{"id":89601,"date":"2025-06-04T00:02:59","date_gmt":"2025-06-04T03:02:59","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=89601"},"modified":"2025-07-15T21:57:55","modified_gmt":"2025-07-16T00:57:55","slug":"especial-dois-meses-depois-9-bandas-ainda-ecoam-o-sxsw-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/04\/especial-dois-meses-depois-9-bandas-ainda-ecoam-o-sxsw-2025\/","title":{"rendered":"Especial: Dois meses depois, 9 bandas ainda ecoam o SXSW 2025"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">por <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/otaviocarvalho.ota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ot\u00e1vio Carvalho<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tem aquele velho clich\u00ea: \u201cmais importante que viajar \u00e9 a viagem\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste ano, o est\u00fadio\/produtora <a href=\"https:\/\/www.submarinofantastico.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Submarino Fant\u00e1stico<\/a> foi uma das 10 empresas selecionadas pelo programa Creative SP para representar o Governo de S\u00e3o Paulo na SP House durante o <a href=\"https:\/\/www.sxsw.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">South by Southwest<\/a> 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre reuni\u00f5es, encontros e apresenta\u00e7\u00f5es da nossa produtora de \u00e1udio, o festival foi uma explos\u00e3o de novas possibilidades sonoras, palestras instigantes e performances memor\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trabalhar com som significa viver em constante pesquisa, e um ambiente como esse \u00e9 como tentar apagar inc\u00eandio com gasolina. A mente retorna fervilhando, repleta de anota\u00e7\u00f5es sobre setups, impress\u00f5es e ideias para aplicar na produtora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora, dois meses depois, compartilho nove bandas que assisti ao vivo e, por diversos motivos, ainda ecoam forte na minha cabe\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Nota do editor: os registros em v\u00eddeo, em sua maioria, n\u00e3o s\u00e3o do SXSW, mas auxiliam na imers\u00e3o.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>01) Echo Collective: Uma experi\u00eancia sonora imersiva<\/strong><br \/>\nNa Central Presbyterian Church, o Echo Collective, duo belga formado por Neil Leiter e Margaret Hermant, apresentou uma performance inesquec\u00edvel. A configura\u00e7\u00e3o instrumental era intrigante: dois violinos, com Hermant tamb\u00e9m tocando piano e harpa. O diferencial estava nos processamentos sonoros realizados por um terceiro integrante, que manipulava os sons em tempo real, criando uma atmosfera sonora imersiva e multidimensional. A utiliza\u00e7\u00e3o da tecnologia 4DSound ampliava a espacialidade do som, fazendo com que a m\u00fasica transcendesse as limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas do espa\u00e7o. O ambiente da igreja, com sua ac\u00fastica reverberante e atmosfera contemplativa, potencializou a experi\u00eancia, tornando-a quase transcendental. A harpa, processada por pedais, produzia graves profundos e texturas ricas, transformando a percep\u00e7\u00e3o auditiva do p\u00fablico.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Echo Collective - Home (Live, Music from &quot;Queen of Tears&quot;)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kI7u01nDLzk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>02) Alix Fernz: O punk renovado<\/strong><br \/>\nEm uma noite intensa no Swan Dive, assistimos ao showcase do Pop Montreal. Alix Fernz (Alexandre &#8220;Spazz&#8221; Fournier) subiu ao palco externo entregando uma performance visceral que mesclava a crueza do punk original com texturas modernas. Sua performance foi marcada por vocais processados com delays e distor\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de uma presen\u00e7a de palco intensa, chegando a colocar o microfone dentro da boca. A banda que o acompanhava tamb\u00e9m contribu\u00eda para essa sonoridade h\u00edbrida: o guitarrista utilizava teclados, o baterista incorporava pads eletr\u00f4nicos e o baixista explorava uma variedade de pedais. Essa combina\u00e7\u00e3o resultava em um som que honrava as ra\u00edzes do punk, mas soava absolutamente contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Alix Fernz  - Session Live @ l&#039;Escogriffe\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2p7gqjEIo6A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>03) Population II: Sonoridades e estrat\u00e9gia de guerrilha<\/strong><br \/>\nNa mesma noite da apresenta\u00e7\u00e3o de Alix Fernz, o trio montrealense Population II foi outra surpresa. O que inicialmente impactou foi a riqueza sonora \u2014 uma verdadeira montanha que se estendia desde picos intensos e agressivos at\u00e9 vales repletos de nuances mel\u00f3dicas e harm\u00f4nicas. Durante o show, percebi o qu\u00e3o bem trabalhada era a din\u00e2mica do trio. O baterista n\u00e3o apenas conduzia o ritmo com extrema pot\u00eancia, mas tamb\u00e9m modulava sua voz com um slap delay para criar texturas que dialogavam com a sonoridade vocal do disco da banda. O guitarrista, por sua vez, demonstrava versatilidade ao integrar toques de teclado e um dispositivo peculiar \u2014 um oscilosc\u00f3pio gerador de sinais de ru\u00eddo processados com delays e efeitos \u2014, enquanto o baixista explorava diferentes timbres utilizando um baixo de oito cordas (com quatro pares de cordas duplas), ampliando o espectro sonoro. Ap\u00f3s o espet\u00e1culo, consultei a agenda da banda e descobri que eles estavam se apresentando em diversos locais ao longo do festival. Curiosamente, em dias em que n\u00e3o havia shows em palcos tradicionais, eles se apresentavam em hot\u00e9is e outros espa\u00e7os alternativos. Esse ritmo \u2014 praticamente um show por dia \u2014 me fez refletir sobre a import\u00e2ncia de manter uma agenda bem articulada durante um festival. A capacidade de amarrar compromissos em diferentes locais, muitas vezes com parcerias estrat\u00e9gicas, garante \u00e0 banda valorizar ainda mais o investimento e o deslocamento at\u00e9 o evento.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Population II - Carillon (En concert) (Int\u00e9gral)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/upcejYO2UDo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04) Chris Lanzon: Criando camadas para conduzir o p\u00fablico<\/strong><br \/>\nEntre os espa\u00e7os mais silenciosos do festival, fui ao St. David&#8217;s Historic Sanctuary assistir ao show de Chris Lanzon. Sozinho no palco durante a maior parte do tempo, ele usava apenas um viol\u00e3o, alguns pedais de efeito e sua voz \u2013 mas foi o suficiente para criar uma atmosfera densa e envolvente. Lanzon, australiano, tem uma voz linda, mas o que chamou aten\u00e7\u00e3o foi a forma como ele constru\u00eda o ambiente ao redor dela. Com camadas de efeitos criados ao vivo, ele deixava pairar uma esp\u00e9cie de n\u00e9voa sonora no fundo, enquanto um stomp box \u2014 cl\u00e1ssico pedal de bumbo do folk \u2014 acionado com o p\u00e9, projetava graves, que conduziam as sensa\u00e7\u00f5es do p\u00fablico de forma quase inconsciente. Houve uma breve participa\u00e7\u00e3o de uma pianista, o que trouxe ainda mais profundidade a uma apresenta\u00e7\u00e3o j\u00e1 bastante sens\u00edvel. Tudo ali parecia ter inten\u00e7\u00e3o: os sil\u00eancios, o som que surgia lentamente, a din\u00e2mica que alternava entre intimidade e expans\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"sxsw vlog (austin, tx 2025)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Rq04IU-uczA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05) Jacob Alon: Minimalismo emocional<\/strong><br \/>\nNa mesma noite em que assisti \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de Chris Lanzon no St. David&#8217;s Historic Sanctuary, fui surpreendido por Jacob Alon, artista escoc\u00eas que se apresentou no mesmo local, em 14 de mar\u00e7o, das 22h \u00e0s 22h40. Enquanto Lanzon utilizava pedais e texturas para construir sua atmosfera sonora, Alon optou por uma abordagem mais minimalista, confiando na for\u00e7a de suas composi\u00e7\u00f5es e na expressividade de sua voz. Alon subiu ao palco com dois viol\u00f5es, cada um com afina\u00e7\u00f5es distintas \u2014 uma mais grave e outra reminiscente das utilizadas por Nick Drake. Sua voz aguda contrastava com os tons profundos dos instrumentos, criando uma din\u00e2mica envolvente que capturou a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. Sem recorrer a efeitos ou acompanhamentos elaborados, ele conduziu a plateia por meio de suas melodias e harmonias cuidadosamente elaboradas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Jacob Alon - Fairy in a Bottle (Later... with Jools Holland)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RmJIMfo_QBA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>06) Paris Death Hilton: Punk eletr\u00f4nico japon\u00eas em estado bruto<\/strong><br \/>\nPr\u00f3ximo ao Austin Convention Center, fomos atra\u00eddos pela Paris Death Hilton, duo japon\u00eas formado por Kuba (eletr\u00f4nicos) e Ken Takahashi (bateria). O que mais impressionou foi a forma como Kuba manipulava os pads eletr\u00f4nicos e controladores MIDI, como quem manipula um instrumento convencional, criando camadas sonoras complexas e uma digita\u00e7\u00e3o virtuosa. Takahashi, por sua vez, comandava a bateria controlando seus pr\u00f3prios processamentos no instrumento, complementando os sintetizadores distorcidos e os ritmos quebrados. A dupla opta por n\u00e3o utilizar sincroniza\u00e7\u00e3o por clique, preferindo uma abordagem mais org\u00e2nica e f\u00edsica em suas performances. A configura\u00e7\u00e3o de som tamb\u00e9m foge do convencional: os teclados e sintetizadores s\u00e3o conectados diretamente a amplificadores de grave e agudo, criando uma parede sonora. As composi\u00e7\u00f5es instrumentais, muitas vezes em compassos compostos, desafiaram as expectativas e mergulharam o p\u00fablico em uma experi\u00eancia sonora extremamente f\u00edsica e incr\u00e9dula.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Paris death Hilton Live at SXSW2025 (Elysium)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pv0iAf7-fo8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>07) Carpetman: Uma imers\u00e3o sonoro-f\u00edsico-visual<\/strong><br \/>\nLogo ap\u00f3s, no Las Perlas, Carpetman trouxe uma performance marcante, vestido completamente de tapete. Carpetman, artista ucraniano, \u00e9 conhecido por sua identidade misteriosa e por performances que mesclam blues, soul e elementos eletr\u00f4nicos. Confesso que estava um tanto incomodado, pensando a cada pausa sobre ele e todo aquele aparato. Por\u00e9m, sua voz, com um falsete marcante, deslizava por melodias emotivas, enquanto bases eletr\u00f4nicas suaves sustentavam a estrutura musical. O traje de tapete, al\u00e9m de peculiar, contribui para a imersividade do show, fazendo com que o p\u00fablico se questione sobre a figura por tr\u00e1s da m\u00fasica. Carpetman cria seu pr\u00f3prio universo sensorial, combinando visual e sonoridade de maneira impactante.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Carpetman - Eurosonic Noordeslag 2025 - ARTE Concert\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/haX1jZxH7Ko?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>08) Shelby Ruger: Me d\u00ea duas m\u00fasicas<\/strong><br \/>\nShelby Ruger come\u00e7ou sua apresenta\u00e7\u00e3o no Swan Dive com certo desconforto e ritmo hesitante. A banda, composta por baixo, guitarra, teclado e voz apresentava uma sonoridade que demorava a fluir, com uma sensa\u00e7\u00e3o de que o tempo n\u00e3o estava t\u00e3o ajustado quanto o estilo pedia. Mas de repente fomos surpreendidos com a chegada do baterista no meio do show, o que transformou completamente a din\u00e2mica da apresenta\u00e7\u00e3o. Com ele, a banda ganhou pulsa\u00e7\u00e3o, liberdade e uma nova energia. O baixista, que at\u00e9 ent\u00e3o sustentava \u2014 com dificuldades \u2014 o \u201cch\u00e3o\u201d da banda, p\u00f4de explorar mais musicalmente, e o grupo passou a respirar junto. As duas m\u00fasicas finais foram suficientes para revelar o verdadeiro potencial da artista e de sua banda, criando uma atmosfera vibrante e cheia de groove. A rea\u00e7\u00e3o do baterista ao final \u2014 m\u00e3os na cabe\u00e7a, curvado sobre a caixa \u2014 parecia um lamento. Mas bastaram dois momentos completos de som, para ficar claro o qu\u00e3o forte \u00e9 a qu\u00edmica entre os integrantes.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Shelby Ruger - Heartbreaker (Live At Antones)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HM02kQz65IE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>09) DAP The Contract: Bela surpresa na programa\u00e7\u00e3o paralela<\/strong><br \/>\nFora da programa\u00e7\u00e3o oficial, o rapper nigeriano radicado em Nova York, DAP The Contract encerrou minha experi\u00eancia em Austin com uma performance contagiante no South by San Jos\u00e9, um evento aberto promovido por um hotel, que aproveita o movimento da cidade para fazer seu pr\u00f3prio evento. Acompanhado por um DJ e um trio de metais, DAP entregou um show que mesclava hip-hop e soul com can\u00e7\u00f5es pra cima, criando uma atmosfera imposs\u00edvel de resistir. Sua presen\u00e7a de palco era magn\u00e9tica: em determinado momento, subiu nas caixas de som; em outro, desceu at\u00e9 a plateia, interagindo diretamente com o p\u00fablico, seguido pelos m\u00fasicos de sopro. A sinergia entre os artistas e a audi\u00eancia era palp\u00e1vel, transformando o espa\u00e7o em uma verdadeira celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DAP The Contract x Kingsmen - F\u00c0\u00c1J\u00cc (TINY DESK CONTEST SUBMISSION 2025)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/r9iq4LinYHs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pois \u00e9&#8230; meses depois, percebo que, mais importante que o destino \u00e9 realmente degustar o caminho e trazer consigo o que te fez sair do lugar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8211; Ot\u00e1vio Carvalho, o Ota, \u00e9 engenheiro de som, m\u00fasico multi-instrumentista, compositor, produtor musical e de trilha sonora, atuando h\u00e1 24 anos no mercado audiovisual. Atualmente \u00e9 s\u00f3cio do est\u00fadio\/produtora Submarino Fant\u00e1stico, onde produz \u00e1udio para TV e VOD\/streaming (Netflix, Discovery Kids, HBO, Cartoon Network, entre outros) e discos (Andr\u00e9 Abujamra, Vitrola Sint\u00e9tica, Trupe Ch\u00e1 de Boldo, rapper Xis, Maglore, Josyara, Alzira E, Virg\u00ednia Rodrigues, entre outros). Tamb\u00e9m \u00e9 um dos fundadores do selo Pequeno Imprevisto, que al\u00e9m de discos tamb\u00e9m cria conte\u00fado sobre m\u00fasica. Os artistas do selo no momento s\u00e3o a banda franco-brasileira C\u030cao Laru, Bruna Lucchesi, Gustavo Galo, Luizga (Luiz Gabriel Lopes), Barbara Rodrix, Hel\u00f4 Ribeiro e mais. Como m\u00fasico integra as bandas Vitrola Sint\u00e9tica e C\u030cao Laru, al\u00e9m de acompanhar os cantores Paulo Miklos e Gustavo Galo, quase sempre como baixista. Com o Vitrola Sint\u00e9tica recebeu 3 indica\u00e7\u00f5es ao Grammy Latino, entre 2015 e 2016, como artista, compositor, engenheiro de grava\u00e7\u00e3o e mixagem.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O est\u00fadio\/produtora Submarino Fant\u00e1stico foi uma das 10 empresas selecionadas pelo programa Creative SP para representar o Governo de S\u00e3o Paulo na SP House durante o South by Southwest 2025.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/06\/04\/especial-dois-meses-depois-9-bandas-ainda-ecoam-o-sxsw-2025\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":89602,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7731,7736,7733,7738,7730,7734,7735,7732,7737,7739],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89601"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89601"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89601\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":89605,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89601\/revisions\/89605"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/89602"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89601"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89601"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89601"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}