{"id":89700,"date":"2025-06-10T00:01:29","date_gmt":"2025-06-10T03:01:29","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=89700"},"modified":"2025-07-06T22:37:41","modified_gmt":"2025-07-07T01:37:41","slug":"entrevista-mineiros-do-terceira-guerra-falam-sobre-seu-primeiro-album-o-preco-de-ser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/10\/entrevista-mineiros-do-terceira-guerra-falam-sobre-seu-primeiro-album-o-preco-de-ser\/","title":{"rendered":"Entrevista: A banda mineira Terceira Guerra fala sobre seu primeiro \u00e1lbum, \u201cO Pre\u00e7o de Ser\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formado em Belo Horizonte em 2019, o quarteto <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/terceiraguerra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Terceira Guerra<\/a> chega ao seu primeiro \u00e1lbum com \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/7ssyRXtBRnxlPUufA67MIr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Pre\u00e7o de Ser<\/a>\u201d (2025) ap\u00f3s uma s\u00e9rie de singles. Com 13 faixas, \u201cO Pre\u00e7o de Ser\u201d aborda temas ligados desigualdade social, crise existencial e a necessidade da resist\u00eancia pol\u00edtica amparados por riffs pesados que remetem ao hardcore e ao metal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNeste \u00e1lbum a gente quis inclusive caminhar um pouco mais na via do metal\u201d, adianta o baixista Liniker Moura em entrevista por e-mail. \u201cSem deixar de lado o bom e velho hardcore que \u00e9 influ\u00eancia para todos\u201d, contemporiza. Ao lado dele est\u00e3o Beto Santos (vocal), Thiago \u201cTom\u201d (guitarra) e Daniel \u201cKoda\u201d (bateria).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista que voc\u00ea l\u00ea abaixo, Liniker celebra o momento da cena mineira (\u201cAtualmente, Belo Horizonte est\u00e1 pegando fogo, no bom sentido. As bandas e produtores v\u00eam se movimentando muito\u201d) e fala mais sobre \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/7ssyRXtBRnxlPUufA67MIr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Pre\u00e7o de Ser<\/a>\u201d, o poder transformador da m\u00fasica, refer\u00eancias musicais e participa\u00e7\u00f5es especiais, entre outras coisas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Intro\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jIsSFjwmxdo?list=OLAK5uy_lZxu592IulVWNvXHK0OyiO9-WVzhUg4fk\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o de &#8220;O Pre\u00e7o de Ser&#8221; ?<\/strong><br \/>\nComo o Thiago, nosso guitarrista, mora em S\u00e3o Paulo, a parte de cria\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas foi feita a dist\u00e2ncia. Ele sempre enviava pra gente umas pr\u00e9s\/demos de cada som e a gente ia se alinhando sobre arranjos e poss\u00edveis ideias para as m\u00fasicas. Ap\u00f3s aprovarmos essa parte instrumental, o Beto criava a letra e j\u00e1 faz\u00edamos uma outra pr\u00e9 com vocal. O \u00e1lbum foi todo gravado no Est\u00fadio Octo, aqui em Belo Horizonte, pelo Matheus Ara\u00fajo, sendo e a mix e a master tamb\u00e9m na conta dele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A sonoridade do \u00e1lbum \u00e9 intensa e visceral. Como voc\u00eas definem a identidade sonora da Terceira Guerra?<\/strong><br \/>\nA gente sempre se intitulou desde o come\u00e7o como metal\/hardcore, sem nenhum r\u00f3tulo muito engessado. Neste \u00e1lbum a gente quis inclusive caminhar um pouco mais na via do metal, de maneira que isso trouxesse uma cara mais forte para identidade da banda. No entanto, sem deixar de lado o bom e velho hardcore que \u00e9 influ\u00eancia para todos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O t\u00edtulo &#8220;O Pre\u00e7o de Ser&#8221; \u00e9 bastante evocativo e dialoga com a contemporaneidade, no qual a luta pela exist\u00eancia \u00e9 um exerc\u00edcio di\u00e1rio. O que ele representa para voc\u00eas \u2014 individual e coletivamente?<\/strong><br \/>\nCada um sabe aquilo que \u00e9, de onde veio e qual caminho precisou andar para chegar onde est\u00e1. N\u00f3s, enquanto indiv\u00edduos e banda, tamb\u00e9m. Esse esfor\u00e7o para existir e n\u00e3o ser derrubado pelas amarras de um mundo sujo s\u00e3o uma baita inspira\u00e7\u00e3o pro \u00e1lbum ter esse nome. Muita gente paga um pre\u00e7o mais alto por ser quem \u00e9, entende? Serve pra muita coisa e em v\u00e1rias letras isso est\u00e1 presente. S\u00e3o coisas que a gente observa no dia a dia e incomodam ou revoltam de alguma forma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00e1lbum mergulha em temas profundos e contempor\u00e2neos. Que quest\u00f5es sociais ou pessoais mais motivaram as letras desse trabalho?<\/strong><br \/>\nO \u00e1lbum traz algumas viv\u00eancias pessoais nas letras, de maneira que elas permitem uma conex\u00e3o com quem est\u00e1 ouvindo. Algumas soam como verdadeiros relatos. A escrita do Beto facilita essa identifica\u00e7\u00e3o e o que n\u00e3o faltam s\u00e3o as mazelas que vemos no mundo e que acabam virando tema de letra. J\u00e1 \u00e9 algo intr\u00ednseco ao HC e ao punk se manifestar sobre alguns temas sens\u00edveis, infelizmente essa realidade n\u00e3o mudou.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Terceira Guerra | Alvo Nas Costas (Videoclipe)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rhqMlGnLqYQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As bandas Sujera, Balla, Uganga e Eminence participam do \u00e1lbum. Como surgiram essas colabora\u00e7\u00f5es e o que elas acrescentaram ao disco?<\/strong><br \/>\nNos \u00faltimos anos a Terceira Guerra trabalhou com todos esses nomes, em alguma outra produ\u00e7\u00e3o ou se trombando na estrada. Como desde o in\u00edcio j\u00e1 fal\u00e1vamos em chamar algumas pessoas para fazer parte do \u00e1lbum, a ideia dos convites veio de forma natural. Quando os convites foram feitos, os caras curtiram tanto quanto a gente. Contar com outros m\u00fasicos no \u00e1lbum ajudou muito a coisa soar mais din\u00e2mica. Cada participa\u00e7\u00e3o colocando sua identidade nas m\u00fasicas, criando mesmo. A faixa &#8220;Make Racists Afraid Again&#8221; teve as guitarras criadas pelo Matheus Ara\u00fajo da Balla e participa\u00e7\u00e3o minha. &#8220;Ascenda o Caos&#8221; foi composta e teve a guitarra gravada pelo Alan Wallace do Eminence. \u201cPortas fechadas para o mal\u201d tem trechos com letra e voz do Marcel Serra do Sujera. Por fim, \u201cTerceira Guerra\u201d teve a participa\u00e7\u00e3o do Manu Joker do Uganga, tamb\u00e9m compondo sua parte da letra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Terceira Guerra \u00e9 uma banda relativamente nova, mas j\u00e1 com uma proposta muito s\u00f3lida. Quais s\u00e3o as refer\u00eancias \u2014 dentro e fora do hardcore\/metal \u2014 que ajudaram a moldar o som de voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nAcredito que, como quase todo mundo, a gente escuta &#8220;de tudo&#8221;. A caminho de algum show podemos estar ouvindo Rap, The Cure ou de alguma banda punk dos anos 90, mas em poucos minutos j\u00e1 estamos ouvindo Adoniran Barbosa ou Clara Nunes (risos). A rapaziada \u00e9 ecl\u00e9tica mas algumas coisas acabam sendo mais impactantes na hora de compor. O hardcore punk est\u00e1 muito presente, assim como o NYHC. J\u00e1 no metal, desde o thrash mais oitentista e noventista at\u00e9 o metal mais moderno, deathcore e etc, acabam influenciando. Ent\u00e3o acaba sendo muita coisa, de Ratos de Por\u00e3o, Rancid e Madball at\u00e9 Knocked Loose. De Machine Head e Sepultura at\u00e9 Whitechapel e Kublai Khan\u2026 No fim das contas o que vale como refer\u00eancia \u00e9 saber como a banda deve soar e querer extrair o melhor de cada um de n\u00f3s enquanto m\u00fasicos e suas respectivas influ\u00eancias para n\u00e3o ser parecido com ningu\u00e9m!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Historicamente a cidade de Belo Horizonte tem uma longa tradi\u00e7\u00e3o ligada a m\u00fasica extrema e voc\u00eas, de forma gradual, tem conquistado espa\u00e7o dentro e fora do estado das Minas Gerais. Como voc\u00eas veem o momento da cena na atualidade? E como voc\u00eas avaliam a recep\u00e7\u00e3o do trabalho do grupo em outras cidades?<\/strong><br \/>\nAtualmente, Belo Horizonte est\u00e1 pegando fogo, no bom sentido. As bandas e produtores v\u00eam se movimentando muito, se mantendo em atividade com eventos e diversos trabalhos lan\u00e7ados, desde a m\u00fasica extrema at\u00e9 sons mais leves. Ainda que as dificuldades sejam muitas, d\u00e1 pra dizer que est\u00e1 acontecendo. N\u00f3s come\u00e7amos devagar em 2022, mas com muita organiza\u00e7\u00e3o e planejamento. Fomos nos conectando, mostrando nosso som e espalhando o nome aos poucos. Ainda temos muito a conquistar, \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o. Em outras cidades o resultado vem sendo bastante positivo tamb\u00e9m. Desde o feedback com o p\u00fablico que estamos encontrando at\u00e9 o envolvimento com bandas que movimentam eventos em outros estados\/cidades.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Terceira Guerra | A Dor Ensina (Videoclipe)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XttQfe9Wpg0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Algumas m\u00fasicas do \u00e1lbum j\u00e1 existiam h\u00e1 anos, enquanto outras nasceram dentro do est\u00fadio. Como foi equilibrar isso no disco?<\/strong><br \/>\nAs m\u00fasicas que j\u00e1 existiam traziam uma sonoridade que coube muito bem dentro da proposta do \u00e1lbum e isso ajudou a formatar esse conjunto. E a real \u00e9 que a gente tenta n\u00e3o engessar a nossa m\u00fasica, como j\u00e1 dito. Colocamos nossa aten\u00e7\u00e3o em como a coisa deve soar, ent\u00e3o indiferentemente do que estamos criando, tentamos manter uma vis\u00e3o em comum no resultado. As \u00faltimas m\u00fasicas a serem compostas j\u00e1 tem uma carinha diferente, mas no conjunto n\u00e3o destoou. Houveram algumas demos\/pr\u00e9s que n\u00e3o entraram pro \u00e1lbum tamb\u00e9m. Quem sabe l\u00e1 na frente essas sejam usadas!?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0Como voc\u00eas conciliam as ideias que se complementam e as que se chocam dentro da banda?<\/strong><br \/>\nExiste um respeito que tentamos manter ao m\u00e1ximo na parte do outro, sabe? O Beto com as letras, o Thiago fazendo a maioria dos riffs, eu no Baixo e o Koda com a bateria. Mesmo discutindo tudo coletivamente, acho que cada um sabe como o outro trabalha e tamb\u00e9m qual \u00e9 a parte que lhe cabe. Conhecendo a identidade do companheiro de banda tamb\u00e9m voc\u00ea absorve melhor o processo e as possibilidades criativas. Quando o Koda entrou, por exemplo, ele trouxe uma onda mais metal pra banda que possibilitou explorar alguns novos caminhos. No entanto, ele j\u00e1 ouvia e sabia do peso do hardcore na Terceira Guerra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A foto da capa do disco foi feita pelo RR, artista gr\u00e1fico mineiro, e chama aten\u00e7\u00e3o pelo car\u00e1ter interpretativo que ela tem. Qual foi a ideia por tr\u00e1s da arte e como ela se conecta com a mensagem do \u00e1lbum?<\/strong><br \/>\nEscolhemos para capa elementos que representassem diversos \u201cser\u201d. O espelho, as cabe\u00e7as no ch\u00e3o e tudo que temos de lidar para sobreviver e existir. A ideia era despertar sensa\u00e7\u00f5es, vis\u00f5es e ampliar a interpreta\u00e7\u00e3o de quem est\u00e1 vendo. Tudo ali foi em um \u00fanico \u201cclick\u201d em que deu tudo certo: a chuva por pouco n\u00e3o nos impediu de fazer a foto, o local escolhido, que no caso foi a escada da Lagoinha no metr\u00f4 de BH, as cabe\u00e7as, o reflexo no espelho molhado. No dia da foto houveram in\u00fameros contratempos, c\u00e2mera quebrada, a chuva intensa, enfim. No fim das contas tudo isso acabou colaborando positivamente para o resultado alcan\u00e7ado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas procuram estabelecer uma conex\u00e3o m\u00fatua com o p\u00fablico e isso se reflete nas apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo. Como voc\u00eas enxergam o poder transformador da m\u00fasica \u2014 tanto para quem cria quanto para quem escuta?<\/strong><br \/>\nA m\u00fasica salva vidas mano. Poder sentir isso ao vivo quando algu\u00e9m canta o refr\u00e3o de um som seu por exemplo \u00e9 gratificante demais. Colocar a galera pra fazer um circle-pit em algum som com o beat mais r\u00e1pido ou trocar uma ideia com a galera depois do show s\u00e3o coisa m\u00ednimas que tentamos fazer pra criar essa conex\u00e3o. Fazer com que n\u00f3s e o p\u00fablico voltem pra casa com uma sensa\u00e7\u00e3o de dever cumprido, de um dia memor\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas esperam que \u201cO Pre\u00e7o de Ser\u201d reverbere no p\u00fablico? O que voc\u00eas querem provocar em quem ouve e quais s\u00e3o os planos futuros?<\/strong><br \/>\nEsperamos que reverbere bastante ainda, da melhor forma poss\u00edvel e fazer o \u00e1lbum estar no m\u00e1ximo de lugares. Al\u00e9m de cair na estrada e fazer shows, acredito que no decorrer dos dias haver\u00e3o mais trabalhos em cima das m\u00fasicas como clipe, live sessions ou coisas do tipo. O trabalho de divulga\u00e7\u00e3o \u00e9 constante e d\u00e1 bastante trabalho. Agora a banda tem uma cara mais \u201catualizada\u201d com o disco, ent\u00e3o traz uma energia nova tamb\u00e9m. Queremos botar essas m\u00fasicas \u00e0 prova, fazer bons shows e nos conectar com quem realmente tem interesse nesse tipo de m\u00fasica. A estrada \u00e9 longa!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Terceira Guerra | Fortale\u00e7a (Videoclipe)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/I-zGi0QCNXs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a>.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cNeste \u00e1lbum a gente quis caminhar um pouco mais na via do metal\u201d, adianta o baixista Liniker Moura. \u201cSem deixar de lado o bom e velho hardcore que \u00e9 influ\u00eancia para todos\u201d, contemporiza.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/10\/entrevista-mineiros-do-terceira-guerra-falam-sobre-seu-primeiro-album-o-preco-de-ser\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":89701,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7742],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89700"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89700"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89700\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":89714,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89700\/revisions\/89714"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/89701"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89700"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89700"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89700"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}