de reafirmar essas posi\u00e7\u00f5es, iremos fazer. O pr\u00f3prio Underground Noise Fest foi criado num contexto pol\u00edtico de golpe em 2016 e j\u00e1 era not\u00f3rio que o fascismo estava em ascens\u00e3o no Brasil e no mundo. Acreditamos que tudo \u00e9 pol\u00edtico e n\u00e3o tem por que no meio underground, um pequeno recorte da sociedade, ser diferente. Logo n\u00e3o vejo problema em estar passando o recado para o pessoal que frequenta os eventos. Fico feliz em poder registrar tantos coletivos diversos e n\u00e3o ter dificuldades em encontrar posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas firmadas de uma maneira t\u00e3o clara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na sua opini\u00e3o, qual \u00e9 o papel da m\u00fasica extrema nesse cen\u00e1rio de resist\u00eancia?<\/strong><br \/>\nUma coisa est\u00e1 atrelada a outra. T\u00e3o importante quanto promover o som \u00e9 poder impactar de forma pr\u00e1tica o meio ao qual vivemos e o document\u00e1rio conseguiu registrar bem essas iniciativas. N\u00e3o s\u00f3 a m\u00fasica extrema, mas a arte em geral tem a fun\u00e7\u00e3o de mudar o nosso meio seja atrav\u00e9s da mensagem difundida, seja atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es organizadas por estes coletivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais foram os maiores desafios de produ\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio?<\/strong><br \/>\nO maior desafio, na minha opini\u00e3o, foi a quest\u00e3o de agenda. Foi bastante dif\u00edcil conciliar a disponibilidade do entrevistado, com a loca\u00e7\u00e3o, com o cinegrafista e a minha. Muitas vezes uma variante n\u00e3o batia e toda a agenda era modificada e nisto os prazos iam se apertando. Um segundo ponto foi como editar tanto material para que coubesse em um certo limite de tempo de dura\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo que se tornasse interessante e n\u00e3o cansativo. Isso inclusive impactou em n\u00e3o entrevistar coletivos que em um plano inicial estavam inclusos, mas por outro lado abre brecha para tentar, quem sabe, uma parte dois do document\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Muitos dos coletivos retratados enfrentam dificuldades para manter a cena ativa e sustent\u00e1vel. O filme aponta alternativas, mas houve algo que te surpreendeu positivamente nesse sentido?<\/strong><br \/>\nUma dificuldade quase que un\u00e2nime foi a financeira, fazer os eventos serem vi\u00e1veis economicamente \u00e9 praticamente o desafio de todos. O underground est\u00e1 muito mais organizado e profissional, temos acesso a melhores backlines, por exemplo, mas isso eleva o custo para se fazer um evento. V\u00e1rias bandas exigem com raz\u00e3o uma ajuda de custo m\u00ednima e que muitas vezes nem cobre o investimento da banda e foi-se o tempo em que se tocava por bebida e um colch\u00e3o na casa de um brother. Dentre as alternativas citadas e algumas j\u00e1 em pr\u00e1tica, \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de \u201ccoletivos dos coletivos\u201d, cria\u00e7\u00e3o de rotas dentro de Minas Gerias e o compartilhamento de backline entre os coletivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea acredita que existe uma esp\u00e9cie de \u201cconsci\u00eancia coletiva\u201d entre essas iniciativas mesmo em cidades distantes?<\/strong><br \/>\nAcredito que h\u00e1 uma esp\u00e9cie de \u201csobreviv\u00eancia coletiva\u201d. Mesmo com essas iniciativas de colabora\u00e7\u00e3o a cena como um todo tem dificuldades para se manter, logo sem essas a\u00e7\u00f5es seria muito mais dif\u00edcil continuar o rol\u00ea. Com o passar do tempo e a manuten\u00e7\u00e3o dos eventos no sentido de periodicidade, faz com que se crie instintivamente uma s\u00e9rie de condutas que tendem a garantir ao m\u00e1ximo a colabora\u00e7\u00e3o com todos os envolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com a ascens\u00e3o de ideais reacion\u00e1rios no Brasil nos \u00faltimos anos, como voc\u00ea percebe o papel da cena underground como contraponto pol\u00edtico e cultural?<\/strong><br \/>\nAcho que a cena underground nunca perdeu essa fun\u00e7\u00e3o. O que infelizmente temos agora, justamente como mencionado, \u00e9 a ascens\u00e3o do reacionarismo, fazendo com que as posi\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias a estas ideias sejam entoadas de forma mais veemente. Por\u00e9m o underground nunca deixou de se posicionar do lado certo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A colabora\u00e7\u00e3o com Davidson Mainart, baixista do Eminence, foi essencial para a constru\u00e7\u00e3o do filme. Como foi essa parceria e de que maneira a viv\u00eancia dele na m\u00fasica pesou na est\u00e9tica do document\u00e1rio?<\/strong><br \/>\nO Davidson \u00e9 um grande amigo de longa data. Para quem n\u00e3o sabe, ele \u00e9 conterr\u00e2neo de Sete Lagoas e temos mais de 20 anos de amizade. Na primeira edi\u00e7\u00e3o do Underground Noise Fest, l\u00e1 em 2016, ele j\u00e1 estava trabalhando com audiovisual e foi um grande incentivador para que eu sempre registrasse o evento, e de l\u00e1 para c\u00e1 foram v\u00e1rios os trabalhos em parceria. Al\u00e9m da viv\u00eancia na m\u00fasica, que de fato contribuiu para o sucesso do document\u00e1rio, o Davidson tem uma larga experi\u00eancia no audiovisual, trabalhando com artistas renomados em todo o Brasil, e essa bagagem foi primordial para a est\u00e9tica do document\u00e1rio. A parte de fotografia no geral, anima\u00e7\u00f5es, praticamente toda a trilha sonora, foi um trabalho minucioso do Davidson. Sugiro a quem queira produzir algum tipo de material audiovisual <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/davidsonmainart\/?hl=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">que d\u00ea uma pesquisa no vasto curr\u00edculo dele<\/a>, trampo de qualidade e acess\u00edvel ao underground. J\u00e1 estamos tramando os pr\u00f3ximos trabalhos!!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O t\u00edtulo \u201cGig Gerais\u201d \u00e9, ao me ver, potente e simb\u00f3lico. Como voc\u00eas chegaram a esse nome e o que ele representa para voc\u00ea?<\/strong><br \/>\nConfesso que, at\u00e9 os 45 do segundo tempo, o document\u00e1rio ainda n\u00e3o tinha nome. Jogando na roda tudo quanto \u00e9 tipo de nome que vinha na cabe\u00e7a, resolvi buscar ajuda de algu\u00e9m que n\u00e3o estava inserido diretamente no processo e o Derlone (do coletivo Sete Lagoas Underground) sugeriu o Gigs Gerais. Mesmo em cima da hora o nome ainda ficou no stand-by, mas dentre os v\u00e1rios sugeridos este foi o que soou melhor. Ele faz um trocadilho com Minas Gerais, ao mesmo que representa todo o estado e representa tamb\u00e9m o rol\u00ea em si. Deixar claro que o document\u00e1rio era sobre o nosso estado era um dos objetivos principais do trabalho e \u201cGigs Gerais\u201d atendeu com sobra este objetivo. Por mais que os coletivos apresentados em sua grande maioria estejam concentrados na regi\u00e3o central de Minas Gerais, o nome nos d\u00e1 margem para uma parte dois e percorrer com tranquilidade por outras regi\u00f5es do estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea acredita que o filme pode servir como inspira\u00e7\u00e3o para outras regi\u00f5es organizarem suas cenas ou documentarem seus movimentos?<\/strong><br \/>\nTe confesso que n\u00e3o foi essa a inten\u00e7\u00e3o em um primeiro momento, mas se isso acontecer ficaria muito feliz. Quanto mais pessoas produzindo no underground, seja qual for a maneira, como audiovisual, bandas, eventos, merchandising, p\u00e1ginas, zines, selos etc, o movimento s\u00f3 tem a ganhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que voc\u00ea espera que o p\u00fablico \u2013 especialmente quem n\u00e3o est\u00e1 diretamente envolvido com o underground \u2013 leve consigo ap\u00f3s assistir ao filme?<\/strong><br \/>\nQue o p\u00fablico de uma maneira geral compreenda o grande esfor\u00e7o que h\u00e1 por tr\u00e1s de quando se chega a em um evento e encontra ele pronto. O quanto h\u00e1 de trabalho s\u00e9rio, hist\u00f3rias, dedica\u00e7\u00e3o e sonhos envolvidos por tr\u00e1s de tudo. E outra coisa que mais espero \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o, mas valoriza\u00e7\u00e3o no sentido de comparecimento presencial, sair da internet, sair das reclama\u00e7\u00f5es, dar espa\u00e7o para o novo, isso sim \u00e9 valorizar!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para fechar: quais os pr\u00f3ximos passos? H\u00e1 planos de exibir o filme em mais festivais ou pensar em uma sequ\u00eancia, talvez abordando outras regi\u00f5es ou desdobramentos da cena mineira?<\/strong><br \/>\nO document\u00e1rio foi exibido na Mostra Grampo, em Ouro Preto e estamos abertos a convites! Uma sequ\u00eancia est\u00e1 sendo planejada, Minas Gerais \u00e9 muito grande e h\u00e1 muita gente legal com boas iniciativas trabalhando s\u00e9rio em todo o estado, espero conseguir abranger mais regi\u00f5es e dar visibilidade a mais coletivos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fale Voc\u00ea Mesmo - Ep. 01 - S\u00e9rgio &quot;Chegado&quot;\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/k43u5FDEADs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fale Voc\u00ea Mesmo - Ep. 02 - Pecado &amp; Mentira\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HakaEM_0244?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fale Voc\u00ea Mesmo - Ep. 03 - Rafa &amp; Erick &quot;Pinguim&quot;\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dtzpWJ4qdBs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a>.\u00a0<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A cena mineira ganha um importante registro com \u201cGig Gerais\u201d (2025), document\u00e1rio de Rodrigo Carvalho que potencializa iniciativas realizadas por coletivos de produ\u00e7\u00e3o de festivais no estado\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/08\/02\/assista-gig-gerais-por-dentro-dos-festivais-underground-de-minas-gerais-documentario-de-rodrigo-carvalho\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":90419,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90417"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=90417"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90417\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":90421,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90417\/revisions\/90421"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/90419"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=90417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}