{"id":86317,"date":"2025-01-08T00:13:00","date_gmt":"2025-01-08T03:13:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=86317"},"modified":"2025-05-13T00:25:30","modified_gmt":"2025-05-13T03:25:30","slug":"tres-livros-eu-fui-traficante-de-keith-richards-nacao-tomada-pelo-medo-good-pop-bad-pop-um-inventario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/01\/08\/tres-livros-eu-fui-traficante-de-keith-richards-nacao-tomada-pelo-medo-good-pop-bad-pop-um-inventario\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas livros: \u201cEu Fui Traficante de Keith Richards\u201d, &#8220;Na\u00e7\u00e3o Tomada Pelo Medo&#8221;, \u201cGood Pop, Bad Pop: Um Invent\u00e1rio\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0textos de <a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-86320\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/keith1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/keith1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/keith1-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/keith1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cEu Fui Traficante de Keith Richards\u201d, de Tony Sanchez (<a href=\"https:\/\/lojasapopemba.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Editora Sapopemba<\/a>, 2024)<\/strong><br \/>\nSpanish Tony (Sanchez) \u201ctrabalhou\u201d para Keith Richards, \u201ccontratado\u201d, por 8 anos, entre 1971 e 1979, mas come\u00e7ou a conviver com os Rolling Stones ainda no final da d\u00e9cada de 1960. Em sua (deliciosa) autobiografia, \u201c<a href=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2012\/08\/22\/keith-richards-rolling-stone-alone\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vida<\/a>\u201d (2010), Keith diz que Tony, o espanhol, \u201cera dur\u00e3o\u201d e que ele \u201csalvou minha vida uma ou duas vezes\u201d (entre muitas outras cita\u00e7\u00f5es), mas o mais importante \u00e9 que Keith leu \u201cUp and Down with the Rolling Stones\u201d (t\u00edtulo original de \u201cEu Fui Traficante de Keith Richards\u201d, cuja primeira edi\u00e7\u00e3o foi lan\u00e7ada originalmente em 1979 &#8211; e que chega ao Brasil agora com tradu\u00e7\u00e3o de Let\u00edcia Lopes Ferreira) e, apesar de cortar rela\u00e7\u00f5es com o ex-amigo (e, inclusive, amea\u00e7a-lo caso ele levasse o livro em frente), deu seu aval: \u201cSim, tudo que est\u00e1 no livro aconteceu\u201d, confirmou o guitarrista dos Stones em uma entrevista. E do que se trata &#8220;tudo&#8221;? Bem, o cotidiano de sexo, drogas e rock and roll de uma das maiores bandas de todos os tempos. Acredite, n\u00e3o \u00e9 pouco. Mesmo. \u201cEu Fui Traficante de Keith Richards\u201d (ainda que Tony passe o livro todo dizendo que nunca traficou, apenas facilitou com que\u00a0\u00a0as drogas mais diversas encontrassem seus client\u2026 ops, amigos, entre eles os Stones, o \u201cmala\u201d do John Lennon, Marianne Faithfull e muitos outros) n\u00e3o \u00e9 apenas um dos livros mais reveladores sobre o cotidiano junkie e criativo dos Rolling Stones, mas sobre todo o mise-en-scene que gira ao redor de grandes artistas &#8211; e \u00e9 facilmente percept\u00edvel que Tony pode ter contado muitas das hist\u00f3rias (repletas de detalhes) que preenchem o livro, mas a escrita \u00e9 de um jornalista profissional, um ghost writer que entende n\u00e3o apenas de pesquisa como tamb\u00e9m de narrativa (o texto \u00e9 muito bom!). Assim, de uma posi\u00e7\u00e3o privilegiada, Tony observa a derrocada de Brian Jones, a gentileza de Paul McCartney e a constru\u00e7\u00e3o de verdadeiras obras-primas do rock enquanto abastece Keith com drogas (ou o leva para trocar todo o sangue viciado de seu corpo). Chega a surpreender (e, em muitos momentos, assustar) como o guitarrista tenha conseguido (sobreviver e) ser criativo nos anos 1970 vivendo todo o tempo completamente chapado, ainda que seja um per\u00edodo em que a banda seja dominada por um Mick Jagger muito menos drogado que o parceiro. Divertido muitas vezes, depressivo em tantas outras e muito educativo (basta ler para querer dist\u00e2ncia de drogas pesadas), \u201cEu Fui Traficante de Keith Richards\u201d \u00e9 um dos melhores livros j\u00e1 escritos sobre os Stones, em particular, e sobre os bastidores do rock, no geral. <a href=\"https:\/\/lojasapopemba.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leia<\/a> tendo consci\u00eancia da abstin\u00eancia que se seguir\u00e1 de (ler sobre viciados em) hero\u00edna quando acabar&#8230;<\/p>\n<hr \/>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-86321\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/thom.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/thom.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/thom-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/thom-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Na\u00e7\u00e3o Tomada Pelo Medo&#8221;, de Thom Yorke e Stanley Donwood (<a href=\"https:\/\/www.darksidebooks.com.br\/nacao-tomada-pelo-medo--brinde-exclusivo\/p\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Darkside Books<\/a>, 2024)<\/strong><br \/>\nEm 1994, o designer gr\u00e1fico Stanley Donwood come\u00e7ou a colaborar com o Radiohead, mas, principalmente, com seu amigo de escola de artes Thom Yorke (parceria que se estenderia a projetos como Atoms for Peace e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?s=the+smile\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Smile<\/a>). Ou seja, ele j\u00e1 estava l\u00e1 assinando as artes de capas e singles quando o Radiohead deu ao mundo \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/04\/the-bends-o-melhor-do-radiohead\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Bends<\/a>\u201d(1995) e \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/11\/ok-computer-um-disco-fundamental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ok Computer<\/a>\u201d(1997), e acompanhou \u201cde perto\u201d o amigo e a banda serem catapultados \u00e0 fama mundial, transformando-os numa \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/18\/kid-a-o-radiohead-no-topo-do-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">droga de vaga sagrada<\/a>\u201d. O retrato dessa \u00e9poca foi desenhado de maneira intoc\u00e1vel no document\u00e1rio (lan\u00e7ado em DVD no Brasil) \u201cMeeting People is Easy\u201d (1998), que \u00e9 did\u00e1tico em encapsular a claustrofobia da fama. Como algu\u00e9m observou certa vez, uma celebridade \u00e9 algu\u00e9m que trabalha duro a vida toda para se tornar conhecido e, ent\u00e3o, usa \u00f3culos escuros para evitar ser reconhecido. No caso do Radiohead, o resultado dessa epopeia fantasmag\u00f3rica n\u00f3s todos conhecemos: dois \u00e1lbuns (\u00f3culos escuros) anti-pop de grandeza espetacular, \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/18\/kid-a-o-radiohead-no-topo-do-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Kid A<\/a>\u201d (2000) e \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2002\/02\/01\/musica-amnesiac-do-radiohead-uma-merda-ou-uma-perola\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Amnesiac<\/a>\u201d (2001) que exp\u00f5e de maneira exemplar n\u00e3o apenas as cicatrizes da fama, mas, tamb\u00e9m, sintomas estendidos: a desordem mental e emocional causadas nos integrantes (em geral, e em Thom Yorke, autor das letras e c\u00e9rebro da banda, em particular) pela super-exposi\u00e7\u00e3o encontraram ecos em outros medos sociais, algo que talvez jovens n\u00e3o entendam t\u00e3o bem hoje, mas que na \u00e9poca pareciam\u2026 plaus\u00edveis, uma sensa\u00e7\u00e3o de \u201cno future\u201d ainda mais forte do que a experimentada pelos Sex Pistols e pela Inglaterra em 1977: a virada do mil\u00eanio trazia consigo n\u00e3o apenas o derretimento desenfreado das geleiras nos polos (tema pontuado por Yorke no livro e nos discos) e o desmatamento acelerado da Floresta Amaz\u00f4nica como tamb\u00e9m \u201cprevis\u00f5es\u201d de caos tecnol\u00f3gico, econ\u00f4mico e a\u00e9reo, entre tantos outros. Para Thom Yorke, que j\u00e1 estava \u201cdoente\u201d de fama, a virada do mil\u00eanio e seus simbolismos o afundaram ainda mais na depress\u00e3o, algo que \u201cNa\u00e7\u00e3o Tomada Pelo Medo\u201d, livro lan\u00e7ado no exterior em 2021, e com edi\u00e7\u00e3o nacional em 2024 com tradu\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Paulo Cuenca, deixa exposto em carne viva para os leitores. Reunindo conversas entre Yorke e Donwood, rascunhos de letras, poemas in\u00e9ditos, letras originais estendidas, divaga\u00e7\u00f5es, listas aparentemente desconexas e sem sentido (principalmente para quem n\u00e3o conhece os dois anti-discos), \u201cNa\u00e7\u00e3o Tomada Pelo Medo\u201d \u00e9 tanto um mergulho nos pesadelos mais assustadores desta dupla de lun\u00e1ticos quanto uma visita a um manic\u00f4mio particular povoado por destrui\u00e7\u00e3o, ratos, promessas de assassinato e vislumbres de naufr\u00e1gios. N\u00e3o espere momentos de beleza cl\u00e1ssica aqui, mas sim de beleza art\u00edstica\u2026 tal qual \u201cBlack Mirror\u201d (n\u00e3o pense em \u201cSan Junipero\u201d, mas sim em \u201cWhite Bear\u201d e \u201cThe National Anthem\u201d &#8211; n\u00e3o a toa, uma can\u00e7\u00e3o de \u201cKid A\u201d). Um livro tenebroso, genial e essencial.<\/p>\n<hr \/>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-86322\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jarvis1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jarvis1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jarvis1-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jarvis1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cGood Pop, Bad Pop: Um Invent\u00e1rio\u201d,\u00a0\u00a0de Jarvis Cocker (<a href=\"https:\/\/www.terrenoestranho.com.br\/pagina-de-produto\/good-pop-bad-pop-um-invent%C3%A1rio-jarvis-cocker\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Editora Terreno Estranho<\/a>, 2024)<\/strong><br \/>\nIndo direto ao ponto: \u201cGood Pop, Bad Pop: Um Invent\u00e1rio\u201d \u00e9 daqueles livros que merecem a etiqueta de \u201cobrigat\u00f3rio\u201d. Agora que o elefante foi retirado da sala (havia um receio do resenhista em terminar esse texto sem \u201cdizer\u201d o quanto esse livro \u00e9 foda), vamos desbravar a \u201chist\u00f3ria\u201d: Jarvis \u00e9 o c\u00e9rebro do Pulp, banda inglesa classuda que batalhou todo os anos 1980 e metade dos 1990 no underground at\u00e9 colocar um \u00e1lbum no topo das paradas brit\u00e2nicas (\u201cDifferent Class\u201d, de 1996). \u201cGood Pop, Bad Pop: Um Invent\u00e1rio\u201d, livro lan\u00e7ado pela destemida Editora Terreno Estranho (com tradu\u00e7\u00e3o de Daniel Benevides), por\u00e9m, tem apenas um prop\u00f3sito: fazer com que o leitor seja c\u00famplice de Jarvis numa tarefa repleta de surpresas deliciosas, que \u00e9 decidir o que das quinquilharias que ele acumulou num sot\u00e3o durante 20 anos ele deve guardar ou desapegar. O que Jarvis prop\u00f5e (e, inclusive, est\u00e1 no \u00e2mago da banda que ele pr\u00f3prio criou!) \u00e9 que o que a sociedade descarta pode ser t\u00e3o ou mais interessante do que o que ela idolatra. Parafraseando outro, raspas e restos interessavam muito a um jovem Jarvis, que batia ponto nos brechos e lojas de caridade de Sheffield tanto para criar um visual pr\u00f3prio para sua futura banda (que seria criada oficialmente em 1978 e, em 1981, ganharia uma session no programa de John Peel, na BBC, em Londres) quanto para adquirir cultura (comprando livros e filmes e discos por centavos) e tomar ch\u00e1 de gra\u00e7a (eram tempos dif\u00edcei$). \u201cGood Pop, Bad Pop: Um Invent\u00e1rio\u201d, ent\u00e3o, enfileira objetos (um sabonete velho, uma sacola promocional de Margaret Thatcher, um caderno de esbo\u00e7os do que um adolescente Jarvis queria pra sua banda que ainda n\u00e3o existia) que servem a uma narrativa que busca contar a hist\u00f3ria de vida de Jarvis e os primeiros anos do Pulp, mas acaba, tamb\u00e9m, encapsulando um per\u00edodo marcante da hist\u00f3ria brit\u00e2nica, em que as TVs eram alugadas para as fam\u00edlias (que colocavam moedas num dispositivo para ter acesso a um tempo determinado de programa\u00e7\u00e3o &#8211; o dinheiro seria recolhido por um funcion\u00e1rio da empresa na casa do \u2018inquilino\u2019 mensalmente) e que ainda existia aux\u00edlio desemprego (projeto do governo que manteve Jarvis na lida por anos at\u00e9 ser encerrado por Thatcher). H\u00e1 momentos brilhantes, como quando Jarvis vai gravar no est\u00fadio de Stevie Albini, que fica horrorizado com o fato de Jarvis gostar de m\u00fasica (good) pop (que, na Inglaterra dos anos 1970 e 1980, era algo bem diferente do que viria a se tornar dos anos 1990 pra frente), ou quando ele \u00e9 convidado pela BBC para entrevistar Leonard Cohen ao vivo, ou, ainda, quando ele &#8220;rouba&#8221; no jogo de &#8220;guardar ou desapegar&#8221; do sot\u00e3o escolhendo algo que n\u00e3o estava no dep\u00f3sito, uma colet\u00e2nea dupla em vinil do Velvet Undeground que mostrou a ele todo o potencial da Arte. H\u00e1 mais, mas o espa\u00e7o aqui acabou, o que deixa a dica: <a href=\"https:\/\/www.terrenoestranho.com.br\/pagina-de-produto\/good-pop-bad-pop-um-invent%C3%A1rio-jarvis-cocker\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">compre esse livro<\/a>. Ele \u00e9 brilhante em demonstrar como pode existir muita coisa legal por tr\u00e1s de coisas aparentemente banais provando que at\u00e9 as pessoas comuns podem ser geniais.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pulp&#039;s Jarvis Cocker tells his life story through the contents of his loft - BBC Newsnight\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BbQnrfeVrIQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Thom Yorke and Stanley Donwood in conversation for Christie&#039;s\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EUugI90I8Lo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista com Tony Sanchez, autor de &quot;Eu Fui Traficante do Keith Richards&quot;\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zmlyV2HPZlQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cEu Fui Traficante de Keith Richards\u201d \u00e9 um dos melhores livros sobre os bastidores do rock and roll; \u201cNa\u00e7\u00e3o Tomada Pelo Medo\u201d flagra momento dram\u00e1tico de Thom Yorke; \u201cGood Pop, Bad Pop: Um Invent\u00e1rio\u201d \u00e9 uma aula de Jarvis Cocker\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2025\/01\/08\/tres-livros-eu-fui-traficante-de-keith-richards-nacao-tomada-pelo-medo-good-pop-bad-pop-um-inventario\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":86407,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[9,3],"tags":[2394,4329,3276,3841,7576,3840,341,1260,3299],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86317"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86317"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86317\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":86410,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86317\/revisions\/86410"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86407"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86317"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86317"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86317"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}