{"id":8631,"date":"2011-06-07T20:14:49","date_gmt":"2011-06-07T23:14:49","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=8631"},"modified":"2016-08-31T03:26:52","modified_gmt":"2016-08-31T06:26:52","slug":"entrevista-os-labios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/06\/07\/entrevista-os-labios\/","title":{"rendered":"Entrevista: Os L\u00e1bios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-8632 aligncenter\" title=\"oslabios\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/oslabios.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"402\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/oslabios.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/oslabios-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>texto <\/strong><strong>por <a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">Pedro Salgado<\/a>, especial de Lisboa<\/strong><br \/>\n<strong> foto por Arlindo Pinto<a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/rosapomar\/\" target=\"_blank\"><br \/>\n<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A genese d\u2019Os L\u00e1bios, quinteto de Sintra, come\u00e7ou na banda The Profilers, em 2007. Insatisfeitos com uma dire\u00e7\u00e3o sonora leve, slow-core e jazzy, de que ainda resultou o EP \u201cSwing\u201d, distanciaram-se do projeto original e, dois anos depois, procuraram a reden\u00e7\u00e3o num pop mais imaginativo e multi-funcional que se traduziu em Os L\u00e1bios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a chegada do novo coletivo, as can\u00e7\u00f5es em ingl\u00eas foram preteridas por letras em portugu\u00eas e a forma\u00e7\u00e3o inclu\u00eda a vocalista San de Palma, o baixista Eurico Silvestre, os guitarristas S\u00e9rgio Franco e Telmo Dias, bem como Louco (baterista). E a ideia pioneira de um projeto paralelo ao inicial seria rapidamente ultrapassada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O resultado da nova concep\u00e7\u00e3o musical traduziu-se num \u00e1lbum: \u201cMorde-me a Alma\u201d. Percorrendo os 10 temas que o comp\u00f5em, sobressai uma sonoridade colorida, vibrante<br \/>\ne claramente pop. Se o single \u201cOcupa o teu Lugar (Olho em Ti)\u201d \u00e9 todo ele groove e reflete o gosto da cantora pela new wave, \u201cDiva N\u00e3o!\u201d parte de uma linha de baixo e uma batida que podia ser de m\u00fasica de baile, desaguando num interessante rock oitentista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Despreocupa\u00e7\u00e3o, provoca\u00e7\u00e3o e alma. Estava encontrada a f\u00f3rmula Os L\u00e1bios, que atravessa um disco em que ainda h\u00e1 espa\u00e7o para m\u00fasica americana, p\u00f3s-punk, indie, influ\u00eancias de A Naifa, Ana Moura e rock portugu\u00eas dos anos 80, abrindo tamb\u00e9m caminho para um dueto em ingl\u00eas, com Afonso Rodrigues, vocalista dos Sean Riley &amp; The Slowriders, no tema \u201cBye Bye\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se San de Palma, composicionalmente, mistura as suas influ\u00eancias nas melodias que cria para as palavras, nos shows evidencia um lado pantom\u00ednico que, conjugado com uma eficaz gest\u00e3o do bio-ritmo do p\u00fablico, faz das apresenta\u00e7\u00f5es uma festa. Outro catalizador da celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma vers\u00e3o de \u201cO Corpo \u00e9 que Paga\u201d, de Ant\u00f3nio Varia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os L\u00e1bios podem ser visitados em <a href=\"http:\/\/www.myspace.com\/oslabios\" target=\"_blank\">http:\/\/www.myspace.com\/oslabios<\/a> e o cart\u00e3o de visita \u00e9 criar pelo prazer de criar, certeza nas escolhas seguidas, numa filosofia de proatividade em que agir supera a palavra reagir. De Sintra para o Brasil, o baixista Eurico Silvestre conversou com o Scream &amp; Yell. Confira:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"605\" height=\"400\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/xHTL-AQqkrE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"605\" height=\"400\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/xHTL-AQqkrE\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Foi dif\u00edcil a passagem do The Profilers a Os L\u00e1bios ?<\/strong><br \/>\nEm termos de orienta\u00e7\u00e3o musical e est\u00e9tica n\u00e3o foi dif\u00edcil. Decidimos mudar de nome porque foram mudando imensas coisas no projeto desde o come\u00e7o. Sentimos que a forma j\u00e1 n\u00e3o refletia o conte\u00fado e que o trabalho iniciado no The Profilers devia ser uma coisa completamente diferente do que acabamos por continuar a fazer. Em 2009 edit\u00e1mos um EP e nos shows promocionais desse disco s\u00f3 toc\u00e1vamos um tema. Quando come\u00e7amos a fazer esses espet\u00e1culos ainda n\u00e3o tinhamos tocado todos juntos. Durante essas atua\u00e7\u00f5es ao vivo percebemos que aquele n\u00e3o era o repert\u00f3rio mais indicado. Precis\u00e1vamos de algo com mais cor, explos\u00e3o e energia. Por isso, tudo acabou por ser natural. Foi mais complicado convencer a banda toda a mudar de nome. Isso porque sent\u00edamos que j\u00e1 tinhamos p\u00fablico e alguma massa cr\u00edtica e representaria come\u00e7ar de novo. Mas ach\u00e1mos que era por bem. Primeiro, era contraproducente ter um conjunto de can\u00e7\u00f5es cantadas em portugu\u00eas e o nome do grupo ser em ingl\u00eas. E em segundo lugar, precis\u00e1vamos de uma coisa mais objetiva, f\u00e1cil e comercial. O nosso som foi mudando devagar e Os L\u00e1bios come\u00e7aram no in\u00edcio de 2009. O que originou tudo foram as can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas que come\u00e7\u00e1mos a fazer nessa altura, que n\u00e3o tinham nada a ver com The Profilers. E no meio do ano, quando come\u00e7\u00e1mos a gravar o disco, pensamos em dividir aquilo em dois projetos diferentes. Paramos de comp\u00f4r em ingl\u00eas porque deixamos de falar essa l\u00edngua. A San trabalhava num hotel como events manager e falava ingl\u00eas todo o dia e quando terminou essa atividade deixou de escrever em ingl\u00eas. Inspirados nuns poemas do nosso amigo Leonel de Jesus, e achando engra\u00e7ada a ideia de fazer can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas, trabalhamos neles. Quando chegamos ao est\u00fadio, ainda como The Profilers, o Miguel \u00c2ngelo (produtor) n\u00e3o nos quis imp\u00f4r nada, deixou-nos gravar, fizemos a pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o toda e algumas experi\u00eancias. O resultado das primeiras sess\u00f5es de grava\u00e7\u00e3o era uma am\u00e1lgama pouco coesa de coisas. Tinha can\u00e7\u00f5es a la Profilers, quatro temas em portugu\u00eas (que est\u00e3o no disco), uma ou duas m\u00fasicas em franc\u00eas (uma n\u00e3o foi inclu\u00edda neste trabalho, mas havemos de lan\u00e7ar). N\u00e3o fazia sentido embalar uma coisa portuguesa de ra\u00edzes portuguesas com um nome ingl\u00eas e a\u00ed tamb\u00e9m houve uma preocupa\u00e7\u00e3o comercial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A new wave e os anos 80 percorrem boa parte do \u00e1lbum. Foi uma op\u00e7\u00e3o criativa ou sentiram que fazia sentido recuperar essa est\u00e9tica?<\/strong><br \/>\nFoi uma consequ\u00eancia natural da m\u00fasica que n\u00f3s escut\u00e1vamos. Concordo, j\u00e1 passaram 25 ou 30 anos e existe sempre a ideia do coolness. Passados 10 anos as coisas s\u00e3o foleiras (bregas), e duas d\u00e9cadas depois j\u00e1 s\u00e3o cool. N\u00f3s gostamos desse som. Ainda hoje escuto Her\u00f3is do Mar, Ant\u00f3nio Varia\u00e7\u00f5es. Mler Ife Dada, Radar Kadhafi e Corpo Diplom\u00e1tico. Sempre tentamos fazer can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas, desde o in\u00edcio do The Profilers, e as m\u00fasicas sempre soaram um pouco essa fase de pop portugues ing\u00eanuo de princ\u00edpios dos anos 80. Todos gostamos da m\u00fasica portuguesa dessa \u00e9poca, porque n\u00e3o existia uma ideia pr\u00e9-concebida sobre a cria\u00e7\u00e3o. A m\u00fasica n\u00e3o era feita pensando se iria soar fixe (legal), n\u00e3o existiam preconceitos, era criar por criar. N\u00f3s somos assim, chegamos at\u00e9 a fazer cinco vers\u00f5es do mesmo tema devido a todos os membros da banda serem criativos, pr\u00f3-ativos e trazerem ideias para as can\u00e7\u00f5es. Gostamos muito de punk, new wave e indie rock da \u00faltima d\u00e9cada e misturamos isto tudo. N\u00e3o foi algo que tiv\u00e9ssemos pensado. Quando come\u00e7amos a fazer can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas, com mais frequ\u00eancia, encontramos um territ\u00f3rio em que nos sentiamos confort\u00e1veis e produtivos, deixando de lado o preconceito. O Miguel \u00c2ngelo ajudou-nos nisso, porque inicialmente jogamos fora muitas ideias interessantes em portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Escutando o single \u201cOcupa o Teu Lugar (Olho em Ti)\u201d, e vendo o clipe, senti o palpitar de uma banda coesa e um forte apelo internacional. Concordas?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o temos nenhuma op\u00e7\u00e3o de internacionaliza\u00e7\u00e3o em termos de imagem (risos). Para n\u00f3s n\u00e3o \u00e9 uma obsess\u00e3o chegar l\u00e1 fora. \u00c0 primeira vista, o que n\u00f3s fizemos, foi abandonar o repert\u00f3rio em ingl\u00eas, e o nome da banda, e cantar em portugu\u00eas. As bandas portuguesas que mais exportam cantam em portugu\u00eas. Isso acontece porque \u00e9 muito mais f\u00e1cil entrar num mercado com um produto diferente. Se fizeres indie rock em ingl\u00eas e quiseres entrar em Inglaterra existem l\u00e1 700 bandas em cada bairro fazendo a mesma coisa, com mais vocabul\u00e1rio e recursos. Tentamos fazer as coisas bem feitas, (desde o videoclipe, \u00e0 newsletter, roupas, est\u00e9tica, backdrop e a decora\u00e7\u00e3o de palco), apenas e t\u00e3o s\u00f3 pela raz\u00e3o de fazer bem feito. Fico feliz por teres gostado do clipe. Hoje, o mercado \u00e9 o mundo inteiro. Obviamente que a cena de espet\u00e1culos para uma banda portuguesa nova \u00e9 Portugal e \u00e9 suficiente se trabalhares bem. O mercado vive muito da facilidade que temos de produzir conte\u00fados. Podemos fazer uma coisa que pode parecer discreta ou inconsequente e de repente virar um fen\u00f4meno. N\u00f3s tentamos trabalhar com os recursos que temos, colocando a maior qualidade poss\u00edvel e sem negligenciar nada. Mas, claro que gostariamos de ir l\u00e1 para fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gosto particularmente de \u201cDiva n\u00e3o!\u201d. Quem \u00e9 a \u201cmulher p\u00e1ssaro\u201d de que voc\u00eas falam na can\u00e7\u00e3o ?<\/strong><br \/>\nIsto \u00e9 absolutamente insuspeito (risos). \u00c9 uma senhora italiana que n\u00f3s n\u00e3o conhecemos, chama-se Patrizia Laquidara e \u00e9 uma cantora conhecida na It\u00e1lia. O texto foi criado por um amigo nosso que a conheceu nos meandros do cibermundo, dedicou-lhe esse poema e n\u00f3s fizemos a adapta\u00e7\u00e3o. Aquilo \u00e9 uma imagem sarc\u00e1stica. As pessoas muitas vezes t\u00eam dificuldade em brincar consigo pr\u00f3prias e sentimos que era giro (legal) a San cantar aquilo. Quem estiver mal intencionado vai dizer que ela estava fazendo de diva. Toda a estrutura da can\u00e7\u00e3o e os contrastes foram um desafio para n\u00f3s. \u00c9 o tema mais despreconceituoso que n\u00f3s temos. Fizemos a can\u00e7\u00e3o num clima bem humorado, descomprometido e em tom de ironia. A can\u00e7\u00e3o funciona muito bem ao vivo e reflete o nosso esp\u00edrito de brincadeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para onde pretendem ir Os L\u00e1bios?<\/strong><br \/>\nPara o palco. Sempre! O nosso objetivo \u00e9 tocar ao vivo. Trabalhamos muito para ter concertos com pessoas a assistir. Antes disso, shows com boas condi\u00e7\u00f5es. Andamos na \u00e1rea, mais a s\u00e9rio, h\u00e1 cerca de quatro ou cinco anos. J\u00e1 fizemos o caminho das pedras, descemos dois ou tr\u00eas degraus quando mudamos tudo. Agora pretendemos tocar o mais poss\u00edvel, porque isso permite-nos fazer mais e melhor. Queremos tocar para nos divertirmos e isso abre caminho a outras possibilidades. N\u00e3o quero ser mal interpretado, mas a m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 m\u00fasica e, por isso, preocupamo-nos muito com as coisas que podemos fazer \u00e0 volta dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8633 aligncenter\" title=\"oslabios1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/oslabios1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">*******<\/p>\n<p>Pedro Salgado (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">@woorman<\/a>) \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e ir\u00e1 contar as novidades da m\u00fasica lusitana aos leitores do Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">*******<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Especial: A nova cena portuguesa, por Pedro Salgado (<a href=\"..\/2010\/12\/11\/especial-como-anda-a-cena-portuguesa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Deolinda ao vivo em Lisboa: o triunfo do fado pop, por Pedro Salgado (<a href=\"..\/2011\/01\/30\/deolinda-o-triunfo-do-fado-pop\/\" target=\"_self\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; B Fachada: as ra\u00edzes portuguesas atravessaram uma alma, por Pedro Salgado (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/04\/27\/b-fachada-tradicao-inovadora\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Pedro Salgado\nDespreocupa\u00e7\u00e3o, provoca\u00e7\u00e3o e alma. 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