{"id":87944,"date":"2025-03-01T09:23:12","date_gmt":"2025-03-01T12:23:12","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=87944"},"modified":"2025-04-01T12:43:28","modified_gmt":"2025-04-01T15:43:28","slug":"entrevista-o-trio-sorocabano-veu-sublime-declara-amor-a-sophia-chablau-e-fala-de-seu-ep-de-estreia-nao-e-nenhum-segredo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/03\/01\/entrevista-o-trio-sorocabano-veu-sublime-declara-amor-a-sophia-chablau-e-fala-de-seu-ep-de-estreia-nao-e-nenhum-segredo\/","title":{"rendered":"Entrevista: O trio sorocabano V\u00e9u Sublime declara amor \u00e0 Sophia Chablau e fala de seu EP de estreia, \u201cN\u00e3o \u00c9 Nenhum Segredo\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lvinhas78\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/veusublime\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">V\u00e9u Sublime<\/a>\u201d. Nome estranho e pouco promissor para uma banda, ainda mais de rock. Mas a\u00ed voc\u00ea d\u00e1 o play e vem aquela sensa\u00e7\u00e3o de \u201cok, tem algo a mais nesse som\u201d, aquele n\u00e3o-sei-bem-o-que que te avisa, mesmo antes do refr\u00e3o, que voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 diante de mais do mesmo. Pois \u00e9 isso que esse trio de Sorocaba (SP) entrega em seu EP de estreia, \u201c<a href=\"https:\/\/offstep.link\/297168060219\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00e3o \u00c9 Nenhum Segredo<\/a>\u201d (2025). Ao transcorrer de \u201cJ\u00e1 Houve\u201d, a primeira faixa do disco, voc\u00ea provavelmente j\u00e1 decidiu que vai ouvir com aten\u00e7\u00e3o at\u00e9 o fim \u2013 a dedica\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 frustrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ouvindo com mais calma, esse \u201cn\u00e3o-sei-bem-o-que\u201d fica menos nebuloso: as refer\u00eancias da banda passam de Jimi Hendrix a Black Keys de maneira muito natural, sem ficar parecendo um enfileiramento de decalques bem sacados. Riffs dominam e conduzem as can\u00e7\u00f5es, com ambi\u00eancias que, em alguns casos, conseguem soar bluesy e stoner ao mesmo tempo. Tem at\u00e9 certa psicodelia, especialmente na boogar\u00ednica faixa t\u00edtulo, mas coisa de quem fumou um do bom antes de acertar o arranjo, e n\u00e3o de quem est\u00e1 fritando com drogas sint\u00e9ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00fasica do V\u00e9u Sublime n\u00e3o se demora sobre si mesma: ela se at\u00e9m ao que cada composi\u00e7\u00e3o precisa. Composi\u00e7\u00f5es, ali\u00e1s, todas de autoria do vocalista e guitarrista Bruno RK. Mas fiel \u00e0 sua origem \u2013 uma jam entre amigos \u2013 a banda entende as can\u00e7\u00f5es como uma cria\u00e7\u00e3o coletiva, com a participa\u00e7\u00e3o decisiva dos outros integrantes, o baixista Dion Castro e o baterista Yago Amaral. No caso do EP, merece destaque tamb\u00e9m o produtor Well Mendes, que conseguiu dar mais camadas e volume \u00e0s faixas, sem priv\u00e1-las da espontaneidade e do groove do trio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por chamada de v\u00eddeo, Bruno RK contou mais sobre a g\u00eanese do EP, as inten\u00e7\u00f5es da banda e as raz\u00f5es para a longevidade da movimenta\u00e7\u00e3o roqueira em Sorocaba. Voc\u00ea vai perceber pela leitura, mas n\u00e3o custa destacar que a conversa foi toda permeada por amor e entusiasmo \u00e0 m\u00fasica. Em tempos de gente gravando singles formulaicos para tentar surfar nas mar\u00e9s dos algoritmos, \u00e9 uma del\u00edcia topar com uma banda estreante que pensa e age diferente.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"N\u00e3o \u00c9 Nenhum Segredo\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_nEDI_ja2DQeaU70lQUWsYyo9SAaTZ1MkE\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sorocaba tem uma coisa quase m\u00edtica no que diz respeito ao underground local: a movimenta\u00e7\u00e3o sempre pareceu muito forte, com espa\u00e7os para bandas que t\u00eam tradi\u00e7\u00e3o, festivais locais, bares que abrem espa\u00e7o para bandas novas. Claro, com per\u00edodos de maior e menor intensidade, mas inegavelmente uma movimenta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Como o V\u00e9u Sublime se encaixa nessa tradi\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nIsso que voc\u00ea falou \u00e9 uma parada muito legal mesmo. Desde a \u00e9poca que meu tio tocava na banda dele nos anos 2000, a Tribo Nativa, ele j\u00e1 conhecia a Wry, sabe? Ele sempre me falava deles, e eu cresci vendo bandas daqui. O que voc\u00ea falou \u00e9 muito verdade, em Sorocaba vai se passando o tempo e sempre v\u00eam bandas novas. Conheci a cena underground aqui de Sorocaba com a ventilas, que \u00e9 uma banda que eu amo. Sou amigo do Johnny (Jo\u00e3o Marcos) e do Zana (Matheus Zanetti, ambos integrantes do duo em quest\u00e3o), e foi por causa deles que conheci toda essa cena. E \u00e9 muito interessante, porque a gente se encaixa nessa cena. Acho que aqui tem espa\u00e7o para muitos sons diferentes dentro do rock: tem a cena do metal, que tem a V\u00e9rtices, que \u00e9 mais para o hardcore cruzado com metal. Tem a gente, que faz um rock alternativo que mistura funk com soul com Jimi Hendrix e tudo\u2026 A\u00ed tem a galera um pouco mais do indie, como a ventilas, tem a galera do shoegaze, que \u00e9 a cortisol. Tem espa\u00e7o para todo mundo dentro da cena daqui, sabe? \u00c9 muito legal quando a gente faz rol\u00ea junto, porque s\u00e3o v\u00e1rios estilos diferentes dentro do mesmo dia, cria uma variedade muito legal. Os p\u00fablicos tamb\u00e9m acabam sendo variados. E n\u00e3o s\u00e3o muitas bandas que fazem o som que a gente faz, pelo menos aqui em Sorocaba&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vamos esmiu\u00e7ar esse som, ent\u00e3o: tem a coisa setentista que voc\u00ea falou, tem o groove bem predominante, o apre\u00e7o pela can\u00e7\u00e3o, mesmo com o volume no talo. Imagino que seria f\u00e1cil deixar tudo entrar numa digress\u00e3o instrumental e chamar de \u201cpsicodelia\u201d, mas parece que voc\u00eas v\u00e3o na dire\u00e7\u00e3o oposta a isso, mantendo a can\u00e7\u00e3o com o que ela realmente necessita.<\/strong><br \/>\nIsso! Sou eu que escrevo as m\u00fasicas, e sempre que escutei rock brasileiro, notei que existe um padr\u00e3o nas m\u00fasicas que eu gosto. Procurei trazer esse padr\u00e3o para a minha m\u00fasica: tudo que eu escrevo \u00e9 de acordo com as m\u00fasicas que eu gosto. A primeira banda de rock brasileiro que eu amei foi os Paralamas! Quando ouvi \u201cO Passo do Lui\u201d (segundo \u00e1lbum da banda, de 1985) pela primeira vez, aquilo ali para mim foi uma parada que eu fiquei. \u201ccaralho, mano, isso aqui \u00e9 muito foda!\u201d As estruturas s\u00e3o muito boas, os refr\u00f5es s\u00e3o muito bons, \u00e9 tudo muito bom. Foi a\u00ed que bateu assim um neg\u00f3cio de: &#8220;putz, mano, preciso pensar em formas de como dar a minha cara para essa estrutura aqui\u201d. Claro que tem m\u00fasicas com partes que pegam mais, tipo um refr\u00e3o mais forte, um verso mais forte, mas a composi\u00e7\u00e3o est\u00e1 ali, sabe? Mas essa quest\u00e3o da estrutura da can\u00e7\u00e3o em si \u00e9 um neg\u00f3cio no qual a gente sempre pensou. N\u00e3o que a gente v\u00e1 se repetir, elas v\u00e3o ser variadas. Por exemplo, \u201cN\u00e3o \u00c9 Nenhum Segredo\u201d come\u00e7a com uma intro e tal, s\u00f3 que ao inv\u00e9s de ser verso, pr\u00e9-refr\u00e3o e refr\u00e3o, a estrutura \u00e9 verso, verso, pr\u00e9-refr\u00e3o, refr\u00e3o e o solo, a\u00ed acaba. A gente \u00e0s vezes faz essas brincadeiras. Em \u201cJ\u00e1 Houve\u201d tamb\u00e9m tem essa parada: tem o riff, o verso, o pr\u00e9-refr\u00e3o, o refr\u00e3o. A\u00ed a segunda parte \u00e9 o verso, e o solo no que deveria ser a segunda parte do verso, e a\u00ed vem o refr\u00e3o de novo. Algumas bandas que eu gosto t\u00eam isso tamb\u00e9m, tipo Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo. Essa \u00e9 uma banda que me inspira muito atualmente, o show deles que vi aqui em Sorocaba foi um dos melhores da minha vida. Mas \u00e9 uma quest\u00e3o de gosto, eu sei. E eu sou uma pessoa que tem um problema: eu enjoo muito f\u00e1cil de algumas coisas, inclusive de algumas que eu gosto (risos). Ent\u00e3o j\u00e1 sei que vai ter hora em que vou enjoar de fazer m\u00fasicas desse jeito e vou come\u00e7ar a brincar de outro, sabe? A gente sempre tenta explorar novas coisas, pinta uma inspira\u00e7\u00e3o diferente e a gente decide fazer mais m\u00fasicas naquele estilo. Estamos compondo as m\u00fasicas que v\u00e3o entrar no nosso \u00e1lbum e elas j\u00e1 s\u00e3o de uma linhagem um tanto diferente, uma outra caracter\u00edstica sonora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E nada \u00e9 definitivo, n\u00e9? Ou\u00e7o nas m\u00fasicas de voc\u00eas um espa\u00e7o mais arejado, d\u00e1 para mudar ao vivo, transformar o arranjo, dar outra leitura, encontrar novos caminhos\u2026<\/strong><br \/>\nA gente faz exatamente isso! (risos) Por exemplo, em \u201cTempestade\u201d, a gente sempre muda aquela parte mais r\u00e1pida, na qual vem o riff de guitarra. At\u00e9 porque, no in\u00edcio, essa parte nem existia (risos). Chegou um ensaio que foi antes de um show, o Dion tocou esse riff e eu falei: &#8220;Caralho, mano, isso aqui t\u00e1 muito da hora, vamos fazer!\u201d. Fomos tocando, uma hora falamos \u201cputa merda, velho, \u00e9 isso a m\u00fasica&#8221;. S\u00f3 faltava isso para termina-la. Mas ao vivo, a gente faz essa parte meio doom metal, lentona, sabe? E tamb\u00e9m teve um outro ensaio, esse antes da gente gravar essa m\u00fasica, no qual pintou o jazz que foi para o EP (a vinheta \u201cResqu\u00edcios\u201d). A gente improvisou do nada, com o Dion puxando no baixo, a\u00ed o Yago foi seguindo na bateria e tipo, eu entrei assim com aquela guitarra muito torta, fazendo umas escalas meio tom acima\u2026 Ficou da hora e decidimos gravar. Mas a gente \u00e9 muito aberto a improvisar. O Dion mesmo, ele nunca toca a mesma linha de baixo, sempre muda alguma coisa. Ent\u00e3o, sempre que voc\u00ea for ver ao vivo, vai ter uma coisa diferente do EP. O Yago tamb\u00e9m, ele sempre muda alguma coisa na bateria. Como eu canto e toco, eu n\u00e3o tenho tanto espa\u00e7o para mudar muitas coisas, porque eu meio que trabalho com padr\u00f5es, sabe? Quando estou tocando e cantando, eu tenho que saber exatamente o que eu vou fazer para n\u00e3o errar. Mas se estamos s\u00f3 no instrumental, eu tamb\u00e9m abro espa\u00e7o para umas coisas novas na guitarra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como voc\u00ea pensa a sua voz dentro do som da banda?<\/strong><br \/>\nEu comecei a cantar na banda porque ou eu cantava ou n\u00e3o tinha ningu\u00e9m pra isso (risos). Demorou muito tempo para eu pegar exatamente como eu ia cantar as m\u00fasicas. Quem n\u00e3o tem muito o costume de cantar n\u00e3o conhece a pr\u00f3pria voz, e esse era meu caso. Levei um tempo pra conhecer meu timbre, a regi\u00e3o da voz. Escrevi muitas m\u00fasicas em que meu vocal era muito engessado, o que eu queria fazer n\u00e3o era o que eu estava pensando. Depois que comecei a escutar o Mac De Marco, a coisa mudou. Ele n\u00e3o canta bem, nem tem uma voz t\u00e3o boa, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o t\u00e9cnico, mas gosto do jeito como ele interpreta as m\u00fasicas dele. Ele \u00e9 uma grande inspira\u00e7\u00e3o pra mim nesse sentido. E depois que eu comecei a reparar assim no jeito que ele canta, eu falei: &#8220;putz, eu posso fazer um neg\u00f3cio mais livre!\u201d Sempre que eu vou cantar, penso em como posso colocar minha voz como um complemento do instrumental, e n\u00e3o a voz como algo \u00e0 parte. Penso nela complementando a harmonia, tanto que as melodias vocais conversam muito com o que t\u00e1 acontecendo na harmonia. Eu sei que n\u00e3o vou levar minha voz pra um neg\u00f3cio meio solista, tipo o Freddie Mercury no Queen, sabe? (risos) Ali \u00e9 outro papo, a harmonia acontecendo aqui e a voz dele est\u00e1 fazendo uma parada totalmente diferente. Acho foda, eu queria fazer, mas n\u00e3o consigo de jeito nenhum, sou muito nervoso assim para cantar, sou bem inseguro com a minha voz, principalmente ao vivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea falou da Sophia Chablau agora h\u00e1 pouco, Com quais outras bandas voc\u00ea v\u00ea a V\u00e9u Sublime tendo um di\u00e1logo? Com quem mais voc\u00eas se identificam?<\/strong><br \/>\nEu gosto muito de Mar\u00e9 Tardia, uma banda do Esp\u00edrito Santo. Acho muito foda mesmo. A gente inclusive j\u00e1 conversou no Instagram de tentar fazer um rol\u00ea junto, talvez saia esse ano. Vi alguns v\u00eddeos dele ao vivo e, cara! A energia deles ao vivo \u00e9 foda. \u00c9 uma banda que tem muito potencial. Nos dias atuais, os dois que eu mais escuto s\u00e3o eles e a Sophia Chablau, mas tem uma outra banda da qual eu gosto muito, mas acho que \u00e9 muito diferente do nosso estilo, que \u00e9 a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/05\/04\/musica-primeiro-album-cheio-do-quarteto-paranaense-terraplana-olhar-pra-tras-e-uma-estreia-soberba-que-merece-atencao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">terraplana<\/a>.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Confus\u00e3o - V\u00e9u Sublime (Oficial Visualizer)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pkXyHK-vFAk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Magnitude Contr\u00e1ria - Ao Vivo (Veganaassoo) 21\/12\/24\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wruNW5R0b8g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"V\u00e9u Sublime - Confus\u00e3o (Ao Vivo Vegaanaassoo - S\u00e3o Paulo 21\/12\/24)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YyAVrzABBcU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) \u00e9 produtor e autor do livro \u201c<a href=\"https:\/\/editorabarbante.com.br\/produtos\/o-evangelho-segundo-odair-censura-igreja-e-o-filho-de-jose-e-maria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Evangelho Segundo Odair: Censura, Igreja e O Filho de Jos\u00e9 e Maria<\/a>\u201c.&nbsp;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"As refer\u00eancias da banda passam de Jimi Hendrix a Black Keys de maneira muito natural, sem ficar parecendo um enfileiramento de decalques bem sacados. Riffs dominam e conduzem as can\u00e7\u00f5es\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/03\/01\/entrevista-o-trio-sorocabano-veu-sublime-declara-amor-a-sophia-chablau-e-fala-de-seu-ep-de-estreia-nao-e-nenhum-segredo\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":87947,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7607],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87944"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=87944"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87944\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":87948,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87944\/revisions\/87948"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/87947"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=87944"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=87944"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=87944"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}