{"id":90030,"date":"2025-06-28T23:26:17","date_gmt":"2025-06-29T02:26:17","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=90030"},"modified":"2025-07-31T00:30:51","modified_gmt":"2025-07-31T03:30:51","slug":"entrevista-mukeka-di-rato-chega-nas-tres-decadas-com-disco-novo-e-fala-sobre-generais-de-fralda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/28\/entrevista-mukeka-di-rato-chega-nas-tres-decadas-com-disco-novo-e-fala-sobre-generais-de-fralda\/","title":{"rendered":"Entrevista: Mukeka di Rato chega nas tr\u00eas d\u00e9cadas com disco novo, e fala sobre \u201cGenerais de Fralda\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2025, o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/mukekadirato_oficial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mukeka di Rato<\/a> chega nas tr\u00eas d\u00e9cadas de estrada com um disco novo, \u201c<a href=\"https:\/\/mukekadirato.lnk.to\/GeneraisdeFraldaWE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Generais de Fralda<\/a>\u201d, nono registro da banda formada em 1995 em Vila Velha, ES, por Brek (bateria), Mozine (baixo e vocal) e Paulista (guitarra e vocal) mais Fepas, que entrou no grupo em 2021 assumindo vocais e guitarra. R\u00e1pido, direto e pesado (s\u00e3o 13 m\u00fasicas em pouco mais de 20 minutos), \u201cGenerais de Fralda\u201d aprofunda o mergulho da banda em sonoridades cruas, sujas e agressivas, em clara rever\u00eancia \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o do crust punk, que vai e volta no som da banda desde o cl\u00e1ssico &#8220;Acabar com Voc\u00ea&#8221; (2002).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um pa\u00eds marcado por desigualdades persistentes e retrocessos pol\u00edticos, o Mukeka di Rato mant\u00e9m sua fun\u00e7\u00e3o cr\u00edtica intacta atacando sem concess\u00f5es temas como injusti\u00e7a social, opress\u00e3o institucional e as muitas formas de viol\u00eancia cotidiana \u2014 elementos que acompanham o grupo desde sua funda\u00e7\u00e3o. &#8220;O Mukeka sempre abordou a mis\u00e9ria humana e a gente vive em tempos muito sombrios&#8221;, diz Fepas. Produzido por Rafael Ramos, \u201cGenerais de Fralda\u201d tem <a href=\"https:\/\/mukekadirato.lnk.to\/GeneraisdeFraldaWE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">distribui\u00e7\u00e3o digital<\/a> pela gravadora Deck e ser\u00e1 lan\u00e7ado tamb\u00e9m em <a href=\"https:\/\/lajarecords.lojavirtualnuvem.com.br\/produtos\/lp-3-adesivos-mukeka-di-rato-generais-de-fralda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">vinil<\/a>, <a href=\"https:\/\/lajarecords.lojavirtualnuvem.com.br\/produtos\/cd-mukeka-di-rato-generais-de-fralda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CD<\/a> e <a href=\"https:\/\/lajarecords.lojavirtualnuvem.com.br\/produtos\/k7-mukeka-di-rato-generais-de-fralda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fita cassete<\/a> pela <a href=\"https:\/\/lajarecords.lojavirtualnuvem.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">L\u00e4j\u00e4 Records<\/a>, selo de Mozine.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista feita por e-mail, o vocalista Fepas falou sobre a produ\u00e7\u00e3o de \u201c<a href=\"https:\/\/mukekadirato.lnk.to\/GeneraisdeFraldaWE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Generais de Fralda<\/a>\u201d (&#8220;Era uma inten\u00e7\u00e3o da banda fazer um disco mais pesado que o anterior&#8221;), comentou o legado da banda e refletiu sobre a atual cena hardcore brasileira. O m\u00fasico tamb\u00e9m abordou a escolha de Rafael Ramos para a produ\u00e7\u00e3o (\u201cEle produziu o Mukeka porque gosta muito\u201d), a rela\u00e7\u00e3o do quarteto com o palco, o papel do \u00f3dio como combust\u00edvel criativo, a import\u00e2ncia dos formatos f\u00edsicos em um mercado cada vez mais digital e os planos do Mukeka para o futuro. Leia abaixo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Generais de Fralda\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dzJku5MXxeY?list=OLAK5uy_mFd__uX-C95Zuyiq8gJey5HaCbH--3ygA\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Mukeka Di Rato \u00e9 uma das bandas mais representativas do hardcore brasileiro, e em 2025, voc\u00eas celebram tr\u00eas d\u00e9cadas de carreira. Como voc\u00eas enxergam o legado da banda dentro da cena hardcore?<\/strong><br \/>\nNo in\u00edcio dos anos 2000, eu conheci a banda atrav\u00e9s de uns amigos e aquilo virou totalmente a minha cabe\u00e7a. Digo com toda certeza que escutar bandas capixabas como Mukeka e Dead Fish contribu\u00edram bastante na minha forma\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter e vis\u00e3o de mundo. E eu acho que o legado mais importante \u00e9 esse. S\u00e3o bandas que cumprem um papel que vai al\u00e9m de ouvir m\u00fasica e entrar num mosh, s\u00e3o agentes cruciais na modelagem do car\u00e1ter, senso cr\u00edtico e pol\u00edtico duma rapaziada boa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Generais de Fralda&#8221; apresenta uma sonoridade mais pesada, com uma pegada mais suja e agressiva. Como foi trabalhar essa sonoridade em compara\u00e7\u00e3o com o disco anterior, \u201cBoiada Suicida\u201d, de 2022?<\/strong><br \/>\nEra uma inten\u00e7\u00e3o da banda fazer um disco mais pesado que o anterior. S\u00e3o temas que trazem \u00f3dio e revolta e o som precisava fazer jus a esse sentimento. A gente procurou fazer riffs mais dissonantes\u2026 Na \u00e9poca do \u201cBoiada\u201d, as refer\u00eancias eram meio que Bad Religion, NOFX, FYP\u2026 No \u201cGenerais\u201d as refer\u00eancias s\u00e3o mais Anti Cimex, Discharge, Disrupt, Los Crudos\u2026 A gente estava ouvindo muito as regrava\u00e7\u00f5es do \u201cBestial Devastation\u201d e \u201cMorbid Vision\u201d do Cavalera Conspiracy tamb\u00e9m, ent\u00e3o acho que tem um ligeiro crossover com thrash tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco tem uma forte carga social, como j\u00e1 \u00e9 uma marca da banda, com letras que abordam injusti\u00e7a social e desigualdade. Como voc\u00eas escolheram os temas abordados em \u201cGenerais de Fralda\u201d?<\/strong><br \/>\nO que mais tem hoje em dia \u00e9 tema pra m\u00fasicas do Mukeka di Rato, n\u00e9? Fartura. No \u201cGenerais de Fralda\u201d, a gente fala de milico, fala de terrorismo de estado, precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, ind\u00fastria farmac\u00eautica, ind\u00fastria b\u00e9lica, guerras, hist\u00f3ria do BR, hist\u00f3ria da nossa terra ES\u2026 desgra\u00e7a pouca \u00e9 bobagem. O Mukeka sempre abordou a mis\u00e9ria humana e a gente vive em tempos muito sombrios, ent\u00e3o n\u00e3o faltou assunto.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mukeka di Rato - Engenho de Sangue (Lyric Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/r9kfa9wntVE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os dois primeiros singles do \u00e1lbum t\u00eam uma carga emocional pesada e uma cr\u00edtica incisiva. &#8220;Engenho de Sangue&#8221;, por exemplo, se inspira no livro \u201cO Povo Brasileiro\u201d, de Darcy Ribeiro. Como surgiu a ideia de conectar a obra de Ribeiro \u00e0 m\u00fasica de voc\u00eas? O que essa reflex\u00e3o sobre a hist\u00f3ria do Brasil e suas desigualdades representa para a banda hoje?<\/strong><br \/>\nNesse livro, Ribeiro explica o Brasil, em toda sua constru\u00e7\u00e3o como na\u00e7\u00e3o, o comparando com um moinho de moer gente. Essa alegoria foi a inspira\u00e7\u00e3o inicial dessa m\u00fasica. \u201cEngenho de Sangue\u201d conecta o passado tenebroso do escravismo e monocultura com a atualidade de um pa\u00eds que continua moendo gente, sem cessar. \u00c9 um salve pra Darcy Ribeiro, Milton Santos, Gilberto Freire\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00e1lbum foi produzido por Rafael Ramos. Como foi a experi\u00eancia de trabalhar novamente com ele? O que ele trouxe de novo para o som da banda?<\/strong><br \/>\nO Rafa \u00e9 desses caras que curte o Mukeka desde os prim\u00f3rdios. Ele produziu o Mukeka porque gosta muito. E, gostando muito, ele \u00e9 um produtor que interfere muito pouco, quase nada, no processo criativo, sonoridade e arranjos. A gente comp\u00f4s, ensaiou e estruturou tudo pra chegar l\u00e1 no est\u00fadio e meter bronca. De forma coletiva, a gente ajustava os timbres, escolhia os melhores takes e dava forma ao disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ao longo desses 30 anos, o cen\u00e1rio do hardcore brasileiro passou por v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es. Como voc\u00eas percebem a cena atualmente? O hardcore ainda tem a mesma for\u00e7a de antigamente ou a ideia do que \u00e9 o hardcore mudou com o tempo?<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural que os cen\u00e1rios musicais tenham seus altos e baixos. O interessante no meio underground \u00e9 que o p\u00fablico sempre foi muito fiel, ent\u00e3o o meio nunca flopou. Mesmo quem come\u00e7ou a escutar outros estilos depois de ter passado pelo HC, ainda carrega o HC com muito carinho e de vez em quando revisita. E hoje, especificamente, acho que est\u00e1 rolando uma coisa muito massa que \u00e9 o surgimento de novas bandas de HC e punk rock. Gente muito jovem abra\u00e7ando o estilo e fazendo a cena se proliferar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O uso das redes sociais sempre foi um ponto pol\u00eamico para v\u00e1rias bandas j\u00e1 que, cada vez mais, artistas tem que dedicar parte de seu tempo na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado. Como voc\u00eas lidam com essa exposi\u00e7\u00e3o? Acham que ela ajuda ou atrapalha na constru\u00e7\u00e3o de uma imagem e identidade musical?<\/strong><br \/>\nTodos os membros da banda tem seus trabalhos paralelos e isso por vezes dificulta essa rela\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o intensiva que as plataformas desejam. O mais blogueiro do rol\u00ea \u00e9 Mozine, claro, mas h\u00e1 tempos que o alcance org\u00e2nico n\u00e3o acontece mais. Os f\u00e3s do Mukeka di Rato t\u00eam um papel fundamental na divulga\u00e7\u00e3o da banda. Est\u00e3o sempre marcando e fazendo alus\u00e3o \u00e0 banda, interagindo, engajando \u00e9 isso ajuda muito. Ainda bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A abordagem cr\u00edtica da realidade social est\u00e1 sempre presente na m\u00fasica do Mukeka. No contexto atual, com as crises pol\u00edticas e sociais que o Brasil atravessa, qual o papel da m\u00fasica e da arte na luta por um mundo mais justo?<\/strong><br \/>\nM\u00fasica mexe com os afetos, com as emo\u00e7\u00f5es e isso move. N\u00e3o d\u00e1 pra acontecer a revolu\u00e7\u00e3o sem arte e sem est\u00e9tica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mukeka di Rato - Generais de Fralda\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dSz3_JTxu4c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A palavra &#8220;\u00f3dio&#8221; foi escolhida para descrever a intensidade desse novo \u00e1lbum. Qual a rela\u00e7\u00e3o de Mukeka Di Rato com esse sentimento t\u00e3o presente no \u00e1lbum? Como voc\u00eas lidam com o \u00f3dio no contexto da arte e da cr\u00edtica social? Ele \u00e9 uma for\u00e7a destrutiva ou uma for\u00e7a necess\u00e1ria para transformar as coisas?<\/strong><br \/>\nA gente tem a sorte de poder canalizar nosso \u00f3dio num disco. Acho que \u00e9 um sentimento que d\u00e1 for\u00e7a pra mover. Seja pra gritar contra e assim colaborar com a luta por mudan\u00e7as, seja pra inspirar mentes revolucion\u00e1rias\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voltando a falar sobre longevidade ap\u00f3s 30 anos de estrada, como voc\u00eas se veem daqui a alguns anos? O que ainda falta para Mukeka Di Rato alcan\u00e7ar, ou realizar, dentro da m\u00fasica e da cena hardcore?<\/strong><br \/>\nQueremos continuar fazendo um som, do jeito que a gente gosta, mas tamb\u00e9m torcemos para que n\u00e3o tenhamos tantas fontes de inspira\u00e7\u00e3o como hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alguns pilares da banda s\u00e3o a rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima com p\u00fablico e a realiza\u00e7\u00e3o de apresenta\u00e7\u00f5es viscerais. Como voc\u00eas veem essa rela\u00e7\u00e3o de cumplicidade com quem acompanha a banda desde o come\u00e7o, e tamb\u00e9m com as novas gera\u00e7\u00f5es que est\u00e3o chegando agora?<\/strong><br \/>\nVisceral mesmo. As vezes a gente literalmente sangra no palco\u2026. cai do palco\u2026 Eu acho lindo poder contar com o aux\u00edlio luxuoso do p\u00fablico, com o palco e microfone sempre abertos naquela doidera toda. O show precisa dessa energia ca\u00f3tica pra soar como um show do Mukeka de verdade. Sempre que d\u00e1, a gente fica depois do show pra trocar uma ideia e tomar uma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Generais de Fralda&#8221; ser\u00e1 lan\u00e7ado em LP, CD, fita cassete e streaming numa parceria da Deck com a Laja Records. Em tempos nos quais a maioria das bandas apostam no formato digital, o que os motiva o lan\u00e7amento em formato f\u00edsico?<\/strong><br \/>\nSuponhamos a possibilidade de um apag\u00e3o digital, uma pane em todos os sistemas de dados e internet. Num cen\u00e1rio desses, o teu vinil, K7 ou CD vai estar ali, bonitinho, pra voc\u00ea escutar\u2026 Sem contar que essa parte de pensar uma arte gr\u00e1fica, em mandar um artista fazer uma xilogravura \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de valorizar artistas reais em tempos de IA, e totaliza o conjunto da obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas observam a cena do Esp\u00edrito Santo ao longo dos anos? Mudou algo?<\/strong><br \/>\nVejo que a cena aqui est\u00e1 melhor do que estava h\u00e1 pouco tempo. Novas bandas aparecendo, como \u00d6diar, Limbo 7, Busco Esposa e Transada Violenta. Novos coletivos e espa\u00e7os ocupados como Casa da Gruta, Caramelo Discos, Bar Old Skull\u2026 torcemos para que se multiplique!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por fim, com disco novo na pra\u00e7a, quais s\u00e3o os planos futuros da banda?<\/strong><br \/>\nSobreviver diante dos problemas da vida e trabalhar pra dar um rol\u00ea bonito com o disco novo!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-90032 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mukeka2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mukeka2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mukeka2-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mukeka2-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a>.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"R\u00e1pido, direto e pesado (s\u00e3o 13 m\u00fasicas em pouco mais de 20 minutos), \u201cGenerais de Fralda\u201d aprofunda o mergulho da banda em sonoridades cruas, sujas e agressivas em clara rever\u00eancia ao crust punk\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/28\/entrevista-mukeka-di-rato-chega-nas-tres-decadas-com-disco-novo-e-fala-sobre-generais-de-fralda\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":90031,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[6918],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90030"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=90030"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90030\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":90036,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90030\/revisions\/90036"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/90031"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90030"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=90030"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90030"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}