{"id":89945,"date":"2025-06-25T00:23:27","date_gmt":"2025-06-25T03:23:27","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=89945"},"modified":"2025-09-08T12:15:43","modified_gmt":"2025-09-08T15:15:43","slug":"entrevista-de-belem-os-paraenses-da-meio-amargo-falam-sobre-seu-novo-disco-o-lugar-que-ninguem-conhece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/25\/entrevista-de-belem-os-paraenses-da-meio-amargo-falam-sobre-seu-novo-disco-o-lugar-que-ninguem-conhece\/","title":{"rendered":"Entrevista: De Bel\u00e9m, os paraenses da Meio Amargo falam sobre seu novo disco, &#8220;O Lugar que Ningu\u00e9m Conhece&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lvinhas78\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/meioamargo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Meio Amargo<\/a> \u00e9 uma banda paraense que tem 11 anos de estrada e que, nos \u00faltimos quatro, fez mais coisas que nos primeiros sete. No meio do caminho ela teve um momento quase \u201cprojeto solo\u201d, encarou uma pandemia, e se manteve coesa para sair do confinamento com muito mais tes\u00e3o de tocar e de abrir portas para o som que fazem, um rock cancioneiro cheio de texturas que n\u00e3o \u00e9 exatamente o tipo de m\u00fasica que o resto do pa\u00eds associa com a capital do Par\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Curiosamente, &#8220;<a href=\"https:\/\/linktr.ee\/meioamargo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Lugar que Ningu\u00e9m Conhece<\/a>&#8221; (2025), novo \u00e1lbum da banda, traz can\u00e7\u00f5es compostas anteriormente \u00e0 pandemia, que Lucas Padilha, guitarrista e vocalista da banda, escreveu entre 2016 e 2019, num per\u00edodo em que esteve entre Bel\u00e9m e S\u00e3o Paulo. Sonoramente, \u00e9 mais pr\u00f3ximo de \u201cRu\u00eddo Branco\u201d (2021), feito em parceria com a cantora conterr\u00e2nea Ana Clara (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/09\/20\/entrevista-de-belem-ana-clara-fala-sobre-seu-novo-ep-cancoes-de-flutuacao-e-seu-pop-indie-de-guitarras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">conversamos com ela aqui<\/a>), do que com os anteriores, o \u00e1lbum \u201cTudo O Que Dissemos Que N\u00e3o Era\u201d (2017) e os EPs &#8220;Far From Moscou&#8221; (2015) e \u201cCan\u00e7\u00f5es simples para pessoas complicadas&#8221; (2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse som meio sombrio, de texturas e ambi\u00eancias entre o introspectivo e o urban\u00f3ide, come\u00e7a a se confirmar como a caracter\u00edstica da banda. Ao mesmo tempo, o car\u00e1ter coletivo do Meio Amargo tamb\u00e9m se refor\u00e7a: junto ao trio que gravou o disco (Padilha, o guitarrista Rodrigo Sardo e o baixista Manuel Malvar) est\u00e1 Deni Mello, baterista que tocava com Ana Clara e que integra o agora quarteto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A entrevista foi realizada por videochamada com todos os integrantes, pouco antes da banda come\u00e7ar a ensaiar. Aquecida por muitos shows feitos ao longo de 2024, o Meio Amargo est\u00e1 percorrendo todos os espa\u00e7os de seu estado que lhes abrir as portas, e tentando viabilizar meios de chegar em lugares mais distantes. Mas nessa entrevista, eles repassam o passado, a forma\u00e7\u00e3o da banda e como ela ajudou a definir sua sonoridade, e contam sobre como a pandemia deu a eles vontade de n\u00e3o perder tempo e sair chutando portas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"O Lugar Que Ningu\u00e9m Conhece\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_mhI9MKQi6BmMwuVXB76wxbfHxiW2b3m9c\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Muitos anos que separam os primeiros lan\u00e7amentos do Meio Amargo desse \u00faltimo disco. O que rolou com a banda nesse per\u00edodo todo?<\/strong><br \/>\nLucas Padilha: A banda tem 11 anos de atividade. No in\u00edcio, eu tinha sa\u00eddo de uma outra banda e tinha algumas m\u00fasicas que estavam meio soltas, perdidas. Peguei elas, fui compondo outras, e a\u00ed meio que foi se formando a cara de um projeto que virou o Meio Amargo. A gente gravou um EP e foi come\u00e7ando a tocar, fazer show, circular, e veio a ideia de gravar um \u00e1lbum, que foi com o [Manuel] Malvar no baixo, o Jo\u00e3o Lemos (da Molho Negro) na guitarra e o Netto (da Turbo) na bateria. Depois que esse primeiro \u00e1lbum foi lan\u00e7ado, me mudei para S\u00e3o Paulo. Foi nessa \u00e9poca em que me dei conta que eu estava trabalhando num projeto realmente solo, e n\u00e3o de uma banda. Tanto era que muita gente achava que o Meio Amargo era um alter ego meu, at\u00e9 me cumprimentavam assim, \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/01\/26\/entrevista-meio-amargo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fala a\u00ed, Meio Amargo<\/a>\u201d (risos). E isso come\u00e7ou a me incomodar um pouco, porque, na minha cabe\u00e7a, o Meio Amargo sempre foi para ser uma banda. E a\u00ed, quando voltei para Bel\u00e9m, o Rodrigo [Sardo] j\u00e1 tinha tocado com a gente na turn\u00ea, o Planet (apelido de Malvar) j\u00e1 estava, e veio a hist\u00f3ria de gravar o \u00e1lbum. Foi a\u00ed que o Meio Amargo virou esse trio. Depois do disco pronto, veio aquela necessidade de tocar ao vivo. S\u00f3 que as bases eram eletr\u00f4nicas. N\u00e3o tinha baterista para shows nem ensaios. Mas a gente tinha feito aquele projeto com a Ana Clara, \u201cRu\u00eddo Branco\u201d, que saiu assinado como Ana Clara e Meio Amargo, e foi feito durante a pandemia. A Deni [Mello, baterista] j\u00e1 tocava com a Ana Clara, e da\u00ed veio a hist\u00f3ria de cham\u00e1-la para entrar na banda. E ainda bem que ela aceitou (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Virou um quarteto, como no in\u00edcio.<\/strong><br \/>\nLucas: Pois \u00e9. Desde o come\u00e7o tinha essa ideia de ser um quarteto. Por v\u00e1rias raz\u00f5es: pela necessidade de tocar as m\u00fasicas ao vivo, de dividir fun\u00e7\u00f5es, pois acho que por estar muito sob a minha dire\u00e7\u00e3o, talvez n\u00e3o parecesse uma banda, pois continuava sendo uma \u00fanica pessoa que que determinava as coisas. E eu tamb\u00e9m queria abrir m\u00e3o disso, queria que eles tamb\u00e9m participassem do processo, dessem suas ideias e sugest\u00f5es. Fora isso, tinha a vontade de compor junto, porque eu, como compositor, j\u00e1 estava ficando incomodado de ficar falando sobre mim, escrevendo tudo, fazendo tudo. Queria fazer uma coisa diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E fez. Tem uma nova dire\u00e7\u00e3o sonora. O primeiro disco tem uma cara folk rock, depois veio entrando uma influ\u00eancia de sons bem mais contempor\u00e2neos, p\u00f3s-2000 mesmo. Voc\u00ea cansou daquele folk moleque?<\/strong><br \/>\nTodos: (Risadas, muitas risadas)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lucas: Folk moleque?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Moleque porque as letras tem aquela coisa meio juvenil, do tipo: &#8220;Ah, eu sou foda, o mundo n\u00e3o me entende, ent\u00e3o s\u00f3 me resta ser mau\u201d.<\/strong><br \/>\nLucas: Teve um infort\u00fanio meio que respons\u00e1vel por isso, pelo menos em parte, que foi quando roubaram o meu viol\u00e3o. Eu compunha muito nele, e quando roubaram, eu s\u00f3 tinha guitarra. E em S\u00e3o Paulo eu morava sozinho, ent\u00e3o compunha tudo sem um baterista, usava muito uma drum machine. Talvez dali venha o come\u00e7o dessa est\u00e9tica que est\u00e1 a\u00ed hoje. Tem muita influ\u00eancia de outras coisas (tamb\u00e9m). Num determinado momento eu devo ter passado a ouvir mais coisas que soavam p\u00f3s punk, dark wave, at\u00e9 eletr\u00f4nicas mesmo. O Planet (apelido de Manuel Malvar) \u00e9 bem punk, as refer\u00eancias dele s\u00e3o de uns baixos mais retos. O Rodrigo pode falar mais das guitarras\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rodrigo Sardo: Esse disco n\u00e3o tem nenhum viol\u00e3o: tudo \u00e9 guitarra e baixo. Eu sou guitarrista, mas n\u00e3o sou um grande f\u00e3 de solos, aqueles solos memor\u00e1veis, \u00e9picos. Gosto de ambi\u00eancias, mais preenchendo a m\u00fasica que fazendo aquele momento do solo. N\u00e3o entra qualquer outra coisa! Uma guitarra-base, s\u00f3 que com um efeito diferente. E tanto essa coisa da textura veio forte que rolou um lance curioso: a gente foi participar de um programa e precisou tocar as m\u00fasicas s\u00f3 no viol\u00e3o. Teve m\u00fasicas do disco que ficaram de fora, porque n\u00e3o tinha nenhuma guitarra fazendo acorde, por exemplo, e ficou muito diferente, uma diferen\u00e7a gritante, que deixou dif\u00edcil at\u00e9 para o Lucas cantar.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Meio Amargo - Loja de Departamentos\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_nmYcHjnyDU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas gostam de um barulhinho, n\u00e9? O disco com a Ana Clara era \u201cRu\u00eddo Branco\u201d, at\u00e9 a m\u00fasica para o \u201cEstamos!\u201d, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/04\/21\/selo-scream-yell-baixe-o-album-iestamos-cancoes-inspiradas-pela-quarentena\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">disco pand\u00eamico lan\u00e7ado pelo Scream &amp; Yell<\/a>, \u00e9 majoritariamente ac\u00fastica, mas tem uns barulhos, umas interven\u00e7\u00f5es. Tudo vem com uma proposta de explorar esses recursos que uma guitarra el\u00e9trica, um amp, um pedal, podem oferecer. Como essa sonoridade acha espa\u00e7o dentro do cen\u00e1rio de Bel\u00e9m?<\/strong><br \/>\nLucas: A gente tem um compromisso com o barulho. A gente gosta de ru\u00eddos, de colocar elementos estranhos, assumir as microfonias, especialmente dentro do show. O show \u00e9 um jeito de trazer o p\u00fablico para o nosso universo, e se pensarmos em Bel\u00e9m, acho que a gente tem mesmo menos espa\u00e7os de identifica\u00e7\u00e3o com o que a gente faz, se comparado com algumas outras capitais. Mas temos esse compromisso e, de certa forma, isso basta. Nem sempre vai ser f\u00e1cil achar aonde tocar, mas gosto do inc\u00f4modo. Gosto de incomodar as pessoas, ent\u00e3o, por mais que seja num espa\u00e7o onde talvez o nosso som n\u00e3o seja o que o p\u00fablico espera, a gente toca aonde a porta est\u00e1 aberta. E fazemos mesmo um esfor\u00e7o de tocar em todo lugar que d\u00e1, tanto que no ano passado a gente fez muitos shows, tocamos em lugares onde tinham cinco pessoas! E tamb\u00e9m fizemos shows que lotaram a casa, o lugar ficou apertado. Tudo isso vai abrindo portas, \u00e0s vezes peitando e chutando&#8230;(risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tenho feito essa pergunta para v\u00e1rias bandas, porque acho importante a gente olhar esse passado recente que ainda \u00e9 traum\u00e1tico: a pandemia fez voc\u00eas repensarem o que querem com a banda?<\/strong><br \/>\nLucas: Boa pergunta. Eu acho que fez, sim. Para mim, pelo menos, me deu mais vontade. O tempo que a gente passou isolado, distantes uns dos outros e tudo mais, me deu mais vontade de tocar, de estar na frente das pessoas, impact\u00e1-las de alguma forma, se \u00e9 que \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rodrigo: Eu compactuo com o Lucas. Na minha cabe\u00e7a, durante a pandemia, eu pensava que, se a gente sa\u00edsse de tudo aquilo, n\u00e3o podia mais perder tempo, mais tempo que tinha perdido. N\u00e3o pod\u00edamos mais ficar sem fazer show, sem fazer alguma coisa, sem mostrar nossa cara para quem pudesse ser. Ningu\u00e9m sabe quando isso vai acontecer de novo, se vai acontecer de novo\u2026 Esperamos que n\u00e3o, claro, mas a qualquer momento a gente pode ficar ref\u00e9m dessa situa\u00e7\u00e3o, com todo mundo dentro de casa e sem poder falar com seus amigos, sem poder compartilhar uma situa\u00e7\u00e3o como essa aqui (o ensaio) e sem poder fazer um show.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Crise de Identidade (Ao vivo no N\u00e1 Figueredo)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xY2HJD32icc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Minidocument\u00e1rio &quot;At\u00e9 Aqui&quot; - Ana Clara, Erik Lopes, Meio Amargo e Na\u00eff\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bAZMxnjXHgU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) \u00e9 produtor e autor do livro \u201c<a href=\"https:\/\/editorabarbante.com.br\/produtos\/o-evangelho-segundo-odair-censura-igreja-e-o-filho-de-jose-e-maria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Evangelho Segundo Odair: Censura, Igreja e O Filho de Jos\u00e9 e Maria<\/a>\u201c.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Meio Amargo \u00e9 uma banda paraense que tem 11 anos de estrada e que, nos \u00faltimos quatro, fez mais coisas que nos primeiros sete.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/25\/entrevista-de-belem-os-paraenses-da-meio-amargo-falam-sobre-seu-novo-disco-o-lugar-que-ninguem-conhece\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":89946,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1890],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89945"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89945"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89945\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":89948,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89945\/revisions\/89948"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/89946"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89945"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89945"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89945"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}