{"id":88463,"date":"2025-04-01T12:40:53","date_gmt":"2025-04-01T15:40:53","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=88463"},"modified":"2025-05-03T23:24:38","modified_gmt":"2025-05-04T02:24:38","slug":"entrevista-renegades-of-punk-falam-sobre-seu-novo-disco-gravidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/04\/01\/entrevista-renegades-of-punk-falam-sobre-seu-novo-disco-gravidade\/","title":{"rendered":"Entrevista: Renegades of Punk falam sobre seu novo disco, \u201cGravidade\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A urg\u00eancia sempre foi o combust\u00edvel da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/therenegadesofpunk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Renegades of Punk<\/a>, grupo formado em Aracaju em 2007 que \u00e9 fruto de uma jun\u00e7\u00e3o de m\u00fasicos vindos de diversas frentes da cena independente local \u2013 Triste Fim de Rosilene, Karne Krua e El President \u2013 e que agora retorna com um novo disco, o segundo de sua discografia, \u201c<a href=\"https:\/\/linktr.ee\/therenegadesofpunk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gravidade<\/a>\u201d (2025), um \u00e1lbum sobre perdas, despedidas e reencontros (<a href=\"https:\/\/renegadesofpunk.com\/produto\/gravidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">que ir\u00e1 ganhar lan\u00e7amento em vinil<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<a href=\"https:\/\/linktr.ee\/therenegadesofpunk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gravidade<\/a>\u201d \u00e9 uma descarga emocional que condensa os \u00faltimos anos em 16 faixas velozes e mel\u00f3dicas que revelam novas facetas sonoras para o trio sergipano. Um disco sobre amadurecer sem perder o \u00edmpeto, sobre encarar a passagem do tempo sem deixar a urg\u00eancia e o desejo latente por novos tempos esmorecer. Gravado na pr\u00f3pria Aracaju, \u201c<a href=\"https:\/\/linktr.ee\/therenegadesofpunk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gravidade<\/a>\u201d foi mixado e masterizado por Fernando Sanchez, que est\u00e1 lan\u00e7ando o \u00e1lbum pelo selo digital de seu est\u00fadio, o El Rocha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo de quase duas d\u00e9cadas de hist\u00f3ria, Dani (guitarra \/ vocal), Ivo (bateria \/ vocal) e Jo\u00e3o M\u00e1rio (baixo \/ voz \/ synth) levaram seu &#8220;tropical punk&#8221; para diversos palcos pelo Brasil e tamb\u00e9m no Velho Continente. \u201cAcho que a banda encontrou uma linguagem muito pr\u00f3pria ao longo do tempo\u201d, opina Ivo na entrevista abaixo, em que fala ainda sobre turn\u00eas internacionais, a cena punk brasileira na atualidade e mais.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Apenas Isso\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ehqUUyVoUZY?list=OLAK5uy_ljxnGZJxadFjXxBffsivu0Mu4PH3daKM8\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Renegades of Punk j\u00e1 tem quase duas d\u00e9cadas de estrada. Como voc\u00eas enxergam a evolu\u00e7\u00e3o da banda desde a sua g\u00eanese at\u00e9 agora?<\/strong><br \/>\nAcho que a banda encontrou uma linguagem muito pr\u00f3pria ao longo do tempo. Ainda que tenhamos diversas influ\u00eancias musicais, considero que sempre nos expressamos do nosso pr\u00f3prio jeito. E isso foi se transformando, dando espa\u00e7o a novas influ\u00eancias e refletindo nossas experi\u00eancias ao longo de nossa trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas sempre tiveram um p\u00e9 fincado no underground, mas levando o \u201ctropical punk\u201d pra v\u00e1rias cidades e at\u00e9 para a Europa. Como essa estrada moldou a identidade sonora de voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nAcho que podemos dizer que temos os dois p\u00e9s fincados no underground. Mesmo quando fomos para a Europa circulamos dentro desse circuito do fa\u00e7a-voc\u00ea-mesmo em eventos organizados por coletivos, amigos, okupas e etc. Essa rede de coopera\u00e7\u00e3o sempre nos inspirou a produzir e realizar o mesmo em nossa cidade. Sonoramente acho que n\u00e3o tem necessariamente uma influ\u00eancia marcante no nosso som a partir disso, mas certamente compartilhamos esse ethos punk, do fa\u00e7a-voc\u00ea-mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cGravidade\u201d parece costurar uma hist\u00f3ria densa de perdas e retornos que dialogam com o ca\u00f3tico tempo atual. Esse \u00e1lbum nasceu de uma necessidade de olhar para tr\u00e1s, ou foi algo que simplesmente aconteceu no processo criativo?<\/strong><br \/>\nSimplesmente aconteceu. O disco \u00e9 muito pessoal na verdade e est\u00e1 cheio de recortes da nossa experi\u00eancia na \u00faltima d\u00e9cada, alguns deles bem traum\u00e1ticos. E escrever \u00e0s vezes \u00e9 a forma que temos para lidar com essas coisas. Tem diversas m\u00fasicas que foram feitas para o disco mesmo, por\u00e9m tem algumas outras que j\u00e1 existiam, mas ainda n\u00e3o tinham sido gravadas oficialmente. Mas \u201cGravidade\u201d como ideia foi acontecendo na verdade na medida em que o produzimos. Fomos achando o conceito e vendo como de certa forma ele circulava entre as m\u00fasicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em compara\u00e7\u00e3o ao disco anterior, o que mudou na forma como voc\u00eas escrevem e comp\u00f5em?<\/strong><br \/>\nNa forma como escrevemos n\u00e3o mudou tanto, continuamos falando sobre coisas que nos afetam pessoalmente ou que nos movem de alguma forma. Como disse antes, escrever se torna \u00e0s vezes uma forma de lidar com o mundo e com nossas ang\u00fastias. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s composi\u00e7\u00f5es num aspecto mais musical, posso dizer que esse disco tomou forma mesmo ao longo dos ensaios. J\u00e1 t\u00ednhamos v\u00e1rias ideias de m\u00fasicas ou trechos inacabados que realmente tomaram vida pr\u00f3pria \u00e0 medida que a gente ensaiava. E naturalmente novas ideias vieram surgindo e completando o set.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00e1lbum traz 16 faixas que s\u00e3o executadas em pouco mais de 30 minutos. Como foi o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do novo disco?<\/strong><br \/>\nA banda ficou um tempo meio parada por diversos motivos. Eu (Ivo) e Dani somos um casal e tivemos uma filha no fim de 2017 (que inclusive participa do disco em \u201cFeiti\u00e7o\u201d) e isso transformou radicalmente nossa vida e nossa rotina. E como somos pai e m\u00e3e na mesma banda n\u00e3o tinha muito revezamento poss\u00edvel pra gente ensaiar e tudo mais nos primeiros anos dela. Logo depois veio o fim do mundo com a pandemia e tudo isso ficou ainda mais distante. Ent\u00e3o chegou um momento que n\u00e3o sab\u00edamos mais se fazia sentido a banda existir ou n\u00e3o, mas a gente sabia que tinha uma por\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas legais para ao menos gravar e deixar registrado. E a ideia inicial foi basicamente essa: gravar as ideias que a gente j\u00e1 tinha. Nessa \u00e9poca est\u00e1vamos sem baixista e resolvemos conversar com Jo\u00e3o M\u00e1rio, que havia tocado conosco na forma\u00e7\u00e3o mais ativa da banda anos atr\u00e1s, para ele ajudar a produzir esse material. E n\u00e3o s\u00f3 ele topou, como acabou voltando para a forma\u00e7\u00e3o da banda. Esse retorno dele tamb\u00e9m trouxe de volta uma qu\u00edmica muito familiar que a gente tem pra tocar e criar em trio. Da\u00ed foi bastante ensaio e dedica\u00e7\u00e3o at\u00e9 a gente achar que tinha um material legal o suficiente pra gravar. Optamos por gravar por aqui mesmo para poder fazer com mais calma e caber na nossa rotina parental e de trabalho e isso foi legal, nos deu tempo para experimentar um pouco mais no est\u00fadio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O punk sempre teve um car\u00e1ter de urg\u00eancia, mas \u201cGravidade\u201d parece trazer essa urg\u00eancia de um jeito mais reflexivo. O que mudou na forma de expressar a raiva e a ang\u00fastia nesses anos todos?<\/strong><br \/>\nDe dentro acho que n\u00e3o vemos tanta diferen\u00e7a, continua sendo punk rock e a gente reclamando do capitalismo. Acho que muitas pessoas est\u00e3o descobrindo agora um lado um pouco mais mel\u00f3dico\/melanc\u00f3lico da banda, mas na verdade quem acompanha tudo que a gente fez at\u00e9 hoje j\u00e1 sabe que ao longo dos anos a gente j\u00e1 experimentou bastante com isso. Acho que agora s\u00f3 ficou mais evidente num disco cheio e mais produzido.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-88466\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/renegades2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/renegades2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/renegades2-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi mixado e masterizado no lend\u00e1rio est\u00fadio El Rocha por Fernando Sanches. Como se deu a aproxima\u00e7\u00e3o de voc\u00eas e quais contribui\u00e7\u00f5es ele trouxe para o disco?<\/strong><br \/>\n\u00c0 medida que o disco tomava forma a grande d\u00favida pra gente era quem iria mixar\/masterizar. A gente achava que a banda merecia algu\u00e9m que entendesse mesmo onde a gente estava tentando chegar e pudesse nos ajudar a chegar l\u00e1. Da\u00ed um dia sonhando grande pensei em falar com o Fernando para or\u00e7ar esse servi\u00e7o, j\u00e1 que o El Rocha sempre foi refer\u00eancia pra gente que cresceu nesta cena hardcore punk. Da\u00ed conversamos, mostrei uma pr\u00e9via do que a gente estava fazendo e ele animou muito em fazer parte do projeto todo, tanto na parte de mixagem\/masteriza\u00e7\u00e3o quanto no lan\u00e7amento digital pela etiqueta do El Rocha. Pra gente foi sensacional, ele \u00e9 um cara incr\u00edvel de se trabalhar e foi bem paciente com a gente pra alcan\u00e7armos o resultado final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O bel\u00edssimo projeto gr\u00e1fico \u00e9 assinado por voc\u00ea. Gostaria de saber como foi a elabora\u00e7\u00e3o do mesmo.<\/strong><br \/>\nEu assumi a responsabilidade de tentar traduzir a ideia do disco em material gr\u00e1fico. Testei v\u00e1rias ideias, mas acabei voltando a essa linguagem de colagem que \u00e9 algo que aprecio muito fazer e da\u00ed come\u00e7ou finalmente a fluir de um jeito que achei que conversava com o conceito do disco. Fiz uma pesquisa de imagens bem extensa atrav\u00e9s de an\u00fancios, posters, recortes de mat\u00e9rias, at\u00e9 conseguir chegar nessa composi\u00e7\u00e3o de um microcosmo surreal de gravidade relativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A sonoridade da banda sempre teve essa vibra\u00e7\u00e3o crua e intensa, mas voc\u00eas mencionam no release que agora est\u00e3o \u201cmeio tom abaixo\u201d. Foi algo consciente ou simplesmente o resultado natural do tempo e das viv\u00eancias?<\/strong><br \/>\nFoi completamente resultado do tempo. De fato, gravamos o disco meio tom abaixo, experimentando com as m\u00fasicas e tonalidades mais confort\u00e1veis. Mas isso virou uma brincadeira entre a gente pra lembrar que estamos envelhecendo e sentindo as mudan\u00e7as, dores e responsabilidades da vida, mas que ainda estamos aqui resistindo de alguma forma. Ainda vivos, mesmo marcados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em tempos de algoritmos e playlists, o que significa para voc\u00eas lan\u00e7ar um \u00e1lbum cheio?<\/strong><br \/>\nCara, nunca passou pela nossa cabe\u00e7a n\u00e3o fazer assim. A gente \u00e9 do s\u00e9culo passado e cresceu amando discos inteiros. Ent\u00e3o a ideia sempre foi lan\u00e7ar um disco de uma vez. N\u00e3o gostamos do padr\u00e3o atual de singles, teasing e aquele marketing excessivo para conseguir seguidores, pr\u00e9-saves e tudo mais, ent\u00e3o simplesmente n\u00e3o fez sentido pra gente replicar isso. Mas entendemos quem tenta fazer nesse formato, faz parte do jogo atual eu acho. Mas pessoalmente acho que o single dilui o impacto do disco, da narrativa que est\u00e1 nas entrelinhas das m\u00fasicas, da hist\u00f3ria maior que est\u00e1 sendo contada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas enxergam o espa\u00e7o do punk independente no Brasil de hoje? O que mudou (para melhor ou pior) desde que come\u00e7aram?<\/strong><br \/>\nDif\u00edcil dizer e ainda mais de generalizar. Mas na nossa experi\u00eancia parece que tem menos gente envolvida e disposta a fomentar essa contracultura em suas cidades. Sinto que houve momentos em que tinha bastante banda e gente articulada em fazer as coisas de maneira aut\u00f4noma e pol\u00edtica e o punk era um dos meios fortes onde isso se dava. E agora tenho a impress\u00e3o de que esses agentes n\u00e3o se renovaram tanto dentro deste cen\u00e1rio ou simplesmente est\u00e3o em outros lugares, com outros interesses. Espero estar completamente errado nessa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E agora que \u201cGravidade\u201d est\u00e1 no mundo, o que vem pela frente?<\/strong><br \/>\nBom, o LP est\u00e1 na f\u00e1brica e vamos fazer um lan\u00e7amento em nossa cidade nos pr\u00f3ximos dias. Depois, a ideia \u00e9 colocar o disco embaixo do bra\u00e7o e circular o m\u00e1ximo que a gente puder ao longo deste ano.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Renegades of Punk - Alzheimer\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Q26vUg58Fos?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"RENEGADES OF PUNK (SE) | FREEDOM SESSIONS\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vSNQiEbsjoE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a>. A foto que abre o texto \u00e9 de Julia Bezerra \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cGravidade\u201d, segundo disco cheio do grupo, \u00e9 uma descarga emocional que condensa os \u00faltimos anos em 16 faixas velozes e mel\u00f3dicas que revelam novas facetas sonoras para o trio sergipano.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/04\/01\/entrevista-renegades-of-punk-falam-sobre-seu-novo-disco-gravidade\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":88465,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7643],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88463"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88463"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88463\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":88468,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88463\/revisions\/88468"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88463"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88463"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88463"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}