{"id":85214,"date":"2024-11-13T00:01:25","date_gmt":"2024-11-13T03:01:25","guid":{"rendered":"http:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=85214"},"modified":"2024-12-10T00:10:16","modified_gmt":"2024-12-10T03:10:16","slug":"entrevista-rod-krieger-fala-sobre-seu-novo-album-a-assembleia-extraordinaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/11\/13\/entrevista-rod-krieger-fala-sobre-seu-novo-album-a-assembleia-extraordinaria\/","title":{"rendered":"Entrevista: Rod Krieger fala sobre seu novo \u00e1lbum, \u201cA Assembleia Extraordin\u00e1ria\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a sua sa\u00edda da banda Cachorro Grande, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/rod-krieger\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rodolfo (Rod) Krieger<\/a> radicou-se em Portugal atuando como musicista e produtor em terras lusitanas. Musicalmente, ele segue buscando uma simbiose sonora a qual elementos do space rock e batidas eletr\u00f4nicas s\u00e3o associadas a influ\u00eancias folk-psicod\u00e9licas dos anos 1960\/1970.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu primeiro single solo, \u201cLouvado Seja Deus\u201d (2018), contou com Arnaldo Baptista, dos Mutantes. Dois anos mais tarde veio o primeiro \u00e1lbum, \u201cA Elasticidade do Tempo\u201d (2020). Em 2022, co-produziu o disco \u201cMbaraet\u00e9\u201d, de Ower\u00e1, artista com o qual tem excursionando. J\u00e1 em 2023, Krieger formou a banda Quebra Coco, power trio instrumental, que tem o acompanhado nos shows solo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu segundo \u00e1lbum, \u201c<a href=\"https:\/\/bfan.link\/a-assembleia-extraordinaria-1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Assembleia Extraordin\u00e1ria<\/a>\u201d (2024), foi lan\u00e7ado em outubro acompanhado de uma s\u00e9rie de v\u00eddeos. Na conversa abaixo, Rod Krieger fala sobre suas origens musicais, o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do novo disco, participa\u00e7\u00f5es especiais, suas influ\u00eancias, a experi\u00eancia atr\u00e1s das c\u00e2meras, sua viv\u00eancia em Portugal, planos futuro e mais. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"A Assembleia Extraordin\u00e1ria\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Dq58HmnD06s?list=OLAK5uy_lFirPCp2GMtpSR8Hf76YuM5SMvTtyY_sU\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quem j\u00e1 teve a oportunidade de conhecer o seu trabalho sabe que suas refer\u00eancias est\u00e3o ligadas ao space rock, a m\u00fasica eletr\u00f4nica e ao psicodelismo. Como se deu sua forma\u00e7\u00e3o musical e em que momento voc\u00ea percebeu que ser um musicista seria uma op\u00e7\u00e3o para toda vida?<\/strong><br \/>\nOntem mesmo estava tentando me lembrar de quando virou essa chave, se foram nos primeiros acordes que arrisquei em um viol\u00e3o, ou quando escutei os primeiros LP &#8216;s ainda muito crian\u00e7a. Penso que foram v\u00e1rias pequenas coisas que somadas se transformaram no que venho trabalhando. Recordo de um momento que foi muito marcante, o show de lan\u00e7amento do \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/07\/15\/esse-voce-precisa-ouvir-30-anos-de-titanomaquia-o-disco-dos-titas-que-a-historia-colocou-no-devido-lugar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Titanomaquia<\/a>\u201d, dos Tit\u00e3s, em 1993, em Porto Alegre. Foi meu primeiro show de rock com apenas 11 anos, e ver aqueles caras em cima do palco me fez pensar que eu tinha mais a ver com eles do que com os meus colegas de sala de aula, que estavam mais preocupados em correr atr\u00e1s de uma bola e a socar uns aos outros. Quando entendi que eu n\u00e3o precisaria mais me adequar aos padr\u00f5es impostos pela sociedade e que existiam outras op\u00e7\u00f5es para seguir al\u00e9m das que me ofereciam na escola aquilo me bateu de uma maneira muito forte. Na m\u00fasica os Tit\u00e3s tamb\u00e9m misturavam m\u00fasica eletr\u00f4nica com o rock e outros g\u00eaneros, talvez porque todos eles sejam influenciados pelos Beatles e pelos Mutantes. E sobre isso tudo virar uma op\u00e7\u00e3o para toda a vida, nunca se tratou de op\u00e7\u00e3o, eu nasci assim, eu sou isso, n\u00e3o tem mais volta. \u00c9 algo que transcende o meu poder de escolha. Eu entendi que \u00e9 isso que me faz feliz, e a \u00fanica coisa que eu quero para a vida toda \u00e9 ser feliz, ent\u00e3o c\u00e1 estamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cA Assembleia Extraordin\u00e1ria\u201d, seu segundo disco, \u00e9 uma obra que, \u00e0 primeira vista, soa como uma continuidade natural do primeiro disco. Como foi o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do novo \u00e1lbum? Quais semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as voc\u00ea poderia citar a respeito da grava\u00e7\u00e3o de ambos?<\/strong><br \/>\nPode parecer loucura, mas tamb\u00e9m estive pensando muito nisso ontem. Juro! Estava fazendo uma retrospectiva tentando entender quando o disco come\u00e7ou exatamente a ser escrito e a conclus\u00e3o que cheguei \u00e9 que \u201cA Assembleia Extraordin\u00e1ria\u201d nasceu em meu c\u00e9rebro no dia 21 de mar\u00e7o de 2020, um dia depois do lan\u00e7amento do lan\u00e7amento do \u201cA Elasticidade do Tempo\u201d, e penso que o \u00e1lbum seguinte j\u00e1 est\u00e1 fermentando dentro de mim. O pr\u00f3ximo disco come\u00e7a no momento em que a gente lan\u00e7a o atual. J\u00e1 estou com duas ideias na minha cabe\u00e7a que far\u00e3o parte do pr\u00f3ximo disco que vai ser lan\u00e7ado sabe se l\u00e1 quando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, apesar de tudo fazer parte de uma coisa s\u00f3, por isso algumas semelhan\u00e7as entre os dois lan\u00e7amentos, um disco \u00e9 muito diferente do outro. No primeiro \u00e1lbum, eu tinha rec\u00e9m-sa\u00eddo de uma banda de rock na qual dividia ideias com mais outros quatro compositores, ent\u00e3o, na hora de registrar as faixas do meu disco de estreia, sozinho, sinto que fiz uma colet\u00e2nea de mim mesmo. Bateu uma vontade de apresentar tudo que sabia, foi como se eu tivesse colocado tudo que aprendi no liquidificador e feito uma massa sonora de refer\u00eancias adquiridas durante a vida. Al\u00e9m do mais, ter gravado em um est\u00fadio com outros m\u00fasicos sempre acaba influenciando no processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 no \u201cA Assembleia Extraordin\u00e1ria\u201d foi um processo bem mais minucioso, gravei todos os instrumentos em casa, com calma e em um per\u00edodo bem mais espa\u00e7ado, pelo fato de estar em uma aldeia isolado da sociedade, apenas com a minha companheira e meus animais de estima\u00e7\u00e3o, me fez realmente entender os tempos e os processos. Tinha a liberdade de gravar a hora que bem entendesse, e as m\u00fasicas n\u00e3o foram arrumadas dentro do est\u00fadio ou editadas na hora da mixagem, o que est\u00e1 ali est\u00e1 ali porque tem que estar, as letras foram escritas ao longo do processo. Aprendi a respeitar os prazos nesse disco, li\u00e7\u00e3o que quero continuar exercendo em meus trabalhos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais foram os maiores desafios t\u00e9cnicos e pessoais que voc\u00ea enfrentou durante a produ\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum?<\/strong><br \/>\nAtuei em praticamente tudo nesse \u00e1lbum, fui compositor, m\u00fasico, arranjador, filmei e dirigi os videoclipes e agora estou editando o filme do disco. Nada disso foi pensado e a coisa foi tomando essa propor\u00e7\u00e3o ao longo do processo e, de acordo com a necessidade, eu ia realizando as tarefas, muitos \u00eaxitos foram conclu\u00eddos durante o processo de aprendizado. Talvez este seja um ponto muito importante destacar, que \u201cA Assembleia Extraordin\u00e1ria\u201d marca uma virada de chave, onde eu me encontro com um novo universo que \u00e9 o audiovisual. Consegui dar cara para a minha m\u00fasica com as minhas pr\u00f3prias m\u00e3os e esse universo novo est\u00e1 sendo encantador, estou vivendo cada segundo dessa nova jornada e sinto que esse \u00e9 um caminho sem volta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Musicistas como Jo\u00e3o Nogueira, Jo\u00e3o Mello e F\u00e1bio Kidesh s\u00e3o alguns dos artistas que contribu\u00edram para o resultado final. Como se deu a aproxima\u00e7\u00e3o de voc\u00eas e quais contribui\u00e7\u00f5es eles trouxeram para o disco?<\/strong><br \/>\nO F\u00e1bio Kidesh j\u00e1 \u00e9 um caso antigo, nos conhecemos quando precisei de ajuda para comprar um Sitar, ele me orientou com todo o processo da compra e me iniciou no instrumento. Durante o aprendizado era comum rolar algumas jam sessions e alguns temas dos Beatles, ali surgiu uma parceria profissional e uma grande amizade, sou apaixonado pelo instrumento e sempre que posso trago o Kidesh para meus projetos. J\u00e1 o Jo\u00e3o Mello \u00e9 um rapaz que estou de olho faz muito tempo e temos diversos amigos em comum. A demo de \u201cCai o Sol e Sobe a Lua\u201d j\u00e1 tinha aquele espa\u00e7o para o solo e eu queria usar algum instrumento diferente, algo mais cl\u00e1ssico, muito por causa da minha refer\u00eancia do Rog\u00e9rio Duprat. E um dia vi o Jo\u00e3o tocar uma flauta em alguma dessas redes sociais, apenas tive o trabalho de convid\u00e1-lo e dar liberdade art\u00edstica para fazer o que quisesse. Quando ele devolveu os takes n\u00e3o fiz nenhuma altera\u00e7\u00e3o, foi amor \u00e0 primeira escutada. Assim como as teclas do Nogueira. Quando enviei pra ele a demo da m\u00fasica pedindo para ele fazer um preenchimento atmosf\u00e9rico envolvendo sintetizadores, mellotrons, etc, ele me enviou takes maravilhosos que ca\u00edram como uma luva. Nos conhecemos tamb\u00e9m atrav\u00e9s das redes sociais, somos ambos aficionados pelo Arnaldo Baptista e nessas conversas surgiu a ideia de fazer algo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea promove o encontro entre batidas eletr\u00f4nicas com elementos inerentes ao pop e ao psicodelismo no novo disco. O que inspirou essa fus\u00e3o de estilos e quais foram os artistas que nortearam o seu fazer art\u00edstico na atual fase?<\/strong><br \/>\nAs influ\u00eancias sempre foram as mesmas, Jimi Hendrix, Bob Dylan e Arnaldo Baptista. O que muda \u00e9 a roupagem que eu dou para essas harmonias. Por exemplo, todo esse lance de m\u00fasica eletr\u00f4nica j\u00e1 era um desejo antigo, mas n\u00e3o foi algo planejado para o \u00e1lbum, a ocasi\u00e3o do momento fez com que eu tivesse esses recursos (eletr\u00f4nicos) a minha disposi\u00e7\u00e3o, o disco foi gravado no meu est\u00fadio em casa. Foi o momento de eu me conectar com os aparelhos e ver o que sa\u00eda. N\u00e3o teve um momento que eu decidi que o disco seria isso, os meus processos v\u00e3o se desenvolvendo diariamente e nele eu coloco a bagagem de uma vida toda. Eu sempre chapei nas coisas do Ian Brown, do Prodigy, das paradas que o Damon Albarn vem fazendo e todos n\u00f3s bebemos da mesma fonte que vai acabar l\u00e1 no Kraftwerk e no Can, o Thom Yorke e a turminha dele tamb\u00e9m est\u00e3o ligados nisso tudo. Ent\u00e3o \u00e9 uma soma de tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para al\u00e9m da parte da parte musical voc\u00ea tamb\u00e9m roteirizou e filmou os v\u00eddeos que acompanham o \u00e1lbum. Como foi essa experi\u00eancia de atuar como diretor?<\/strong><br \/>\nMagn\u00edfica, arrumei outra sarna para me co\u00e7ar. Quando eu vi o primeiro v\u00eddeo editado foi como se eu tivesse entrado na Fant\u00e1stica F\u00e1brica de Chocolate, me senti uma crian\u00e7a. No \u201cA Elasticidade do Tempo\u201d tenho v\u00eddeos que sou apaixonado. Na \u00e9poca, tive a ideia de fazer um v\u00eddeo com cada diretor diferente, e de alguma forma, parece que tudo se encaixa. Aprendi muito acompanhando todo o processo de filmagem e edi\u00e7\u00e3o e era comum em alguns momentos eu me imaginar naquela posi\u00e7\u00e3o, at\u00e9 que isso foi crescendo subconscientemente dentro de mim e agora desabrochou. J\u00e1 tenho planos de fazer coisas relacionadas a video, \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o de me organizar, dar tempo ao tempo e respeitar os prazos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00e1lbum, em s\u00edntese, \u00e9 uma jornada marcada pela pessoalidade, ilustrada n\u00e3o s\u00f3 pelas letras, mas tamb\u00e9m pela musicalidade. Quais s\u00e3o as inten\u00e7\u00f5es que voc\u00ea alimentou para com o p\u00fablico a partir do projeto?<\/strong><br \/>\nAntes eu tinha me transformado no Rod, o artista solo com um mundo de possibilidades e fiz o que achei que tinha que ser feito. Quando estava desenvolvendo A Assembleia Extraordin\u00e1ria o Rod j\u00e1 tinha um passado, eu sabia de onde ele vinha, por ter arriscado muito na sonoridade do disco anterior e ter trabalhado com diversas camadas de psicodelia. Neste disco consegui, selecionar detalhadamente as constru\u00e7\u00f5es, explorando os vazios. Este, apesar de ter muitas interfer\u00eancias sonoras, \u00e9 mais &#8220;limpo&#8221; que o anterior. O que vale tamb\u00e9m para a escrita, como j\u00e1 tinha colocado para fora tudo que tinha guardado no outro \u00e1lbum, o processo de escrita foi sendo desenvolvido minuciosamente junto com as m\u00fasicas. Talvez a psicodelia tenha vindo mais introspectiva, as palavras foram mais pensadas do que rimadas, acho que ainda estou em processo de evolu\u00e7\u00e3o como escritor e me entendendo como artista, e esse disco \u00e9 s\u00f3 mais um cap\u00edtulo dessa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 faz algum tempo que voc\u00ea est\u00e1 radicado em Portugal. Como tem sido a experi\u00eancia de viver fora do pa\u00eds e, culturalmente, quais s\u00e3o as diferen\u00e7as voc\u00ea apontaria para quem almeja viver como musicista por a\u00ed?<\/strong><br \/>\nConviver com a l\u00edngua portuguesa observada de outra forma \u00e9 muito interessante, apesar de no Brasil termos sotaques muito diferentes n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa. Escutar m\u00fasica portuguesa, principalmente os primeiros discos do Jorge Palma me deram um outro estalo na hora de escrever. \u201cCai o Sol e Sobe a Lua\u201d \u00e9 um reflexo disso, acho que a minha psicodelia ficou menos radiante e mais buc\u00f3lica de alguma forma. Al\u00e9m do mais, por algum motivo me identifiquei com a cultura do pa\u00eds, criei grandes amigos aqui e gosto muito da maneira que os portugueses consomem e se interessam por arte, de como eles prestam a aten\u00e7\u00e3o e, \u00e0s vezes, at\u00e9 questionam pertinentemente alguns pontos do espet\u00e1culo. Penso e digo para todos que querem vir para Portugal ou seja qual for o pa\u00eds, que \u00e9 v\u00e1lido sempre arriscar e sair da zona de conforto e viver novas experi\u00eancias, n\u00e3o existe o termo &#8220;dar errado&#8221; as coisas podem n\u00e3o sair como voc\u00ea planejou, mas sempre vale a pena arriscar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por fim, quais s\u00e3o os planos futuros? E quais s\u00e3o suas expectativas para a turn\u00ea que voc\u00ea realizar\u00e1 no Brasil?<\/strong><br \/>\nAgora eu quero ir pra estrada e rodar por a\u00ed por um tempo, seja tocando o projeto Rod Krieger, ou com o Ower\u00e1 &#8211; o qual acompanho nos palcos tamb\u00e9m. Estou afim de circular por a\u00ed e ficar entre Portugal e Brasil divulgando meus projetos. Al\u00e9m disso, estou registrando momentos dessa tour e o processo de desdigitaliza\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum, os quais vou anexar aos videoclipes e alguns depoimentos no document\u00e1rio do disco. E ser\u00e1 um doc surrealista no qual abordo a A Assembleia Extraordin\u00e1ria de Rod Krieger de uma outra percep\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 lan\u00e7\u00e1-lo no ano que vem junto com o vinil.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rod Krieger - Era\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IikY_fakfv4?list=PLSiJgsgJP6Rg5USHYA7SPEFijfSysr684\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Rod Krieger fala sobre suas origens musicais, o processo de composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do novo disco, participa\u00e7\u00f5es especiais, suas influ\u00eancias, a experi\u00eancia atr\u00e1s das c\u00e2meras e mais\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/11\/13\/entrevista-rod-krieger-fala-sobre-seu-novo-album-a-assembleia-extraordinaria\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":85216,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[4356],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85214"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=85214"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85214\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":85217,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85214\/revisions\/85217"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/85216"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=85214"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=85214"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=85214"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}