{"id":84923,"date":"2024-11-02T13:30:13","date_gmt":"2024-11-02T16:30:13","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=84923"},"modified":"2024-11-20T00:05:51","modified_gmt":"2024-11-20T03:05:51","slug":"faixa-a-faixa-conheca-whatever-together-novo-ep-do-riegulate","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/11\/02\/faixa-a-faixa-conheca-whatever-together-novo-ep-do-riegulate\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: Conhe\u00e7a &#8220;Whatever Together&#8221;, novo EP do Riegulate"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>introdu\u00e7\u00e3o por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.hominiscanidae.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diego Albuquerque<\/a><\/strong><br \/>\nFaixa a faixa por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/hugodossantosmusic\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rieg<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rieg Wasa nasceu nos Estados Unidos, cresceu na Alemanha e vive em Jo\u00e3o Pessoa \u00e0 quase 20 anos, onde consolidou a carreira musical em bandas como a Rieg, o duo D_M_G e o projeto Orijah, al\u00e9m de ser um dos produtores do BBS Est\u00fadio. Desde 2020, Rieg vem lan\u00e7ando material com o projeto Riegulate (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/02\/25\/faixa-a-faixa-glow-ep-tributo-aos-anos-80-com-classicos-em-versoes-do-riegulate\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">voc\u00ea leu aqui sobre o EP \u201cGlow\u201d<\/a>, um tributo aos anos 1980), que retorna agora com o EP &#8220;Whatever Together&#8221; (2024).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 um EP de saudade, de nostalgia, quente e frio ao mesmo tempo. O nome, ali\u00e1s, tem uma extens\u00e3o: \u2018Whatever, Forever\u2019. Como se fosse a vers\u00e3o mais c\u00ednica da coisa toda. \u00c9 sobre viver no agridoce, no meio-termo, nas nuances, dos tons de cinza. \u00c9 o yin e o yang. Tem que ter. Viver \u00e9 isso, afinal: um pouco de tudo, junto ou separado\u201d, pontua Rieg. \u201cGosto de pensar nele como um reflexo de dualidades. \u00c9 essencialmente pop e indie, mais voltado pra can\u00e7\u00e3o, com menos vocoder dessa vez \u2014 embora ele ainda apare\u00e7a\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As m\u00fasicas refletem diferentes momentos e experi\u00eancias da vida do artista, desde suas viagens internacionais at\u00e9 reflex\u00f5es pessoais sobre mudan\u00e7a e crescimento. \u201cGrande parte do EP foi feita durante o #30dias30beats de 2023 e 2024, que \u00e9 uma maratona criativa de produzir uma faixa por dia. Ali\u00e1s, uma das m\u00fasicas, a \u00faltima, foi escrita em 2009\u201d, revela. \u201cTem can\u00e7\u00f5es com vocoder, autotune, mas no geral, \u00e9 uma ode ao pop, ao disco, a essa estranha dan\u00e7a entre os opostos. Acho que o nome \u2018Whatever, Together\u2019 j\u00e1 diz muito sobre isso: a gente segue em frente, junto ou separado, com essa mistura de sentimentos\u201d, completa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abaixo, Rieg comenta &#8220;Whatever Together&#8221; (<a href=\"https:\/\/rec.hominiscanidae.org\/2024\/09\/hc-rec-93-riegulate-whatever-together.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">dispon\u00edvel nas principais plataformas<\/a>) faixa a faixa. Al\u00e9m das cinco can\u00e7\u00f5es, o registro ganha uma b\u00f4nus track, a vers\u00e3o do Riegulate para a m\u00fasica &#8220;Caribbean Queen&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Feeling Good\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iiN7ka_yCw0?list=OLAK5uy_kW4Bmvgs20ujsNGPRgQoNPc8z-0rGwwps\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>01) Feeling Good \u2013<\/strong> Foi escrita em 2023, durante uma fase em que eu estava me exercitando mais, experimentando um novo contexto de vida. Era aquele momento em que a gente resolve parar de sentir vergonha de ser brega e s\u00f3 abra\u00e7a o prazer de estar bem, mesmo que temporariamente. Queria captar essa sensa\u00e7\u00e3o sem complicar, sem querer parecer mais profundo do que era. Sabe quando voc\u00ea est\u00e1 feliz e se pergunta: &#8220;Ser\u00e1 que posso s\u00f3&#8230; estar feliz?&#8221; \u00c9 um pouco disso. Simples, sem pretens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>02) Winter Chill \u2013<\/strong> Tamb\u00e9m veio na mesma \u00e9poca de \u201cFeeling Good\u201d. Eu estava em Ottawa, vindo de um show na Fl\u00f3rida que, honestamente, caiu do c\u00e9u numa fase bem complicada da minha vida. Eu estava meio perdido e, de repente, estava em turn\u00ea. A m\u00fasica fala dessa mistura de sentimentos, a saudade e a nostalgia que aparecem nesses momentos de transi\u00e7\u00e3o. Quando cheguei l\u00e1, estava enfrentando tempestades de gelo, neve at\u00e9 os joelhos, aquela paisagem de fim de mundo. A\u00ed, do nada, tudo derreteu e entrou a primavera, o sol, os animais selvagens voltando&#8230; A m\u00fasica fala desse ciclo, dessa altern\u00e2ncia entre o frio e o calor, o antes e o depois, o que se vai e o que volta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>03) It\u2019s That Thing You Do \u2013<\/strong> Foi feita no #30dias30beats de 2022, se n\u00e3o me falha a mem\u00f3ria. Era s\u00f3 mais um experimento do dia, mas eu estava muito inspirado no Anderson.Paak. A faixa \u00e9 um frankenstein de duas m\u00fasicas: come\u00e7a meio hip hop e, de repente, vira disco music. Foi uma m\u00fasica que nunca estava completamente pronta, sempre tinha algo faltando. Meio que irm\u00e3 da pr\u00f3xima faixa, \u201cDisco Chill\u201d, que tamb\u00e9m \u00e9 filha do #30dias30beats.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04) Disco Chill \u2013<\/strong> Foi feita no mesmo ano (da anterior), e eu estava bastante inspirado pela St. Vincent. Ela tem uma m\u00fasica chamada \u201cSlow Disco\u201d, mas sinceramente, n\u00e3o tem nada a ver com essa faixa. Eu at\u00e9 tentei encontrar alguma m\u00fasica dela que eu achava estar plagiando, mas, no fim das contas, n\u00e3o encontrei. Talvez essa m\u00fasica que eu pensava nem existisse, fosse s\u00f3 uma ilus\u00e3o na minha cabe\u00e7a. Acontece, n\u00e9? \u00c0s vezes a gente acredita que est\u00e1 copiando algo, quando na verdade est\u00e1 criando algo novo. A arte \u00e9 cheia desses enganos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05) Drive &#8211;<\/strong> \u00c9 de 2009. \u00c9 uma velha conhecida minha. Na \u00e9poca, eu tinha acabado de lan\u00e7ar meu \u00e1lbum folk \u201cWhat We Call Home\u201d. Eu entregava as c\u00f3pias em lojas, enviava pelos correios. Um verdadeiro do it yourself. J\u00e1 tinha come\u00e7ado a compor pro segundo \u00e1lbum, seguindo a mesma vibe lo-fi folk, mas com baterias eletr\u00f4nicas. S\u00f3 que foi justo nessa \u00e9poca que minha banda, Rieg, come\u00e7ou a tomar forma, e algumas m\u00fasicas foram ficando pelo caminho, nunca sa\u00edram do papel. \u201cDrive\u201d \u00e9 uma dessas. A gente chegou a ensai\u00e1-la, mas nada aconteceu. A\u00ed, novas m\u00fasicas surgiram, e o segundo \u00e1lbum nunca viu a luz do dia. Ser\u00e1 que ainda vale a pena lan\u00e7ar? Quem sabe. Mas resolvi regravar \u201cDrive\u201d agora porque gosto muito dela. Me lembra meus tempos em Augsburg, na Alemanha, quando eu s\u00f3 andava pelas estradas, meio sem rumo, absorvendo a paisagem e o sil\u00eancio.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-84925\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/riegulate-2023-3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/riegulate-2023-3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/riegulate-2023-3-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/riegulate-2023-3-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201c\u00c9 um EP de saudade, de nostalgia, quente e frio ao mesmo tempo. O nome, ali\u00e1s, tem uma extens\u00e3o: \u2018Whatever, Forever\u2019. 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