{"id":86328,"date":"2025-01-02T00:01:00","date_gmt":"2025-01-02T03:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=86328"},"modified":"2025-03-14T09:37:37","modified_gmt":"2025-03-14T12:37:37","slug":"entrevista-flavio-cavichioli-ex-pin-ups-e-forgotten-boys-fala-sobre-seu-novo-projeto-weedevil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/01\/02\/entrevista-flavio-cavichioli-ex-pin-ups-e-forgotten-boys-fala-sobre-seu-novo-projeto-weedevil\/","title":{"rendered":"Entrevista: Fl\u00e1vio Cavichioli (ex-Pin Ups e Forgotten Boys) fala sobre seu novo projeto, WeeDevil"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lage.guilherme66\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Guilherme Lage<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano de 2024 chegou ao fim e realmente foram 12 meses a se comemorar para quem gosta de m\u00fasica pesada. Na gringa ou no Brasil, houve lan\u00e7amentos hist\u00f3ricos e imperd\u00edveis. Pense bem, foi durante este ano que vimos algo que beira o inacredit\u00e1vel: um disco de death metal ser considerado um dos melhores pela conservador\u00edssima Time Magazine (\u201cAbsolute Elsewhere\u201d, do Blood Incantation).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No nosso pa\u00eds, houve um \u00e1lbum que mescla dois estilos que ca\u00edram nas gra\u00e7as do brasileiro j\u00e1 h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada: o stoner rock e o doom metal, com o lan\u00e7amento de \u201cProfane Smoke Ritual\u201d (2024), da banda paulistana <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/weedevildoom\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">WeeDevil<\/a>.\u00a0 O som do grupo \u00e9 como o g\u00eanero deveria ser: arrastado, carregado, riffs atr\u00e1s de riffs esfuma\u00e7ados, tal qual um Black Sabbath acordado h\u00e1 12 horas no meio do deserto se entregando ao peiote, pois, algo que n\u00e3o pode faltar no sludge \u00e9 a rever\u00eancia aos mestres. Bendito sois v\u00f3s, \u00f3, cramunh\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O disco \u00e9 o segundo longo da banda, que segue o sensacional \u201cThe Return\u201d, de 2022. O grupo &#8211; formado por Fl\u00e1vio Cavichioli (bateria), Poison (vocal), Paulo Ueno (guitarra), Henrique Bittencourt (guitarra) e Claudio HC Funari (baixo) &#8211; tamb\u00e9m conta com dois EPs (&#8220;WeeDevil&#8221; e &#8220;The Death Is Coming&#8221;), al\u00e9m do Split \u201cCult Of The Devil Sounds\u201d, dividido com a banda mexicana Electric Cult.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O WeeDevil nasceu em 2019, mas apesar do \u201cpouco\u201d tempo, quem comp\u00f5e a banda n\u00e3o \u00e9\u00a0 novato, visto quem se disp\u00f4s a dar essa entrevista: Fl\u00e1vio Cavichioli conta com um certo status de lenda na cena brasileira, seja para a farra, seja pelo absurdo talento para espancar tambores. Fl\u00e1vio j\u00e1 fez parte de grandes bandas, como <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/06\/14\/entrevista-ze-antonio-fala-sobre-o-primeiro-disco-do-pin-ups-em-20-anos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pin Ups<\/a> e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/09\/23\/entrevista-com-novo-album-click-clack-forgotten-boys-herda-e-redefine-a-tradicao-do-rock-alternativo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Forgotten Boys<\/a>, nesta segunda, se sacramentando como um dos bateras mais vers\u00e1teis do underground tupiniquim. O m\u00fasico falou sobre sua paix\u00e3o pelo instrumento, causos da estrada e seu amor pelo som que faz hoje ao lado da WeeDevil.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Profane Smoke Ritual\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_m4TIXZ3-OA13NOfsczNFIh_Wg1BcKdXiU\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 uma pergunta clich\u00ea, mas n\u00e3o h\u00e1 como fugir dela: como voc\u00ea acha que &#8220;Profane Smoke Ritual&#8221; se diferencia do &#8220;The Return&#8221;? Normalmente os \u00e1lbuns de estreia s\u00e3o feitos um pouco mais na pressa. Com o segundo disco foi poss\u00edvel ter um pouco mais de calma? Trabalhar os detalhes para o lan\u00e7amento?<\/strong><br \/>\nApesar da WeedDevil ser uma banda relativamente nova, \u00e9 uma banda que passou por algumas forma\u00e7\u00f5es. Do \u201cThe Return\u201d para o \u201cProfane Smoke Ritual\u201d, o \u00fanico integrante que gravou os dois \u00e1lbuns fui eu. \u00c9 natural que soem distintos um do outro, acho que o \u201cThe Return\u201d tem uma sonoridade mais pr\u00f3xima do stoner doom com m\u00fasicas longas, enquanto o \u201cProfane Smoke Ritual\u201d tem uma pegada com influ\u00eancias de heavy metal al\u00e9m do stoner doom. Acredito que a WeeDevil tem uma identidade sonora, mesmo com essas mudan\u00e7as na forma\u00e7\u00e3o voc\u00ea ouve e consegue identificar a sonoridade da banda, e tanto o \u201cThe Return\u201d quanto o \u201cProfane Smoke Ritual\u201d foram feitos na correria. O \u00faltimo, fizemos durante o carnaval de 2024. Foi feita uma pr\u00e9 em fevereiro. Em mar\u00e7o e abril conclu\u00edmos o \u00e1lbum, que foi todo gravado e mixado no Bay Area Est\u00fadios, assim como todos os outros trabalhos da WeeDevil, e acredito que no pr\u00f3ximo \u00e1lbum vamos ter mais tempo para trabalhar com mais calma, sem press\u00e3o e correria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi lan\u00e7ado por um selo mexicano em CD e por um holand\u00eas para o vinil. Se n\u00e3o me engano, voc\u00eas j\u00e1 trabalharam antes com a DHU. Como rola esse interc\u00e2mbio? A internet facilitou esse contato com m\u00fasicos e selos de outros pa\u00edses? Como foi esse primeiro contato? Foram as gravadoras que j\u00e1 demonstraram interesse em voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nSim, o \u201cThe Return\u201d e o \u201cProfane Smoke Ritual\u201d sa\u00edram em vinil pela DHU Records, e temos tamb\u00e9m um split que saiu em CD com a banda mexicana Electric Cult, lan\u00e7ado pela Smolder Brains Records do M\u00e9xico, que tamb\u00e9m lan\u00e7ou o CD do \u201cProfane Smoke Ritual\u201d. Com certeza a Internet facilitou muito o acesso a selos e bandas de outros pa\u00edses, antes da Internet era por carta ou fax esse tipo de contato, e raramente tinha alguma resposta.\u00a0 O contato com os dois selos, tanto DHU quanto Smolder Brains, vieram atrav\u00e9s da nossa assessoria, a Bruxa Verde Produ\u00e7\u00f5es, que fez a ponte inicial. O interesse da DHU Records pelo WeeDevil veio com o lan\u00e7amento do EP de 2021 \u201cThe Death is Coming\u201d, e com a Smolder Brains veio com a ideia do lan\u00e7amento do split com uma banda brasileira e uma mexicana, o \u201cCult of Devil Sounds\u201d. Este foi o primeiro lan\u00e7amento da Smolder Brain.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E por falar em come\u00e7o, pode contar um pouco como foi o in\u00edcio da banda? Voc\u00ea sempre transitou por meios musicais bem diversos: punk, hard rock, metal. Como surgiu essa fagulha de criar algo no territ\u00f3rio doom\/stoner? J\u00e1 havia antes esse amor pelos estilos?<\/strong><br \/>\nTive a ideia de formar a WeeDevil em 2019.\u00a0 Foi assim: s\u00f3 tinha eu e a ideia, antes de montar a banda eu j\u00e1 estava com o contato da Abraxas, isso no meio de 2019. Em dezembro do mesmo ano j\u00e1 t\u00ednhamos lan\u00e7ado um single e feito o nosso show de estreia abrindo para os suecos do Asteroid no Jai Club. Eu s\u00f3 estava fazendo alguns shows espor\u00e1dicos com o Pin Ups e j\u00e1 estava de saco cheio de tocar aquele tipo de som (risos). Eu queria voltar \u00e0s origens, eu sempre gostei de metal, sempre fui f\u00e3 de Black Sabbath, ouvia algumas bandas de stoner como Kyuss, Fu Manchu, Corrosion of Conformity, mas a fagulha pra finalmente montar o WeeDevil veio com o lan\u00e7amento do \u201cThe Sciences\u201d, o \u00e1lbum da volta do Sleep. Nisso eu fui me aprofundando cada vez mais no estilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais do que isso, cara. Como foi seu in\u00edcio na bateria? Voc\u00ea \u00e9 conhecido por ser um batera bem vers\u00e1til. Suas influ\u00eancias v\u00eam necessariamente do rock n&#8217; roll ou outros estilos tamb\u00e9m encontram espa\u00e7o no seu repert\u00f3rio e aprimoram seu jeito de tocar?<\/strong><br \/>\nMinha rela\u00e7\u00e3o com a bateria vem de ber\u00e7o. Meu pai era baterista, mas peguei gosto mesmo pela coisa com a primeira vinda do Kiss ao Brasil em 1983, aquele som de batera do \u00e1lbum \u201cCreatures of the Night\u201d me deixou maluco, e quando vi pela TV o Eric Carr tocando aquela bateria em cima de um tanque de guerra\u2026 Aquilo na \u00e9poca, nos anos 80 pra uma crian\u00e7a de 9 anos, moldou meu car\u00e1ter e o que viria a ser depois. Posso citar como minhas maiores influ\u00eancias Bill Ward e John Bonhan, mas n\u00e3o sou bitolado. Curto muito outros estilos, posso citar aqui Elvin Jones, Tony Allen e batuques de terreiro de Macumba, sou adepto e casualmente toco atabaque em algumas giras.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-86332\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/weedevil2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"874\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/weedevil2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/weedevil2-257x300.jpg 257w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 \u00e9 um veterano. H\u00e1 quanto tempo est\u00e1 tocando com bandas? Algumas hist\u00f3rias legais para contar? Voc\u00ea j\u00e1 faz som desde os anos 80, certo? Alguns causos sobre essa \u00e9poca? E claro, algumas loucuras pra dividir sobre a \u00e9poca de Pin Ups e Forgotten Boys?<\/strong><br \/>\nMinha primeira banda foi uma banda de thrash metal chamava-se Evil Doer. Fiz meu primeiro show nessa \u00e9poca, em 1987. Dessa \u00e9poca tenho algumas hist\u00f3rias: uma delas \u00e9 de quando conheci e fiquei amigo dos irm\u00e3os Cavalera na \u00e9poca do lan\u00e7amento do \u201cSchizophrenia\u201d do Sepultura. Sempre que vinham tocar em S\u00e3o Paulo, eles ficavam hospedados na casa de parentes deles na Vila Leopoldina, bairro onde morei e cresci.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era muito legal essa \u00e9poca, aquelas coisas de moleque descobrindo o mundo. Pulava o muro do cemit\u00e9rio pra tomar pinga, namorar\u2026 at\u00e9 que a pol\u00edcia uma vez pegou de uma s\u00f3 vez uns 20 metaleiros invadindo o cemit\u00e9rio da Lapa. Eu n\u00e3o rodei, mas uma d\u00fazia ali passou a noite na delegacia (risos). Eu era o mais novo da turma, na \u00e9poca de Pin Ups e Forgotten Boys. Principalmente no Forgotten, era muita loucura, confesso que lembro de pouca coisa dessa \u00e9poca. Parece que ficou uma nuvem negra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos momentos mais insanos que eu lembro foi no dia que o Forgotten abriu pro Guns N\u2019 Roses , eu estava virado h\u00e1 uns tr\u00eas dias. Lembro de fumar um skunk com o Sebastian Bach e o cara n\u00e3o parava de falar, n\u00e3o soltava o baseado. Lembro tamb\u00e9m que nesse dia tomei um \u00e1cido que acabei quebrando (sem querer ou n\u00e3o) a mesa do camarim (risos). Era muita loucura, a maioria n\u00e3o lembro, o muito\u00a0pouco que lembro \u00e9 impublic\u00e1vel (mais risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De uns anos pra c\u00e1 algumas bandas como o pr\u00f3prio Jupiterian ganharam notoriedade no cen\u00e1rio brasileiro. Voc\u00ea acha que h\u00e1 um crescimento, uma estabiliza\u00e7\u00e3o da cena doom no Brasil? Existe de fato uma cena para esse tipo de m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nO cen\u00e1rio doom metal aqui ainda \u00e9 muito restrito, coisa de nicho. Muita gente aqui no Brasil n\u00e3o valoriza o estilo, aqui se valoriza muito o som extremo. Sinto que as bandas de doom aqui no Brasil s\u00e3o deixadas um pouco de lado dos eventos de metal. Sinto que o WeeDevil, apesar de nunca ter ido tocar fora, tem um reconhecimento e um respeito maior na gringa do que aqui. Tipo, se eu fosse depender de algum selo daqui pra lan\u00e7ar nosso vinil, isso nunca ia acontecer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como foram os shows em promo\u00e7\u00e3o desse disco? H\u00e1 um planejamento para turn\u00eas mais extensas?<\/strong><br \/>\nOs shows do \u201cProfane Smoke Ritual\u201d est\u00e3o sendo \u00f3timos. Apesar do que eu respondi na \u00faltima pergunta, eu sinto que a WeeDevil est\u00e1 cada vez mais conquistando p\u00fablico. Estamos meio que saindo do &#8220;nicho&#8221; do doom metal, e isso \u00e9 \u00f3timo pra n\u00f3s. Acredito que deve ser por causa da sonoridade mais heavy metal adotada \u00a0no novo \u00e1lbum. Fizemos recentemente a abertura do show do Lucifer, e fomos muito bem recebidos.\u00a0 Tocamos mais cedo, \u00e9ramos a segunda banda e mesmo assim pegamos a casa cheia, e no final do show o p\u00fablico pedindo bis foi legal pra caralho, esse reconhecimento\u2026 Pro ano que vem, temos algumas datas pra fora de SP e, quem sabe, uma mini tour pela Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E por fim: riffs, batera, bagulho, capeta! Tudo isso sempre fez um bom disco doom\/stoner. Podemos continuar esperando essa combina\u00e7\u00e3o feita no inferno nos pr\u00f3ximos lan\u00e7amentos?<\/strong><br \/>\nSem d\u00favida n\u00e3o se faz um bom stoner doom sem esses elementos, principalmente o \u201cbagulho\u201d (risos). Com certeza essa combina\u00e7\u00e3o \u00e9 a f\u00f3rmula da WeeDevil mas nunca estamos fechados a novas experi\u00eancias com outros estilos dentro do metal.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Weedevil - Profane Smoke Ritual (live at Fffront 8\/6\/24)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xK4UhVfBz7U?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Weedevil - Underwater - [Video Oficial]\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uOrSRay7lf0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"WEEDEVIL - Live 28.10.2023 Kool Metal Fest | CC da Juventude | 4K\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TUECHowEf4g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Guilherme Lage (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lage.guilherme66\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fb.com\/lage.guilherme66<\/a>) \u00e9 jornalista e mora em Vila Velha, ES. <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/author\/guilherme-lage\/\">Leia outras entrevistas dele<\/a>!<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O WeeDevil nasceu em 2019, mas apesar do \u201cpouco\u201d tempo, quem comp\u00f5e a banda n\u00e3o \u00e9\u00a0 novato, visto quem se disp\u00f4s a dar essa entrevista: Fl\u00e1vio Cavichioli (ex-Pin Ups e Forgotten Boys)\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/01\/02\/entrevista-flavio-cavichioli-ex-pin-ups-e-forgotten-boys-fala-sobre-seu-novo-projeto-weedevil\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":58,"featured_media":86331,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7571],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86328"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/58"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86328"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86328\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":86348,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86328\/revisions\/86348"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86331"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}