{"id":84841,"date":"2024-10-29T00:01:00","date_gmt":"2024-10-29T03:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=84841"},"modified":"2024-11-28T00:58:35","modified_gmt":"2024-11-28T03:58:35","slug":"entrevista-curumin-fala-sobre-pedra-de-selva-seu-novo-disco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/10\/29\/entrevista-curumin-fala-sobre-pedra-de-selva-seu-novo-disco\/","title":{"rendered":"Entrevista: Curumin fala sobre \u201cPedra de Selva\u201d, seu novo disco"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2025, Curumin ir\u00e1 festejar 20 anos de seu disco de estreia, \u201cAchados e Perdidos\u201d, de 2005, e sua discografia, com o tempo, foi se espa\u00e7ando: tr\u00eas anos depois ele lan\u00e7ou o festejado \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2008\/09\/16\/disco-da-semana-japan-pop-show-curumin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Japan Pop Show\u201d<\/a> (2008), quatro anos se passaram para chegar \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/06\/17\/cds-curumin-transmissor-marina-wis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Arrocha<\/a>\u201d (2012) e ent\u00e3o cinco anos o separaram de \u201cBoca\u201d (2017). Seu quinto lan\u00e7amento, \u201cPedra de Selva\u201d (2024), encerra um intervalo de sete anos, mas come\u00e7ou a ser feito na pandemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Composto por 17 faixas, \u201cPedra de Selva\u201d traz um Curumin muito mais envolvido com a eletr\u00f4nica, mas sem deixar de lado a sua liga\u00e7\u00e3o com ritmos africanos, enquanto observa a rela\u00e7\u00e3o da tecnologia com as conex\u00f5es humanas. O trabalho conta com as participa\u00e7\u00f5es de Fran\u00e7ois Muleka, Funk Buia, Anelis Assump\u00e7\u00e3o, Ava Rocha, Josyanne, J\u00e9ssica Caetano, Iara Renn\u00f3, Livia Nery, Rimon Guimar\u00e3es, al\u00e9m dos seus tr\u00eas filhos, Rubi, Bento e Benedito, que colaboram com backing vocals.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na conversa abaixo, feita por e-mail, Curumin volta no tempo e fala sobre suas origens musicais (\u201cQuando eu era criancinha, queria fazer parte da gig do Sidney Magal \u2013 risos\u201d), o processo de constru\u00e7\u00e3o do novo disco e a influ\u00eancia da pandemia nos temas, o papel da cr\u00edtica na repercuss\u00e3o e perman\u00eancia de \u201cJapan Pop Show\u201d como um \u00e1lbum de destaque em sua carreira, sua rela\u00e7\u00e3o com ritmos africanos, o uso de recursos eletr\u00f4nicos, trabalhar em parceria e mais. Leia abaixo!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"\u00c9, amigo\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Lo6uY0LFaGI?list=OLAK5uy_k-GoNmyBgIcCGft41xywMfmx137brcZFA\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quem acompanha seu trabalho sabe de sua versatilidade musical, pois voc\u00ea transita com naturalidade entre g\u00eaneros amplos e conexos como reggae, samba, afrobeat, funk, soul e adjac\u00eancias. Como foi o in\u00edcio da sua trajet\u00f3ria musical? Quais foram as principais influ\u00eancias que fizeram\/fazem sua cabe\u00e7a artisticamente?<\/strong><br \/>\nCara, no comecinho, no comecinho\u2026 S\u00e3o muitos come\u00e7os, n\u00e9? Quando eu era criancinha eu amava o Sidney Magal e a Gretchen. Ser\u00e1 que j\u00e1 \u00e9 um come\u00e7o? N\u00e3o sei. Eu j\u00e1 amava a m\u00fasica, queria fazer parte da gig do Sidney Magal (risos). Mas, teve uma banda de in\u00edcio, que foi a primeira banda que a gente come\u00e7ou a tocar nos lugares, a Zomba, com a Paula Lima. E essa banda, a gente tinha um desejo de fazer muito funk e soul americano, a gente bebia muito dessa \u00e1gua. Foi o primeiro lugar que a gente aprofundou os estudos, para entender como tudo funcionava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Instrumentos percussivos s\u00e3o, geralmente, o fio condutor de sua musicalidade. De que forma a sua rela\u00e7\u00e3o com esse tipo de instrumento contribuiu para o estilo que voc\u00ea desenvolveu ao longo da carreira?<\/strong><br \/>\nTem uma coisa interessante, que j\u00e1 se relaciona com a quest\u00e3o anterior, como a gente come\u00e7ou com essa coisa do funk e soul, logo veio o entendimento de que todos os instrumentos s\u00e3o r\u00edtmicos e que a uni\u00e3o dessas c\u00e9lulas de todos os instrumentos, faz um todo. E isso \u00e9 um norte no meu trabalho. Eu quero que minha m\u00fasica tenha esse balan\u00e7o, que mexa com o corpo das pessoas. Lembro que eu fiz um contrato comigo mesmo quando era mais jovem, eu falei oh: quando ficar mais velho, n\u00e3o v\u00e1 fazer esses discos tristes de balada, m\u00fasica lenta, m\u00fasica triste. Mantenha sempre essa atividade, esse balan\u00e7o. A m\u00fasica pode at\u00e9 ser triste, mas tem que ter o balan\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conheci o seu trabalho a partir do disco \u201cJapanPopShow\u201d, que segue, at\u00e9 hoje, como um dos seus trabalhos mais celebrados pelo p\u00fablico e pela cr\u00edtica. 16 anos depois qual o significado do disco para voc\u00ea? Sua rela\u00e7\u00e3o para com aquele repert\u00f3rio sofreu alguma mudan\u00e7a desde ent\u00e3o?<\/strong><br \/>\nAh, \u00e9 engra\u00e7ado isso. Essa quest\u00e3o do \u201cJapan\u201d tem a ver muito com a cr\u00edtica, talvez. Mas n\u00e3o s\u00f3 isso. Ele, pra mim, n\u00e3o \u00e9 um \u00e1lbum especial. Ele \u00e9 t\u00e3o especial quanto os outros. Mas ele teve essa resposta, n\u00e9? Quando ele foi pro mundo, teve uma resposta mais afirmativa, uma resposta maior, mais ampla das pessoas. Pra mim \u00e9 isso. Tem a ver com o tempo dele. Ele saiu num momento em que aquilo tinha um frescor, uma novidade, uma coisa que dialogava com aqueles tempos. Mas minha rela\u00e7\u00e3o \u00e9 \u00f3tima com esse disco. Preciso ouvir de novo, faz tempo que n\u00e3o ou\u00e7o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Curumin e os Aipins | &quot; Magrela Fever&quot; programa Ensaio - TV Cultura\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/qC-ZHjk1u4E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que te inspira a fazer essas fus\u00f5es musicais e como voc\u00ea consegue manter essa versatilidade de forma t\u00e3o natural a cada disco?<\/strong><br \/>\nEu sou da gera\u00e7\u00e3o que eu sa\u00ed de um lugar que era: tinha pouca m\u00fasica. As m\u00fasicas a gente s\u00f3 tinha em CD, em disco e tinham muitas coisas que n\u00e3o chegavam no Brasil. Eu passei dessa fase, de pouca m\u00fasica, par muito acesso. Pra mim foi uma explos\u00e3o. Quando tive acesso aos reggaes, dub, m\u00fasica jamaicana, me aprofundei muito. Eu sempre coloquei essas misturas como objetivo nos meus trabalhos. E eu fui chegando num lugar que n\u00e3o era s\u00f3 colocar um tamborim com uma guitarra. Fui chegando num lugar que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o claro, mas tem a ver com essas coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Existe algum estilo musical ou g\u00eanero que voc\u00ea ainda n\u00e3o explorou, mas gostaria de incluir em futuros projetos?<\/strong><br \/>\nAh, sempre tem, n\u00e9? Eu sempre t\u00f4 aberto. Nesse disco, por exemplo, eu fui ampliando. Fui ouvindo m\u00fasicas folcl\u00f3ricas de lugares mais distantes, do Oriente, da \u00cdndia, da \u00c1frica, claro, da China. S\u00e2o m\u00fasicas que n\u00e3o s\u00e3o de mercado, n\u00e9? Mas s\u00e3o m\u00fasicas de sobreviv\u00eancia, tem a ver com fazer bem \u00e0s pessoas e eu to escutando e gostando cada vez mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 trabalhou com diversos nomes da m\u00fasica brasileira como Tulipa Ruiz, Russo Passapusso, Gabriel Bruce, Rico Dalasam, Anelis Assump\u00e7\u00e3o, entre tantos outros. Atuar em parceria(s) influencia o seu processo criativo?<\/strong><br \/>\nCom certeza as parceiras transformam a gente, n\u00e9? Eu adoro poder sair um pouco do meu trabalho e fazer outros trabalhos, entender outras perspectivas e entender outras formas de fazer m\u00fasica. Isso \u00e9 muito bom e me tira desse lugar de ficar fazendo volta em si mesmo. Gosto muito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em \u201cPedra de Selva\u201d, seu mais novo disco, voc\u00ea conta com a colabora\u00e7\u00e3o de Nell\u00ea, Funk Buia, Ava Rocha, JosyAnne, J\u00e9ssica Caitano, L\u00edvia Nery, Rimon Guimar\u00e3es e Iara Renn\u00f3. Quais s\u00e3o os crit\u00e9rios que voc\u00ea usa para escolher com quem vai colaborar?<\/strong><br \/>\nA escolha dos parceiros, ela foi feita pela m\u00fasica, sabe? A m\u00fasica que escolhia os parceiros. Quando eu escutava as m\u00fasicas, sentia que faltava alguma coisa, os nomes vinham \u00e0 cabe\u00e7a e eu s\u00f3 obedecia. N\u00e3o me sinto muito como um agente que escutou e escolheu. Talvez, tem s\u00f3 uma pessoa que eu j\u00e1 tinha em mente, que eu queria muito trabalhar com ela, trocar que era a J\u00e9ssica Caitano.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ou\u00e7a e Cante Junto!  &quot;Corredor do Mato Dentro&quot; com legendas\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/n09ueqauLfs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi o processo criativo desse \u00e1lbum? Houve algo de diferente ou desafiador na produ\u00e7\u00e3o desse disco em rela\u00e7\u00e3o aos anteriores?<\/strong><br \/>\nO processo criativo do disco foi bem fluido. Tem m\u00fasicas que s\u00e3o quase uma jam session. Eu ia tocando os instrumentos, tocava bateria, colocava um baixo, uma percuss\u00e3o e logo depois eu escrevia a letra, a melodia e j\u00e1 tinha o brito dela pronto. Eu gosto muito dessa ideia criativa de ir fazendo de acordo com o surgimento da ideia para preservar a espontaneidade. Quando vem uma ideia \u00e9 pra subir no cavalo e ir adiante, n\u00e3o ter uma ideia e deixar pra depois. Foi um disco bem espont\u00e2neo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cPedra de Selva\u201d aborda tem\u00e1ticas ligadas a necessidade e a dificuldade de estabelecer conex\u00f5es humanas (internas e externas) em tempos nos quais a tecnologia nos distancia ainda mais. Como o contexto atual e as suas viv\u00eancias recentes influenciaram as letras e o som desse novo projeto?<\/strong><br \/>\nOlha, o disco come\u00e7ou a ser feito ali na \u00e9poca da pandemia. Ent\u00e3o, todas essas quest\u00f5es estavam muito latentes. Como a tecnologia atrapalhou, mas salvou muita gente naquele momento. A gente n\u00e3o podia ter proximidade f\u00edsica, mas podia se manter trabalhando, conversando, se relacionando atrav\u00e9s das redes sociais e novas tecnologias. Ao mesmo tempo, tinha uma certa ang\u00fastia com tudo isso. Era poss\u00edvel, mas faltava alguma coisa. Eu acho que ele veio muito pautado nesse contexto mesmo, e moldou muito a cara desse disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nos \u00faltimos trabalhos, voc\u00ea tem integrado mais elementos eletr\u00f4nicos na sua m\u00fasica. Como tem sido o processo de explorar esses recursos e como eles impactaram o fazer art\u00edstico?<\/strong><br \/>\nCada vez mais, n\u00e9? Acho que hoje em dia n\u00e3o tem mais discos que n\u00e3o tenham muita tecnologia. Quando eu comecei, a gente gravava tudo numa fita, a fita era cara e a gente n\u00e3o podia ficar experimentando, tinha que ser uma coisa certeira, n\u00e3o tinha como editar. Hoje em dia a grava\u00e7\u00e3o \u00e9 tudo muito controlado e tenho certeza que os eletr\u00f4nicos fazem muita parte e tem que estar. Os eletr\u00f4nicos fazem parte e eu gosto. Com o eletr\u00f4nico vai ter mais press\u00e3o, maior maleabilidade dessas frequ\u00eancias. Enfim, eu cresci musicalmente nesse lugar, para mim \u00e9 muito natural usar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para finalizar, com trabalho na pra\u00e7a quais s\u00e3o os planos futuros?<\/strong><br \/>\nEu n\u00e3o tenho muitos planos n\u00e3o, viu? Eu quero seguir fazendo, quero seguir fazendo m\u00fasica. Crescendo nesse lugar que me p\u00f5e no mundo, no universo, em que me entendo como ser humano. Acho que talvez eu tenha mais coisas em breve. Talvez eu lance mais uns singles nos pr\u00f3ximos meses, m\u00fasicas que n\u00e3o entraram no disco. Vou seguir fazendo m\u00fasica, produzindo discos de outros artistas. \u00c9 isso, coisas que gosto de fazer.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Curumin - Guerreiro\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/motscEAOBwo?list=OLAK5uy_m2CZkY2RI17AOacg9Dg5CgKucHMUFgBJ0\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Salto no v\u00e1cuo com joelhada\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/qpmv55F8gIE?list=OLAK5uy_m9dK1ISq3i3mEWDbxBwqILNxy-e9LTYrE\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Afoxoque - Curumin (Videoclip Oficial)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-OWGmLQrl2Y?list=OLAK5uy_lPOw9todhTOF9Ec8Qc146XLHwv3HD5IJw\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Bora Passear - Boca - Curumin\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/J6aTiQDDjZE?list=OLAK5uy_kQ8l5RynJK96hH8b7-kmgP4ecVhZ6Ipuc\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Composto por 17 faixas, \u201cPedra de Selva\u201d traz um Curumin muito mais envolvido com a eletr\u00f4nica, mas sem deixar de lado a sua liga\u00e7\u00e3o com ritmos africanos, enquanto observa a rela\u00e7\u00e3o da tecnologia com as conex\u00f5es humanas.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/10\/29\/entrevista-curumin-fala-sobre-pedra-de-selva-seu-novo-disco\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":84847,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2369],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84841"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=84841"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84841\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":84848,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84841\/revisions\/84848"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/84847"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=84841"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=84841"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=84841"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}